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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Estudo oferece explicação científica para a divisão do Mar Vermelho

Computador simula dinâmicas de vento e movimento do mar Segundo o jornal The Washington Post, um dos eventos mais famosos...

Computador simula dinâmicas de vento e movimento do mar

Segundo o jornal The Washington Post, um dos eventos mais famosos da Bíblia, a divisão do Mar Vermelho por Moisés, pode ter uma explicação científica. A estreia do filme Êxodo: Deuses e Reis, esta semana, tem contribuído para um amplo debate sobre o assunto.

Ao longo da história, a maioria dos cristãos aceita a narrativa como um milagre. Porém, Carl Drews, engenheiro do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica dos EUA (NCAR), defende que pode comprovar como ocorreu a salvação dos judeus no episódio mais conhecido do Êxodo.

Drews, que se define como “um dos muitos cristãos que aceitam a teoria científica da evolução”, apresentou um estudo, mostrando com simulações em computador, como a divisão do Mar Vermelho pode ter sido um fenômeno meteorológico. As simulações no computador indicam que um forte vento vindo do leste poderia fazer a água retroceder até duas bacias antigas, formando uma espécie de curva ao longo do Mediterrâneo. Isso criou uma “ponte de terra” medindo cerca de 4 km de comprimento por 5 km de largura. Espaço suficiente para o povo liderado por Moisés passar. “As simulações encaixam bem com o que está relatado em Êxodo”, esclarece o pesquisador. Segundo ele, Moisés teve cerca de 4 horas para conduzir o povo até o outro lado.

Não é de hoje que Drews estuda o tema. Em 2010, sua tese de mestrado para o curso de Ciências Atmosféricas e Oceânicas da Universidade do Colorado em Boulder, já propunha essa explicação. Atualmente, ele trabalha para o Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica, um dos principais institutos de pesquisa dos Estados Unidos.

No centro da proposta de Drews está a reconstrução da geografia do local na época do Êxodo. Ele aponta a maior probabilidade que um vento de 100 km por hora, soprando por 12 horas, poderia “encanar” numa faixa com pouco mais de dois metros de profundidade. Tudo baseado na “dinâmica de fluídos”, área de física essencial nos estudos sobre furacões. Assim que o vento parasse de soprar, as águas rapidamente voltariam a seu estado original.

Um aspecto levantado por ele e aceito amplamente pelos eruditos bíblicos é que a travessia não foi no Mar Vermelho que conhecemos, mas no Mar dos Juncos, situado mais ao norte. Mudanças radicais foram feitas pelo homem naquela região nos últimos séculos. Ele e sua equipe montaram um modelo que reproduz a dinâmica dos ventos na região do canal de Suez e no Delta Oriental do rio Nilo. Isso não mudou tanto com o passar do tempo. Há um relato de um fenômeno similar no ano de 1882, na mesma região.

Ao mesmo tempo, ele segue o relato do texto bíblico de Êxodo 14:21 “Então Moisés estendeu a mão sobre o mar, e o Senhor afastou o mar e o tornou em terra seca, com um forte vento oriental que soprou toda aquela noite. Sua intenção não é negar a intervenção divina, mas tentar explicar como ela aconteceu.

O professor Drews compilou todo seu estudo no livro Between Migdol and the Sea: Crossing the Red Sea with Faith and Science [Entre Migdol e o mar: A travessia do Mar Vermelho com Fé e Ciência]. Para o pesquisador, “Fé e ciência pode ser compatíveis, se você estiver disposto a considerar outras interpretações do texto, outras ideias de como as coisas poderiam ter acontecido”.

Veja acima um resumo da simulação apresentada

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Por que este versículo dá a entender que a humanidade tinha muitas línguas, já que Gênesis 11:1 diz que havia uma única língua?

"Por estes foram repartidas as ilhas dos gentios nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações."
(Gênesis 10:5)
"Estes são os filhos de Cão segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, em suas nações."
(Gênesis 10:20)
"Estes são os filhos de Sem segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, nas suas terras, segundo as suas nações."
(Gênesis 10:31)

Os textos de Gênesis 10:5,20,31 parecem indicar que havia muitos dialetos, o que aparentemente está em conflito com Gênesis 11:1, que de forma bem clara diz que "em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar".

Estes textos referem-se a dois tempos diferentes. Anteriormente, enquanto estavam mantendo suas distinções tribais, os descendentes de Cam, Sem e Jafé, todos eles falavam a mesma língua.

Posteriormente, com a torre de Babel (Gn 11), Deus puniu os homens pelo projeto com o qual se rebelavam contra ele, confundindo-lhes a fala. Como resultado, as tribos não mais conseguiam comunicar-se umas com as outras, embora possivelmente às subtribos e aos clãs tenha sido permitido uma linguagem compreensível, para que assim continuassem a se comunicar entre si.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Como é que a arca de Noé feita de madeira poderia resistir a um dilúvio tão violento?

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"Faze para ti uma arca da madeira de gofer (cipreste); farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume."
(Gênesis 6:14)

A arca tinha sido construída apenas de madeira, e levava uma pesada carga. Um dilúvio de âmbito mundial produz violentas correntezas, que teriam quebrado a arca totalmente (cf. Gn 7:4,11).

Primeiro, a arca foi feita de um material resistente e flexível (cipreste, cf. Gn 6:14), uma madeira que "cede" sem se rachar. Foi construída estanque, interna e externamente, com o uso de piche (Gên. 6:14; 8:16).¹

Segundo, a carga pesada foi um ponto positivo, por lhe dar certa estabilidade.

Terceiro, os arquitetos navais informam-nos de que a forma construtiva da arca, semelhante a uma caixa comprida, é uma forma que dá estabilidade e resistência a águas turbulentas. Na verdade, os transatlânticos modernos seguem basicamente as mesmas dimensões da arca de Noé ou têm medidas proporcionais às dela.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
CHAMPLIN, Russel Norman. O Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. 2ª Ed. São Paulo: Editora Hagnos, 2001. (p.60)¹

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Como é que na relativamente pequena arca de Noé couberam centenas de milhares de espécies?

"Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume."
(Gênesis 6:14)
A Bíblia diz que a arca de Noé tinha apenas 137 metros de comprimento, por 23 de largura e 14 de altura (Gn 6:15). Noé recebeu a instrução de colocar nela um casal de cada espécie de animal imundo e sete casais de animais puros (6:19; 7:2). Mas os cientistas nos informam de que há de meio bilhão a um bilhão ou mais de espécies de animais.

Como poderíamos resolver esse problema?

Primeiro, o conceito moderno de "espécie" não é o mesmo da Bíblia. No sentido bíblico, provavelmente sejam apenas algumas centenas de "espécies" diferentes de animais terrestres que teriam de ser levados para a arca. Os animais marinhos permaneceram no mar, e muitas outras espécies poderiam sobreviver na forma de ovos.

Segundo, a arca não era assim tão pequena; ela tinha uma enorme estrutura - a dimensão de um moderno transatlântico. Além disso, ela tinha três andares (6:16), o que triplicava seu espaço a um total de 425.000 metros cúbicos! Tudo dependia da maravilhosa direção de Deus, isso vemos porque a Arca foi construída sem qualquer tipo de propulsão ou controle, era uma espécie de "jangada coberta", cuja intenção era apenas flutuar.¹

Terceiro, Noé pode ter levado filhotes ou variedades menores de alguns dos animais de maior porte. Levando em conta todos esses fatores, havia espaço suficiente para todos os animais, para o alimento para a viagem e para os oito seres humanos a bordo. Não podemos deixar de falar ainda que, muitos estudiosos afirmam que Noé teria levado apenas os animais das regiões onde ele vivia. Fontes judaicas afirmam ainda que, Deus teria enviado anjos para ajudar a Noé no recolhimento dos animais.²

Quarto, Noé era um homem que andava com Deus (Gên. 6:8-9), recebeu uma tarefa sobre-humana aos nossos olhos e, com a ajuda divina, foi capaz de realizar a vontade de Deus, conforme Deus o havia ordenado.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.¹
CHAMPLIN, Russel Norman. O Antigo Testamento Interpretado versículo por versículo. 2ª Ed. São Paulo: Editora Hagnos, 2001. (p.62)

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Ateus não existem, concluem cientistas

Cresce o número de estudiosos defendendo que a fé é inata ao ser humano

Ateus não existem, concluem alguns cientistas
A crença em Deus está enraizada em todas as pessoas. Portanto, ninguém nasce ateu. Essa é a conclusão de um número cada vez maior de cientistas nos últimos anos. Obviamente os ateus não acreditam nisso, mas na semana passada, Nury Vittachi publicou uma reportagem intitulada “Cientistas descobrem que ateus podem não existir, e isso não é uma piada”.

Em seu artigo, Vittachi cita as obras de vários pesquisadores, como Graham Lawton e Pascal Boyer, que argumentam que a crença em Deus está, naturalmente, enraizada em cada pessoa.

“Os cientistas cognitivos estão cada vez mais conscientes de que uma perspectiva metafísica pode estar tão profundamente enraizada nos processos de pensamento humano que não pode ser expurgado,” explica Vittachi.

“É claro que essas descobertas não provam que é impossível parar de acreditar em Deus”, ressalta Vittachi. Para ele, a questão é que o ateísmo não é algo “natural” e a espiritualidade apenas “aprendida”, revertendo a lógica usada pela maioria dos ateístas militantes. “Somos todos um pouco mais espirituais do que pensamos”, concluiu.

Para quem alega que o raciocínio de Vittachi é exceção, outros cientistas chegaram a conclusões similares. Ara Norenzayan, psicólogo da Universidade de British Columbia, em Vancouver, Canadá, escreveu em um artigo para New Scientist nos mesmos termos.

“Quando as pessoas não acreditam em deus, isso não significa que elas não têm sensações que estão fortemente ligados ao sobrenatural… Mesmo em sociedades que se declaram de maioria ateísta, é possível encontrar um monte de crença no que chamamos de paranormal.”

De modo semelhante, Pascal Boyer na Universidade de Washington em St. Louis, argumentou que “uma série de traços cognitivos nos predispõe à fé”. Argumenta ainda que “dados confirmam que pensamentos religiosos parecem ser uma propriedade emergente de nossas capacidades cognitivas normais.” Para Boyer, a descrença é geralmente resultado de um esforço deliberado, que vai contra nossas “disposições cognitivas”, sendo “antinatural”.

O astrônomo cristão, Dr. Jason Lisle argumenta que todos, incluindo os “ateus”, sabem intuitivamente que Deus existe. Em seu artigo recente “Existe uma prova inequívoca da Criação’?”, o cientista cristão usa a Bíblia para fechar seu argumento: “Muitos cristãos têm a impressão equivocada de que os críticos da Bíblia acreditariam se tivessem mais ‘provas’ da existência do Deus bíblico. Mas não é bem assim. Romanos 1:18-20, nos lembra que todo mundo tem um conhecimento inato de Deus da criação… portanto, os ateus apenas tentam negar para si mesmos o que sabem no fundo de seus corações”. Com informações Christian News.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Cientista quer recriar fruto proibido mencionado na Bíblia

Árvore do Conhecimento seria a fusão de maçãs e Wikipédia

Cientista quer recriar fruto proibido mencionado na Bíblia
Como era o “fruto proibido” que tentou Adão e Eva no Jardim do Éden? A representação clássica é a figura de uma maçã. A Bíblia chama de fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Joe Davis, 63, do laboratório de genética da Universidade de Harvard decidiu criar sua própria versão da mítica árvore do conhecimento.

Para isso ele usará a Wikipédia. Toda ela, codificada numa mutação do DNA que será implantado numa maçã, criando uma fruta transgênica. O novo DNA é implantado nas mudas da planta utilizando um tipo de bactéria criado especialmente para inserir seu próprio genoma em células desse tipo. Para Davis este é o mais próximo que se pode chegar ao fruto da narrativa bíblica.

Essa maçã foi apelidada de Malus Ecclesia. Malus é nome do gênero da maçã em latin, que significa literalmente “mal”, enquanto ecclesia é o termo em latim para igreja. Esta “igreja do mal” representa o nome do laboratório de Davis.

O projeto de bioengenharia reuniu também a ajuda dos cientistas e matemáticos Dana Boyle e Madeline Prye-Ball. Durante a conferência 30c3 na Alemanha, em dezembro passado, Davis disse: “Eu não conseguia parar de pensar em matemática e DNA”.

Segundo ele, cada molécula de DNA “tem três páginas de informações disponíveis”. Isso ocorre porque o DNA pode ser representado por três números únicos. Um número é o próprio DNA, a proteína traduzida para criar outro número. Este código genético matemático já foi usado por Davis para inserir as palavras do filósofo grego Heráclito nos genes de uma mosca. Com isso ele ganhou o prêmio Golden Nica, no Prix Ars Electronica, em 2012.

A Wikipédia em inglês possui cerca de dois bilhões e meio de palavras. A sequência de DNA que será inserida na maçã bíblica é equivalente a 350 MB de dados, resultante da decodificação de “apenas” 50.000 páginas da enciclopédia on-line, que são cerca de 50% das páginas mais visitadas em todo o site. O genoma completo da maçã é como um livro de 750 milhões de páginas, composto pelas quatro letras do DNA – A, T, C e G.

As palavras são traduzidas para essas letras do DNA usando um código matemático, similar à forma como o código Morse e a taquigrafia comprime as palavras. Introduzir as informações no DNA, segundo Davis, não irá afetar o sabor ou a textura da maçã.

“[O projeto] deixa ciência e religião muito próximo”, explica o cientista. Mesmo assim, é apenas um projeto conceitual. A maçã não será gerada em larga escala para consumo. Com informações New Yorker e Daily Mail.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Cientistas apontam que origem da vida pode estar no barro

Pesquisa aponta para situação presentes em narrativa da Bíblia

Cientistas apontam que origem da vida pode estar
no barro
A Bíblia afirma no Livro de Gênesis que Deus formou o homem do pó da terra. Este evento pode agora ser confirmado por um estudo realizado por cientistas da Universidade de Cornell, em Nova York.

Liderados pelo professor de engenharia biológica e ambiental Dan Luo, o estudo indica que alguns tipos de argilas facilitaram a formação de moléculas orgânicas que tornam possível a vida no planeta. Essa argila contém uma série de minerais, como alumínio, silício e oxigênio, e sua composição forma uma substância chamada “hidrogel”.

Trata-se de um polímero que forma um conjunto de espaços microscópicos capazes de absorver líquidos, tais como uma esponja, em que são produzidas as reações químicas para a síntese de proteínas, DNA e as células vivas.

O material sugere que “nas origens da história geológica, o hidrogel exerceu a função de contenção de biomoléculas que catalisam reações bioquímicas”. Para testar a sua hipótese, os pesquisadores usaram hidrogéis sintéticos. Ficou comprovado que o material celular formou as proteínas que codificam o DNA.

Hidrogéis de argila poderiam ser um lugar seguro e protegido para as moléculas orgânicas longas, evitando a sua degradação por influência externa, até a membrana que envolve as células vivas foi desenvolvida para criar a chamada “sopa primordial”, onde a vida apareceu, afirmam os pesquisadores.

Esse tipo de barro (argila) mostrou-se um caminho promissor para as biomoléculas, que tendem a aderir à sua superfície, quando ele se comporta como um hidrogel. O professor Luo garante que o hidrogel de argila protege melhor seu conteúdo das enzimas “nucleases” (consideradas prejudiciais) que podem desmantelar o DNA e outras biomoléculas.

Colabora para isso os relatos de eventos geológicos, que coincidiriam com os eventos biológicos. Ainda é preciso estudar como essas máquinas biológicas evoluíram, reconhece Luo. Com informações Telegraph e CBN.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Programa de TV reconstrói rosto de personagens bíblicos

Seriado mistura relatos bíblicos e investigação ao estilo CSI

Este seria o rosto de Dalila
O canal pago National Geographic começa a exibir nesta segunda uma nova série que mistura relatos bíblicos e investigação ao estilo CSI. Com o título de “Lost Faces of the Bible” ´[Rostos perdidos da Bíblia], o programa reuniu uma equipe internacional de arqueólogos, antropólogos forenses e especialistas em reconstrução facial. O objetivo é tentar recriar os rostos de três adultos e um recém-nascido, cujos restos do esqueleto remontam aos tempos bíblicos. O programa foi ao ar nos EUA em maio e agora é relançado em um novo formato.

São quatro episódios que foram produzidos por Simcha Jacobovici, famoso por popularizar a arqueologia bíblica na TV em programas polêmicos como “O Sepulcro Esquecido de Jesus”.

Mais uma vez ele tenta atrair a atenção do público com um tema bíblico, ao mesmo tempo que alguns arqueólogos o criticam por não ter uma abordagem totalmente científica. A fórmula usada nesta nova série é usar as ossadas de quatro pessoas que viveram no período bíblico e tentar liga-las a histórias conhecidas.

As faces mencionadas no título são de 4 pessoas cujos restos mortais tem cerca de 6 mil anos. O objetivo anunciado é mostrar como seriam os rostos das pessoas que viveram nessa época. O primeiro episódio trata da reconstituição do crânio de uma mulher filisteia, que recebeu o nome de Dalila, numa tentativa de aproximá-la da mulher de Sansão.

O segundo é sobre um homem, provavelmente um caçador, que foi sepultado numa gruta no deserto da Judeia. O seriado afirma que ele teve “a mesma vida difícil de um nômade do deserto como Esaú”. O esqueleto reconstituído do bebê visa mostrar como era o sacrifício de crianças mencionado na Bíblia. E o episódio final mostra um homem galileu que pode ter vivido no primeiro século e que é chamado de “o homem que conheceu Jesus”.

Bonecos com os rostos reconstruídos.
Embora os especialistas forenses já tenham reconstruído rostos de pessoas de várias civilizações antigas, este é a primeira vez que cientistas trabalham com restos mortais dos tempos bíblicos, diz Jacobovici. Ele ressalta que é muito difícil a obtenção de ossos antigos para exame por que os judeus ultra ortodoxos acreditam que não se deve mexer com os ossos dos falecidos.

A solução encontrada para contornar o problema foi fazer com que os especialistas forenses digitalizassem os restos mortais. Victoria Lywood, uma especialista forense que trabalhou na produção, conta que ela imprimiu os crânios em uma impressora tridimensional a partir de imagens de tomografia computadorizada. O restante, segundo ela, foi baseado em medições de profundidade de tecidos moles e outras metodologias forenses.

Para aumentar o clima de investigação, os episódios são apresentados por David Berman, um dos protagonistas do programa “CSI: Crime Scene Investigation”. Com informações de Times of Israel e Religion News.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Jesus não cometeu um erro, quando se referiu ao grão de mostarda como sendo a menor de todas as sementes?

"Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando nele, semeou no seu campo;
O qual é, realmente, a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos."

(Mateus 13:31-32)

Jesus disse que a semente de mostarda é "a menor de todas as sementes". Contudo, hoje sabemos que a semente de mostarda não é absolutamente a menor semente que existe. Alguns acham que Jesus estaria falando da semente de mostarda preta. Porém, ainda essa não é a menor de todas as sementes.

Jesus não estava se referindo a todas as sementes existentes no mundo, mas apenas àquelas que os fazendeiros palestinos de então semeavam em seus campos. Isso está claro pela frase: "que um homem tomou e plantou no seu campo". E é um fato que a semente de mostarda era a menor de todas as sementes que o fazendeiro judeu do primeiro século semeava em seu campo.

Assim, não há contradição alguma entre a ciência e as Escrituras. O que Jesus disse era literalmente verdadeiro no contexto em que ele falou.

Porém, alguns dizem que um pé de mostarda não pode crescer a ponto de poder aninhar pássaros, e muito menos chegar a se tornar uma árvore.

Mas isso não é verdade, porque é comprovado que alguns pés de mostarda crescem a ponto de se tornarem árvores com cerca de três metros de altura. É certo que com esse tamanho uma árvore tenha espaço suficiente para que aves se aninhem nela (Mt 13:32).

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Renomados cientistas se reúnem para tentar impedir o fim do mundo

Centro para o Estudo do Risco Existencial reúne 27 dos maiores cientistas do mundo

Stephen Hawking.
Renomados cientistas estão estudando seriamente os perigos que podem resultar na destruição da Terra e de seus habitantes. Eles acreditam que as principais ameaças globais à humanidade são culpa do homem, não da natureza. Por isso, estão procurando soluções para evitar que isso ocorra logo.

Algumas das mentes mais brilhantes do mundo anunciaram este mês que procuram identificar as diversas maneiras possíveis para garantir a sobrevivência da humanidade a longo prazo. Alguns dos perigos extremos, segundo eles, seriam potenciais ataques virtuais devastadores, conduzidos por terroristas, além da aniquilação nuclear, o impacto devastador de um asteroide e a propagação em larga escalda de doenças mortíferas (pandemias).

O astrônomo Martin Rees atualmente dirige o Centro para o Estudo do Risco Existencial, da Universidade de Cambridge, uma das mais renomadas instituições de ensino da Europa. Ele explica que entre as figuras ilustres que compõem a equipe está o físico Stephen Hawking, ganhador do Nobel. Ao todo, são 27 dos mais notáveis cientistas do mundo, incluindo acadêmicos das Universidades britânicas Cambridge e Oxford, além das norte-americanas Harvard e Berkeley.

Durante um Festival Universitário de Ciência, este mês, Rees explicou que eles têm se dedicado ao “estudo dos riscos existenciais”. Segundo ele, nas próximas décadas, as possibilidades de eventos com consequências catastróficas serão “fortemente refletidas na agenda política dos governos”.

“Vivemos em um mundo cada vez mais interligado, cada vez mais tecnológico e cada vez mais dependente da internet”, acrescentou Rees. ”Para nós, ocidentais, o mundo aparentemente está mais seguro do que era no passado, mas na verdade o planeta é mais vulnerável do que parece. Nossos líderes têm se centrado em problemas de curto prazo, mas alguém tem que alertar a opinião pública internacional que os perigos são reais e como podem se desacelerar. O fim do mundo não é o roteiro de um filme”, diz o astrônomo Rees.

Segundo os cientistas, uma das causas mais prováveis seria o descontrole da inteligência artificial, uma tecnologia tão sofisticada que poderia tomar o controle do mundo e eventualmente exterminar a vida humana.

Embora pareça ser o roteiro de “O Exterminador do Futuro”, para os cientistas os algoritmos que decidem milhões de transações financeiras por segundo poderiam acabar com a ordem vigente no mundo, e como consequência destruir a vida humana. Entre as outras preocupações, seria um rompimento na produção mundial de alimentos, causada por alterações extremas no clima do planeta.

Essas mudanças climáticas poderiam, inclusive, provocar inundações, furacões, tsunamis como jamais foram vistos. O crescimento da população, especialmente em países mais pobres, coloca grande pressão sobre reservas de comida e água. O cenário previsto é nações entrando em guerra para proteger ou tomar essas fontes preciosas. Curiosamente, muitos desses cenários estão presentes no livro de Apocalipse, escrito a quase dois mil anos.

Ateu declarado, Stephen Hawking acredita que a culpa é do processo evolutivo da raça humana: “Nossa população e o uso de recursos finitos do planeta Terra estão crescendo exponencialmente, assim como nossa capacidade técnica para mudar o ambiente para o bem e para o mal. Contudo, nosso código genético carrega instintos egoístas e agressivos que foram vantagens necessárias para a sobrevivência no passado. Será difícil evitar o desastre nos próximos 100 anos, ainda mais nos próximos mil”, afirmou em outra ocasião.

Há quase uma década ele tem aconselhado os líderes mundiais a começarem a busca de novos planetas para a humanidade habitar. Segundo ele, essa seria a solução mais segura. Com informações de Daily Mail e RT.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Descoberta pode confirmar existência da Torre de Babel

“Língua original” existia há 15.000 anos e influenciou cerca de 700 idiomas contemporâneos.

Descoberta pode confirmar existência da Torre de Babel
Linguistas britânicos podem estar perto de provar que nossos antepassados, que viveram milhares de anos atrás, utilizavam certas palavras que podem ser reconhecíveis em línguas modernas, e mantiveram o mesmo significado.

Mark Pagel é um professor de Biologia Evolutiva, especialista em linguagem. Ele não é cristão, mas sua teoria sobre o desenvolvimento da linguagem utiliza a imagem bíblica da Torre de Babel como base. Embora ele a chame de “tradição”.

Usando um software avançado, a equipe de Mark Pagel afirma que conseguiram determinar que algumas palavras mudaram muito pouco ao longo do tempo. Isso comprovaria a existência de uma grande família linguística, que unifica os sete grupos da Eurásia, até agora considerados os mais antigos.

Se for comprovada, a conclusão inequívoca é que existiu uma língua que deu origem às outras em determinado momento da história. É isso que o remete à história bíblica da “torre de Babel”. Até o momento, os linguistas baseavam suas investigações apenas na existência de sons similares entre palavras, para determinar quais teriam uma origem ancestral comum. Em estudos anteriores, Mark Pagel demonstrou a evolução das 7.000 línguas atualmente faladas no planeta, analisando a utilização da linguagem e por que algumas palavras desapareceram.

“A maneira como utilizamos certas palavras na linguagem cotidiana é, de alguma forma, comum a todas as línguas da humanidade. Descobrimos que os substantivos, pronomes e advérbios são substituídos com menos frequência, ou seja, uma vez a cada 10.000 anos ou mais”, argumenta Pagel.

Citou como exemplo as palavras “eu”, “nós”, “vós”, “mãe” e “casca”. Elas fazem parte de uma lista de 150 palavras que foram preservadas durante séculos e estão presentes em diferentes famílias de línguas que pareciam não ter nenhuma relação entre si.

Agora, surgiria essa ligação de 700 idiomas contemporâneos, que compartilhariam a mesma origem. Elas “descendem de uma linguagem única, utilizada pelo homem há cerca de 15.000 anos”, explica Pagel, que publicou seu estudo científico recentemente e foi reconhecido pela Academia Britânica de Ciências.

Essas 700 línguas são faladas por mais de metade dos habitantes do planeta. “É a primeira vez que os linguistas conseguem encontrar, em meio a idiomas tão diversos, uma origem comum, que se convencionou chamar ‘protoeuroasiático’.

Pagel, professor de biologia na Universidade de Reading, Reino Unido, que liderou o estudo ressalta que ainda são necessários outros estudos para identificar como seria essa “língua original” que a Bíblia menciona, mas sobre a qual não há qualquer registro por escrito, sendo impossível determinar como seria. Com informações de Live Science e Patheos.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Existe alguma evidência bíblica sobre os Dinossauros?

Essa é uma pergunta que muita gente gostaria de saber

Bem, bom será deixarmos bem claro que o propósito da Bíblia não é provar a existência dos dinossauros, tão pouco satisfazer a imensa curiosidade do ser humano com relação ao passado, seu propósito é revelar Deus ao homem e trazer este homem para uma vida verdadeira com Deus, fazendo-o conhecer da Salvação eterna que está em Cristo Jesus. Ao apresentar nossa pesquisa, faz-se necessário afirmar que não é uma doutrina e sim uma teoria, teoria esta com bases bíblicas.

A Ciência hoje tem demonstrado muitas descobertas, as quais, muitas delas não podem ser combatidas e devem ser respeitadas, pois existem alguns fatos que não podem ser desmentidos, pois foram comprovados e não podem ser ignorados. A Bíblia, apesar de ter muito conhecimento, não é um livro científico, e esperamos ter o devido cuidado de não usá-la de forma errada.

A Bíblia, não tem uma linguagem científica, porém nada do que ela diz contradiz as verdades das coisas, ou seja, ela não erra ao falar de qualquer assunto, seja sobre o homem, história, geografia ou até mesmo dos animais. Por isso acreditamos que, se existem erros, estes são nossos, isso por causa de nosso parco entendimento, mas a Bíblia é a Palavra de Deus que para sempre permanece (Salmo 119:89). 

A questão dos dinossauros sempre tem despertado uma certa curiosidade no ser humano. Quanto a existência deles, não podemos negar, pois os fósseis estão por aí para confirmar sua presença na história humana. Fósseis de dinossauros são encontrados com muita frequência ao redor do mundo. Tentaremos não entrar na questão idade ou época (demandaria um longo estudo), o que propomos apenas é falar da existência dos mesmos e se podemos falar de tal assunto corroborando com passagens bíblicas já conhecidas como passagens que falam sobre esses lagartos terríveis. Gostaria também de falar que não estamos propondo escrever um artigo de cunho científico, e sim buscarmos algumas informações sobre dinossauros na Bíblia.

É conhecido da maioria das pessoas que os dinossauros (do grego δεινός σαῦρος deinos+sauros = lagartos terríveis) pertencem a um grupo de animais que viveram, segundo pesquisadores do assunto, há muito tempo atrás. Também sabemos que há muito mistério envolvendo esses animais, mistérios esses que talvez jamais sejam elucidados por completo. Por isso fica no ar muitas indagações tais como:
  • De onde vieram esses "monstros"?
  • Eles evoluíram como muitos pesquisadores afirmam, ou foram criados como são conhecidos hoje?
  • Podemos afirmar que ainda existam tais criaturas no nosso meio hoje ou que alguém os tenha visto?
  • Como desapareceram de nosso planeta?
Estas e outras perguntas permeiam o imaginário do ser humano, muitas dessas questões já tem respostas hoje, algumas aceitas por muitos pesquisadores, outras contestadas. Há muita contradição, e isso é algo mais do normal em se tratando de seres que viveram há tanto tempo. Vemos pessoas especializadas e leigos no assunto que tem grande fascínio por esses "monstros" do passado, adultos e crianças passam horas lendo e pesquisando sobre o assunto. Me lembro de que quando criança tinha uma coleção (que ainda guardo) que trata do assunto trazendo gráficos fantásticos representando os "grandões". Um grande escritor bíblico sobre o assunto chamado Ken Ham em seu livro "Dinossauros e a Bíblia" afirma que o assunto não contém muito mistério, e sim informações fundamentais que são omitidas para o público em geral. E quando se esconde grandes verdades, formam-se grandes mentiras, talvez para levar as pessoas a acreditarem na tão infundada "Teoria da Evolução".

Existem respostas, não todas, mas muitas perguntas incríveis podem ser respondidas quanto àqueles que chamamos de "lagartos terríveis"

Será que esses monstros realmente existiram, se sim, de onde vieram?

Certamente que a resposta para esta pergunta é sim. Os dinossauros viveram a Terra no passado e foram personagens reais da vida em nosso planeta, como falamos no início, seus fósseis são encontrados em várias partes do mundo, inclusive no Brasil, tais como:

Abelissauro
O Abelissauro: carnívoro que media cerca de 3 metros de altura, 7 de comprimento e chegava a pesar entre 1,5 e 2,5 toneladas. Fósseis dessa espécie foram encontrados na Chapada dos Guimarães-MT.

O Amazonossauro: herbívoro que medi cerca de 13 metros de comprimento, 5 de altura pesando cerca de 10 toneladas. Seu nome se deu pelo fato de ter sido encontrado na Amazônia.

O Espinossauro: Este dino foi encontrado no norte da África e em regiões do Maranhão já foram encontrados dentes fossilizados que segundo pesquisadores pertenciam a esse "monstro" considerado um dos maiores carnívoros que já existiu. Um animal adulto chegava a medir entre 15 e 18 metros de comprimento e pesava entre 6 e 9 toneladas. Sua característica marcante era uma espinha dorsal em forma de vela.

Estauricossauro
Estauricossauro: Carnívoro com cerca de 2 metros de comprimento e considerado um dos primeiros dinos do planeta. O primeiro dinossauro dessa espécie de dino foi descoberta no Rio Grande do Sul.

O Angaturama: Podia chegar a uns 8 metros de comprimento e pesar cerca de 1 tonelada. Teve fósseis encontrados na Chapada do Araripe-CE.

O Guaibassauro: Seus primeiros fósseis foram encontrados no Rio Grande do Sul.

O Santanaraptor: Carnívoro encontrado no Nordeste do do Brasil, principalmente nas regiões de Santana e Araripe-CE. Um animal adulto podia chegar a 2,5 metros de comprimento.

Muitos desses fósseis encontrados, seja no Brasil ou em outras partes do mundo estão expostos em museus para que as pessoas possam vê-los. Nossos estudiosos dotados de grandes habilidades tem sido capazes de reconstruir com grande esmero muitos desses esqueletos, alguns gigantescos, outros minúsculos. Suas aparências podem ser conhecidas por causa dessas habilidades de montá-los como quebra-cabeças ósseos.

Os dinos foram criaturas, e como toda criatura, são obras das mãos de Deus. As Escrituras nos mostram claramente que Deus disse: "Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. E Deus criou as grandes baleias (monstros marinhos no original), e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. E Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra." (Gên. 1:20-22). Isso significa que não vieram do acaso, foram criados, não evoluíram, foram criados conforme as suas espécies, prontos para reproduzirem seus semelhantes.

Eles evoluíram como muitos pesquisadores afirmam, ou foram criados como são conhecidos hoje?

Os evolucionistas sustentam suas teorias de que os dinossauros evoluíram durante milhões de anos, tentando colocar na mente das pessoas que esse tipo de animal mudou vagarosamente ao longo dos períodos de tempo e tornam-se um tipo diferente de animal após esse processo. Por exemplo, afirmam que os anfíbios tornaram-se répteis (e isso inclui os dinossauros) através de um processo gradativo. O resultado disso seria que houve milhões de criaturas durante aquele processo de tempo de transformação de anfíbios para répteis.

O resultado disso, caso fosse uma verdade, é que deveria haver milhões de evidências abundantes desses animais em constante transformação, o que sabemos que não há. E, segundo Ken Ham, muitos especialistas em fósseis admitem que nunca (viu isso? n-u-n-c-a) foram encontrados um único fóssil sequer de animais em fase de transformação. Se os dinos tivessem evoluído de anfíbios como muitos querem afirmar, deveria existir, então, evidências de fósseis de animais que seriam parte dinossauros e parte outra coisa qualquer. No entanto, não há prova disso em lugar algum. Se você for a algum museu e levar seus filhos para ver os "lagartões", poderá comprovar que lá só existem fósseis de dinossauros que são 100% dinossauros, e nunca uma única espécie em fase de transformação. Segundo o autor do livro "Dinossauros e a Bíblia" "não há 25%, 50%, 75% ou mesmo 99% dinossauros, ou seja, são todos 100% dinossauros.

Deus criou esses "monstrengos" funcionais para cumprir o propósito para o qual foram destinados para cumprir, e foram 100% dinossauros. Conforme suas próprias espécies, criados como são conhecidos hoje. As evidências reais bíblicas são suficientes para nós. Respeitamos a posição de quem crê o contrário, porém preferimos acreditar em um Deus que não pode mentir (Tito 1:2) e que esteve presente no ato da criação do que ficar do lado do homem que só busca auto-promoção, e pode mentir.

Em um artigo, o pastor Russel Shedd diz estranhar o fato de que os darwinistas não tenham explicação para a falta de elementos vivos em estados intermediários. "Como explicar um olho se desenvolvendo paulatinamente durante milhões de anos, quando não tinham utilidade alguma, até ele poder funcionar como olho? Ou como explicar o aparecimento de pássaros voando que evoluíram de peixes? Isso requer muita fé, ironiza.

Foto: Fóssil de arqueoptérix encontrado em 
Berlin (Museu Britânico de História Natural)

O ArqueopterixEsta criatura tinha asas e penas. Possuía garras nas suas asas e assim conseguia trepar as árvores e voar. No entanto, essas garras não são uma evidência de que estava a evoluir de um réptil para um pássaro. Nunca foi encontrado qualquer esqueleto que indicasse um estágio intermediário de evolução.

Aliás, ainda hoje, existe um pássaro na América do Sul, chamado Hoazin, que tanto pode trepar a árvores como voar - tem na parte da frente de cada asa duas garras que usa para trepar enquanto pequeno - e é evidente que não está a evoluir, sendo um pássaro.

Essa criatura foi encontrada pela primeira vez nas proximidades das cidades de Solnhofen, Eichstätt e Langenaltheim, na Baviera.

Podemos afirmar que ainda existam tais criaturas no nosso meio hoje ou que alguém os tenha visto?

No livro de Jó, no capítulo 40:10-24 temos a descrição de um animal muito grande ao qual Jó era familiarizado, tinha conhecimento dele. Tal animal era chamado de "Behemoth", e que muitos o identificam com o hipopótamo, o elefante ou crocodilo. Mas o hipopótamo não se encontra naquelas regiões e a descrição daquele animal não se confunde com este animal, deixando apenas o elefante e o crocodilo como prováveis candidatos. Tal animal é descrito como "o principal entre as obras de Deus", estava entre os maiores animais terrestres que Deus criou. O crocodilo não é nem de longe o maior animal na terra ou água. Esse animal movimentava o seu rabo como um grande cedro, árvore esta que pode chegar a uma altura de até 40 metros, muito maior do que o hipopótamo ou o elefante que tem rabos relativamente pequenos, ou o crocodilo. Note que em sua descrição ele é apresentado como um animal herbívoro, além do que lá também diz que foi feito junto com o homem (Jó 40:15). Este animal tinha ossos fortes (v.17) e, pelo menos naquela época, se não ainda hoje, caso fosse vivo, impossível de capturar (v.24).

Braquiossauro
Talvez não haja na Bíblia nenhum animal que tenha uma descrição tão detalhada quanto este "Behemoth". Ainda que seja o nome pelo qual os hebreus atualmente chamam o hipopótamo, sua descrição bate bem com a do Braquiossauro que chegava a medir cerca de 25 metros de comprimento, 15 de altura e pesava cerca de "humildes" 115 toneladas. A forma como o termo "Behemoth" aparece no original é melhor traduzido por "bestas ou feras gigantes, monarcas", ao que nos parece era um termo genérico para descrever animais de grande porte. É claro que foram descobertos outros dinos maiores, tais como o Supersauro, Ultrassauro e o Sauroposeidon, mas a descrição do Braquiossauro se confunde com Jó 40:10-24. Estes "monstros" terríveis podem ter sido chamados de "Dragões" antes da palavra "Dinossauro" ser invetada por volta de 1841 por Richard Owen, um famoso paleontólogo. Isso é o que acreditam alguns cientistas criacionistas (Os Dinossauros e a Bíblia, p. 14).

Algumas descrições de livros antigos de História em várias bibliotecas pelo mundo que detalham registros de dragões e seus encontros com pessoas, dão descrições bem parecidas com as de dinossauros como o Barionix ou o Tiranossuaro (o tão temido T-Rex). Segundo Ken Ham, infelizmente essas evidências não são consideradas pelos evolucionistas. Por quê? Apenas porque suas crenças não dizem que os dinossauros e os homens viveram numa mesma época! (Os Dinossauros e a Bíblia, p.15).

Dragão de Komodo (Foto: Wikipedia)
Há registros de pescadores japoneses que teriam visto um réptil enorme no sul do Oceano Pacífico no ano de 1977. Temos também o conhecido Dragão de Komodo, na Indonésia, com características de um dinossauro, chegando a pesar 150 Kg e medir até 3 metros de comprimento. Este réptil é considerado o maior lagarto do mundo. Esses bichos foram descobertos por cientistas ocidentais em 1910 e são protegidos pela lei da Indonésia e podem viver até 50 anos. Sua mordida pode causar graves infecções devido às bactérias contidas em suas mandíbulas, podendo comer desde javalis, cabras, veados e até seres humanos.

Taratruga de Galápagos (Foto: Wikipedia)
A Tartaruga de Galápagos é considerada a maior tartaruga do mundo e que pode chegar a pesar cerca de 400 Kg e atingir uma idade muito avançada entre os vertebrados. Há registro de um exemplar desse réptil que atingiu a idade de 170 anos em um zoológico australiano, é considerada um ser da família dos dinossauros. Uma coisa que jamais podemos nos esquecer é que ainda que os dinossauros não sejam o objetivo bíblico, estes devem estar lá, simplesmente por que o Autor da Criação é Deus e foi Ele e Criador de tudo (Jer. 10:16; 15:19).

Celacanto (Foto: Wikipedia)
O Celacanto até pouco tempo era considerado um peixe extinto, mas há alguns anos em Madagascar (África) foi encontrado vivo um exemplar desse peixe do qual já foram encontradas ossadas enormes. Era considerado extinto e seu achado deixou os cientistas de boquiabertos.



No décimo século, um irlandês escreveu acerca de um encontro seu com o que parece ter sido um Estegossauro. Em 1500, um livro científico europeu alistou vários animais, dentre os quais, dinossauros, como ainda vivos. Um naturalista famoso da época, Ulysses Aldrovandus, registrou um encontro entre um camponês chamado Baptista e um dragão cujos ajustes de descrição podem demonstrar tratar-se do Tanystropheus. O encontro se deu no dia 13 de maio de 1572 perto de Bolonha na Itália, e o camponês matou o dragão. Assim a evidência para a existência de dinossauros durante a história humana registrada é bastante forte. Como já falamos a Bíblia não usa o termo dinossauro como o conhecemos hoje, pois este somente veio a existir em 1841, no entanto temos em suas páginas inspiradas a descrição de animais que podem se referir a eles.

Algumas citações bíblicas que segundo estudiosos podem se referir aos "lagartos terríveis"
  • Tanniyn. A primeira referência a esses grandes répteis estaria em Gênesis 1:21 que traz os seguintes dizeres: "Deus criou as grandes baleias" (Heb. Tanniym, monstro) e ocorre cerca de 20 vezes em toda a Bíblia. Ocorre também em Is. 34:13; Miqueias 1:8; Malaquias 1:3. Ainda que nessas passagens ocorra chacais, no original é Tanniym, ou seja, "monstro" incluindo animais marinhos como baleias, lulas gigantes, répteis marinhos, e aí entrariam os já extintos plesiossauros, por exemplo.
  • Leviatan. Outra passagem que segundo pesquisadores se refere a dinossauros está no Salmo 74:14 onde se refere ao Leviatan. Por certo que esses animais aparecem como símbolo de exército de algumas nações, como é o caso do exército do Egito, aqui simbolizado pelo Leviatan, um monstro marinho veloz. No texto aparece simbolizado por este animal marinho que também é descrito como um animal que passava no mesmo local por onde passavam os navios (Salmo 104:25-26). Foi comparado a um navio. Certamente era de grande porte. Há também uma referência a sua extinção em Jó 41:9: O Leviatan aparece como um animal temido, de cuja boca saíam tochas de fogo de pele espessa (Jó 41:19-21). Ainda em nossos dias temos um ser vivo conhecido como "besouro bombardeiro" ou "besouro artilheiro" e que é considerado carnívoro por se alimentar de insetos de corpo mole.
"Besouro bombardeiro"  (Foto: Wikipedia)
Besouro Bombardeiro

Este pequeno ser vivo tem uma forma muito peculiar de se defender de seus inimigos. Em seu corpo ele possui duas bolsas com substâncias químicas que explodem quando misturadas (peróxido de hidrogênio e hidroquinona), estas substâncias são inofensivas quando separadas. Este besouro possui um jato quente que repele seus inimigos. Estes jatos são em forma de pulsações gotejantes pequenas e contínuas de forma que o besouro não seja morto pelo seu próprio mecanismo de proteção.

Como desapareceram de nosso planeta?

Existem várias hipóteses imaginativas para responder esta questão. Suposições não faltam, qualquer "buraquinho" no meio de lugares desertos serve para tentar explicar o que não se testemunhou, então surgem todo tipo de suposições para explicar esse desaparecimento que parece ser misterioso. Cada vez que um evolucionista tenta explicar a extinção dos dinossauros nos deparamos com uma cadeia de ideias onde vemos algumas que parecem um pouco mais óbvias e até aceitáveis, mas outras não passam de absurdas. Fazer o quê? Quem tem autoridade ensina; quem não tem, ouve e aceita se quiser.

Vejamos algumas que são absurdas:
  •  Teriam morrido por comer demais; eles foram envenenados; eles ficaram cegos de catarata e não puderam se reproduzir.
  • Os mamíferos comeram seus ovos.
  • Suicídios em massa,  prisão de ventre, encolhimento dos cérebros.
Vejamos algumas mais aceitáveis:
  • Fome.
  • Erupções vulcânicas, gases venenosos.
  • Cometas, meteoros, parasitas, mudanças na composição do ar, etc.
Quando não se sabe o que aconteceu, o que pode ser mais óbvio do que tentar de tudo? O que podemos afirmar é que, em uma época eles existiram, e de repente desapareceram. Provavelmente desapareceram após o dilúvio, onde vemos em Gên. 7:21 a descrição da morte dos seres vivos e entre eles "todos os répteis" (Gên. 6:7; 7:4-21; 9:15).

A Bíblia não é um livro do mundo animal, é a revelação de Deus aos homens, sua mensagem é a da salvação pela fé em Cristo Jesus. Seu objetivo não é outro senão falar do plano de Deus para o homem, mas quando ela cita algo, você e eu podemos acreditar sem titubear. Entretanto, todas as suas citações relativas ao conhecimento podem ser examinadas e constatadas. Se ela diz que Deus criou os répteis, daí isso se torna para nós um fato verídico. Glória ao Criador!

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Fontes Consultadas:
HAM, Ken. Dinossauros e a Bíblia. 2ª Ed. São Paulo: Verdade Bíblica, 2006.
Wikipedia (Plesiossauro)
Wikipedia (Estegossauro)
Wikipedia (Tanystropheus)

terça-feira, 2 de abril de 2013

Dawkins diz que crenças contrárias à ciência não devem ser respeitadas

Ele também não acredita que as pessoas religiosas sejam mais felizes e nem moralmente mais éticas.

Dawkins diz que crenças contrárias à ciência não
devem ser respeitadas
O biólogo britânico Richard Dawkins concedeu uma entrevista ao jornal Folha de São Paulo comentando sobre sua descrença em Deus e afirmando que as crenças contrárias ao consenso científico não devem ser respeitadas.

Polêmico, desde que passou a militar pelo ateísmo defendendo o pensamento livre e não dogmático, o cientista diz que quando uma religião afirma que a Terra tem apenas 10 mil anos de existência ele precisa lutar contra ela, se referindo ao cristianismo.

“Não devemos respeitar crenças que influenciam a vida de crianças e que vão contra conhecimento dado como consenso na comunidade científica”, disse ele.

A entrevista também questionou Dawkins sobre os códigos morais que as religiões passam para seus fiéis, mas o biólogo não acredita que haja tais regras nas religiões já que algumas delas aceitavam a escravidão e não davam às mulheres o direito de participar de processos democráticos.

O cientista também é cético no que diz respeito à ligação entre a religiosidade e a felicidade.

“Os países que apresentam melhores índices de desenvolvimento humano e, em tese, uma melhor condição para a existência da felicidade, são países com o maior número de ateus”, afirma ele.

Isso acontece, segundo Richard Dawkins, porque as pessoas passam a ter alegria, consolo e bem-estar nas possibilidades sociais, culturais e intelectuais que possuem e não na crença em seres divinos.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 16 de março de 2013

Bíblia e ciência estão cada vez mais próximas, diz autor

A ciência, cada vez mais, confirma as verdades da Bíblia. Paul Hutchins, autor do livro “Hubble Reveals Creation” (Hubble revela a criação, em tradução livre), mostrou, recentemente, que muitos dados científicos são precisos e correspondentes ao contexto bíblico.

                     (Foto: Flickr/The Smithsonian Institution)
Formação de estrelas
Em entrevista ao PRNewswire, Hutchins diz que durante muito tempo, para cientistas e estudiosos da Bíblia, a primeira parte do versículo dois de Gênesis – “e a terra era sem forma e vazia” – não fez muito sentido.

De acordo com o autor, cientistas recolheram dados de um satélite protoplanetário que circula pela constelação de Touro, no sistema estelar CoKu Tau 4 e chegaram à conclusão de que planetas como a Terra se formaram na escuridão com a junção de detritos provenientes da sua estrela central, que coincide com o que é descrito no Gênesis.

Hutchins informa que os dados coletados pela NASA, ao serem comparados com a Bíblia são muito precisos no que diz respeito ao fato de que a palavra hebraica “dia” (yom) pode significar variados períodos de tempo, não só um período de 24 horas.

A NASA também revelou que um “planeta amadurece dentro de um casulo empoeirado que, aos poucos, suga todo o pó entre ele e o sol”. Segundo o site, as fases iniciais do processo correspondem ao versículo três do Gênesis: “E disse Deus: Haja luz; e houve luz”.

Além disso, Paul Hutchins aponta uma correspondência com o versículo 16 do Gênesis, “o quarto dia da criação, quando analisado no contexto da língua hebraica”, pois o planeta em formação.

“E Deus passou a fazer [‘a-sah’, em hebraico tem sentido de cumprir, realizar] os dois grandes luminares o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas”, diz o versículo.

Segundo ele, somente nos estágios mais avançados da formação do planeta é possível ver da Terra a luz do sol já existente, a lua e as estrelas.

Da mesma maneira como descrito no Gênesis, Hutchins mostra que a ciência comprovou a formação do universo, ou seja, não havia nada, o planeta se formou com poeira e detritos vindos do sol e a luz surgiu gradualmente.

As descobertas feitas pelos cientistas desvendam a confusão e a dúvida que existia sobre o Gênesis e reconhecem que a Bíblia é cientificamente precisa quando lida no contexto de sua linguagem original, o hebraico.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Cientistas revelam “código da vida” encontrado em Gênesis

Texto de milhares de anos de idade apresenta padrão usado pela mídia hoje

Cientistas revelam “código da vida” encontrado em Gênesis
Embora diferentes “códigos da Bíblia” tenham sido revelados no passado, o cientista britânico Gordon Rugg, da Universidade Keele e o americano David Musgrave, da Universidade Amridge, criou o programa Search Analyzer, que faz análise de textos.

Ao submeterem o livro de Gênesis, da Bíblia, disseram ser possível visualizar um “padrão escondido” no texto milenar. O software coloca o texto completo como uma grade. Cada quadrado representa uma palavra e as palavras procuradas aparecerão em quadrados coloridos.

Eles apresentaram sua pesquisa durante a reunião da Associação de Escolas de Pesquisa Oriental, em Chicago. Rugg explicou: “Nosso novo método para visualizar textos permite que um livro inteiro seja comtemplado em apenas uma página A4, permitindo que os padrões sejam vistos facilmente. Trata-se de uma forma simples e rápida para que pesquisadores identifiquem padrões, ou vejam quando são pistas falsas, uma informação importante para quem lida com textos grandes”.

Como exemplo, os pesquisadores resolveram mostrar o que ocorre quando se busca pelas palavras “vida” e “morte” no Livro do Gênesis. Ficou evidente o chamado escalonamento de termos, que faz uma espécie de “sanduíche”, colocando um tema entre duas menções de outro tema.

Trata-se de uma estrutura conhecida de retórica, a mesma técnica é muito usada pela imprensa, quando más notícias são intercaladas entre duas notícias boas, criando uma sensação de otimismo em meio às crises.

Essa nova análise do Gênesis mostrou que há o escalonamento das palavras-chaves “vida” e “morte”. Os versos que iniciam e fecham as divisões principais de Gênesis possuem menções frequentes à vida, enquanto a morte somente pode ser encontrada nos versículos centrais.

“A estruturação dos termos vida e a morte em Gênesis é que nunca foram estudados antes”, enfatiza o professor Rugg, que leciona Computação e Matemática. “Achamos um padrão literário sendo usado de uma maneira que nunca foi comprovado antes. Não estamos falando de códigos secretos ou conspirações, mas são algumas imagens marcantes… Por que isso foi feito milhares de anos atrás permanece um mistério, embora possivelmente o padrão seja para ‘suavizar’ as mensagens de morte, dando à ‘vida’ um impacto maior,” acredita Rugg.

Para comprovar que não é uma fórmula aleatória, ao serem usados outros termos, o software não encontrou nada parecido. Mas há várias implicações. Eles pesquisaram as palavras “homem” e “mulher”, e concluíram que o feminino aparece predominantemente na primeira parte do Gênesis e raramente na segunda metade.

Outro termo, “gerou”, comprova algo que os teólogos afirmam há muito tempo: os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João espelham os temas e as estruturas do Antigo Testamento. Quando aplicada, a busca por “gerou” mostra um padrão impressionante na primeira parte de Gênesis, espelhando o que foi encontrado na primeira parte do evangelho de Mateus.

Os interessados podem visualizar essa ferramenta de buscas de textos no endereçowww.searchvisualizer.com. Com informações Live Science.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A Oração de Josué

"No livro de Josué (10:12-15) está escrito que Josué mandou parar o Sol. Mas, segundo a Ciência, é a Terra que gira em torno do Sol. Como é que Josué mandou parar o Sol se o mesmo está parado segundo a nossa concepção?"

O Sol - centro do nosso sistema planetário está apenas relativamente parado, já que anda, em corrida veloz, rumo à estrela Vega, na constelação de Hércules, arrastando o sistema em causa. Este é, em certo aspecto, o seu movimento de translação. Quanto ao de rotação, o astro-rei leva 24 dias e 15 horas para completar uma volta em torno do seu eixo. Pode-se dizer, portanto, que o Sol está parado, mas em relação ao nosso sistema planetário.

Apesar disso, ainda hoje os próprios cientistas usam as expressões: "pôr-do-sol" e "nascer do sol". O povo diz com freqüência: "O sol vai alto" ou "o sol vai para o sul". Con­tudo, nos dias de Josué e segundo a astronomia egípcia, eram o Sol e a Lua que andavam ao redor da Terra. Claro que a Bíblia não é um compêndio de ciência, mas as suas assertivas são verdadeiras. Em­prega, porém, uma linguagem popular, a fim de as verdades divinas poderem ser assimiladas, mesmo pelas pessoas mais hu­mildes.

Outro detalhe muito importante que precisamos nos ater para que possamos crer nesse fato como um fato histórico e real, é que Josué falou, não à moda da ciência moderna, mas que naquela ocasião Josué atuou pelo impulso do Espírito de Deus em sua vida. Não seria necessário que Josué falasse ou que o milagre ficasse registrado conforme o vocabulário moderno da astronomia. Na época, os israelitas pensavam que o sol saía por sobre Gibeão (Gibeom), e a lua por sobre o vale  de Aijalom, e o curso deles foi detido por todo um dia.[1]

Josué, ao dirigir-se ao Sol, aplicou o termo "deman" usado 21 vezes no Antigo Testamento, significando, entre outras coisas, silencia-te. A palavra hebraica para detém-te é "amad" a qual ocorre centenas de vezes no Antigo Testamento, sendo geralmente traduzida por ficar de pé ou deter.

Admite-se, nos meios científicos, que a revolução da Terra em torno do seu próprio eixo é motivada pela ação do Sol sobre o nosso planeta. Assim, quando Josué orde­nou: "Sol. aquieta-te" ou "detém-te", a rotação do Globo Terráqueo teria diminuído substancialmente por via de um tempo­rário enfraquecimento da ação solar sobre ele. Existem, como é óbvio, outras teorias para explicar a detenção do Sol narrada no livro de Josué, porém cremos na palavra bíblica.

Finalmente, os astrônomos modernos deram-se ao trabalho de buscar, no calendário astronômico, se de fato teria realmente ocorrido o evento. Depois de buscas e fastidiosos estudos, concluíram que, efetivamente, falta um dia no calendário astronômico, concluindo então, que o quase um dia inteiro (Js 10:13b), correspondem a 11 horas e cinqüenta minutos, sendo assim provado que de fato a Terra esteve parada por todo um dia de Sol.

Bibliografia:
A Bíblia Responde. 2ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1983.
[1] HENRY, Matthew. Comentário Bíblico do Antigo Testamento. 4ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Ateu perde debate para ex-arcebispo anglicano na Universidade de Cambridge

Em um debate acalorado na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, na última quinta-feira, o ateuRichard Dawkins perdeu para o ex-arcebisto de Canterbury, Dr. Rowan Williams. A conclusão dodebate foi de que a religião tem lugar no século 21.

                                  (Foto: REUTERS/Altaf Hussain)
Ateu e ator britânico, Richard Dawkins, fala no
Festival anual de Literatura em Jaipur, capital de
Rajasthan, em 24 de janeiro de 2012.
A proposta do debate “A religião não tem lugar no século 21” foi derrubada com votos de 138 a favor, 324 contra e 85 abstenções. Cerca de 800 estudantes lotaram o clube da universidade para acompanhar a discussão.

“A religião sempre foi uma questão da construção da comunidade, uma questão da construção de relações de compaixão, sentimento de companheirismo e, ouso dizer, a inclusão”, disse Williams, que recentemente deixou o cargo de líder da Comunhão Anglicana.

Segundo Williams, a noção de que o compromisso com a religião pode ser puramente uma questão privada é algo que “vai na contramão da história religiosa”.

Por outro lado, o professor Dawkins tentou convencer a plateia de que a religião é uma “traição do intelecto”. “Uma traição de tudo que é o melhor do que nos torna humanos”.

“É um falso substituto de uma explicação, que parece responder uma questão até que você a examine e perceba que não é aquilo.”

Já o ex-arcebispo de Canterbury argumentou que o respeito por toda a vida humana e igualdade é inerente em toda a religião organizada.

“O verdadeiro conceito de direitos humanos tem profundas raízes religiosas,” afirmou o líder religioso.

“A convenção de direitos humanos não seria o que é, não fosse pela história do debate religioso filosófico”.

Participaram também do debate o professor Tariq Ramadan, Andrew Copson, executivo-chefe da Associação Humanista Britânica, e Douglas Murray, fundador do Centro para a Coesão Social.


Fonte: The Christian Post

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A Bíblia e a Teoria da Evolução

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A Bíblia ensina claramente a doutrina de uma criação especial, ou seja, que Deus criou cada criatura "conforme a sua espécie" (Gn 1.24). Isto quer dizer que cada criatura, seja homem ou animal, foi criada como a conhecemos hoje.

A TEORIA EVOLUCIONISTA

No decorrer dos séculos, mais precisamente no século passado e no atual, muitas vãs filosofias, falsos ensinos e teorias insustentáveis têm procurado lançar dúvida sobre o relato bíblico da Criação.

CHARLES DARWIN

Entre as teorias que se têm insurgido contra a doutrina criacionista, destaca-se a da evolução, concebida e largamente difundida pelo naturalista inglês Charles Darwin, que viveu entre 1809 e 1889. De dezembro de 1831 a outubro de 1836, Darwin viajou como naturalista a bordo do "Beagle", um navio de pesquisas, em expedição científica. Ao longo dessa expedição visitou as ilhas do Cabo Verde e outras ilhas do Atlântico, e bem assim as costas da América do Sul, as ilhas Galápagos, perto do Equador, a Ilha Tarti, Nova Zelândia, Austrália, Tasmânia, a Ilha Keeling, as ilhas Falkland (Malvinas), as ilhas Maurícias, as ilhas de Santa Helena e Ascensão, e o Brasil.

Foi o estudo dos bancos de corais que de modo especial o interessou e o levou a formular a sua teoria da transmutação de espécies e a "seleção natural" pela qual ficou famoso. Em novembro de 1859, Darwin publicou seu livro "A Origem das Espécies", ou a preservação das raças favorecidas na luta pela vida.

Desde então este livro veio a se tornar a Bíblia da causa evolucionista.

Não obstante Darwin, antes de morrer, tenha abandonado essa teoria por ele pregada ao longo de sua vida, ainda hoje ela é aceita e disseminada, principalmente nos círculos acadêmicos e universitários.

CONCEITO DA ORIGEM DO HOMEM

A teoria evolucionista tem como ponto de partida a afirmação de que o homem e os animais em geral procedem de um mesmo tronco, e que hoje, homem e animal são um somatório de mutações sofridas no decorrer de milênios. Em suma: o homem de hoje não é o homem do princípio.

Desse conceito surgiu o ensino estúpido de que o homem de hoje é um macaco em estágio mais desenvolvido. E, para produzir maior confusão, a teoria da evolução coloca o início da vida humana na Terra a milhões de anos antes do tempo indicado pala Bíblia.

APENAS UMA TEORIA

É bom lembrar que, quando tratamos da evolução, estamos lidando com uma teoria, com suposições, e não com uma ciência.

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"Charles Darwin conspirou contra a Bíblia, ao criar a teologia da evolução"
Se você ler um compêndio sobre evolução, há de encontrar com muita frequência chavões tais como: "crê-se que...", "admite-se que...", "talvez...", "possivelmente...", "mais ou menos...", etc.

Assim tão vulnerável e falha, conseqüentemente o sistema que ela advoga não há de subsistir diante do argumento das Escrituras (Gn 2:7).

De acordo com a Bíblia, o homem já foi feito homem. O chamado "Homem de Neanderthal" ou o "Homem de Heidelberg" não têm em si nenhum elemento, por menor que seja, capaz de provar que o homem, no princípio, tivesse as características de um macaco encurvado. O africano de elevada estatura, o pigmeu, o asiático de nariz achatado, o negro com suas características distintivas — todos são o resultado de variações comuns dentro da família humana.

Assim, também o homem da antiguidade variava de um para o outro, e também se diferenciava de nós, hoje em dia.

ARGUMENTOS CONTRA O EVOLUCIONISMO

O argumento bíblico, a partir do primeiro capítulo de Gênesis, é que a raça humana descende de um só casal, Adão e Eva (Gn 1:28), criado por Deus no princípio. A narrativa subseqüente ao capítulo 1 de Gênesis mostra claramente que as gerações que surgiram até o Dilúvio permaneceram em contínua relação genética com o primeiro casal, de maneira que a raça humana constitui não somente uma unidade específica, uma unidade no sentido de que todos os homens participam da mesma natureza, mas também uma unidade genética e genealógica. Este fato é cristalino em Atos 17:26.

Muitos argumentos se somam em apoio à ideia bíblica da unidade da raça humana, dentre os quais se destacam os seguintes:

ARGUMENTO TEOLÓGICO

Romanos 5:12-19 e I Coríntios 15:21-22 indicam a unidade orgânica da raça humana, tanto na primeira transgressão como na provisão de Deus para a salvação da raça humana na Pessoa de Jesus Cristo.

ARGUMENTO CIENTÍFICO

A ciência tem confirmado, de diferentes maneiras, o testemunho da Escritura com respeito à unidade da raça humana. Evidentemente, nem todos os homens de ciência creem nisso. Por exemplo, os antigos gregos tinham teoria autoctonista, segundo a qual os homens surgiram da Terra por meio de uma classe de gerações espontâneas. Como essa teoria não possuía fundamentos sólidos, logo foi desacreditada. Agassis, por sua vez, propôs a teoria dos coadamitas, segundo a qual existiram diferentes centros de criação. No ano de 1655, Peirerius desenvolveu e defendeu a teoria preadamita, que tem como origem a suposição de que havia homens na Terra antes que Adão fosse criado. Esta teoria foi aceita e difundida por Winchell, que, ainda que não negasse a unidade da raça humana, contudo considerava Adão como o primeiro homem só da raça hebraica, em vez de cabeça de toda a raça humana.

Em anos mais recentes, Fleming, sem ser dogmático sobre o assunto, disse haver razões para se aceitar que houve raças inferiores ao homem antes da aparição de Adão no cenário mundial, pelos idos do ano 5500 a.C. Segundo Fleming, essas raças, não obstante inferiores aos adamitas, já tinham faculdades distintas dos animais, enquanto o homem adamita foi dotado de faculdades maiores e mais nobres, e provavelmente destinado a conduzir todo o restante da raça à lealdade ao Criador. Falhando Adão em conservar sua lealdade a Deus, Deus o proveu de um descendente, que, sendo homem, era muito mais do que homem, para cumprir aquilo que Adão não foi capaz de cumprir. Na verdade, Fleming nunca pôde oferecer provas da veracidade dessa sua teoria.

ARGUMENTO HISTÓRICO

As tradições mais antigas da raça humana apontam decididamente para o fato de que os homens tiveram uma origem comum. A história das migrações do homem, por exemplo, tendem a demonstrar que tem havido uma distribuição de populações primitivas partindo de um só centro, isto é, de um mesmo lugar.

ARGUMENTO FILOLÓGICO

Os estudos feitos acerca das línguas da humanidade indicam que elas tiveram origem comum. Por exemplo, as línguas indo-germânicas encontram sua origem em uma língua primitivamente comum, na qual existem resquícios do sânscrito. Também há evidências que demonstram que o antigo Egito é o elo entre as línguas indo-europeias e as semíticas.

ARGUMENTO PSICOLÓGICO

A alma é a parte mais importante da natureza constitutiva do homem, e a psicologia revela claramente o fato de que as almas dos homens, sem distinção de tribo e nação a que pertençam, têm essencialmente as mesmas características. Possuem em comum os mesmos apetites, instintos e paixões, as mesmas tendências, e, sobretudo, as mesmas qualidades, as características que só existem no homem.

ARGUMENTO DA CIÊNCIA NATURAL

Os mestres de filosofia comparativa formulam juízo comum quanto ao fato de que a raça humana constitui-se numa só espécie, e que as diferenças entre as diversas famílias da humanidade são consideradas como variedades de uma espécie original. A ciência não afirma categoricamente que a raça humana procedeu de um só casal, mas a Palavra de Deus afirma isso com toda clareza em Atos 17:26.

A FORMAÇÃO DAS NAÇÕES

Das gerações anteriores ao Dilúvio, somente Noé, sua esposa, seus filhos Sem, Cão e Jafé e respectivas esposas escaparam e encabeçaram as gerações pós-diluvianas.

OS DESCENDENTES DE SEM

Dos cinco filhos de Sem procederam os caldeus, que povoaram a região marginal do Golfo Pérsico, parte sul e sudeste da Península Arábica, uma província ao oriente do rio Tigre e ao norte do Golfo Pérsico, a Assíria, às margens do rio Tigre, sudeste da Ásia Menor, a Síria e o território ao lado do lago de Merom, ao norte da Galiléia.

OS DESCENDENTES DE CÃO

Os descendentes de Cão povoaram as terras da África, da Arábia Oriental, da costa oriental do mar Mediterrâneo, e do grande vale dos rios Tigre e Eufrates. Existe uma opinião de que alguns dos descendentes de Cão emigraram para a China e que de lá passaram para as Américas, através do estreito de Bering e do Alasca.

OS DESCENDENTES DE JAFÉ

De Jafé descenderam as raças arianas, ou indo-europeias; os italianos, franceses, espanhóis, formando o povo latino. Seus descendentes povoaram também a índia, Pérsia, Iugoslávia e a Áustria. Dele descendem ainda os celtas, os alemães e os eslavos que emigraram para as ilhas Britânicas, Gales, Escócia e Irlanda. Algumas das tribos germânicas emigraram para a Noruega, Suécia, Dinamarca, Alemanha Ocidental, Bélgica e Suíça.

O HOMEM FOI CRIADO POR DEUS

A Bíblia nos apresenta um duplo relato da origem do homem, harmônicos entre si. Ambos estão em Gênesis 1:26-27 e 2:7. Partindo desses textos e de todo o contexto que trata da obra da criação, conclui-se que:

A CRIAÇÃO DO HOMEM FOI PRECEDIDA POR UM SOLENE CONSELHO DIVINO

Antes de Moisés tratar da criação do homem com maiores detalhes, ele nos leva a conhecer o decreto divino quanto a essa criação, nas seguintes palavras: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança..." (Gn 1:26). A Igreja geralmente tem aceitado o verbo façamos, no plural, para provar a autenticidade da doutrina da Trindade. Alguns eruditos, porém, são de opinião que esta palavra expressa o plural majestático; outros a tomam como plural de comunicação, no qual Deus inclui os anjos em diálogo
com Ele; e outros a consideram como o plural de auto-exortação. Tem-se verificado, porém, que estas três últimas opiniões são contrárias àquilo que pensam e expressam os pensadores e teólogos mais conservadores. Esses, como a Igreja, creem que o plural façamos é uma alusão direta à Trindade Divina em conselho para a formação do homem.

A CRIAÇÃO DO HOMEM É UM ATO IMEDIATO DE DEUS

Algumas das expressões usadas no relato da criação do homem mostram que isso aconteceu de uma forma imediata, ao contrário do que aconteceu na criação dos demais seres e coisas da criação em geral. Por exemplo, leia Gênesis 1:11-20 e compare com Gênesis 1:27. Qualquer indício de mediação na obra da criação que se acha contida nas primeiras declarações, referentes à criação das aves dos céus e dos seres marinhos, inexiste na declaração da criação do homem. Isto é, Deus planejou a criação do homem, levando-a a efeito imediatamente.

Note que isto é contrário ao que ensina o evolucionismo, que o homem é o resultado de uma série de transformações de outros elementos.

O HOMEM FOI CRIADO SEGUNDO UM TIPO DIVINO

Com respeito aos demais seres vivos, lemos que Deus os criou "segundo a sua espécie". Isto quer dizer que eles possuem formas tipicamente próprias de suas espécies. O homem não foi criado assim. Pelo contrário, Deus disse: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança..." (Gn 1:26). Assim, em todo o relato bíblico, o homem surge como um ser que recebeu de Deus cuidados especiais na sua criação.

OS ELEMENTOS DA NATUREZA HUMANA SE DISTINGUEM

Em Gênesis 2:7, vemos a distinção clara entre a origem do corpo e da alma, elemento espiritual do homem. O corpo foi formado do pó da terra, material preexistente. Na criação da alma, no entanto, não foi necessário o uso de material preexistente, mas sim a formação de uma nova substância. Isto quer dizer que a alma do homem foi uma nova criação de Deus. A Bíblia diz que Deus soprou nas narinas do homem, e "o homem foi feito alma vivente" (Gn 2:7).

O ESPÍRITO DO HOMEM

O espírito é o âmago e a fonte da vida humana, enquanto a alma possui essa vida e lhe dá expressão por meio do corpo. A alma sobrevive à morte porque o espírito a dota de capacidade; por isso alma e espírito são inseparáveis.

A ALMA DO HOMEM

A alma é a entidade espiritual, incorpórea, que pode existir dentro de um corpo ou fora dele (Ap 6:9).

O CORPO DO HOMEM

Dos três elementos que formam o ser humano, o corpo é aquele sobre o qual a Bíblia menos fala. Sabe-se, no entanto, que o corpo humano é o instrumento, o tabernáculo, a oficina do espírito (2 Co 5:1-4; I Cor 6:9). Ele é o meio pelo qual o espírito se manifesta e age no mundo visível e material. O corpo é o órgão dos sentidos e o laço que une o espírito ao universo material. Os filósofos pagãos falavam do corpo com desprezo, e consideravam-no um empecilho ao aperfeiçoamento da alma, pelo que almejavam o dia quando a alma estaria livre de suas complicadas roupagens. Porém as Escrituras tratam do corpo do homem como uma obra de Deus, o qual deve ser apresentado como oferta a Deus (Rm 12:1). O corpo dos salvos alcançará a sua maior glória na ressurreição, na vinda de Jesus (Jo 19:25-27; I Co 15; I Jo 3:2).

O HOMEM, IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS


Um dos ensinos cardeais da Bíblia é que o homem foi criado à imagem e à semelhança de Deus, para obedecer-lhe, amá-lo, e segui-lo. Vestígios desta verdade encontram-se nos escritos de grandes vultos, até mesmo da literatura gentílica.

HOMEM, UMA DEFINIÇÃO

"Homem" vem do latim homo, palavra que, segundo opinião de alguns filólogos, vem de húmus (terra). No hebraico, língua original do Antigo Testamento, Adam, nome dado ao primeiro homem, Adão, é traduzido por "aquele que tirou sua vida da adamah", da terra. Em abril de 1985, a professora Lélia Coyne, pesquisadora da NASA (Agência Espacial dos Estados Unidos) e docente da Universidade de San José, na Califórnia, surpreendeu o mundo científico com a afirmação da descoberta de que a vida humana na Terra começou em estratos de uma argila muito fina e branca, o caulim, usado na indústria como branqueador de papel e isolante térmico. "Avançamos muito nesse terreno", disse a pesquisadora. "Falta-nos ainda a prova definitiva, mas já conseguimos o bastante para saber que estamos no caminho certo", acrescentou a doutora Coyne. "Se tivesse de apostar uma resposta ficaria com a teoria da argila", escreveu o astrônomo americano Carl Sagan, autor do "best-seller" Cosmos. "A argila pode ser comparada a uma fábrica de vida",  acrescentou em Glasgow, na Escócia, o bioquímico Graham Cairns-Smith.

Aquilo que para os cientistas e pesquisadores, mesmo os mais moderados, ainda é uma incerteza, para o crente, na Bíblia, é plena certeza. O homem foi formado do pó da terra (Gn 2:7).

O HOMEM, IMAGEM DE DEUS

O termo "imagem de Deus" relacionado ao homem, fala da indelével constituição do homem como um ser racional, e como um ser moralmente responsável. A imagem natural de Deus gravada no homem consiste nos seguintes elementos: o poder de movimento próprio, o entendimento, a vontade e a liberdade. Neste particular está a diferença marcante entre o homem e os animais irracionais.

O primeiro ponto de distinção entre o homem, como imagem de Deus, e os animais irracionais é a consciência própria. Das criaturas terrenas só o homem tem o dom de fixar em si mesmo o pensamento, e isto o faz consciente da sua própria personalidade. A faculdade que ele tem de proferir o pronome "EU" abre um abismo intransponível entre ele e os animais irracionais. Nenhum animal, mesmo o macaco, jamais pronunciou "EU", e a razão é que eles não têm consciência própria.

Como imagem de Deus que é, o homem se distingue dos irracionais ainda no seguinte:
  1. pelo poder de pensar em coisas abstratas;
  2. pela lei moral que se evidencia no seu comportamento em busca de uma perfeição maior;
  3. pela natureza religiosa que, em potencial, existe em cada ser humano;
  4. pela capacidade de fixar um alvo maior a ser alcançado no tempo e na eternidade;
  5. pela consciência da intensidade da vida humana;
  6. pela multiplicidade das atividades humanas, que, conjuntas, somam o bem comum daquele que as desenvolve.
O HOMEM, SEMELHANÇA DE DEUS

Intelectualmente, o homem assemelha-se a Deus, porque, se não houvesse essa conformidade mental, seria impossível a comunicação de um com o outro, e o homem não poderia receber a revelação de Deus. Esta semelhança está grandemente prejudicada por causa do pecado. O simples fato de Deus se manifestar ao homem prova que o homem pode receber e compreender esta manifestação.

Há ainda a semelhança moral, porque assim foi o homem criado por Deus. Essa semelhança consiste nas qualidades morais inerentes ao caráter de Deus. Eclesiastes 7:29 diz que "Deus fez o homem reto..." Isto quer dizer que o homem foi criado bom e dotado de relativa justiça. Todas as suas tendências eram boas. Todos os sentimentos do seu coração inclinavam-se para Deus, e nisto consistia a sua semelhança moral com o Criador. Devido ao pecado, a semelhança moral entre Deus e o homem enfraqueceu mais e mais.

Por isso Cristo morreu, com o propósito de restaurar esta semelhança entre o homem e Deus, o que começa a partir da conversão. Como ficou patente, o evolucionismo é uma teoria inspirada no inferno, com o propósito de desacreditar as Escrituras, principalmente no que diz respeito à criação como um ato soberano de Deus. Porém, o crente arraigado na Bíblia Sagrada, e não em teorias humanas, pela fé entende "que os mundos pela palavra de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente" (Hb 11.2).

Fonte:
OLIVEIRA, Raimundo. Seitas e Heresias: Um Sinal do Fim dos Tempos: 23ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2002
Fotos: GettyImages e GoogleImages

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