CONTATO

E-MAIL PARA CONTATO:
oucaapalavradosenhor@oucaapalavradosenhor.com

sábado, 11 de fevereiro de 2012

A idade de Adão e Eva

Algo muito interessante e que chama a atenção de muitos cristãos é quanto a idade de alguns personagens bíblicos, chama muito atenção porque alguns viveram muito tempo, ultrapassando o que chamamos de longevidade de nossos dias. Pensando neste aspecto encontrei algo muito interessante no livro "A Bíblia responde" que poderia lançar alguma luz quanto a esta questão da idade de duas personagens bíblicas bastante conhecidas; Adão, o primeiro homem e Eva, a primeira mulher. Vejamos a pergunta:
"Quanto tempo Adão e Eva viveram no Éden antes do pecado?"
Não existe qualquer possibilidade de sabermos pela Bíblia, quantos foram os anos de inocência vividos por Adão e Eva. E, fora da Bíblia, ainda seria mais difícil. É um segredo que Deus guardou para si mesmo: Deut. 29:29. Resposta bem curta, não é mesmo?

E de Adão a abraão?
"Quantos anos se passaram de Adão a Noé, e de Noé a Abraão?"
"As datas que se vêem às margens de algumas Bíblias não fazem parte do texto da Escritura. Foram calculados pelo Arcebispo Usher, em 1.650 d.C. A criação de Adão, de acordo com o que ele diz, data de 4004 a.C. O dilúvio de 2.348 a.C. Há divergências de opiniões entre os eruditos, especialmente quanto às datas mais remotas" (Manual Bíblico, ed. 1.971, pág. 32).



Fonte:
A Bíblia responde, vários autores.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Cristo inicia o ministério

Pregando e ensinado
O assunto que mais deve atrair os cristãos e que mais creio ser oportuno de falar, é a respeito do Senhor Jesus, sua vida, sua obra, seu amor e carinho pelas pessoas, pois em tudo o que fez e realizou, Ele se sobressaiu. Suas Palavras são sempre atuais e dignas de confiança. Quando lemos qualquer livro histórico, vemos que com o passar do tempo estes perdem seu discurso, se tornam difíceis de entender, ultrapassados, mas a Palavra de Cristo, que é eterna, é atual para mim e para você.

Alguns fatos a respeito de Jesus geram controvérsia para o homem alheio à Palavra de Deus, isso porque Ele é o verdadeiro Deus e ao mesmo tempo verdadeiro Homem, desta forma sua verdadeira identidade só poderá ser conhecida através da revelação da Palavra de Deus, esta é a única fonte disponível digna de confiança e que está autorizada para tratar deste assunto, que é a Bíblia. Para os incrédulos, distorcer e desatualizar o cristianismo é muito fácil, pois ao desconhecer a Verdade de Deus contida na Bíblia buscam fontes "extra-bíblicas" para sustentar suas afirmações, e se eu ou você não estivermos em sintonia com a Palavra de Deus, poderemos ser enganados e ludibriados por "homens que por meio de astúcia enganam fraudulosamente" (Ef. 4:14). Suas doutrinas existem apenas para, por meio do engano, por em descrédito a Palavra do Deus Vivo que é bendito para sempre.

Para falarmos do início do ministério de Jesus, o Verbo Vivo de Deus, é necessário lembrarmos que a ação do Espírito Santo foi realizada de uma forma, digamos, tríplice para o ministério de Jesus na terra:
  1. Houve a manifestação da pregação e o ensino;
  2. Houve a realização de sinais e milagres;
  3. Houve uma escolha, preparação e capacitação de discípulos para divulgarem e continuarem a obra.
Jesus iniciou o seu ministério de forma gradativa, aumentando o ritmo de trabalho até se tornar bastante conhecido a ponto de chamar a atenção das autoridades religiosas de sua época, que percebendo o crescimento de seus seguidores, passaram a se sentir incomodados pelo movimento que poderia provocar algum tipo de reação do império romano, dominante na época, de territórios da nação de Israel, podendo causar graves consequências à nação de Judá.

1. Jesus começou seu ministério fazendo sinais

  • O primeiro sinal público do ministério de Jesus foi o realizado em um casamento em Caná da Galiléia. O apóstolo João faz uma maravilhosa apresentação do milagre da água transformada em vinho nas bodas de Caná da Galiléia (Jo. 2:1-10). O próprio apóstolo afirma em seu evangelho que com este milagre "Jesus deu princípio a seus sinais, em Caná da Galiléia; manifestou a sua glória e os seus discípulos creram n'Ele" (v.11). Pelo texto podemos perceber que os discípulos já haviam sido chamados pelo Mestre, e Ele em sua magnífica sabedoria realizou os sinais na presença de seus discípulos com a finalidade de que estes pudessem crer n'Ele.
  • Uma das características do ministério de Jesus foi a operação de sinais e milagres. O Senhor Jesus demonstrou em seu ministério o seu poder de várias maneiras, ele demonstrou poder sobre a natureza, sobre o pecado, sobre a morte, sobre os poderes das trevas, revelando não haver nada impossível que não pudesse realizar. Jesus realizou cerca de 35 milagres no N.T., revelando-nos que o seu domínio, poder e autoridade estão acima dos poderes da morte, do inferno, do diabo e seus comandados, das enfermidades e da própria natureza. Gostaria de salientar um aspecto interessante do ministério de Jesus que se faz necessário aqui, que é o fato de que mesmo sendo poderoso em obras e palavras (Luc. 24:19), jamais usou o seu ministério para fazer espetáculos a fim de aparecer diante dos homens ou até mesmo de agradar o seu público, Ele teve como objetivo glorificar ao Pai. Herodes Antipas quis que Jesus realizasse milagres em sua presença, mas Jesus não os realizou para lhe satisfazer os caprichos (Luc. 23:8-9). Ele não somente pregou e ensinou, mas realizou grandes milagres. Tantos foram os seus milagres que muitos reconheceram ser Ele o Cristo que havia de vir (Jo. 2:23). "E sua fama correu por toda a Síria; trouxeram-lhe, então, todos os doentes, acometidos da várias enfermidades e tormentos: endemoninhados, lunáticos e paralíticos. E Ele os curou" (Mt. 4:24).
Tantos foram os seus milagres que muitos reconheceram
ser  Ele o Cristo
A maior parte dos milagres realizados por Jesus foram realizados em público e as pessoas eram conhecidas do povo em geral, não deixando margem para dúvidas quanto a sua autenticidade. Uma das vantagens do cristianismo é o fato de que este está firmado em fatos verdadeiros e dignos de confiança, e tudo que Jesus fez e ensinou foi às claras, diferente de outras religiões. Os fundadores de outras religiões em geral afirmam terem tido visões, mas quem poderia atestá-las? somente eles o afirmam e viram, ninguém mais.
  • Em seu ministério Jesus realizou milagres em público e recebeu testemunho público atestando a veracidade de sua obra. Jesus levou três testemunhas ( Pedro, Tiago e João) para o monte da transfiguração para que pudessem atestar e contemplar a sua glória (Mat. 17:1-2; Luc. 9:28-29). Na ocasião do batismo, Deus também testificou dos céus que Jesus é o seu Filho amado na presença de muitas testemunhas (Luc. 3:21-22). Jesus foi transparente em tudo, nos ensinos e nos milagres. O apóstolo Pedro quando estava pregando na casa de Cornélio, o centurião romano, deu testemunho dizendo: "Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e poder, o qual andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele" (At. 10:38). Ele ressuscitou um morto em público (Luc. 7:11-18). Curou um endemoninhado cego e mudo em público (Mat. 12:22-24). Ressuscitou ao amigo Lázaro diante de um grande número de pessoas (Jo. 11:42-44), isso só para citarmos alguns de seus milagres. Jesus não teve necessidade de fazer nada escondido ou para um pequeno número de pessoas, pois sendo Deus operou grandes milagres em público, possibilitando a um grande número de discípulos a oportunidade de testemunharem dos seus feitos.
2. O chamamento dos discípulos

  • O motivo da escolha. Quando se escolhe alguém para alguma função, se escolhe por motivos óbvios e de acordo com o objetivo. Muitas funções exigem força, beleza física, algumas necessitam de experiência na profissão, algumas formação superior; mas no caso dos discípulos de Jesus, os primeiros que chamou e colocou o nome de apóstolos, todos eram homens simples, muitos dos quais eram pescadores, e alguns sem muita instrução (Mat. 4:18-22 / Atos 4:13). Também escolheu homens que para o povo em geral seriam desqualificados como é o caso de Mateus, um cobrador de impostos (Mat. 9:9). Como nós já sabemos, Deus na sua infinita sabedoria escolheu e usou esses homens humanamente simples para transformar a vida de muitos outros homens por meio do Evangelho.
  • Os nomes dos doze escolhidos. A lista completa dos doze podemos verificar em Mateus 10:1-4: Pedro e André que eram irmãos; os outros dois irmãos, João e Tiago; Felipe e Bartolomeu, Tomé, Mateus e Tiago filho de Alfeu, Tadeu, Simão o zelote e Judas Iscariotes. Comparando a lista de nome dos apóstolos (que quer dizer "enviados") de Mateus 10 com a lista existente em nos outros evangelhos de Marcos 3 e Lucas 6, vemos que Tadeu também era chamado de Judas, filho de Tiago.  Havia nomes repetidos entre os apóstolos porque tais nomes eram muito comuns na época de Jesus, assim como temos os "Josés" e as "Marias" em nossos dias. Tiago, Simão e Judas são os casos aqui citados.
  • Trabalhando com os talentos que temos. Cada um dos quais o Senhor chamou tinha um talento em especial, e Deus usa os talentos que o homem tem vocacionado-o. Por exemplo, Moisés tinha um cajado de pastor. Deus lhe perguntou: "Que é isso que tens na mão?" ao que lhe respondeu Moisés: "uma vara" (Êx. 4:2). E com aquele instrumento Deus levou Moisés diante de Faraó para fazer milagres (Êx. 8:16 / 14:16) e antes de abrir o Mar Vermelho ele teve que levantar a vara e estender a mão para que o Mar se abrisse (Êx. 14:16). E o que Jesus faz? Chama humildes pescadores com a intenção de transformá-los em pescadores de homens, usando o talento que tinham (Mat. 4:19). Jesus não precisava e nem precisa que sejamos alguma coisa, na verdade quando nos chama Ele diz: "Eu vos farei"...(Mat. 4:19b). Ele faz de nós aquilo que for necessário fazer, Ele faz daqueles "instrumentos que nada são" para os homens, "instrumentos que são" para Deus (I Cor. 1:27-28). Quando damos ouvidos a voz de Deus, Ele faz de nós Filhos, Povo santo e de sua propriedade, coias que jamais poderíamos ser sem Ele em nós. Mas chegou um momento que estes homens humildes se tornaram pregadores intrépidos, depois que o Espírito Santo foi derramado no dia de Pentecostes (At. 2:4-7).
3. Jesus completa a sua obra
Ele veio demonstrar salvação eterna
  • Um ministério completo. O ministério de Cristo na terra foi-se dando de forma progressiva, começou pequeno, foi crescendo, até chegar ao ponto de incomodar muitos líderes religiosos da época, cresceu ao ponto que deveria crescer tanto em realizações como em fama. O plano de Deus era que o ministério de Jesus fosse o que ele foi, um máximo em tudo. A doutrina de Cristo confundiu os sábios de seu tempo, revelou sua divindade aos homens e só não foi totalmente aceita pelos mesmos devido a dureza de seus corações. Ele veio demonstrar salvação eterna para aqueles que viessem a crer em seu nome e isso Ele o fez plenamente na cruz, nos revelou que tinha autoridade para tirar aquilo que nos impedia de entrar em seu Reino, que era o pecado (Mat. 9:6). Sendo sabedores desta verdade, que possamos aceitá-la em nossas vidas o quanto antes, porque suas realizações foram perfeitamente suficientes para nos livrar da morte eterna.
  • Uma obra que confundiu os homens incrédulos. Jesus está acima de todos os reis e de todos os soberanos da terra, sendo Rei dos reis, nasceu de forma humilde em uma estrebaria, viveu humildemente, em sua juventude foi carpinteiro, junto a José esposo de sua mãe, Maria; nunca cometeu pecado, porém foi condenado como se fosse um malfeitor, sofrendo a morte de cruz, a maior e mais agonizante pena que poderiam infringir a um criminoso. Mas era aí que estava a sua vitória, vitória esta que não poderia ser compreendida pelo homem natural, como está escrito: "Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem...tanto judeus pedem sinais, como os gregos buscam sabedoria; mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gregos...Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens" (I Cor. 1:18-25). Glória a Deus amado leitor!!! Jesus venceu morrendo na cruz, cumprindo o seu ministério; morrer pode até parecer uma derrota, uma contradição por assim dizer. Como alguém que morreu poderia ter vencido? Mas Ele venceu justamente pelo fato de ter morrido, e depois ressurgido dentre os mortos consumando o seu trabalho aqui na terra (Jo. 19:30).
  • Deus fez com que seu plano através do ministério de Jesus fosse cumprido. Para que a vontade de Deus fosse conhecida, Jesus teve que morrer, ressuscitar, e isto tudo aconteceu como fora planejado por Deus Pai, agora só restava fazer tudo isso conhecido e divulgado entre o povo. Desta forma, no final de seu ministério, Jesus incumbiu a sua igreja de pregar o evangelho a toda a criatura, até os confins da terra (Mat. 28:18-20). Isto tem sido feito na atualidade em maior ou menor escala por muitos homens e mulheres ao redor do mundo, eles tem enfrentado inúmeras dificuldades na divulgação do Evangelho, pois se nós verificarmos os noticiários atuais poderemos verificar que cristãos estão sendo brutalmente mortos na Nigéria, Afeganistão, Arábia Saudita, e isto só para citar os três países que mais perseguem cristãos na atualidade (segundo o site www.portasabertas.org.br), dentre muitos outros. Mas graças a Deus que mesmo encontrando tantas oposições, a igreja de Jesus  Cristo tem conquistado milhões de almas para Cristo no decurso da história. Muitos rejeitam a pregação e o convite do Evangelho para salvação de suas almas, mas pelo menos tem ouvido a maravilhosa mensagem da Salvação em Cristo.
Com certeza o ensino de Jesus era diferente dos ensinos dos líderes religiosos de sua época, chamando a atenção para uma particularidade que era ensinar enquanto pregava, e pregar enquanto ensinava em seu ministério. Seus métodos impressionaram e ainda hoje impressionam, porque ensinava como nunca houve antes d'Ele, e depois d'Ele jamais se ouviu falar de outro igual.

Jesus em seu ministério persuadia as pessoas com graça, seus ouvintes recebiam a mensagem de bom grado, agarrando e retendo para si a instrução do Mestre. Ele realizou muitos milagres, todos verdadeiros, os quais também se fazem necessários para que alguns creiam, pois muitos somente creem quando veem os sinais, como está escrito: "Então Jesus lhes disse: Se porventura nas virdes sinais e prodígios, de modo nenhum crereis" (Jo. 4:48). Que o Senhor Jesus possa nos capacitar para darmos continuidade em pregar a sua Palavra para que os homens possam ouvir, se arrepender e crer no Evangelho. Talvez caro amigo(a) jamais nos veremos aqui na terra pessoalmente, mas se você também crer naquilo que Jesus fez por nós como um ministério para a vida e vida eterna em seu nome, nos encontraremos no Reino de Deus, então lá poderemos nos encontrar. Deus abençoe você e continue ouvindo aquilo que está na Palavra do Senhor.

Bibliografia:
Rei dos reis
Cristologia, Esequias Soares

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Pai e filho são assassinados por muçulmano

Um homem cristão e seu filho foram mortos a tiros no Egito após se recusaram a pagar o dinheiro que um mafioso muçulmano havia cobrado dele e de sua família.
O criminoso foi até a casa de Moawad Assad, um empreiteiro cristão egípcio que mora em Nag Hammadi, no dia 26 de janeiro para recolher o dinheiro que ele havia exigido três dias antes. O cristão se recusou a entrar no carro do muçulmano, com medo de ser sequestrado.
Após se recusar a entrar no veículo, quatro homens armados com metralhadoras saíram do carro e abriram fogo contra Moawad e seu filho, de 26 anos de idade. Eles morreram instantaneamente após serem atingidos pelos tiros.
O mafioso e os homens que ficam junto com ele cobram dinheiro dos cristãos que moram nessa região. Eles sequestram seus filhos e cobram pelo resgate. Onze crianças foram sequestradas entre 11 de agosto de 2011 a 24 de dezembro de 2011 em Nag Hammadi.
Um líder cristão da região disse que todos os casos de sequestros foram relatados para a polícia. Ele questionou porque as autoridades da região ainda não prenderam o mafioso muçulmano, pois ele é o líder do grupo que realiza sequestros, e pediu para que a polícia protegesse os cristãos que vivem na área de Nag Hammadi.
A família de Moawad tem sofrido muito com sua morte e a de seu filho. Ore para que o Senhor possa envolvê-los em um ambiente de paz e consolo que só Ele pode dar. Ore também pelos cristãos que vivem na região de Nag Hammadi, para que possam sentir a proteção e a segurança que só Deus pode dar.
Fonte: www.portasabertas.org.br
TraduçãoLucas Gregório

Cristãos sofrem com a intensa perseguição


Em um e-mail para o jornal The Jerusalem Post, Giulio Meotti, jornalista, escreveu: "Depois da limpeza étnica dos judeus, em 1948, nos países árabes, o islamismo fundamentalista está agora tentando afastar os cristãos da região. Eles querem estabelecer um ambiente puramente islâmico e um êxodo em massa já começou embaixo de nosso nariz".
    "Na Síria, os cristãos serão perseguidos após a eventual queda de Assad, já que eles foram os mais leais aliados do regime Baathista. Os cristãos serão massacrados, ou pressionados do Cairo até Damasco; a era dos cristãos árabes está no fim em toda a região," escreveu Meotti.
    O jornal paquistanês The Pakistan Christian Post também relatou que "a comunidade cristã na Síria tem sido atingida por uma série de sequestros e assassinatos brutais; 100 cristãos foram mortos desde que o movimento contra o governo começou. Uma fonte confiável no país, que não pode ser identificada para sua própria segurança, disse ao grupo Barnabas Aid que crianças têm sido um alvo especial dos sequestradores, que matam a vítima, caso não recebam a soma pedida."
    No Irã, o pastor Youcef Nadarkhani - que está no corredor da morte desde 2010 - recusou novamente renunciar à sua fé cristã em troca de sua liberdade.
    De acordo com a agência cristã internacional de notícias BosNewsLife, "o pastor iraniano Youcef Nadarkhani rejeitou uma oferta para ser libertado da prisão, se ele reconhecesse publicamente o profeta islâmico Maomé como 'um mensageiro mandado por Deus.'"
    Nadarkhani foi primeiramente preso por questionar o papel dominante da instrução religiosa islâmica financiada pelo governo na escola pública onde seus filhos estudam.
Fonte: www.mcmpovos.com.br

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Jesus: único, incomparável, maravilhoso - em Sua volta


Norbert Lieth

O Senhor Jesus fala de Si mesmo quando afirma: "Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém! Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso" (Apocalipse 1.7-8).
Desde a eternidade Jesus é Deus – Ele esteve como homem sobre esta terra e morreu na cruz. Mas Ele ressuscitou dentre os mortos e voltará para reinar. Disso já fala profeticamente o Salmo 72: "Domine ele de mar a mar e desde o rio até aos confins da terra... E todos os reis se prostrem perante ele; todas as nações o sirvam" (vv. 8,11). Jesus voltará primeiro para os que crêem n'Ele, arrebatando-os ao céu (veja João 14.1-6). Pouco depois Ele voltará visivelmente nas nuvens em glória para este mundo, julgará a terra e estabelecerá Seu reino. Todos os desenvolvimentos em nosso mundo caminham em direção a este alvo supremo: a volta de Jesus.
Theo Lehmann escreveu: "Jesus não foi daqueles que se destacaram por um certo tempo para depois desaparecerem nas brumas da história. Seu nome não é como o daqueles que aparecem em todos os jornais e poucos anos mais tarde jazem no esquecimento... Ele é o primeiro, o Criador deste mundo – e Ele é o último. Quando todos tiverem desaparecido – os ídolos e os deuses, as religiões e as ideologias, os grandes pensadores e os que edificaram imponentes obras arquitetônicas ou sufocantes masmorras – quando todos eles tiverem sumido das sacadas de seus palácios, quando tiverem caído de seus pedestais, quando tiverem perdido seus altos postos e tiverem virado pó – esquecidos, sumidos, afundados, quando todo este mundo sucumbir: Jesus existirá para sempre! Você não irá mais encontrar os deuses e os ídolos, os de antigamente e os de hoje. Mas a Jesus você vai encontrar sempre. No final da história está Jesus – também da história de sua vida."
Em Atos 10.42 está escrito acerca de Jesus: "e nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é quem foi constituído por Deus Juiz de vivos e de mortos". Isso significa que virá o momento em que todos os homens estarão diante dEle, o único, incomparável e maravilhoso Senhor – uns eternamente salvos e outros, que rejeitaram a oferta divina da salvação em Jesus, eternamente perdidos. Por isso, você deveria impreterivelmente tornar-se cristão e não resistir mais a Ele! Resistir não apenas seria em vão, mas em seu próprio prejuízo.
Paulo tentou lutar contra Jesus por um certo tempo, mas quando Jesus o encontrou, a Bíblia relata: "E, caindo todos nós por terra, ouvi uma voz que me falava em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões" (Atos 26.14).Albrecht, conhecido tradutor da Bíblia para a língua alemã, explica essa frase dizendo que ela é uma forma usual de linguagem dos gregos. Quando se falava dos aguilhões, fazia-se referência aos animais de carga. Ao empacarem, eles causavam muito dano a si mesmos, pois feriam-se quando se rebelavam contra os aguilhões que o condutor usava para fazê-los andar. A expressão significa: "É em vão que você está tentando resistir a mim".
Jesus é único também por não se afastar dos pecadores. Ele não vira as costas para as pessoas, mas volta-se para elas. Foi por essa razão que Ele veio ao mundo, foi por isso que Ele morreu e ressuscitou. Ele ama a você como ninguém mais o ama, e hoje vem ao seu encontro com todo o Seu amor. Ele é o único que tem o poder de perdoar todos os seus pecados, de recebê-lo em Seu reino e de dar-lhe vida eterna. Você não quer segurar Sua mão estendida agora mesmo?! Pois virá o dia em que se cumprirá literalmente a afirmação da Bíblia de que todos terão que reconhecê-lO, mas então será muito tarde para receber a salvação: "Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2.9-11).

Fontes:
www.chama.com.br
www.ajesus.com.br

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Cristão camaronês é ameaçado por milícia islâmica


 A ameaça foi enviada para o líder cristão por meio de uma carta de um grupo islâmico que se identificou como Boko Haram. Na carta, eles pediam que todos os cristãos que eram muçulmanos retornem para o Islã, senão enfrentariam "a ira de Alá".

    Poucos dias depois de enviarem a carta, dois homens chegaram de moto na casa do líder cristão em uma noite em que ele estava fora. Um deles invadiu a casa e mandou que a esposa do cristão e as crianças deitassem no chão.

    Enquanto revistavam a casa atrás do homem, eles intimidavam a esposa dele. Antes de irem embora, eles disseram que iriam pegar líder de qualquer jeito, não importava se ele estava escondido ou não.
 Após esse incidente perturbador, a família fugiu da aldeia e os outros cristãos começaram a ficar com medo e passaram a se esconder.

    Outro líder cristão no país foi ameaçado pelos extremistas. Dois homens invadiram a sua casa e ameaçaram a esposa do cristão que procuravam. Eles destruíram a casa dele e roubaram seu computador.

    O Boko Haram é um grupo de militantes islâmicos que tem agido muito frequentemente na Nigéria e tem causado muitos estragos no país e assassinado muitos cristãos.

    O fato de o grupo islâmico estar entrando no Camarões é preocupante, pois é muito raro existirem relatos de perseguição e ameaças contra cristãos no país africano. Em Camarões, cerca de 54% são cristãos e 26% são muçulmanos.

    Ore por esses casos de perseguição que tem acontecido no Camarões, para que Deus possa livrar essa nação de um possível início de perseguição contra cristãos no país. 

Fonte: www.mcmpovos.com.br

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Jesus: único, incomparável, maravilhoso – no que faz pelos Seus

Norbert Lieth
Para evitar mal-entendidos e excluir a possibilidade de auto-engano, primeiro deve ser esclarecida a questão: "quem faz parte dos Seus", quem pertence a Jesus?
A Bíblia nos dá uma resposta muito clara. O Senhor ressurreto diz:
  • "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo" (Apocalipse 3.20).
  • "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome" (João 1.12).
  • "Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o filho de Deus não tem a vida" (1 João 5.12).
Aquele, portanto, que conscientemente decide receber a Jesus em seu coração passa a ser propriedade Sua – sobre a qual Ele tem direitos – e passa a fazer parte da família de Deus. Tal pessoa é um filho de Deus. Você é um deles? Se a resposta é não, então você deveria ainda hoje tomar a decisão de segui-lO. Veja no último capítulo como fazer isso. Faça-o logo, pois cada dia que passa sem que você seja de Jesus é um dia miserável, um dia perdido. Quem é propriedade de Jesus pode experimentá-lO no dia-a-dia. Você não apenas passa a ter uma maravilhosa esperança para o futuro, mas o seu presente também se torna imensamente rico e pleno de sentido!
Coisas grandiosas passam a acontecer na vida de quem se decide ou já se decidiu por Jesus:
1. O relacionamento com Deus não é mais de um pecador com um Juiz justo, mas a relação de um filho com seu Pai: "Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo" (1 João 3.1).
2. Filhos de Deus são amados do Pai celestial. O amor que Ele tem por nós não é um amor volúvel e inconstante, mas um amor eterno. Quando você abre seus olhos pela manhã e quando os fecha ao dormir, seu primeiro e seu último pensamento devem ser: "Sou aceito por Deus e amado por Ele com amor eterno!" Romanos 8.38-39 nos mostra toda a abrangência e a grandeza desse amor: "Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor".
3. Você adquiriu uma posição completamente nova, pois passou a ser nova criatura. "Começar tudo de novo", é o desejo de muitas pessoas. Isso torna-se possível entregando a vida a Jesus. E assim, "se alguém está em Cristo é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Coríntios 5.17).
4. Agora você pode levar a Jesus todos os dias seus problemas e suas dificuldades: "Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus" (Filipenses 4.6-7). Quem, além de Jesus, poderia fazer-lhe uma oferta dessas?
5. Você pode ter certeza: "Tenho um Deus que é fiel, permanece fiel e cumpre Suas promessas." A garantia de alcançar o alvo não está em você, mas no Senhor. Você pode confiar totalmente nEle nos dias bons e nos dias maus. Ele não o abandona: "Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus" (Filipenses 1.6).
6. Você pode ter a certeza que qualquer pecado do passado, grande ou pequeno, leve ou pesado, conhecido ou secreto, está perdoado se você o confessou com sinceridade e pediu perdão de todo o coração. Através deste perdão perfeito, pleno e completo, você também estará liberto de toda e qualquer amarra oculta ou demoníaca. A partir de agora você não estará mais debaixo do poder de Satanás, mas passará a viver debaixo do domínio de Jesus:"Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós, e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz" (Colossenses 2.14-15). A Bíblia Viva diz: "Então Ele deu-lhes participação na própria vida de Cristo, porque lhes perdoou todos os pecados, e apagou as acusações confirmadas que havia contra vocês, a lista dos seus mandamentos a que vocês não tinham obedecido. Tomando esta lista de pecados, Ele a destruiu, pregando-a na cruz de Cristo. Deste modo Deus tirou o poder de Satanás de acusar vocês de pecado e exibiu publicamente ao mundo inteiro o triunfo de Cristo na cruz, onde foram tirados todos os pecados de vocês."
Se você, depois de ter-se tornado filho de Deus, cometer algum pecado, – o que é comparável a um acidente – então isso é uma triste derrota. Mas, mesmo assim você não precisa desesperar. Você pode e deve arrepender-se por ter falhado, pedindo perdão ao Senhor Jesus e seguir adiante olhando para Ele: "Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo" (1 João 2.1).
7. Sua vida passou a ter sentido! Muitas pessoas passam a vida inteira procurando pelo sentido da vida. O verdadeiro sentido da vida consiste em reconhecer a Deus e a Seu Filho Jesus Cristo, viver em plena comunhão com Ele e ter parte na vida eterna: "Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 João 5.20).

8. Uma pessoa que recebeu a Jesus em sua vida pode ter certeza de sua salvação eterna:"Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus" (1 João 5.13).
9. Quem está intimamente ligado a Jesus pode ter certeza que o Senhor lhe dá a força para superar o dia-a-dia com todos os seus problemas, grandes e pequenos. Tal pessoa não depende mais exclusivamente de si mesma, de sua força e de seus dons naturais, pois Deus: "Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor" (Isaías 40.29).
10. O Senhor também dá alegria e paz aos Seus. A vida de um cristão não é nada monótona, como muitos pensam. Pelo contrário, a fé em Jesus e a prática do discipulado tornam a vida interessante: podemos ter experiências de fé; podemos experimentar a Deus em nosso dia-a-dia! O Senhor nos prometeu essa alegria e essa paz: "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize" (João 14.27). "Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós e o vosso gozo seja completo" (João 15.11). E continua sendo verdadeiro o que Jesus disse:"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância" (João 10.10).
E agora pergunto a você, prezado leitor, prezada leitora: vale a pena tornar-se cristão?!
Seria uma ilusão concluir que a vida de um cristão é sempre um mar de rosas, que todos os dias brilha o sol, que não existem mais problemas e que tudo funciona com perfeição. Não é assim. A verdade é que a vida de um cristão que segue a Jesus de verdade pode ser uma vida muito atribulada e cheia de provações.
Filhos de Deus também não são poupados automaticamente de dores, enfermidades e sofrimentos e das angústias da vida. Mas tempos difíceis tornam-se suportáveis porque temos a certeza de que nada do que nos acontece anula as promessas de Deus.
Temos a mais absoluta certeza de que nossa vida está protegida em Suas mãos e que Ele nos protegerá em meio às crises e provações. Além disso tudo, temos ainda uma esperança viva para o futuro. Saber que as circunstâncias difíceis pelas quais um cristão tem de passar não são o fim de tudo, mas que existe uma glória posterior, dá-nos tranqüilidade, força e segurança. Por isso vale a pena ser cristão!




Fonte: www.chamada.com.br

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A gravidade do pecado

lepra-símbolo do pecado
"Me vi entrando em uma sala repleta de camas, muitas camas e alguém ao meu lado me mostrando que deitados nestas camas parecidas com leitos hospitalares estavam muitas, muitas pessoas deitadas nestas camas. O aspecto de cada uma dessas pessoas era indescritível, horrível, todas tinham a aparência deformada, tentei encontrar um meio de descrevê-las, porém não pude, de tão horríveis que eram. Algumas pareciam que estavam se tornando semelhantes ao aspecto de árvores podres, cheias de vermes, inchadas, inertes em suas camas de tão enfermas, não consigo descrevê-las como realmente as vi. Essas pessoas não podiam se mexer, foi tudo muito assustador, e aquele que estava comigo me disse que muitas dessas pessoas cheiravam mal, algumas conseguiam mexer apenas os olhos, e uma dessas pessoas fixou o seu olhar em mim como se estivesse querendo me dizer, socorro, estou morrendo, me ajude por favor.

Todos dentro daquela sala se pareciam com personagens de experiências mal sucedidas e que depois foram descartadas, e eu tinha o remédio para elas, eu estava lá porque tinha o remédio, por isso meu amigo me mostrou o estado delas, para que eu lhes desse desse remédio.

Fiquei completamente assustado com tudo o que vi! De onde veio o remédio? Foi um médico muito bom que, preocupado com o estado daquelas pessoas colocou o remédio em minhas mãos e me levou a ver o estado de cada homem, cada mulher que por viverem longe de Deus se tornaram tão enfermos que não tinham forças para se levantar ou encontrar a cura em si mesmos para que pudessem se levantar. Então vendo a Luz em mim, me pediam ajuda". Esta história é apenas uma ilustração, porém uma ilustração que reflete bem a situação de todos nós quando resolvemos viver e andar longe do Incomparável Jesus Cristo, o qual veio ao mundo como Salvador e como sacrifício vivo e prova do amor incondicional de Deus para com os homens. Muitas pessoas estão doentes no pecado, nas preocupações desta vida, andam ansiosos por causa do medo do fim do mundo, por causa das coisas e prazeres do mundo e, por causa dessas coisas não encontram tempo para falar com Deus, o Criador, o qual é Bendito para sempre.

Talvez para você leitor, ler as primeiras palavras deste artigo e ir até o fim tenha sido muito difícil, porque gostamos de ler só aquilo que nos interessa, o que é de interesse de nosso próximo, não parece fazer sentido para nós, é claro. Isso é reflexo do que podemos ler em (II Tim. 3:2) - não me tenha por mal educado- é que a Bíblia diz que nos últimos dias os homens seriam desinteressados pelo próximo, dói um pouco mesmo, mas é a Bíblia que diz e esta não pode falhar (Jo. 10:35b-Trad. SBB).

O que é o pecado?

O pecado deforma as pessoas, deforma o caráter, deforma o íntimo, leva o homem a fazer aquilo que este não gostaria de fazer (Rom. 7:19), nos priva de uma vida íntima com Deus (Is. 59:2) e por fim nos "presenteia" com o pior dos presentes, a morte eterna (Rom. 6:23). Então, falamos tanto do pecado, será que não falaríamos o que realmente é pecado? Falaremos. Pecado é tudo o que fazemos em desacordo com a vontade de Deus, contrário à Sua Palavra, em desobediência aos seus mandamentos. Este é caracterizado por um ato de rebeldia: "Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a lei, pois o pecado é a transgressão da lei" (I Jo. 3:4). Há duas palavras no grego para para definir pecado -dentre outras-, citaremos apenas duas: "Hamartia" (transgredir, pecar contra Deus, praticar o mal), daí o dizer que é um ato de rebeldia, pois se é contra Deus, nos encontramos praticando atos contra Sua Pessoa e vontade. A outra palavra é "Adikia" (iniquidade, maldade, injustiça), são os atos de grave injustiça, crimes, pessoas que estão tão afundadas na prática do mal são chamadas de pessoas iníquas.

Diante do que podemos ler na Palavra de Deus sobre o pecado, há dois fatos importantes: primeiro, o homem é pecador; segundo, todos cometem pecados. E só Jesus Cristo pode resolver a questão do pecado humano.

Os filhos do diabo e os filhos da ira

A questão do pecado é tão séria que na Bíblia encontramos expressões que são equivalentes e que se referem a situação das pessoas que se encontram na prática constante do pecado de forma voluntária e constante, essas expressões são: filhos do diabo, filhos da ira, filhos da desobediência, filhos do mundo e filhos da carne (Luc. 16:8; Ef. 2:3; I Jo. 3:10; Ef. 5:6; Rom. 9:8). Ninguém precisa ser participante da vida de desobediência por obrigação, os homens apenas escolhem a vida que querem viver, e quando escolhem mal, recebem a punição pelos seus atos (Rom. 1:27). O homem tem procurado viver alienado espiritualmente do Criador e extirpar a sua lei de suas vidas tirando a ligação com a Verdade de Deus (Sal. 2:3). E qual tem sido a consequência de tudo isso? O homem peca contra Deus se tornando incrédulo; peca contra o seu próximo fazendo-lhe maldades; peca contra si mesmo quando por fim não vê saída para seus males, cometendo alguns, o suicídio.

Uma pergunta recorrente. Teria Deus criado o pecado?

Absolutamente não. Deus é amor (I Jo. 4:16) e nunca fonte do mal. Ele apenas deu a nós homens o poder de decidirmos por nós mesmos se queremos ou não prestar-lhe culto, viver em santidade, crer no seu Grande Nome, etc. Isto se chama livre-arbítrio. Quando Deus pôs o homem no Éden, Deus estabeleceu o princípio da obediência, e esta é fundamental para que o homem possa ter comunhão com o seu Criador. Muitos preferem dar ouvidos ao diabo desprezando a Palavra de Deus praticando atos indecorosos diante de Deus, atos que até os próprios homens acreditam ser reprováveis como o assassinato, o adultério, roubos, furtos, estupros, pedofilia, prostituição, sodomia, entre outros. O fim de tudo isso segundo as Sagradas escrituras é a morte eterna (Gen. 2:17; Rom. 6:23).
Jesus nos cura do nosso pecado
Lembremos agora das pessoas "doentes" pelo pecado nos leitos. Qual seria a cura?

Muitas dessas pessoas em seus leitos de enfermidade não tem como se levantar, estão nas ruas, em suas casas e estão clamando, me ajudem por favor. Se estão enfermas, precisam de um remédio, e esse remédio não existe nenhum "genérico" que possa resolver, só o original e Ele veio do Céu (Jo. 3:13; I Cor. 15:47), só Ele, Jesus Cristo de Nazaré pode resolver este problema, limpar a "lepra" do pecador e lavá-lo com a água limpa da Palavra (Heb. 10:22; Ef. 5:26). Jesus tem o poder de remir o nosso pecado, perdoando-o, quitando a nossa dívida, o preço de nossa redenção foi o sangue de Jesus Cristo, como está escrito: "Sem derramamento de sangue não há remissão" (Heb. 9:22). Ainda diz: "O Cristo padecerá, e ao terceiro dia ressurgirá dentre os mortos, e em seu nome se pregará o arrependimento e a remissão dos pecados..." (Luc. 24:46-47). Meu querido leitor, se você se encontra nesta situação, "enfermo" pelo pecado, não perca tempo, confesse-os e se arrependa de todos eles, pois sem se arrepender não haverá remissão dos seus pecados. Leia com atenção o que está escrito em Colossenses 1:14: Em Jesus "temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados".

Corra para os braços do Médico dos médicos e Ele te levantará. Conheça Jesus verdadeiramente para se tornar filho de Deus. Quem tem ouvidos ouça.

Bibliografia: 
Hamartiologia
Dicionário Bíblico Universal
www.bilbiaonline.com.br
A gravidade do pecado
Em Cristo Jesus
www.oucaapalavradosenhor.com

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

"Eu edificarei a minha Igreja"



Cristo nasceu "Rei dos Judeus" (Mateus 2.2), foi chamado "Rei de Israel" e "Rei dos Judeus" (Mateus 27.11; Marcos 15.2, etc.), e admitiu tanto um como outro título (João 1.49-50; 12.12-15). Não abdicou o direito ao trono de Davi, embora seu próprio povo (como fora predito pelos profetas), O "desprezasse e rejeitasse" (Isaías 53.3), e O crucificasse (Salmos 22.12-18; Isaías 53.5, 8-10; Zacarias 12.10). Os quatro evangelhos declaram que a epígrafe "O Rei dos Judeus" foi a acusação colocada na cruz (Mateus 27.37; Marcos 15.26; Lucas 23.38; João 19.19). Eis como Marcos relata a rejeição de seu Rei pelo povo de Israel e lhe reclama a crucificação: "E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que eu vos solte o rei dos judeus?... Mas estes incitaram a multidão no sentido de que lhes soltasse, de preferência, Barrabás. Mas Pilatos lhes perguntou: Que farei, então, deste a quem chamais o rei dos judeus? Eles, porém, clamavam: Crucifica-o!" (Marcos 15.9-13).
Os profetas hebreus profetizaram que Cristo ressurgiria dos mortos e que viria estabelecer o reino que jamais teria fim (1 Reis 2.45; 9.5; Isaías 9.7; 53.10; Jeremias 17.25; Daniel 2.34-35; 44-45; 7.14, etc.). Ao ressurgir dos mortos e ascender à mão direita do Pai, Cristo cumpriu somente a primeira parte das profecias, e se o restante delas deve ser cumprido (e isso tem de acontecer, pois Deus não mente), então haverá uma restauração futura do Reino de Israel, como os discípulos acreditavam (Atos 1.6), como afirmou Pedro (Atos 3.19-26) e mesmo Cristo o admitiu (Atos 1.6-7). As Escrituras predizem com freqüência o arrependimento, a redenção e a restauração de Israel (Ezequiel 39; Zacarias 12,13,14; Atos 5.31, etc.). Paulo orou pela salvação de Israel (Romanos 10.1) e declarou que "Todo o Israel será salvo" (Romanos 11.26).
Se os muçulmanos e demais nações do mundo compreendessem as profecias concernentes ao direito de Israel à sua terra, respeitando-as e honrando a Deus que lhe concedeu a terra, haveria paz no Oriente Médio e também no mundo. Mas, ao contrário disso, eles insistem no desejo de varrer Israel da face da terra, o que levará Cristo a intervir dos céus para socorrer Israel no Armagedom e destruir o anticristo, seus seguidores e seu reino. Até mesmo Israel, em sua maioria não crê que Deus lhe tenha dado a terra e está negociando-a através de uma "paz" falsa com um inimigo que jurou exterminá-lo.
Cristo edifica Sua Igreja
Sabendo que Israel O rejeitaria e O crucificaria, Cristo disse que edificaria uma nova entidade, a Igreja. A palavra "igreja" ou "igrejas" (ekklesia no grego, significa "chamados para fora"), ocorre cerca de 114 vezes no Novo Testamento. Não há no Velho Testamento palavra hebraica traduzida por "igreja". Referindo-se a Israel, as palavras mais comparáveis no hebraico são edah, mowed e qahal, cuja tradução é "assembléia" ou "congregação". Enquanto Atos 7.38 refere-se "à ‘igreja’ [congregação de Israel] no deserto", a Bíblia faz uma clara distinção entre Israel e a Igreja do Novo Testamento, constituída tanto de gentios como de judeus e que não existia antes da morte e da ressurreição de Cristo. Foi estabelecida por Ele e para Ele que, mesmo até agora, continua a edificá-la: "Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mateus 16.18).
Temos aqui uma óbvia reivindicação de Cristo de que Ele é Deus. Israel foi escolhido por Deus. Quem, então, senão Deus mesmo, poderia estabelecer uma outra congregação de crentes em acréscimo a, e distinta de Israel? A afirmação de Cristo em relação à Igreja é semelhante ao que Ele disse aos judeus "que creram nele", e tem as mesmas implicações sérias: "Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João 8.31-32).
Os judeus devem ter ficado pasmos. Como Ele ousara dizer termos tais como: "minha palavra", "meus discípulos", ou afirmar ter poder para libertar os Seus seguidores? Não era a palavra de Deus que eles deveriam seguir, e não eram eles discípulos de Moisés? Com estas prerrogativas, não queria Ele ser maior que Moisés ou até mesmo igual a Deus? Qualquer que fosse o sentido dos termos "Seu discípulo", Ele estava, obviamente, começando algo novo.
Distinções entre Israel e a Igreja
1. A Igreja não substitui Israel
Entretanto, ninguém imaginava que este operador de milagres tivesse em vista prescindir de Israel e o substituir por uma outra entidade. Essa heresia provém do catolicismo romano, e muitos reformadores foram incapazes de se libertar dela, apesar de compreenderem claramente a salvação pela graça através da fé. A crença de que a Igreja substitui Israel continua ainda hoje entre os católicos romanos, mas também entre muitos evangélicos.
No seu início a Igreja era composta só de crentes judeus. Eles tinham dificuldade de acreditar que os gentios também podiam ser salvos por Cristo e fazer parte da Igreja, mesmo tendo os profetas do Velho Testamento feito tal afirmação (Salmos 72.11, 17; Isaías 11.10; 42.1-6; 49.6; Malaquias 1.11, etc.). Até mesmo depois de compreendido o "mistério" revelado por Paulo de "que os gentios são co-herdeiros, membros do mesmo corpo e co-participantes da promessa em Cristo Jesus por meio do evangelho" (Efésios 3.6), alguns deles tentaram sujeitar os gentios às suas leis judaicas. Na verdade, estavam erroneamente fazendo da Igreja uma extensão de Israel (Atos 15.1).
Os gentios são "separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo" (Efésios 2.12). Quando um gentio é salvo e acrescentado por Cristo como uma "pedra viva" à Igreja em construção (1 Pedro 2.5), não está sob as leis judaicas e os costumes da Antiga Aliança. E quando um judeu é salvo e acrescentado à Igreja, está livre da lei judaica ("lei do pecado e da morte") e de suas penalidades (Romanos 8.1). Tanto um como o outro, que pela fé entraram para a Igreja, estão dali em diante sob uma lei superior "a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus" (Romanos 8.2). De fato, Cristo tornou-se sua vida, expressando através deles este novo padrão de sã conduta – algo desconhecido de Israel, até mesmo de seus grandes profetas (1 Pedro 1.10-12).
2. A Igreja – Corpo de Cristo
Ninguém pode por si mesmo introduzir-se nesse templo sagrado; só Cristo poderá fazê-lo. As pedras vivas, que Ele está juntando umas às outras para formar o templo eterno, não desabam e nem se desintegram de sua estrutura. Estamos em Cristo e eternamente seguros.
A Igreja é o corpo de Cristo e por Ele é nutrida. Os crentes são chamados de ramos na videira verdadeira num fluir contínuo da vida dEle para os crentes. Cristo é a cabeça do corpo, que é, portanto, por Ele dirigido e não por um sacerdócio ou qualquer outra hierarquia de homens em sedes na terra. A sede da Igreja está nos céus. No entanto, as denominações (e demais seitas) de hoje têm as suas sedes e as suas tradições e tornaram-se em organizações, ao invés de se contentarem em fazer parte do organismo, o corpo de Cristo.
Na Igreja "não pode haver judeu nem grego [gentio]... porque todos vós sois um em Cristo" (Gálatas 3.28). Os gentios não se tornam judeus, mas judeu e gentio tornaram-se "um novo homem" (Efésios 2.15). Na cruz, Cristo "aboliu" as "ordenanças" que separavam judeu e gentio. Daí podermos afirmar com toda certeza que os gentios não têm de se submeter àquelas "ordenanças". Tentar fazê-lo é abominação e forçar algo que Deus aboliu.
3. Fé no Sacrifício de Cristo – Meio de Salvação
A carta de Paulo aos Gálatas foi escrita com o intuito de corrigir o erro de que a salvação é em parte por Cristo e em parte pelas obras. A salvação por obras é o erro de toda e qualquer seita, e o catolicismo romano desenvolveu ao máximo o seu sistema de ritual religioso e também das obras. Em todas as suas epístolas, Paulo volta ao tema de que a salvação é totalmente pela graça e nenhum pouco por obras. Nisto reside a principal diferença entre Israel e a Igreja: para o primeiro, a vida eterna seria obtida pela observância da lei, e para a Igreja, vem unicamente pela fé.
Na Antiga Aliança, a vida era oferecida ao justo que guardava a lei: "faça isto e viverá" (Deuteronômio 8.1; Lucas 10.28). Entretanto, ninguém conseguiu guardar a lei, pois todos pecaram (Romanos 3.23). Sob a Nova Aliança (disponível desde Adão), "ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça" (Romanos 4.5). Por orgulho o homem insiste em se tornar justo por si próprio – uma tarefa impossível. Paulo lamentava o fato de que, embora o seu povo Israel "tivesse zelo por Deus", todavia, "desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus" (Romanos 10.3) pela Nova Aliança. O mesmo acontece com todas as seitas. O catolicismo romano, por exemplo, tenta (através dos sacramentos, das penitências e das obras), tornar os seus membros justos o bastante para entrar nos céus. É o mesmo pecado do fariseu que se julgava justo diante de Deus, e não foi ouvido; enquanto que o publicano, reconhecendo o seu vil estado, foi justificado (Lucas 18.10-14).
Para ser salvo (com algumas exceções), ter-se-ia que pertencer a Israel, mas para pertencer à Igreja é preciso ser salvo (sem exceção). A Igreja não é um veículo de salvação. Crer que ela o seja constitui-se em erro crucial, e a maioria das seitas assim o afirma, como os mórmons e católicos romanos. Pois, para eles, é através da sua igreja que vem a salvação. Na realidade, a salvação é para os que estão fora da Igreja e só, então, poderá alguém tornar-se parte dela.
A salvação sempre foi, e ainda é, a mesma para judeus como para gentios. Mas os planos de Deus para Israel são diferentes dos para a Igreja. Os judeus (como os gentios), que crerem em Cristo antes de Sua segunda vinda (quando Ele se fizer conhecido a Israel, o qual será todo salvo), fazem parte da Igreja. Os judeus que virem a crer em Cristo quando Ele aparecer e os livrar no meio do Armagedom, continuarão na terra no reino milenar e Cristo reinará sobre eles no trono de Davi. Muitos gentios também serão salvos nessa época, mas "todo o Israel será salvo" (Romanos 11.26).
O problema da igreja da Galácia continua (em variados graus) dentro de alguns grupos denominados hebraico-cristãos ou congregações messiânicas. Há uma freqüente tendência (até mesmo entre os gentios), de se imaginar que um retorno aos costumes judaicos contribui para maior santidade. Reverencia-se tradições extra-bíblicas, como por exemplo, a cerimônia seder na páscoa, como se fossem inspiradas por Deus. Somente as Escrituras devem ser o nosso guia, a ponto de excluir as tradições humanas condenadas por Cristo (Mateus 15.1-9; Marcos 7.9-13), e também pelos apóstolos (Gálatas 1.13-14; Colossenses 2.8; 1 Pedro 1.18). Tanto dentro do catolicismo como do protestantismo, as tradições têm se desenvolvido no curso dos séculos e levado a um erro maior.
Devemos nos lembrar de que Cristo sempre pretendeu que a Igreja fosse algo novo e diferente de Israel. Ela não partilharia e nem interferiria nas promessas divinas concernentes a Seu povo aqui na terra, e tais promessas serão cumpridas no devido tempo. As ordenanças religiosas feitas a Israel seriam também separadas da Igreja. Aqui, novamente as seitas se desviaram.
O mormonismo, por exemplo, alega ter tanto o sacerdócio araônico como o de Melquisedeque. O catolicismo romano, por sua vez, advoga ter um sacerdócio sacrificial em que Cristo continua a ser oferecido como sacrifício no altar. Na Igreja, ao contrário disso, cada crente é um sacerdote (1 Pedro 2.9), e os sacrifícios oferecidos são "sempre sacrifícios de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome" e "a prática do bem" (Hebreus 13.15-16).
Na verdade, não há mais qualquer sacrifício propiciatório a ser oferecido para o perdão dos pecados. Isto foi possibilitado à Igreja pelo sacrifício único de Cristo na cruz; o qual não mais se repete porque Ele pagou por completo a penalidade que a justiça de Deus exigia, e isto foi possível por ser Deus"justo e o justificador daquele que tem fé em Jesus" (Romanos 3.26). Conseqüentemente, "já não há oferta pelo pecado" (Hebreus 10.18).
Israel rompeu a aliança que Deus tinha feito com ele, demonstrando assim que "ninguém será justificado diante dele por obras da lei, em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado" (Romanos 3.20). Seu sistema de sacrifício não podia remover pecados, mas apontava para o único "Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (João 1.29), e predizia o estabelecimento de "uma nova aliança" com Israel (Jeremias 31.31). O sacrifício de animais abria o caminho para o sumo sacerdote judeu no santuário terreno e este santuário foi feito conforme o modelo da realidade celestial (Hebreus 9.1-10). Quando Cristo morreu na cruz, "o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo" (Marcos 15.38), pondo fim ao sacrifício de animais. Agora temos "Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus" (Hebreus 4.14), que, "pelo seu próprio sangue... [obteve] eterna redenção" (Hebreus 9.12,24).
4. As promessas a Israel diferem das promessas para a Igreja
Israel recebeu a terra (Gênesis 12.1; 13.15; 15.18-21; 17.7-8; 26.3-4; 28.13-14; Levítico 20.24; 25.23, etc.), à qual seu destino está ligado e jamais deixará de existir (Jeremias 31.35-40). Numerosas profecias prometem a Israel a restauração na sua terra, com o Messias reinando no trono de Davi por ocasião de Sua volta (2 Samuel 7.10-16; 1 Reis 9.5; Isaías 9.6-7; Ezequiel 34.23-24; 37.24-25; Lucas 1.31-33, etc.). É clara a promessa de que Deus derramará do Seu Espírito sobre o Seu povo escolhido que, depois disso, jamais manchará novamente o Seu santo nome, e Ele não mais esconderá de Israel o Seu rosto (Ezequiel 39.7; 22, 27-29; Zacarias 8.13-14).
Israel deve permanecer para sempre (Jeremias 31.35-38), caso contrário as profecias bíblicas e as promessas de Cristo não se cumpririam. Cristo faz menção da existência das cidades de Israel ainda por ocasião de Sua segunda vinda (Mateus 10.23), o que prova que a Igreja não substituiu Israel. Além dessas provas, uma outra (ainda que desnecessária), é que Cristo prometeu aos Seus discípulos que eles reinariam com Ele sobre Israel no Seu reino milenar (Mateus 19.28; Lucas 23.30). A Igreja não pode cumprir as profecias que foram feitas a Israel; ela nunca pertenceu a uma terra específica de onde tenha sido deportada ou para a qual tenha retornado. Ao contrário, a Igreja é formada "de toda tribo, língua, povo e nação" (Apocalipse 5.9). A sua esperança é ser arrebatada ao céu (João 14.3; 1 Tessalonicenses 4.16-17; etc.), onde estaremos diante do "tribunal de Cristo" (Romanos 14.10; 2 Coríntios 5.10) e então, desposados com o nosso Senhor (Apocalipse 19.7-9), estaremos eternamente com Ele (João 14.3; 1 Tessalonicenses 4.17).
Sendo assim, em amor para com o Noivo e desejosos de vê-lO face a face, menos ocupados com as coisas terrenas, não seguindo homens ou organizações, vivamos para a eternidade. Pela fé, agradeçamos a Cristo, permitindo-Lhe, como Cabeça da Igreja, alimentar-nos, suster-nos, dirigir-nos e viver a Sua vida através de nós para a Sua glória. (Dave Hunt, TBC 12/97 – traduzido por David Oliveira Silva)

Fonte: www.chamada.com.br

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Jesus: único, incomparável, maravilhoso – em Sua Palavra

Norbert Lieth

O historiador Philip Schaff escreveu sobre Jesus: "...Ele disse palavras de vida como jamais haviam sido pronunciadas antes dEle. Elas produziram efeitos jamais alcançados por qualquer outro orador ou poeta. Sem escrever uma única linha, Ele movimentou mais penas e forneceu mais material para pregações, discursos, discussões, obras de ensino, de arte e hinos do que todo o exército de grandes homens da antigüidade e da era moderna". Outra pessoa expressou-se sobre as palavras de Jesus da seguinte maneira: "São as palavras de uma pessoa perfeita. Uma vez pronunciadas, elas não se calam. Ao contrário, seu som fica cada vez mais forte, seu eco ressoa até nossa época e ainda hoje move os corações. Seu Evangelho é descrito como poder (dinamite) de Deus (Rm 1.16). Jesus jamais falou palavras vãs. Quando Ele falava, até a mais simples palavra pesava como uma rocha. Tudo o que Ele diz alcança o fundo, atinge o alvo, e seu eco continua ressoando nos corações."
Apocalipse 19 descreve a volta de Jesus. Ali é dito que Ele voltará como Senhor dos senhores e Rei de todos os reis. Nesse contexto a Escritura diz: "...está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome se chama o Verbo de Deus" (Apocalipse 19.13).
O próprio Jesus profetizou que Seu Evangelho seria levado até aos confins da terra, o que acontece até os dias de hoje (Mateus 24.14). Jesus disse isso quando tinha apenas doze discípulos simples e falhos. Ele sabia que um deles iria traí-lO, que outro iria negá-lO e que quase todos iriam fugir de medo. Como era possível que Jesus fizesse uma profecia dessas diante de tais circunstâncias? Apenas por um motivo: porque Ele é a Verdade. Só Ele tem o poder de cumprir todas as promessas que faz.
Napoleão reconheceu no fim de sua vida: "Morro antes da hora, e meu corpo será devolvido à terra para tornar-se alimento para os vermes. Este é o destino reservado para o grande Napoleão. Que imenso abismo entre minha profunda miséria e o eterno Reino de Cristo, pregado, amado, louvado e espalhado por toda a terra."
Jesus prometeu que as portas do inferno não prevaleceriam sobre a Sua Igreja (Mateus 16.18). Reinos e impérios, ditadores e poderosos sucumbiram. Muitos deles foram inimigos dos cristãos, mas não conseguiram exterminar o cristianismo; pelo contrário, ele cresceu. Devemos ter em mente que ainda não existia a Igreja na ocasião em que Jesus fez essa promessa. Como era possível que Ele soubesse que as portas do Inferno não iriam prevalecer sobre os Seus seguidores? Porque Jesus é muito mais que um simples homem!
Jesus profetizou a destruição de Jerusalém e a dispersão dos judeus por todo o mundo, mas também profetizou seu restabelecimento antes da Sua volta (Lucas 21.24). Nossa geração é testemunha ocular do ressurgimento do Estado judeu. Jesus também profetizou que a identidade nacional do povo judeu não iria extinguir-se durante a Diáspora (Dispersão) que duraria séculos (Jeremias 31.36; Mateus 24.34).
Joachim Langhammer escreve: "Israel é um milagre vivo. Trata-se de um povo que durante 4000 anos foi odiado e discriminado, combatido e derrotado – mas não pôde ser aniquilado. Pelo contrário! Não existe povo sobre a terra que se encontre tanto no centro dos acontecimentos atuais como o povo de Israel."
Jesus falou: "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão" (Marcos 13.31). Sua palavra é como uma rocha firme em meio às tempestades da vida! Milhares de anos de antagonismo e adversidades não conseguiram mudar em nada Sua Palavra.
Um comentário bíblico diz sobre essa afirmação de Jesus: "Se essas palavras não são verdadeiras, então o homem que as proferiu não é bom nem santo, mas um dos maiores tolos do mundo. Entretanto, elas são verdadeiras. Jesus é tudo aquilo que Ele disse ser: Criador, Senhor do tempo, Filho de Deus e, portanto, o próprio Deus. Ele criou um universo de sóis brilhantes e galáxias em movimento, dizendo que tudo isso passaria. Mas ao contrário de sóis em extinção e estrelas explodindo, Sua Palavra realmente não passou e jamais passará. De que maneira um verme como o homem poderia esquivar-se e fugir de uma realidade tão grandiosa?"
Barão von der Ropp, engenheiro e geólogo, escreveu: "As palavras de Jesus: ‘Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra', levaram-me a estudar a história mundial do começo ao fim. Chama a atenção de qualquer um, que Cristo é de longe a personalidade mais influente em toda a história humana. Meus estudos terminaram com o reconhecimento de que os tempos antigos e modernos adquirem sentido apenas em Jesus, que somente Ele é a chave para a compreensão da história e que, na verdade, sem Jesus toda a ela não faz sentido."
Mas também as profecias do Antigo Testamento sobre o Messias têm seu cumprimento em Jesus. Mil e quinhentos anos antes de Seu nascimento foi profetizado, dentre muitas outras coisas:
  • que Ele viria da tribo de Judá (Gênesis 49.10).
  • que Ele descenderia da casa de Davi (Isaías 11.1; Jeremias 33.21).
  • que Ele nasceria de uma virgem (Isaías 7.14).
  • que Ele viria ao mundo em uma pequena aldeia chamada Belém (Miquéias 5.1-2).
  • que Ele morreria em sacrifício (Isaías 53.1-2).
  • que Ele perderia Sua vida através de crucificação (Salmo 21.1-21).
  • que Ele ressuscitaria dos mortos (Salmo 16.8-11; Isaías 53.10-12).
  • que Ele voltaria à terra (Zacarias 14.4).
  • que Ele apareceria nas nuvens do céu (Daniel 7.13).
Sobre a primeira vinda de Jesus há ao todo 330 profecias, que impressionam pela exatidão e são extremamente diferenciadas – e todas elas cumpriram-se literalmente e podem ser verificadas e comprovadas.
Em vão procuramos por profecias semelhantes acerca de qualquer outro grande homem da história ou sobre qualquer outra religião. Por exemplo, não existe uma única profecia sobre a vinda do "profeta" Maomé, de Buda ou de qualquer outro. Todas essas profecias somente podem referir-se a um único homem. Ele já cumpriu a maior parte delas, e da mesma forma cumprirá também as que ainda faltam: Jesus, o homem de Nazaré, o Filho do Deus vivo!
Ninguém além dEle, em toda a história do mundo, pode reivindicar para si esse direito. E Ele, este único, incomparável e maravilhoso Senhor, chama a você, prezado leitor, prezada leitora: "o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora" (João 6.37). Para onde iremos, senão a Jesus?


Fonte: www.ajesus.com.br

Volte sempre

Romanos 14:9

SIGA-NOS NO TWITTER

O nosso endereço no Twitter é:
oucaapalavrads
Será um prazer ter vc conosco.

OUÇA A PALAVRA DO SENHOR.

Pesquisar este blog

Esta foi a sua vida

SEJA BEM VINDO AO OUÇA A PALAVRA DO SENHOR

ESPERAMOS PODER CONTRIBUIR PARA O CRESCIMENTO DE SUA FÉ.