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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Ativistas gays espancam pastores que pregavam contra homossexualidade

Incidente vira caso de polícia em Seattle


Dois pastores não identificados foram brutalmente espancados – com socos e pontapés – por ativistas que saiam de um “festival do orgulho gay” em Seattle, EUA. Segundo o canal Fox, eles estavam segurando suas bíblias e clamando que os participantes se arrependessem de seus pecados.
Um dos pregadores segurava um cartaz dizendo “Arrependei-vos” e “Jesus salva do pecado.” O vídeo veiculado agora pela TV mostra um grupo de pessoas gritando e ameaçando os homens durante o Pridefest de Seattle. Eles foram identificados pela polícia como parte de um grupo ativista chamado NOH8 – trocadilho para a expressão “sem ódio”.
Mas ódio é o que se vê nas cenas. Um grupo de mulheres tentou tirar os sinais da mão dos pastores. Quando um grupo de homens derruba o pregador no chão, ele é chutado e agredido até alguém gritar que a polícia havia chegado.
Um dos pastores precisou levar pontos, pois teve sua cabeça cortada. O vídeo ajudou a polícia a prender dois suspeitos – um deles possui uma extensa ficha criminal.
Não é a primeira vez que cristãos são atacados por ativistas pró-LGBT nos EUA. Em agosto passado, um homem abriu fogo dentro da sede do Conselho de Pesquisa da Família, em Washington, DC. Quando foi preso, Floyd Lee Corkins, Jr. se declarou culpado de cometer um ato de terrorismo contra a organização pró-família.
No final de 2014, um grupo chamado “Angry Queers” [Homossexuais Furiosos, em tradução livre] causou milhares de dólares de danos ao depredar uma Igreja de Portland, Oregon, ligada ao ministério Mars Hill. Na época, divulgaram um comunicado na imprensa justificando o ataque por que a igreja teria uma postura “anti-gay”. Com informações de Charisma News


Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Bíblia é colocada sobre corpo de cristão morto por muçulmanos

29 cristãos mortos no final de semana

Bíblia é colocada sobre corpo de cristão morto
Os líderes cristãos do Quênia temem que os conflitos religiosos no país estejam fora de controle. Neste final de semana, grupos armados do grupo islamista somali al-Shabab mataram pelo menos 29 pessoas.

Segundo a Cruz Vermelha no Quênia, os ataques aconteceram na região costeira. O comissário de polícia do Estado de Lamu, Njenga Miiri, relatou que um grupo de 15 homens armados invadiu a vila de Malamandi, em Hindi, enquanto outro grupo atacou a delegacia de Gamba, no condado de Tana River, onde libertou os presos, entre eles um militante da al-Shabab.

O Quênia tem testemunhado um crescimento nos ataques desde que aumentou a repressão do governo contra o al-Shabab, depois do ataque a um shopping ano passado. Contudo, divergências dentro do governo dificultam o combate ao grupo terrorista que tem ligações com a Al Qaeda. Em Hindi, os homens armados entraram na vila e começaram a disparar contra as pessoas e colocaram fogo em uma igreja. O comissário municipal, Miiri Njenga, afirma que edifícios governamentais também foram incendiados.

Os guerrilheiros islamistas deixaram clara a intenção do ataque. Sobre o corpo de um dos mortos depositaram a Bíblia que ele carregava. A imagem foi estampada em vários periódicos internacionais nesta segunda, lembrando ao mundo das ameaças feitas pelo al-Shabab de exterminar todos os cristãos do país. No mês passado, cerca de 60 cristãos foram mortos enquanto assistiam a jogos da Copa do Mundo na TV, prática condenada pelos muçulmanos radicais.

Em entrevista ao site da Agência de Notícia do Quênia, o pastor Eliud Muwe, da cidade de Madogo, lembrou que dois anos atrás, dia 1 de julho de 2012, sua igreja foi atacada e 20 fiéis morreram quando granadas foram lançadas contra o templo na hora do culto. Mesmo assim, eles continuam se reunindo no local. Embora temam novos ataques e muitas pessoas ainda estejam com medo de ir aos cultos, a média de frequência na igreja subiu de 50 para 150 pessoas.

O clima de medo que tomou conta do país tem atraído muitos para ouvir a Palavra de Deus. Disse ainda que eles perdoaram os muçulmanos que os atacaram, mas esperam que o governo tome providências para proteger a população. Com informações News Week.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Número de cristãos assassinados por causa da fé dobrou em 2013

Relatório da Portas Abertas mostra que extremismo islâmico é o maior perseguidor da igreja Os relatos sobre cristãos sendo mortos...

Número de cristãos assassinados pela fé dobrou em 2013
Relatório da Portas Abertas mostra que extremismo islâmico é o maior perseguidor da igreja.

Os relatos sobre cristãos sendo mortos em todo o mundo por causa de sua fé dobraram em 2013, se comparado com o ano anterior. Somente os casos na Síria superam o total registrado em 2012, de acordo com uma pesquisa anual.

A missão Portas Abertas, que se dedica a prestar apoio a cristãos perseguidos ao redor do mundo, divulgou nesta quarta (8) que documentou 2.123 “martírios”, comparado com os 1.201 de 2012. Foram 1.213 mortes desse tipo na Síria no ano passado, afirma o documento.

“Este é um levantamento mínimo, baseado naquilo que foi relatado na mídia e que podemos confirmar”, explica Frans Veerman, diretor de pesquisas para a Portas Abertas. Existem outras estimativas similares, feitas por diferente grupos cristãos que afirmam que o total de cristãos mortos em 2013 pode chegar a 8 mil.

A missão relata que houve um aumento da violência contra cristãos na África. Afirma ainda que grupos muçulmanos radicais são as principais fontes de perseguição em 36 dos países do ranking de perseguição publicada pela missão anualmente.

“O extremismo islâmico é o pior perseguidor da Igreja mundial”, acusa a entidade. Para o Portas Abertas, a Coreia do Norte continua sendo o maior perseguidor, sendo o país mais perigoso para cristãos, posição que ocupa desde que a pesquisa começou a ser realizada pela missão, há 12 anos.

Embora seja difícil confirmar os dados por causa da censura oficial, o relatório afirma que na Coreia do Norte os cristãos enfrentam “a mais alta pressão imaginável” e que mais de 50 mil vivem em campos para presos políticos.

Também é difícil calcular com exatidão os números de cristãos mortos na Líbia, que vive uma guerra civil há mais de dois anos e onde os cristãos se tornaram os maiores alvos dos rebeldes islâmicos, que os consideram apoiadores do presidente Bashar al Assad.

“Na Síria, uma outra guerra está crescendo à sombra da guerra civil – a guerra contra a igreja”, afirma Michel Varton, líder do Portas Abertas na França. Embora a lista do Portas Abertas analise apenas 50 nações, acredita-se que os cristãos enfrentam restrições e ameaças em 111 países. No levantamento do número de assassinatos, a Síria foi seguido pela Nigéria com 612 casos no ano passado (foram 791 em 2012). Paquistão ficou em terceiro com 88 (foram 15 em 2012). O Egito ocupa o quarto lugar com 83 mortes (foram 19 em 2012).

Os 10 países que mais perseguem cristãos
1º Coreia do Norte
2º Somália
3º Síria
4º Iraque
5º Afeganistão
6º Arábia Saudita
7º Maldivas
8º Paquistão
9º Irã
10º Iêmen

Com informações de Reuters e Yahoo

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Pastor Saeed Abedini é transferido para pior prisão do Irã

Abedini está no mesmo pavilhão que os condenados por crimes como estupro e assassinato.

Saeed Abedini é transferido para pior prisão do Irã
O pastor iraniano de nascimento Saeed Abedini naturalizou-se americano, mas constantemente fazia viagens missionárias ao seu país natal. Desde setembro de 2012 ele está preso no Irã por causa de sua fé cristã. Inicialmente, sua pena é de oito anos.

É constantemente torturado e forçado a negar Jesus. Conforme as notícias mais recentes ele está muito doente. No início deste mês, foi transferido da prisão de Evin, em Teerã, para a prisão Rajai Shahr em Karaj, 20 km a oeste da capital.

A fama dessa prisão é de ser a pior do Irã. “Ir para Karaj é uma punição severa”, afirmou Loes Bijnen, um diplomata holandês que vive no país. “Lá dentro você não é mais um ser humano. Fica fora do alcance de todos, incluindo ativistas de direitos humanos e a imprensa. Assassinatos ou mortes inexplicáveis ​​ocorrem com frequência”.

Parentes do pastor tentaram visitá-lo nesta segunda-feira, mas foram informados que isso não é permitido na nova prisão. Abedini está no mesmo pavilhão que os condenados por crimes como estupro e assassinato.

Jordan Sekulow, diretor executivo do Centro Americano para Lei e Justiça, contesta: “A mudança para esta prisão é muito preocupante. Só pode ser visto como um movimento que coloca a vida do Pastor Saeed seriamente em risco”.

Em uma das cartas que conseguiu enviar da prisão, narrou o que estava vivendo em Evin, ressaltando que só sairá vivo da cadeia se negar a Cristo. Mas assevera: “eles nunca vão ouvir isso de mim”.

Embora haja um amplo apoio nos EUA para a libertação de Abedini, Sekulow diz que o presidente Barack Obama precisa se posicionar e dar passos claros para salvar sua vida. No Brasil, o deputado pastor Marco Feliciano pediu uma posição do governo brasileiro sobre o caso. Com informações de Religion Today.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Pastor da Igreja Mundial em Moçambique é atacado por muçulmanos

Ele está internado em um hospital na cidade de Beira

Pastor da Igreja Mundial em Moçambique é
atacado por muçulmanos
Homens armados atacaram um comboio de 20 carros de evangélicos na cidade de Muxungue, em Moçambique, no último dia 29. O atentado acabou atingindo um brasileiro pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus.

O pastor Itamar Fernandes, brasileiro da Missão Internacional de Evangelização para o Interior da África está ajudando o missionário que foi baleado e precisou passar por duas operações para tirar os estilhaços da bala.

O ataque foi realizado pelo grupo opositor Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) que não aceita o tratado de paz assinado em 1992 com o governo, o que pode resultar em mais uma guerra civil.

“Estamos preocupados, mas sabemos que a população não quer uma guerra”, disse o pastor Fernandes para a Folha de São Paulo.

Os conflitos estão se espalhando pelas cidades e preocupado o governo e a população de Moçambique. Na última quinta-feira (30) milhares de moçambicanos protestaram em Maputo e em outras duas cidades contra a ameaça de um conflito armado.

O grupo de evangélicos estava seguindo para um evento religioso na capital Moçambique quando o grupo de homens fortemente armados atingiu um dos carros do comboio.

Os brasileiros que estão em missão no interior do país estão sendo orientados por Fernandes a se mudarem para as cidades. “Mas não é seguro fazer isso agora, há ataques, e muitas vezes não dá mais para sair”, disse.

O pastor atacado se chama Admilson e é casado com uma sul-africana. Com informações da Folha de SP.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Pastor é assassinado dentro da igreja de joelhos e com a Bíblia na mão

Cristãos do Quênia vivem dias de terror dois meses após massacre em shopping

Pastor é morto dentro da igreja de joelhos e com a 
Bíblia na mão
Após o massacre contra cristãos no Shopping Westgate em setembro, o Quênia passou a conviver com o fantasma do terrorismo. Segundo a Cruz Vermelha, foram 68 pessoas mortas pelos militantes muçulmanos da al-Shabab, grupo extremista muçulmano ligado ao braço da Al-Qaeda na África.

Sediados na vizinha Somália, desde 2011 eles têm feito ataques em protesto ao envio de tropas quenianas para seu país. Os alvos incluíam igrejas, bares, shoppings e instalações militares. Este ano, outros ataques com mortes ocorreram em diferentes cidades do país, mas os terroristas não se identificaram.

Os radicais muçulmanos avisaram que os ataques não parariam. No início de outubro, uma igreja do Exército da Salvação foi queimada por jovens islâmicos em Mombaça, cidade localizada na região costeira

No último final de semana, o pastor Charles Matole foi morto a tiros na mesma cidade. Ele estava orando no templo da Igreja Evangélica dos Redimidos, quando foi atacado. Os membros da igreja contam que ele havia recebido ameaças depois de ganhar muitos muçulmanos para Jesus durante os cultos de avivamento dirigido por ele.

Os membros de sua igreja, contam que o encontraram caído sobre uma das cadeiras de plástico da igreja quando chegavam paro o culto de sábado a noite. Ele estava de joelhos e segurava uma Bíblia sobre o peito. “Seu crânio foi seriamente danificado”, lamentou um membro da igreja.

No dia seguinte, foi noticiada a morte do pastor Ebrahim Kidata da Igreja Pentecostal do Leste Africano, num vilarejo a 30 quilômetros ao norte de Mombaça. Segundo a polícia ele foi estrangulado e seu corpo abandonado em meio a alguns arbustos. Com informações CBN.

sábado, 14 de setembro de 2013

Muçulmano decapita cristão e provoca: “Jesus não veio para salvá-lo”

Exército jihadista quer eliminar os “cruzados” cristãos.

Muçulmano decapita cristão e provoca: "Jesus não
veio para salvá-lo"
As forças rebeldes jihadistas da Síria continuam sua perseguição implacável que deseja eliminar o cristianismo do país. Enquanto líderes políticos mundiais discutem qual o melhor caminho para a busca da paz, cristãos são mortos diariamente.

Os horríveis ataques contra ortodoxos, maronitas e católicos são justificados pelo apelido de “cruzados” que receberam dos soldados rebeldes. Moradores que fugiram da pequena cidade de Maalula contaram a jornalistas da agência France Press que desde que os jihadistas invadiram a cidade, na semana passada, estão forçando as pessoas a se converter ao islamismo.

“Eles chegaram à nossa cidade ao amanhecer… gritavam: ‘Nós somos da Frente Al-Nusra e viemos tornar a vida miserável para os cruzados”, disse uma mulher identificada como Marie que agora está refugiada na capital Damasco. O termo “cruzados” remete aos soldados cristãos que participaram das Cruzadas que tentaram retomar Jerusalém das mãos dos árabes na Idade Média.

Uma das comunidades cristãs mais antigas do mundo, Maalula se tornou um símbolo internacional por seu valor estratégico na ameaça de tomada da capital, que marcaria a derrota do regime de Bashar Al-Asaad. A pequena cidade vivia em harmonia religiosa há séculos. No verão, a população é de 4.500 pessoas, dentre elas cerca de 3.000, na maioria cristãos, vêm de Damasco e de outros países. Já no inverno a população fica reduzida a duas mil pessoas, e então os muçulmanos são a maioria.

Marie estava entre as centenas de outros cristãos que participaram do enterro de cristãos que acabou se tornando uma marcha de protesto contra os invasores patrocinados pela Al Qaeda. O movimento enfureceu ainda mais alguns líderes dos rebeldes que ocupam a cidade.

Adnan Nasrallah, 62, conta que uma explosão destruiu parte de uma igreja perto de sua casa. “Eu vi pessoas usando faixas da Al-Nusra na cabeça que começaram a atirar nas cruzes. Um dos atiradores, colocou uma pistola na cabeça do meu vizinho e obrigou-o a se converter ao Islã, obrigando-o a repetir que só Alá é Deus e Maomé o único profeta… Depois, ele disse aos outros soldados: Este é um dos nossos agora”.

Nasrallah disse que quando os rebeldes chegaram à cidade, muitos de seus vizinhos muçulmanos se alegraram, mas nem todos.

Outra moradora de Maalula, a jovem Rasha conta que os jihadistas assassinaram brutalmente seu noivo Atef e outros cristãos da cidade.

“Liguei para o celular e um deles respondeu: Bom dia. Somos do Exército Livre da Síria. Você sabia que seu noivo era um membro que apoiava o regime [do presidente] e por isso tivemos de cortar a garganta dele?”

Enquanto Rasha ainda tentava entender o que estava acontecendo, o homem contou sarcasticamente que Atef foi “convidado” a renunciar sua fé e se converter ao islamismo, mas se recusou. “Jesus não veio para salvá-lo”, finalizou o rebelde. Com informações de Christian Post.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Guerra na Síria resulta na conversão de milhares de muçulmanos a Jesus

Em meio à tristeza pelos mortos, a esperança na vida eterna se fortalece

Guerra na Síria resulta na conversão de milhares
 de muçulmanos a Jesus
A guerra civil na Síria matou mais de cem mil pessoas desde seu início, em março de 2011. Também fez com que quase dois milhões fugissem do país, refugiando-se nos países vizinhos. Algumas agências humanitárias acreditam que o uso de armas químicas na semana passada pode ser um divisor de águas. Ou as Nações Unidas intervêm e põem um fim ao conflito ou o número de refugiados sairá de controle.

Em média, cerca de 3000 refugiados saem diariamente pelas fronteiras da Síria. Entre as agências de socorro, existem ministérios cristãos que estão trabalhando para aliviar o sofrimento dos sírios. A rede cristã CBN visitou o trabalho no Vale de Bekaa, no Líbano, onde se concentra a ONG evangélica “Coração pelo Líbano”. Ali existe uma liberdade religiosa impensável para os que fugiram para o também vizinho Iraque.

Embora o foco sempre foi a evangelização de libaneses muçulmanos, nos últimos 18 meses eles se voltaram inteiramente para anunciar a esperança cristã para os sírios. Citada na Bíblia como um dos inimigos de Israel, hoje os seguidores de Jesus são menos de 10% dos 22 milhões de habitantes da Síria. Ela figura entre os 10 países que mais perseguem os cristãos no Oriente Médio, segundo a avaliação anual do ministério Portas Abertas.

                                         

A ONU relata que 650 mil refugiados sírios vivem hoje no Líbano. Isso significa que uma em cada seis pessoas no país é um refugiado sírio. Obviamente, isso causa imensos problemas sociais. Se não fosse a intervenção de organizações como a “Coração pelo Líbano”, eles já teriam morrido de fome ou sede. Alguns chegaram lá apenas com a roupa do corpo. Na Jordânia eles são 515 mil, número que equivale a quase 10% da população.

Esta é a pior crise humanitária no mundo de hoje. Ninguém sabe quanto tempo a guerra ainda irá demorar e todos os refugiados querem voltar para casa e saber notícias dos seus familiares e amigos que ficaram para trás.

Em meio à tristeza pelos milhares de mortos e feridos, a esperança na vida eterna se fortalece. As agências cristãs têm oferecido ajuda material, emocional e, acima de tudo, espiritual. Os muçulmanos estão ouvindo o evangelho livremente, alguns pela primeira vez na vida. São muitos os testemunhos de conversões.

Fátima é uma menina tímida de dez anos de idade. Atualmente vive em uma barraca com as duas esposas de seu pai, e os 15 membros de sua família. Nawal, missionário da Coração pelo Líbano explica: “Fátima ganhou mais confiança. Ela fala com seus amigos e professores com mais facilidade e sabe que Deus a ama incondicionalmente. Sua fé em Deus ajudou-a a confiar em suas próprias habilidades e fez com que viesse a superar as adversidades”.

Mohssen, de seis anos, é um dos estudantes que recebem alimentos doados pelos missionários. Além de aprender a ler e escrever, também ouve diariamente histórias bíblicas. Sua mãe diz que ele mudou muito.

Esses são apenas alguns exemplos dentre as crianças sírias que têm aprendido músicas, jogos e ouvido lições bíblicas. As famílias atendidas pelos missionários são gratas pela alimentação recebida, mas os adultos são mais resistentes ao ouvir falar de outra religião além do islamismo.

Mesmo assim, mais de 25 mil Bíblias e 15 mil Novos Testamentos foram distribuídos aos interessados este ano, divulgou a Christian Aid, outra missão cristã que trabalha junto aos refugiados. Além disso, todos têm aceitado as orações feitas em nome de Jesus, que para os muçulmanos é um importante profeta. Esse tipo de trabalho seria impossível na Síria em outros tempos. Uma das maiores preocupações é discipular os milhares de novos convertidos para que eles se mantenham firmes após voltarem para casa com o fim da guerra.

Contudo, a longa duração do conflito tem deixado as missões preocupadas. Muitas delas estão no limite, já tendo investido todo o dinheiro que dispunham. Por outro lado, cada vez mais surgem refugiados cristãos, que contam como foram obrigados a deixar o país.

Conforme revela um pastor sírio: “Sendo cristãos ouvimos abertamente que não há mais lugar para nós, e somos atacados por ambos os lados (governo e rebeldes). Sentimos muito medo”.

Semelhantemente ao que ocorre no Egito, durante a guerra entre os que apoiam e os que se opõe ao governo, o país se tornou uma terra sem lei, o que motiva os extremistas islâmicos a perseguir e matar cristãos indiscriminadamente. Com informações de CBN, CS Monitor, JNS e Christian AID.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Nova lei proíbe conversões na Índia

Mudanças políticas irão dificultar a vida de convertidos a Cristo

Nova lei proíbe conversões na Índia
Segundo país mais populoso do mundo, com mais de um bilhão de habitantes, a Índia é majoritariamente hinduísta. Agora, uma nova lei anticonversão pode marcar definitivamente a história da nação milenar.

Desde 1968 há uma luta jurídica em relação ao Ato de Liberdade Religiosa de Madhya Pradesh, um dos Estados indianos mais populosos. A denúncia do Conselho Global de Cristãos da Índia anunciou que Shri Ram Naresh Yadav, governador do Estado, assinou a emenda que proíbe as pessoas de mudarem de religião sem autorização do governo. Ironicamente, a lei implica em seu nome a liberdade de culto.

A pressão dos extremistas hindus é para que ocorra o mesmo com muçulmanos, onde desde o nascimento a religião vem impressa nos documentos do cidadão. O país chega a essa decisão antidemocrática em meio às comemorações do 67º aniversário da independência da Índia do domínio inglês.

Sajan George, presidente do Conselho Global, diz que “A democracia leiga da Índia está em perigo por causa da lei anticonversão”. A modificação de 2013, altera o 5º parágrafo da lei estadual e impõe aos sacerdotes que apresentem às autoridades locais todos os detalhes relativos à pessoa que decidiu mudar de religião, pelo menos 30 dias antes da cerimônia. Além disso, precisa fornecer uma lista com os nomes e endereços daqueles que desejam a conversão.

Caso isso não seja feito, explica o líder cristão, “corre-se o risco de uma multa de 50 mil rupias (cerca de R$ 1.700) e até três anos de cadeia; ou 100 mil rupias (R$ 3.500) e até quatro anos de cadeia quando forem menores de idade ou pessoas sem castas ou de povos tribais”.

George explica que “o governo tentou impor esta lei muito severa para agradar a maioria hindu, antes das próximas eleições”. No Estado de Madhya Pradesh fica a sede do Bharatiya Janata, partido ultranacionalista hindu que apoia grupos extremistas acusados de violência e perseguição contra as minorias étnicas, sociais e religiosas em toda a Índia.

O temor dos cristãos é que a medida seja ampliada para todo o país, o que causaria uma modificação na Constituição indiana, que assegura a liberdade religiosa. A Federação Evangélica da Índia apelou ao Supremo Tribunal, que reconhece que existe uma violação ao direito fundamental à privacidade previsto na Constituição da Índia. “A crença ou religião de uma pessoa é algo muito pessoal”, afirmou o tribunal em nota.

“O Estado não tem o direito de pedir uma pessoa para que divulgue qual é a sua crença pessoal… no caso de uma pessoa decidir mudar sua religião ao dar um aviso prévio aumentam as chances de o convertido ser submetido a tortura física e psicológica”.

Até o momento o governo da capital Nova Deli não se manifestou sobre o assunto. Historicamente, hindus convivem com budistas, siques, jainistas, muçulmanos e cristãos. Por diferenças religiosas, a Índia perdeu território e viu surgirem dois países independentes: o Paquistão (1947) e Bangladesh (1971) ambos de maioria muçulmana.

Fonte: Gospel Prime

domingo, 4 de agosto de 2013

Ex-gays reclamam de perseguição de grupos LGBT

Grupo luta por direito a pessoas mudarem sua orientação sexual.

Ex-gays reclamam de perseguição de grupos LGBT
Caso alguém que se identifica como homossexual sinta-se alvo de preconceito, poderá denunciar às autoridades e até abrir um processo. Mas quando se trata de um “ex-gay”, torna-se ainda mais difícil conviver com isso. Em especial porque o preconceito e a perseguição na maioria das vezes são de membros da comunidade LGBT.

Os ativistas homossexuais lutam por um reconhecimento que nem sempre é estendido aos que decidiram abandonar este “estilo de vida”. Na última quarta-feira (31/7), um grupo de ex-homossexuais, representando cerca de 10 organizações cristãs, foram à capital Washington pedir que a Suprema Corte reconhecesse a igualdade de direitos, segundo a Constituição.

“Extremistas gays dizem que eu não existo”, reclama Christopher Doyle, presidente da ONG Voz dos sem voz – Igualdade e Justiça e para Todos. ”Diga isso à mulher com quem estou casado a sete anos. Diga isso aos meus três filhos lindos.”

O reconhecimento que alguém pode ser ex-gay incitou os grupos que decidiram comemorar em 2013 o primeiro “mês do orgulho Ex-Gay”. Os organizadores iriam fazer uma reunião junto ao Conselho de Pesquisa da Família, mas decidiram cancelar após as ameaças de ativistas homossexuais.

Está previsto para este mês a entrega de uma premiação a Mat Staver, fundador do Liberty Counsel, pela sua luta em favor dos ex-gay. Greg Quinlan, presidente da Associação de Pais e Amigos de Ex-Gays, reclama que os ativistas homossexuais não dão espaço para outras opiniões, pois querem uma “igualdade” que na verdade seria uma tentativa de domínio. ”Eles não lutam pelos direitos humanos. Mas pelos direitos sexuais de uma pequena minoria.”

No evento em Washington, divulgaram que há milhares de ex-gays em todo o país que hoje têm medo de se identificar assim por causa das retaliações. “Sofri mais discriminação e intolerância quando disse ser ex-gay que quando vivia um estilo de vida homossexual”, disse Grace Harley, que viveu por 18 anos como um homem transexual. ”Os ex-homossexuais como eu precisam de proteção”, desabafa.

Uma das declarações que mais chamou atenção foi a de Chuck Peters, que viveu por 22 anos como homossexual. Ele levou uma cópia do relatório de Nicholas Cummings, ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, que liderou o esforço para desclassificar a homossexualidade como uma doença mental. Ele garante que os homossexuais podem mudar.

Peters explica que após seu parceiro morrer de AIDS, ele decidiu fazer terapia para determinar por que sentia uma forte atração por outros homens. Ele ouviu de alguns psicólogos que nasceu assim e deveria simplesmente aceitar. Peters conseguiu o apoio que desejava e hoje é o diretor clínico do Instituto de Mudança de Orientação Sexual, em Beverly Hills, na Califórnia.

Ele lamenta que a maioria dos terapeutas são contrários a ideia de que alguém pode querer mudar sua orientação sexual e se neguem a ajudá-los. Com informações de Urban Christian News.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 27 de julho de 2013

O martírio de Policarpo

O dia estava quente, era cerca de 156 d.C.. As autoridades de Esmirna procuravam Policarpo, o respeitado bispo da cidade. Elas já haviam levado outros cristãos à morte na arena. Agora, uma multidão exigia a morte do líder.

Policarpo saíra da cidade e se escondera na propriedade de alguns amigos, no interior. Quando os soldados entraram, ele fugiu para outra propriedade. Embora o idoso bispo não tivesse medo da morte e quisesse permanecer na cidade, seus amigos insistiram em que se escondesse, talvez com temor de que sua morte pudesse desmoralizar a igreja. Se esse era o caso, estavam completamente equivocados.

Quando os soldados alcançaram a primeira fazenda, torturaram um menino escravo para que revelasse o paradeiro de Policarpo. Assim, apressaram-se, bem armados, para prender o bispo. Embora tivesse tempo para escapar, Policarpo se recusou a agir assim. "Que a vontade de Deus seja feita", decidiu. Em vez de fugir, deu as boas-vindas aos seus captores, ofereceu-lhes comida e pediu permissão para passar um momento sozinho em oração. Policarpo orou durante duas horas.

Alguns dos que ali estavam com a finalidade de prendê-lo pareciam arrependidos por prender um homem tão simpático. No caminho de volta a Esmirna, o chefe da guarda tentou argumentar com Policarpo: "Que problema há em dizer 'César é senhor' e acender incenso?".

Policarpo calmamente disse que não faria isso.

As autoridades romanas desenvolveram a ideia de que o espírito (ou o "gênio") do imperador (César) era divino. A maioria dos romanos, por causa de seu panteão, não tinha problema em prestar culto ao imperador, pois entendia a situação como questão de lealdade nacional. Porém, os cristãos sabiam que isso era idolatria.

Pelo fato de os cristãos se recusarem a adorar o imperador ou os outros deuses de Roma e adorar Cristo de maneira silenciosa e secreta em seus lares, a maioria das pessoas achava que eles não tinham fé. "Fora com os ateus!", gritavam os habitantes de Esmirna, enquanto buscavam os cristãos para prendê-los. Como sabiam apenas que os cristãos não participavam dos muitos festivais pagãos e não ofereciam os sacrifícios comuns, a multidão atacava o grupo considerado ímpio e sem pátria. Então, Policarpo entrou em uma arena cheia de pessoas enfurecidas. O procônsul romano parecia respeitar a idade do bispo. Como Pilatos, queria evitar uma cena horrível, se fosse possível. Se Policarpo apenas oferecesse um sacrifício, todos poderiam ir para casa. — Respeito sua idade, velho homem — implorou o procônsul. — Jure pela felicidade de César. Mude de ideia. Diga "Fora com os ateus!". O procônsul obviamente queria que Policarpo salvasse a vida ao separar-se daqueles "ateus", os cristãos. Ele, porém, simplesmente olhou para a multidão zombadora, levantou a mão na direção deles e disse:
— Fora com os ateus!
O procônsul tentou outra vez:
— Faça o juramento e eu o libertarei. Amaldiçoe Cristo!

O bispo se manteve firme.

— Por 86 anos servi a Cristo, e ele nunca me fez qualquer mal. Como poderia blasfemar contra meu Rei, que me salvou?

A tradição diz que Policarpo estudou com o apóstolo João. Se isso foi realmente verdade, ele era, provavelmente, o último elo vivo com a igreja apostólica. Cerca de quarenta anos antes, quando Policarpo começou seu ministério como bispo, Inácio, um dos pais da igreja, escreveu a ele uma carta especial. Policarpo escreveu, de próprio punho, uma carta aos filipenses. Embora não seja especialmente brilhante e original, essa carta fala sobre as verdades que ele aprendeu com seus mestres. Policarpo não fazia exegese de textos do Antigo Testamento, como os estudiosos cristãos posteriores, mas citava os apóstolos e os outros líderes da igreja para exortar os filipenses.

Cerca de um ano antes do martírio, Policarpo foi a Roma para acertar algumas diferenças quanto à data da Páscoa com o bispo daquela cidade. Uma história diz que, nessa cidade, ele debateu com o herege Marcião, a quem chamava "o primogênito de Satanás". Diz-se que diversos seguidores de Marcião se converteram com sua exposição dos ensinamentos apostólicos.

Este era o papel de Policarpo: ser uma testemunha fiel. Líderes posteriores apresentariam saídas criativas diante de situações em constante mutação, mas a era de Policarpo requeria apenas fidelidade. Ε ele foi fiel até a morte.

Na arena, a argumentação continuava entre o bispo e o procônsul. Em certo momento, Policarpo admoestou seu inquisidor: "Se você [...] finge que não sabe quem sou, ouça bem: sou um cristão. Se você quer aprender sobre o cristianismo, separe um dia e me conceda uma audiência". O procônsul ameaçou jogá-lo às feras.

Policarpo disse: "Pois chame-as. Se isto fosse uma mudança do mal para o bem, eu a consideraria, mas não posso admitir uma mudança do melhor para o pior". Ameaçado pelo fogo, Policarpo reagiu: "Seu fogo poderá queimar por uma hora, mas depois se extinguirá; mas o fogo do julgamento por vir é eterno".

Por fim, anunciou-se que Policarpo não se retrataria. O povo de Esmirna gritou: "Este é o mestre da Ásia, o pai dos cristãos, o destruidor de nossos deuses, que ensina o povo a não sacrificar e a não adorar!"

O procônsul ordenou que o bispo fosse queimado.

Policarpo foi amarrado a uma estaca, e o fogo foi ateado. Contudo, de acordo com testemunhas oculares, seu corpo não se consumia. Conforme o relato dessas testemunhas, ele "estava lá no meio, não como carne em chamas, mas como um pão sendo assado ou como o ouro e a prata sendo refinados em uma fornalha. Sentimos o suave aroma, semelhante ao de incenso, ou ao de outra especiaria preciosa".

Quando um dos executores o perfurou com uma lança, o sangue que jorrou apagou o fogo. Este relato foi repassado às congregações por todo o império. A igreja valorizou esses relatos e começou a celebrar a vida e a morte de seus mártires, e por falta de instrução, infelizmente, alguns chegaram a coletar seus ossos e outras relíquias. Em 23 de fevereiro, todos os anos, comemoravam o "dia do nascimento" de Policarpo no Reino celestial. Nos 150 anos seguintes, à medida que centenas de outros mártires caminharam fielmente para a morte, muitos foram fortalecidos pelos relatos do testemunho fiel do bispo de Esmirna.

Extraído de:
CURTIS, A. Kennedy; LANG, J. Stephen; PETERSEN, Randy. Os 100 Acontecimentos mais Importantes da História do Cristianismo: Do Incêndio de Roma ao Crescimento da Igreja na China: 1ª Ed. São Paulo. Editora Vida, 1991.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Pregadores cristãos são agredidos em evento do Orgulho Gay nos EUA

Eles hasteavam os seguintes cartazes: 'arrependa-se, ou então' e 'Jesus salva do pecado'

Dois pregadores cristãos foram agredidos em evento do Orgulho Gay, em Seattle, no estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos (EUA), no domingo (30). Eles foram para as ruas hasteando cartazes com os seguintes dizeres: “arrependa-se, ou então” [tradução do inglês: repent or else] e “Jesus salva do pecado” [tradução do inglês: Jesus saves from sin]. A multidão teria ficado revoltada quando um dos pregadores disse: “arrependa-se ou vá para o inferno”.

                                         (Foto: Reprodução/KOMO)
A violência contra dois pregadores, em parada do
Orgulho Gay em Seattle (EUA), foi registrada
em um vídeo.
Dois participantes deram socos e pontapés nos dois ativistas contra a homossexualidade. A violência foi registrada em um vídeo, que serve agora como prova do caso. Os agressores devem responder por agressão e contravenção.

Um dos suspeitos, Jason Queree, 36 anos, que aparece na gravação dando golpes no pregador de rua na parte de trás da cabeça, enquanto ele está no chão, já foi preso 29 vezes desde 1995.

Um dos pregadores, Ruben Israel, que é membro do grupo Bible Believers, afirma que é comum esse tipo de ataque. Ele lembra que manifestantes gays já tentaram incendiar uma Bíblia em Chicago e que, em outro caso, no estado americano do Novo México (NM), até a polícia foi atacada ao defender os pregadores. Ele disse que mais ataques físicos, como o de Settle, devem acontecer.

“Nós não somos inimigos [...] Isso não tem nada a ver com ódio e sim com compartilhar o Evangelho”, completa o cristão.

Ruben Israel reflete: “[A comunidade LGBT] acredita que eles têm a lei por trás deles. Se você não concordar com eles, você está errado. [...] Eles nos [evangélicos] atacam na presença da polícia e eles nos atacam na frente de uma câmera de vídeo”, conclui.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Pastor iraniano enfrenta pena de morte; complicações de saúde

O pastor iraniano Behnam Irani, preso em Teerã, no Irã por apostasia, pode enfrentar uma possível pena de morte e passa por sérios problemas de saúde, informou uma fonte próxima à ele, de acordo com o Worthy News.

                             (Foto: Present Truth Ministries)
Pastor Behnam Irani sorrindo em uma foto 
não atualizada.
“Depois de dois anos na prisão ele sofre de terríveis complicações, incluindo problemas intestinais e reumatismo”, disse Firouz Khandjani para a publicação.

Khandjani, que é um membro do conselho do movimento ‘Igreja do Irã’ a qual o pastor pertence, disse que as condições higiênicas da prisão são precárias e que os presos não tem acesso regular ao vaso sanitário.

A prisão de Ghezel Hesar é considerada uma das mais duras do país, localizada na cidade de Karaj, cerca de 20 quilômetros a oeste da capital do Irã, Teerã.

Khandjani, que já esteve preso por um momento devido às suas atividades cristãs, também apontou que no local os presos abusam sexualmente de garotos jovens publicamente. Entretanto, não há sinais de que Behnam possa ter sofrido abuso.

Behnam Irani, 42, foi inicialmente penalizado com uma sentença de 1 ano, mas que depois foi estendida para 5 anos, com a alegação de crimes contra a segurança nacional.

O veredito do tribunal recente sugere que Irani “merece” a pena de morte e Khandjani diz que teme que o Ministério Público prossiga com o caso.

“Irani, é, até onde sabemos, o único pastor atualmente no país atrás das grades, que foi implicitamente condenado à morte.”

Atualmente, outros líderes cristãos se encontram presos por causa de sua fé. Um deles é o pastor Saeed Abedini, cidadão americano que está preso na prisão de Teerã. Similarmente ao Behnam, Saeed vem sofrendo complicações de saúde na prisão enquanto não se decide o seu futuro. Ele foi condenado a uma pena de oito anos por “pôr em risco a segurança nacional”.

Outros líderes cristãos presos incluem Mohammad-Reza Farid, Saeed Safi, e Hamid-Reza Ghadiri. Eles teriam sido detidos em 29 de maio, durante um culto de uma igreja doméstica na cidade de Isfahan, cerca de 340 quilômetros ao sul de Teerã.

No ano passado, o mundo assistiu a liberação do pastor Youcef Nadarkhani que foi solto depois de três anos preso por apostasia e condenado à morte. O caso ganhou grande repercussão internacional, o que contribuiu para a sua soltura.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Pastor cristão iraniano preso durante reunião de oração; igreja ameaçada de fechamento

Um pastor cristão na Igreja Assembleia de Deus Central em Teerã foi preso durante uma reunião de oração na igreja, a qual pode ser forçada a encerrar em junho, devido à pressão das autoridades iranianas.

                                                           (Foto: Reuters)
Um guarda prisional está em um corredor na prisão
de Evin, em Teerã, 13 de junho de 2006.
"Há muitas igrejas clandestinas no Irã, mas as Assembleias de Deus, a qual a Igreja em Teerã pertence, estão autorizadas a funcionar, mas com muitas restrições. Nunca foi fácil, mas agora eles estão considerando o fechamento", Kiri Kankhwende, assessor de imprensa da Christian Solidarity Worldwide (CSW), disse ao The Christian Post, em um e-mail na quarta-feira.

Embora os detalhes sejam escassos sobre a prisão do Rev. Robert Asserian, CSW, que trabalha pela liberdade religiosa através da advocacia e dos direitos humanos, disse que ele foi preso na terça-feira de manhã durante a realização de uma reunião de oração na igreja. Forças iranianas aparentemente invadiram sua casa e confiscaram muitos dos seus pertences, incluindo o seu computador e livros. Asserian foi levado para um local desconhecido.

"Estamos profundamente preocupados com o bem-estar do Rev. Asserian e instar as autoridades a fazer o seu paradeiro conhecido", disse o diretor de Advocacia da CSW Andrew Johnston. "A pressão contínua e sustentada pelo regime iraniano em igrejas em Teerã tem se tornado insuportável, a tal ponto que já não pode funcionar."

As Assembleias de Deus estão enfrentando uma decisão importante sobre o futuro da igreja, o Artigo 18 da organização de direitos humanos iraniana observou, com uma fonte local, revelando: "A pressão tornou-se insuportável, eles (as autoridades) ameaçam constantemente os líderes da igreja e suas famílias com a prisão, acidentes inexplicáveis, sequestros e até mesmo com a execução. Nós não podemos continuar assim."

De acordo com a CSW, os cristãos iranianos enfrentam intensa perseguição em seu próprio país, que tem uma maioria muçulmana. A Igreja AoG em Teerã é uma das poucas que oferece serviços em Farsi, apesar de restrições rígidas permitidas para usar a linguagem somente aos domingos. Agora, no entanto, as autoridades alertaram os líderes da igreja que eles devem realizar cultos em armênio ou caso contrário, enfrentariam o fechamento.

"A importância dos cultos em Farsi é porque convertidos iriam assistir a estes cultos também, e é por isso que as autoridades têm restringido esses cultos, em particular ao longo dos anos", explicou Kankhwende.

A CSW está renovando o seu apelo para que "o governo iraniano honre suas obrigações nacionais e internacionais, nomeadamente o artigo 18 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, que garante a liberdade de religião ou crença, bem como o direito, seja sozinho ou em comunidade com outros e em público ou privado, de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos", disse Johnston.

O pastor americano Saeed Abedini também está preso em Teerã, depois de ter sido condenado a oito anos de prisão, supostamente por pôr em perigo a segurança nacional. Centenas de milhares de cristãos em todo o mundo reuniram-se em seu apoio.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Missionário brasileiro é vítima de emboscada armada na Ásia

Um missionário brasileiro mais outros dois missionários na região da Ásia Central foram vítimas de uma armadilha na manhã da última segunda-feira, 13 de maio, o que levou à morte de um deles. O crime aconteceu em uma região montanhosa.

                                                       (Portas Abertas)
A organização Portas Abertas Internacional lançou
hoje a classificação dos 50 países mais intolerantes
ao Cristianismo, e explicou como ela é produzida.
Segundo a Agência Presbiteriana de Missões Transculturais da Igreja Presbiteriana do Brasil (APMT), da qual o missionário é membro da equipe, dois atiradores cercaram o carro em que eles se encontravam e o alvejaram.

O brasileiro estava acompanhado de um hondurenho e um nacional, que atuava em um dos projetos da APMT na região. Por questão de segurança, a APMT não divulgou o nome dos missionários envolvidos e nem o país onde eles estão.

O membro da equipe da organização missionária brasileira foi atingido no braço e encaminhado para atendimento médico no hospital de uma Base Militar Europeia na região. Ele passou por uma cirurgia para a retirada dos estilhaços da bala.

Ele não corre risco de morte e já recebeu alta. A APMT informou que ele já está com a família.

O homem natural de Honduras está bem e em segurança, já recebendo o apoio de sua equipe. Porém, o morador local recebeu um tiro fatal, o levando a óbito instantes depois.

“Conclamamos a todos que orem pela sustentabilidade emocional e espiritual do nosso amado irmão, de sua esposa e filhos, e pela outra família que está de luto”, ressaltou o reverendo Marcos Agripino de Mesquita.

A APMT já está trabalhando para a retirada imediata da família da área de risco. Eles devem ser transferidos para outro país, com o intuito de que recebam cuidados nas áreas de saúde física, emocional e psicológica.

Uma equipe da instituição já foi acionada e aguarda para recebê-los em outro país. Todo o suporte e acompanhamento necessário devem ser dados.

A organização missionária trabalha atualmente em mais de 30 países e sua equipe é formada por mais de 130 missionários espalhados em todos os continentes. Possui bases na Espanha, na África do Sul e uma Base Indígena, em Manaus.

A entidade é a responsável pelos missionários José Dilson e Zeneide, que foram presos no Senegal e aguardam a decisão sobre sua liberdade provisória.

Informações: The Christian Post

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Saeed Abedini sofre com hemorragia interna por causa de espancamentos

Mantido em prisão do Irã, pastor diz que só será solto se negar a Cristo

Saeed Abedini sofre com hemorragia por causa de
espancamentos
O pastor Saeed Abedini foi enviado para uma cela solitária no presidio de Evin, em Teerã, Irã. Isso mostra que os rumores sobre a piora de sua saúde podem ser verdadeiros, confirmaram os familiares.

Abedini está sofrendo com hemorragias internas e os problemas com os rins após seguidas sessões de tortura. Ele e outros nove detentos foram colocados em confinamento solitário. Embora sabidamente necessite de ajuda médica, o pastor não recebe a atenção devida, divulgou o Centro Americano para Lei e Justiça.

Sua esposa, Naghmeh, declarou: “Saeed sofre com uma hemorragia interna por causa da tortura. Nós acreditamos que ele é espancado em confinamento solitário. Não temos como saber exatamente como está a saúde dele. Não haverá mais visitas e não poderemos saber como Saeed está. Anteriormente, ele disse a nós que ficar no confinamento solitário da outra vez foi o momento mais difícil de sua vida. Cada hora parecia um ano e ele sentia sua saúde se deteriorar rapidamente”.

De acordo com o Christian Post, Abedini e os demais prisioneiros foram punidos por terem reclamado da falta de atendimento médico recebido. A penitenciária de Evin, onde o pastor está desde sua prisão em setembro passado, é conhecida como uma das prisões mais violentas do mundo. Aqui no Brasil o caso foi comentado pelo pastor Marco Feliciano.

O Centro Americano para Lei e Justiça tem feito campanha em nome do pastor nas igrejas e junto aos políticos. Injustamente condenado, a oito anos de prisão, Abedini já foi avisado que, se não negar sua fé cristã e voltar ao islamismo, esse período de tempo pode ser prorrogado.

“Minha resposta a eles é Romanos 8: 35-39. A realidade da vida cristã é que as dificuldades ou problemas surgirão em nossas vidas. Perseguição e dificuldades não são novidades, mas são coisas muitas vezes corriqueiras na vida cristã. É passando por sofrimentos e tribulações que entramos no Reino de Deus “, disse o pastor em uma carta anterior endereçada à mulher e aos dois filhos.

Um ex-prisioneiro político iraniano, que também passou um tempo em Evin conta que os guardas da prisão usam de violência física e psicológica rotineiramente e que Saeed só continua vivo porque sua fé é forte”.

Pastor Abedini fará 33 anos dia 7 de maio, e existem campanhas que pedem aos cristãos de todo o mundo que orem para que mesmo isolado, o pastor lembre que não está sozinho em sua luta.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Após cruzada de milagres, pastor quase é preso por “exercício ilegal da medicina”

Peter Youngren realizou uma cruzada de sucesso na Índia

Após cruzada de milagres, pastor quase é preso
por "exercício ilegal da medicina"
O evangelista e pastor Peter Youngren passou muito tempo planejando uma grande cruzada na Índia através de seu ministério World Impact [Impacto Mundial]. Seis dias antes da cruzada começar, jornais e televisão informaram que o evento, denominado Festival da Amizade em Nagpur seria cancelado porque Youngren planejava fazer “conversão em massa”, o que é ilegal na Índia.

Depois de uma longa reunião com a polícia, o comitê organizador pode continuar, desde que assumisse o compromisso que o missionário não iria falar nem orar usando o nome de Jesus . Pouco tempo depois, a polícia mudou de ideia, dando liberdade para Youngren falar livremente.

Apesar da mudança de atitude da polícia, no dia do evento vários grupos anticristãos tentavam conseguir uma liminar na Suprema Corte contra a cruzada. Mas o juiz rejeitou suas alegações.

Os jornais relataram no primeiro dia várias curas milagrosas de pessoas que eram surdas, cegas ou deficientes, citando nomes e casos específicos. Desta vez, os opositores quiseram processar Youngren com a alegação que ele praticava “exercício ilegal da medicina”.

Em um esforço para negar os milagres, um dos grupos anticristãos ofereciam 1,5 milhões de rúpias (cerca de 60 mil reais) para que o missionário provasse que suas orações poderiam curar doenças. E se não o fizesse, poderia ser preso.

Na segunda noite do evento, Youngren disse à multidão que suas orações eram muito fracas e que não se podia esperar muito delas, que ele não era capaz de realizar milagres. Mas ressaltou que ele servia alguém que podia: Jesus. O encontro terminou com 70 minutos de testemunhos ininterruptos de cura, incluindo um jovem hindu, Sushil, que nasceu cego e agora via. Para surpresa geral, um dos líderes políticos do partido anticristão subiu à plataforma para testemunhar que os tumores em sua barriga tinham sido removidos por Jesus.

Nagpur é uma cidade de quase 3 milhões de pessoas, na região central da Índia. O “Festival da Amizade” foi apoiado por quase todas as igrejas cristãs da cidade. No final, o ministério World Impact divulgou que durante os dias da cruzada, dezenas de milhares de pessoas aceitaram a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador. Youngren pôde sair do país livre das acusações e avisou que voltará ainda este ano para mais um evento na Índia. Com informações Charisma News.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Pastor Saeed Adedini deve receber ‘pilhas’ de cartas de Aniversário na Prisão de Evin, em campanha da ACLJ

O Centro Americano para Lei e Justiça não está desistindo de sua campanha pelo pastor Saeed Abedini, o cidadão dos EUA preso em Teerã, no Irã, e está começando uma iniciativa para escrever cartas para o seu aniversário.

                                                             (Foto: aclj.org)
Pastor Saeed Abedini e seus dois filhos.
"Nós obtivemos o endereço da Prisão de Evin, e nosso objetivo é inundar aquela prisão com milhares de mensagens de encorajamento para o Pastor Saeed. Você escreve a carta, e nós vamos entregá-la", disse o Diretor Executivo do ACLJ Jordan Sekulow.

Abedini está na Prisão de Evin desde setembro de 2012, quando foi preso e mais tarde condenado a oito anos por "pôr em perigo a segurança nacional", no Irã. O que ele realmente estava fazendo, o grupo de lei diz, era ajudando igrejas cristãs clandestinas e construir um orfanato para crianças no país do Oriente Médio.

O ACLJ, que representa a mulher de Abedini e os dois filhos de volta para casa nos EUA, apresentou uma petição com sucesso na obtenção do Departamento de Estado dos EUA e secretário de Estado John Kerry para falar sobre a situação do pastor e apelar às autoridades iranianas para que o libertem.

O ACLJ criticou o julgamento "fantoche" de Abedini dado em tribunal iraniano em janeiro. Em uma audiência perante o Congresso, o grupo de direito aproveitou a oportunidade para falar não só sobre a situação de Abedini, mas também sobre a perseguição que os cristãos enfrentam em muitos países de maioria muçulmana.

O pastor nascido no Irã disse que está ficando forte em sua fé cristã, mas durante correspondência limitada com a sua família, a qual lhe havia sido permitido, ele deixou claro que está sendo maltratado na prisão.

"Meu cabelo foi raspado, a parte inferior dos meus olhos estavam inchados mais de três vezes o que deveria estar, meu rosto estava inchado, e minha barba tinha crescido", Abedini escreveu em uma carta, em março. "A enfermeira também vinha tomar conta de nós e nos fornecer o tratamento, mas ela disse na frente dos outros ‘em nossa religião não deveríamos tocar em você, você está imundo. Bahá'i (religião) e os cristãos são impuros! Ela não me tratou e naquela noite eu não conseguia dormir por causa da dor intensa que eu tinha".

Uma petição iniciada para Adedini pelo ACLJ foi assinada por mais de 550 mil pessoas de mais de 180 países. Os advogados esperam que a nova campanha de cartas ajude a incentivar e dar força para o pastor, cujo aniversário é 7 de maio.

"Essas mensagens vão deixar Pastor Saeed saber que estamos orando por ele e trabalhando para a sua libertação, e essas mensagens enviarão um sinal para o Irã que os americanos nunca irão deixá-lo para trás", Sekulow acrescentou.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Incomodados com som, homens invadem igreja e atiram contra jovem

Os suspeitos foram presos, mas a igreja vai mudar de prédio com medo de novos ataques

Incomodados com som, homens invadem igreja
e atiram contra jovem
Vizinhos da Assembleia de Deus Ministério Gerizim, em Sumaré, interior de São Paulo, invadiram o templo no final do culto e agrediram um pastor e um adolescente de 16 anos que acabou sendo baleado no braço.

O crime aconteceu por volta das 21h do último sábado (23), pois os acusados se revoltaram com o barulho do culto. As testemunhas contaram ao portal G1 que pai e filho atravessaram a rua no final do culto e agrediram o pastor convidado que mora em Bertioga (litoral de SP) que estava na porta da igreja falando ao telefone.

O pastor local, Alessandro Ricardo Pereira Godoy, disse que pelo menos 30 pessoas estavam na igreja na hora do crime, o suspeito voltou para a casa e pegou uma arma de fogo e voltou a atravessar a rua para continuar agredindo as pessoas do culto, Godoy se escondeu no banheiro e o homem se voltou contra um adolescente de 16 anos que foi atingido com um tiro no braço depois de levar socos e pontapés.

O jovem foi levado ao Hospital Estadual de Sumaré e não corre risco de morte. Ao saírem da igreja pai e filho foram detidos pela Polícia Militar e estão presos.

Mesmo com a prisão dos agressores, um homem de 57 anos e seu filho com idade entre 20 e 30 anos, o pastor Godoy e os membros da igreja estão com medo. Para evitar novos ataques, a AD Ministério Gerizim está de mudança, para preservar a vida dos fiéis já que os acusados moram em frente ao prédio antigo.

“Nós não sabemos o que vai acontecer, se eles conseguirem sair da delegacia podem vir aqui e matar todo mundo, nós não queremos morrer”, disse o pastor que recebeu um barracão de outra igreja do bairro para poder fazer a nova sede.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 7 de março de 2013

Yousef Nadarkhani está vivo, garante Missão Portas Abertas

As imagens sobre a morte do pastor iraniano são falsas

Yousef Nadarkhani está vivo, garante Missão
Portas Abertas
Nas últimas semanas tem circulado pelo Facebook informações de que o pastor Yousef Nadarkhani teria sido enforcado no Irã. A fotografia usada nas mensagens mostra um homem na forca e o texto afirmava que a intolerância religiosa teria condenado à morte o homem que ficou preso por mais de três anos por ter se convertido ao cristianismo.

Diante da quantidade de compartilhamentos a Missão Portas Abertas resolveu responder e esclarecer que tais informações sobre a morte de Nadarkhani são falsas. O pastor iraniano não está mais na prisão e está vivo.

Contudo a entidade pede orações, pois no Irã a pregação do evangelho não é livre e Nadarkhani, assim como outros pastores, não estão seguros e podem sofrer pressões por parte do governo.

“Em busca de informações mais precisas, demoramos a nos pronunciar, entretanto, chegamos com boas novas: a notícia que tem percorrido sites e redes sociais de que o Pr. Yousef Nadarkhani foi assassinado é FALSA. Um colaborador da Portas Abertas, em contato direto com uma fonte próxima ao pastor afirmou que Nadarkhani está vivo!”, diz trecho da nota da Portas Abertas.

“Agora é muito simples: compartilhe essa mensagem com o máximo de pessoas possível, para que tais rumores terminem. Ao invés de lamentar a morte de Yousef, ore para que o Senhor o fortaleça e o sustente. A luta ainda não terminou.”

Fonte: Gospel Prime

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