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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Lobby LGBT destruiu educação no Brasil, denuncia pedagoga

Damares Alves volta a alertar população sobre a desconstrução da família no Brasil


Em palestra realizada em dezembro de 2014 em Arujá , na Grande São Paulo, a advogada, pedagoga e pastora Damares Alves trouxe novas e impressionantes informações sobre o brutal aparelhamento da educação brasileira pelo movimento LGBT.

“Eu posso fazer nas escolas um grande trabalho de combate ao preconceito sem agredir a identidade biológica das nossas crianças e sem destruir a imagem da família. Mas isso não está acontecendo no Brasil. Aqui está havendo uma verdadeira guerra contra a família”, denunciou.

A pedagoga denunciou o conteúdo de cartilhas pedagógicas de todo o Brasil que abordam a temática sexual nas escolas de forma explícita até para alunos do ensino fundamental.

É um material recheado de notórios incentivos à masturbação, iniciação sexual precoce e experimentação de comportamento bissexual. Algumas cartilhas, de tão explícitas, se tornaram alvo de denúncias dos pais e ganharam reportagens na TV.

A pedagoga também relatou o caso de um pai de Bauru, em São Paulo, que foi olhar o material pedagógico da filha de 12 anos, cursando o sexto ano, e ficou abismado com dever de casa que o livro propunha para a sua filha.

O dever de casa era o seguinte: o aluno era orientado a passar o fim de semana beijando três meninos e três meninas. O tema da redação seria, então, a descrição das sensações vivenciadas durante essas experiências.

“Isso não é combate a homofobia. Não estão respeitando a identidade biológica das nossas crianças. Posso falar de preconceito contra homossexuais sem levar para as escolas, por exemplo, uma cartilha que mostra quatro homens transando. Posso combater o preconceito sem levar isso para crianças entre 10 e 13 anos de idade”, denunciou Damares.

Narrou ainda o episódio vivido por uma professora que – por razões profissionais – não pode ser identificada. Ela flagrou um aluno de apenas 03 anos fazendo sexo oral em um colega. A professora levou o caso à direção e, para sua surpresa, foi orientada a não intervir.

“A diretora daquela escola, seguindo o padrão imposto na educação brasileira, disse para a professora que aquilo era uma demonstração homoafetiva. E, se ela impedisse, poderia ser vista como homofóbica. Mas e se o caso envolvesse um menino e menina? Será que, neste caso, a diretoria não diria que é cedo demais pra isso?”, questionou Damares.

Menina esperta

Damares citou a existência do “Plano Nacional de Cidadania LGBT”, uma diretriz do governo federal, que traz no seu primeiro “eixo estratégico” o objetivo de “estimular materiais didáticos e paradidáticos sobre diversidade sexual”.

São muitos os caminhos que o movimento LGBT tem percorrido, sem alarde, para levar sua agenda ideológica para as escolas. E os resultados, muitas vezes, chocam os professores e demais profissionais que recebem esse material pedagógico.

“Sempre cito o caso da cartilha chamada ‘Meninas espertas vivem melhor’. Nela, ensina-se que meninas não precisam de homens porque podem se masturbar sozinhas. A cartilha vem com um espelhinho pra menina chegar em casa e olhar a própria vagina. E assim ela aprende a se masturbar. Isso foi feito com verba pública”, declarou Damares.

“Essa tem sido a tônica dos materiais que estão chegando nas escolas do Brasil. Não é combate a homofobia. Estão desrespeitando a identidade biológica das nossas crianças e usando verbas públicas para destruir essa geração”, completou.

Todas as informações constam no vídeo da palestra, obtido de forma exclusiva pelo Gospel Prime, “Educação: Missão da Família ou do Estado?”, que Damares Alves realizou em Arujá, para promover ali o projeto de lei do movimento Escola Sem Partido, que busca uma educação sem aparelhamento ideológico.

Assista:


Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Rachel Sheherazade defende Feliciano e condena beijo gay durante culto. Assista!

A apresentadora do SBT Brasil Rachel Sheherazade voltou a defender o pastor Marco Feliciano nesta quarta (18).

Rachel Sheherazade defende Feliciano e
 condena beijo gay
A apresentadora do SBT Brasil Rachel Sheherazade voltou a defender o pastor Marco Feliciano nesta quarta (18).

Em mais uma de suas análises sobre acontecimentos do momento, no quadro “Opinião”, ela falou sobre o protesto com beijo gay durante o Glorifica Litoral, no último domingo. O culto tinha como pregador o pastor Feliciano, que pediu a prisão das jovens.

“Isso aqui não é a casa da mãe joana, é a casa de Deus”, disse Feliciano. A polícia tirou as duas do meio da multidão de evangélicos que participava do evento. Joana Palhares e sua namorada, Yunka Mihura, não se conformaram. Alegam que foram agredidas pelos policias e anunciaram que pretendem processar o deputado.

O caso teve grande repercussão entre os evangélicos. O pastor Marco Feliciano desabafou no Twitter dizendo que só “fazem isso contra evangélicos porque somos pacatos, de paz…”. Silas Malafaia também criticou a atitude das ativistas e disse que as jovens mereciam ser presas.

A opinião de Shererazade foi muito comentada nas redes sociais na noite de hoje. Em outras ocasiões ela já deixou claro que não vê problemas em ser criticada por ter uma postura diferente da imprensa em geral. “Nem todo conservadorismo é ruim. É diferente de ser retrógrado.”

Em outras ocasiões, disse que os ateus “não sabem o que dizem” e chamou de “intolerantes” os defensores do Estado laico, mas também já denunciou falsos profetas que vendem prosperidade nas igrejas. A jornalista sempre defendeu a liberdade religiosa e de pensamento, como a própria Constituição Federal garante aos brasileiros.

Seu comentário no quadro de hoje foi:

“Há muita confusão ou desinformação quando se discute a liberdade de expressão. Como qualquer outra garantia constitucional, não é um direito ilimitado, nem, em nome dela, pode-se atropelar outros direitos como a liberdade religiosa e a proteção aos locais de culto e suas liturgias.

Liberdade de expressão não é salvo conduto para o desrespeito. Não garante o direito de afrontar, insultar, ofender…
Se nas ruas, o beijo entre duas mulheres (ou entre dois homens) já não ofende a moral pública, num culto religioso ainda é afronta, irreverência.

Há dois mil anos, Cristo não tolerou os vendilhões no templo, e os expulsou, ensinando que há hora e lugar para tudo. Inclusive para os protestos.

As meninas erraram o foro. Deveriam ter se manifestado na Câmara Federal, que é a casa dos deputados. O culto religioso é a casa de Deus”.

Assista:


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Jovens são presas por se beijarem durante pregação de Marco Feliciano

O deputado foi convidado para ministrar durante o Glorifica Litoral, em São Sebastião (SP)

Jovens são presas por se beijarem durante 
pregação de Marco Feliciano
A Polícia Militar prendeu neste domingo (15) duas jovens que estavam se beijando durante a ministração do pastor Marco Feliciano que era o preletor principal do Glorifica Litoral, evento que acontece anualmente na cidade de São Sebastião, no litoral paulista.

A prisão aconteceu a mando do deputado que percebeu a reação das jovens. “A Polícia Militar que aqui está, dê um jeitinho naquelas duas garotas que estão se beijando. Aquelas duas meninas têm que sair daqui algemadas. Não adianta fugir, a guarda civil está indo até aí. Isso aqui não é a casa da mãe joana, é a casa de Deus”, disse Feliciano.

A polícia cumpriu o seu papel e tirou as jovens de 18 e 20 anos do meio da multidão de evangélicos que participava do evento. Joana Palhares e sua namorada, Yunka Mihura, afirmaram que foram agredidas pelos policias e pretendem até processar o deputado.

“Eles tiraram a gente do meio do povo e colocaram para dentro da grade. A partir do momento em que levaram a gente para debaixo do palco, me jogaram de canto na grade, deram três tapas na minha cara e começaram a torcer meu braço”, disse Joana, de 18 anos.

A namorada confirma a agressão e diz que se sentiu tão impotente por não poder ajudá-la. “Foi completamente injusto e horrível. Nunca senti tanta impotência ao ver os policiais batendo nela, me segurando forte e eu não podendo fazer nada”, disse Yunka Mihura.

Pelo Facebook Joana promoveu um evento o chamado “beijaço” para exigir a saída de Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, pedindo para que os participantes levassem faixas e cartazes contra o deputado.

Alguns dos amigos das jovens gravaram o momento que os guardas levam as duas garotas para de atrás do palco. O vídeo diz no título que fora o deputado quem pediu para que elas fossem agredidas, mas dá para ouvi-lo dizer aos polícias presentes para terem cautela, pois esses manifestantes sempre afirmam que são agredidos. Com informações G1.

Assista:


Fonte: Gospel Prime

sábado, 17 de agosto de 2013

Reality show de crianças estimula casamento gay

Rede de TV quer promover “estilos de vida alternativos”.

Reality show de crianças estimula casamento gay
A rede de TV e rádio BBC é uma estatal britânica, cuja agência de noticias é uma das mais respeitadas do mundo. Eles também possuem um canal infantil, o CBBC. Seguindo as diretrizes do governo do primeiro-ministro David Cameron, decidiram investir na promoção dos chamados “estilos de vida alternativos”.

Um dos programas mais populares da CBBC no momento é “Marrying Mum and Dad” [Casando mamãe e papai], que dá 10 mil libras para que os filhos planejem e custeiem a cerimônia dos pais que não são oficialmente casados.

Entre os episódios, existe uma variedade de temas escolhidos, desde o colorido “anos 80” até o sombrio “Dia das Bruxas”. Dois apresentadores adultos entrevistam as crianças e mostram os preparativos das festas. O sucesso foi tanto que o programa ganhou em 2013 uma segunda temporada.

O episódio mais recente ainda não foi ao ar, mas já gerou uma onda de críticas. O motivo é a mudança de título de um episódio especial que se chamará “Casando papai e papai”, os três filhos adotados por um casal de homens gays planeja um casamento com o tema “James Bond”.

O jornal The Times tratou do tema com a seguinte manchete: “Muito bonito e muito enganador!”. A matéria começa dizendo “Aos 8 anos de idade, os gêmeos Callum e Chloe não conseguem sequer escolher sozinhos suas próprias roupas. Agora querem planejar uma festa gigantesca para formalizar o que chamam de ‘nossa família para sempre’. ”

Mark e Paul, os dois ‘pais’ que serão retratados no programa enfrentaram uma longa batalha com as autoridades da Ilha de Jersey, onde viviam, até conseguirem adotar oficialmente as crianças. Embora tecnicamente Jersey não faça parte do Reino Unido, mas é um território autônomo de menos de 100.000 habitantes, a decisão da justiça teve grande repercussão entre os ingleses.

Organizações cristãs se manifestaram contrárias a exibição do casamento gay para o público-alvo do programa, de crianças até 12 anos, no horário das 10 da manhã com reprises às 4 da tarde. Porém, a decisão da BBC foi seguir as diretrizes da emissora, segundo a qual as crianças devem ser “introduzidas a temas como a homossexualidade desde cedo na TV. Assim, o estilo de vida de lésbicas, gays e bissexuais se tornará mais tolerável desde cedo”. Tudo em nome da luta contra a “homofobia” que ainda existe na Inglaterra.

De acordo com o Instituto Cristão do Reino Unido, a rede BBC estaria incentivando a adoção do comportamento típico do movimento LGBT. Num dos outros programas da emissora, mais motivos para controvérsia. Um dos apresentadores do reality, Ed Petrie, é estimulado pela marionete de um cachorro vestido de pastor anglicano, a pedir a “mão” de um outro apresentador, Chris Johnson.


Para a emissora, eles apenas estão retratando a realidade e, afinal, vários de seus telespectadores de hoje podem se tornar gays no futuro. O programa especial com temática gay é o último da segunda temporada e deve ser exibido ainda este mês. Com informações Canada Press e Christian UK.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Marco Feliciano denuncia ataque durante voo à Polícia Federal

Parlamentar foi hostilizado por ativistas gays durante voo com destino a Guarulhos.

Marco Feliciano denuncia ataque durante voo à Polícia Federal
Nesta terça-feira (13) o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados, pastor Marco Feliciano, entrou com uma denúncia formal junto a Polícia Federal pedindo apuração sobre o ataque sofrido durante voo com destino a Guarulhos.

Feliciano foi hostilizado por homossexuais na última quinta-feira (8) a bordo de um avião da Azul que saiu de Brasília. Cerca de 10 ativistas gays fizeram manifestações em pleno voo contra o deputado federal.

A denúncia foi formalizada através de ofício destinado ao Diretor Geral da Polícia Federal de Brasília, Leandro Daielo Coimbra e pede instauração de Inquérito Policial para apurar os fatos ocorridos no voo 5019, da Azul Linhas Aéreas.

No ofício Feliciano acusa um grupo de rapazes de ter se portado de forma “deseducada e com trejeitos aparentes de homossexuais” e afirma que sofreu ataques, “inclusive, com contato físico me tocando, causando danos a minha pessoa, perturbando meu sossego”.

“Ações desse tipo, em reação a minha atuação parlamentar causa um grande mal a democracia em nosso país, e serve de mau exemplo para os jovens”, diz o texto.

Alvo de críticas desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o deputado tem enfrentado dura oposição de ativistas de movimentos LGBT.

O deputado afirma que tomou a decisão de denunciar os envolvidos devido a um vídeo postado por eles na internet, em que aparecem causando tumulto durante o voo. Feliciano também afirma que não fez a denuncia após desembarque em Guarulhos devido ao tempo pois estava fazendo escala com destino a Belo Horizonte, Minas Gerais.

“Para minha surpresa, os mesmos agressores de forma acintosa, e certos da impunidade, postaram vídeo gravado por eles mesmo na internet, vangloriando-se da agressão e citando a não ação da própria Policia Federal, como se vivêssemos num país sem lei, e que todos os passageiros do voo, seus tripulantes e o Comandante fossem também obrigados a passar por esses riscos sem nenhuma reação das autoridades”, concluiu.

Fonte: Gospel Prime

domingo, 4 de agosto de 2013

Ex-gays reclamam de perseguição de grupos LGBT

Grupo luta por direito a pessoas mudarem sua orientação sexual.

Ex-gays reclamam de perseguição de grupos LGBT
Caso alguém que se identifica como homossexual sinta-se alvo de preconceito, poderá denunciar às autoridades e até abrir um processo. Mas quando se trata de um “ex-gay”, torna-se ainda mais difícil conviver com isso. Em especial porque o preconceito e a perseguição na maioria das vezes são de membros da comunidade LGBT.

Os ativistas homossexuais lutam por um reconhecimento que nem sempre é estendido aos que decidiram abandonar este “estilo de vida”. Na última quarta-feira (31/7), um grupo de ex-homossexuais, representando cerca de 10 organizações cristãs, foram à capital Washington pedir que a Suprema Corte reconhecesse a igualdade de direitos, segundo a Constituição.

“Extremistas gays dizem que eu não existo”, reclama Christopher Doyle, presidente da ONG Voz dos sem voz – Igualdade e Justiça e para Todos. ”Diga isso à mulher com quem estou casado a sete anos. Diga isso aos meus três filhos lindos.”

O reconhecimento que alguém pode ser ex-gay incitou os grupos que decidiram comemorar em 2013 o primeiro “mês do orgulho Ex-Gay”. Os organizadores iriam fazer uma reunião junto ao Conselho de Pesquisa da Família, mas decidiram cancelar após as ameaças de ativistas homossexuais.

Está previsto para este mês a entrega de uma premiação a Mat Staver, fundador do Liberty Counsel, pela sua luta em favor dos ex-gay. Greg Quinlan, presidente da Associação de Pais e Amigos de Ex-Gays, reclama que os ativistas homossexuais não dão espaço para outras opiniões, pois querem uma “igualdade” que na verdade seria uma tentativa de domínio. ”Eles não lutam pelos direitos humanos. Mas pelos direitos sexuais de uma pequena minoria.”

No evento em Washington, divulgaram que há milhares de ex-gays em todo o país que hoje têm medo de se identificar assim por causa das retaliações. “Sofri mais discriminação e intolerância quando disse ser ex-gay que quando vivia um estilo de vida homossexual”, disse Grace Harley, que viveu por 18 anos como um homem transexual. ”Os ex-homossexuais como eu precisam de proteção”, desabafa.

Uma das declarações que mais chamou atenção foi a de Chuck Peters, que viveu por 22 anos como homossexual. Ele levou uma cópia do relatório de Nicholas Cummings, ex-presidente da Associação Americana de Psicologia, que liderou o esforço para desclassificar a homossexualidade como uma doença mental. Ele garante que os homossexuais podem mudar.

Peters explica que após seu parceiro morrer de AIDS, ele decidiu fazer terapia para determinar por que sentia uma forte atração por outros homens. Ele ouviu de alguns psicólogos que nasceu assim e deveria simplesmente aceitar. Peters conseguiu o apoio que desejava e hoje é o diretor clínico do Instituto de Mudança de Orientação Sexual, em Beverly Hills, na Califórnia.

Ele lamenta que a maioria dos terapeutas são contrários a ideia de que alguém pode querer mudar sua orientação sexual e se neguem a ajudá-los. Com informações de Urban Christian News.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Comunidade associa pedofilia a Jesus e gera protestos

Página do Facebook mistura sexo com crianças com versículos bíblicos.

Comunidade associa pedofilia a Jesus e gera protestos
“Toda forma de amor merece respeito. O amor entre uma pessoa e uma criança é a forma mais pura e verdadeira de amor, pois é um amor livre de interesses, formado apenas pelo afeto entre os 2, ou mais. Também somos a favor da poligamia infantil”. Esses são os dizeres da página de Facebook de uma comunidade intitulada Pedossexuais Unidos.

Não é novidade que exista esse tipo de coisa na internet, mas o que parece ser um diferencial desse grupo é a associação da pratica da pedofilia com imagens de Jesus. São vários desenhos representado Cristo tocando crianças.

Embora tenha surgido esta semana, surpreendentemente, em poucas horas chegaram a 100 “curtidas”. Mas a página tem gerado revolta em vários usuários e, a julgar pelos comentários, irritado em especial os cristãos. Algumas de suas postagens trazem links para matérias de jornais sobre pedofilia. Celebra, por exemplo, o reconhecimento obtido em um tribunal pela Associação de Pedófilos da Holanda, sob argumento de “liberdade de expressão”

Também mostra diversas fotos e matérias sobre homofobia e casamento gay. Tudo isso intercalado por versículos bíblicos e questionamentos como “A legalização da união estável pedoafetiva levaria a proteção dos direitos das crianças que hoje ficam na marginalidade sem o amor dos pais. Como alguém pode ser contra isso?”.

Os cristãos se mostraram indignados nos comentários deixados na página. Vanessa Avellar escreveu “Desgraçado! Cita partes da Torá e coloca uma imagem de Yeshua com as crianças, incitando que ele tem a mesma doença que você! Infeliz filho do capeta!”. Enquanto o pastor luterano Luiz Paulo Geiger questiona “Associar Jesus com pedossexualidade?! Você estão loucos?”.

Há quem os condene ao inferno, mas também quem os defenda. Henrique Güntzel afirma “Não vai pro inferno não… Tu podes ver vários casos de pedofilia na Bíblia. Eles podem ir presos porque é ilegal, mas pro inferno acho difícil”.

A ativista cristã Camila Abadie é responsável pelo blog Encontrando Alegria. Ela tem feito campanha contra esse tipo de página. “Quando os cristãos deixam de ser o sal e a luz do mundo, denunciando as falácias e armadilhas do tempo em que vivem, não somente perdem a sua função como também condenam o mundo ao apodrecimento e às trevas. Coisas como essa tal de “pedossexualidade” (nome politicamente correto para pedofilia) são fruto disso, que uma época que aceitou a relativização moral e até a relativização lógica. Cheira a enxofre e a tudo que há de mais perverso. Se não formos capazes de lutar pelas nossas crianças, então, realmente, que se cumpra em nós as palavras de Jesus, “que sejamos lançados fora e pisados pelos homens”, dispara.

Denuncie

Quem quiser denunciar a página ao Facebook, pode acessar o link (fb.com/pedossexuaisunidos) na parte superior, à direita, ao lado do botão curtir, existe a opção “Mensagem” que ao ser clicada oferece a opção “Denunciar página”. Também é possível pedir que a página seja retirada do ar pela SaferNet. Basta clicar em www.safernet.org.br e depois em “pornografia infantil” e por fim colar o link da página no Facebook.

Causa estranheza que esse tipo de material permaneça na maior rede social do mundo enquanto um vídeo cristão foi sumariamente censurado pelo processo automatizado do Facebook. Foram preciso milhares de pedidos de cristãos para que o material voltasse ao ar.

Além de fazer apologia à pedofilia, a página faz declarações chocantes quando afirma ser a favor de todo tipo de amor, incluindo a "zoossexualidade": "Somos uma pagina com pedossexuais unidos, somos a favor de toda forma de amor, seja ela a zoossexualidade, homossexualidade. O amor não pode ser só entra homens e mulheres, diga não a opressão dessa sociedade patriarcal e machista!" 

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Pregadores cristãos são agredidos em evento do Orgulho Gay nos EUA

Eles hasteavam os seguintes cartazes: 'arrependa-se, ou então' e 'Jesus salva do pecado'

Dois pregadores cristãos foram agredidos em evento do Orgulho Gay, em Seattle, no estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos (EUA), no domingo (30). Eles foram para as ruas hasteando cartazes com os seguintes dizeres: “arrependa-se, ou então” [tradução do inglês: repent or else] e “Jesus salva do pecado” [tradução do inglês: Jesus saves from sin]. A multidão teria ficado revoltada quando um dos pregadores disse: “arrependa-se ou vá para o inferno”.

                                         (Foto: Reprodução/KOMO)
A violência contra dois pregadores, em parada do
Orgulho Gay em Seattle (EUA), foi registrada
em um vídeo.
Dois participantes deram socos e pontapés nos dois ativistas contra a homossexualidade. A violência foi registrada em um vídeo, que serve agora como prova do caso. Os agressores devem responder por agressão e contravenção.

Um dos suspeitos, Jason Queree, 36 anos, que aparece na gravação dando golpes no pregador de rua na parte de trás da cabeça, enquanto ele está no chão, já foi preso 29 vezes desde 1995.

Um dos pregadores, Ruben Israel, que é membro do grupo Bible Believers, afirma que é comum esse tipo de ataque. Ele lembra que manifestantes gays já tentaram incendiar uma Bíblia em Chicago e que, em outro caso, no estado americano do Novo México (NM), até a polícia foi atacada ao defender os pregadores. Ele disse que mais ataques físicos, como o de Settle, devem acontecer.

“Nós não somos inimigos [...] Isso não tem nada a ver com ódio e sim com compartilhar o Evangelho”, completa o cristão.

Ruben Israel reflete: “[A comunidade LGBT] acredita que eles têm a lei por trás deles. Se você não concordar com eles, você está errado. [...] Eles nos [evangélicos] atacam na presença da polícia e eles nos atacam na frente de uma câmera de vídeo”, conclui.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

PL 122 de cara nova: Marta Suplicy quer dar truque nos cristãos e privilégios aos gays, colunista da Veja comenta

O colunista da Veja, Reinaldo Azevedo, criticou nesta terça-feira o projeto de lei 122, conhecido como Lei Anti-Homofobia, que ganhou recentemente uma nova versão feita pela senadora Marta Suplicy (PT). O colunista aponta como o projeto ainda não resolve o problema com os religiosos, como contém também diversas inconstitucionalides que afetam todos os outros setores da sociedade.

                                                  (Foto: Divulgação)
Senadora Marta Suplicy (PT-SP) assume o Ministério 
da Cultura.
Segundo Reinaldo Azevedo, que expôs o projeto na íntegra em sua coluna, a nova versão quer dar um truque nas igrejas cristãs, que eram claramente perseguidas na primeira versão da proposta. O artigo 1º do projeto de lei propõe crimes resultantes de preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.

De acordo com o artigo 3º, a lei não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé. Entretanto, Reinaldo aponta que não existe uma base de definição do que seria considerado pacífico, sugerindo que isso ainda poderia resultar em violação à liberdade de expressão, a partir de uma conclusão subjetiva do termo.

“Quem decide isso? “Ah, é o juiz!” Certo! Com base em qual código, em qual receita, em qual bula? Ocorre que a agressão à liberdade religiosa, minimizada no texto do Senado, era apenas um dos problemas da lei. Os outros continuam”.

Mas não somente com os religiosos é a questão. Azevedo aponta que a versão nada mais é que um “coquetel de inconstitucionalidades”, colocando privilégios aos homossexuais em detrimento de todos os outros grupos da sociedade.

Como exemplos das inconstitucionalidades, Reinaldo Azevedo aponta para o artigo 2º, que define sexo como distinção entre homens e mulheres, orientação sexual, à heterossexualidade, homossexualidade ou bissexualidade; e identidade de gênero, à transexualidade e à travestilidade. Esta situação sugere que um homem travestido poderia então, compartilhar o banheiro feminino onde se encontra uma criança do sexo feminino.

Ou como aponta um outro artigo referente ao mercado de trabalho, em que se coloca as mesmas condições nos casos de preconceito, uma escola infantil não poderia negar que um homem travestido de mulher dê aulas para crianças. No caso de uma rejeição por preconceito à “travestilidade”, o "diretor da escolinha", poderia pegar até 3 anos de prisão.

Sobre mudanças no Código Penal, Reinaldo aponta que Marta Suplicy acrescentou ainda agravamentos das penas de crimes cometidos quando estes forem motivados por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero. Neste caso, se alguém, por exemplo, matar um homossexual, será crime mais grave do que matar um heterossexual.

“Tudo aquilo que já é crime passa a ser ‘ainda mais crime’ caso se acuse o criminoso de ter agido em razão do preconceito”, afirmou.

Nesta quarta-feira, uma manifestação em Brasília de evangélicos fará protestos contra esse projeto. A PL 122 tem sido amplamente criticada não somente por religiosos como por outros grupos do país, por infringir a liberdade religiosa e de expressão, além de dar privilégios à minoria LGBT em detrimento de outros setores da sociedade.

Evangélicos protestam pacificamente em frente ao Congresso

Deputado do PT critica manifestação de evangélicos

Evangélicos protestam pacificamente em frente ao
Congresso
Organizada para acontecer nesta quarta-feira (5), a partir das 15h, a manifestação pacífica de evangélicos em frente ao Congresso Nacional reuniu cerca de 50 mil pessoas. O pastor Silas Malafaia, criador do evento, divulgou que esperava cerca de 100 mil.

Com o objetivo de fazer uma “grande manifestação em defesa da família tradicional, da vida, da liberdade de expressão e religiosa”, centenas de líderes evangélicos estavam presentes, além dos cantores Thalles Roberto, André Valadão, Aline Barros, Eyshila, Nani Azevedo, David Quinlan, Cassiane e Bruna Karla.

Malafaia convocou: “Já que estão forçando a barra sobre o casamento gay, vamos a Brasília para dizer que estamos do outro lado. Não é um ato exclusivo para apoiar Marco Feliciano, mas para marcarmos nossa posição. Vamos dar a nossa resposta. Todas as lideranças evangélicas estarão presentes, assim como a bancada evangélica. Vai ter gente de todos os lados do Brasil”.

O movimento também contou com a presença de políticos da chamada “bancada evangélica”. O objetivo era retomar as manifestações como a de 2008, quando milhares de pessoas protestaram em frente ao Congresso contra projetos apoiados pela comunidade LGBT.

Um dos focos do ato, que ocorre poucos dias após a Parada Gay de São Paulo, é manifestar-se contra a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios de registro a reconhecer a união civil entre pessoas do mesmo sexo e celebrar o casamento homoafetivo.


Embora o PSC tenha pedido ao Supremo Tribunal Federal a derrubada da ordem, o recurso acabou arquivado pelo ministro Luiz Fux. Em entrevista ao site Congresso em Foco, o deputado João Campos (PSDB-GO), ex-presidente da Frente Parlamentar Evangélica, disse que setores do PT tentam colocar uma “mordaça na imprensa e nas religiões…. O Estado laico não é o religioso nem o antirreligioso. É o que garante a liberdade de crença”.

O deputado acredita que um dos principais problemas da união entre pessoas do mesmo sexo é a adoção de crianças. “A psicologia diz que o primeiro elemento que amplia a visão de mundo delas é a figura do pai. Há um prejuízo para a formação da criança”, asseverou

Curiosamente, ontem (4), o presidente do Senado, Renan Calheiros, anunciou, que o Projeto de Lei 122/06, o qual transforma homofobia em crime deve ter sua tramitação acelerada.

Falando em nome do governo, o deputado Domingos Dutra (PT-MA) reclamou da manifestação que seria apenas um protesto focando a presidente Dilma Rousseff. “Além de uma pauta conservadora, tenta expor sua força para amedrontar a presidenta Dilma, às vésperas do pleito eleitoral”.


Dutra criticou ainda as igrejas evangélicas que estão tirando fiéis da igreja católica usando “a mídia e o charlatanismo”. Citou ainda o exorcismo de uma pessoa na Igreja Universal do Reino de Deus, que, para ela, tratava-se de uma pessoa com fome. “E não tira [o demônio] de graça. Atrás dessas ações estão sempre presente o dízimo”. Com informações UOL e G1.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Nigéria aprova projeto de lei contra casamento gay


O parlamento da Nigéria aprovou nesta quinta-feira um projeto de lei que prevê penas de até 14 anos de prisão para quem se casar com uma pessoa do mesmo sexo, informou a agência de notícias estatal do país africano, NAN.

“O casamento ou a união civil entre pessoas do mesmo sexo não será formalizado em nenhum local de culto, seja igreja ou mesquita, nem em nenhum lugar da Nigéria”, diz o texto aprovado.

Além disso, a norma prevê uma sentença de 10 anos de prisão para “qualquer um que, direta ou indiretamente, mostrar em público relações amorosas com pessoas do mesmo sexo”, e para “qualquer pessoa ou grupo de pessoas que supervisione, presencie, proteja ou defenda a formalização de casamentos homossexuais na Nigéria”.

Ao apresentar o projeto de lei, o deputado nigeriano Albert Sam-Tsokwa disse que a intenção é buscar “objetivos de longo alcance” ao tornar ilegal o casamento homossexual e castigar os que estejam relacionados com a prática.

Em novembro de 2011, o Senado nigeriano aprovou um projeto de lei que estipulava as mesmas penas para quem estivesse envolvido nestes atos, mas com algumas diferenças menores em relação ao texto aprovado hoje pelos parlamentares.

As duas câmaras deverão agora colocar-se de acordo, através de um comitê conjunto, sobre o conteúdo final do projeto de lei que deverá ser enviado depois ao presidente da Nigéria para sua aprovação.

Extraído da Folha em 31/05/2013

Com informações: CACP.ORG

quarta-feira, 22 de maio de 2013

‘Ditadura gay’, diz Marisa Lobo em resposta à afirmação de sociólogo: ‘Heterossexualidade não é natural’

Depois da declaração de um sociólogo em artigo publicado pela Bol, de que a ‘heterossexualidade não é natural, é compulsória’, líderes evangélicos se levantaram para manifestar sua indignação. A psicóloga Marisa Lobo se pronunciou falando sobre a tática da ditadura gay de querer desconstruir a família tradicional e a heterossexualidade.

                                    (Foto:Reprodução/Twitter)
Psicóloga cristã Marisa Lobo.
Segundo Marisa Lobo, em sua coluna no Gospel Mais, essa ‘ditadura gay’ existe e está para “desconstruir a família tradicional e com isso afetar o cristianismo”. Marisa Lobo afirma que a sociedade está sendo pressionada por uma militância ideológica política de gênero (gay) com a ajuda da mídia e de políticos em busca de votos.

“Convencendo a população e a nós mesmos que nosso Deus é homofóbico, nossa Bíblia é homofóbica, nós cristãos somos homofóbicos, e com a ajuda de nossa omissão, nossa hipocrisia, falta de conhecimento e humildade em reconhecer aqueles que ajudam e enfrentam essas causas.”

No artigo da Bol, o professor do departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Richard Miskolci diz: "Todos têm essa possibilidade de se relacionar com o mesmo sexo, mas, no processo de socialização, as pessoas podem perdê-la. Desde crianças somos adestrados. Heterossexualidade não é algo natural, hoje sabemos que ela é compulsória".

A psicóloga cristã esclarece que essa tentantiva de desconstrução de Deus e da família vem através da prática de teorias como a Teoria Queer (teoria da desconstrução), Gênero Neutro e heteronormatividade. Além disso o ateísmo, relativismo social, educação, leis, política, agenda internacional, auxiliam a instituir a homofobia (lei da mordaça).

Marisa Lobo diz que seu papel e dos cristãos frente a isso é de denunciar e não se omitir, cobrar de deputados mais foco nas causas da família, porque “Jesus não foi omisso conosco”.

"E eu não sei você, vou fazer a minha parte, denunciar, palestrar, escrever, alertar, gostem ou não do que vem acontecendo, vou cobrar de nossos deputados mais foco, nas causas da família, ainda que não gostem ainda que sejamos taxados de oportunistas, não importa faça sua parte, ou melhor vá além."

Ela faz crítica àqueles que são omissos e ao mesmo tempo apela para que a igreja ajude a lutar contra essa ditadura.

“Muitos pastores ausentes, fechados em seus problemas internos de suas igrejas, dizendo: ‘Estamos orando’; ‘Deus proverá’; ‘é mister que isso ocorra’… Quando chamamos atenção para a perseguição que está acontecendo no mundo das ideias, estes, tem seus discursos alienados prontos!”

De acordo com ela, tais líderes transformaram a força da palavra de Deus em ‘chavões’ e desculpas para a covardia e desinteresse em lutar pelas causas do Evangelho.

“É necessário que entendamos que, a luta com os demônios é guerra no mundo espiritual. Os demônios são seres espirituais com personalidade e inteligência”, explicou.

“O crente para atuar nessa área precisa estar devidamente revestido de poder, e estar dotado de fé suficiente para esse trabalho. Transportando para o mundo natural, o crente precisa ter conhecimento, cultura, sabedoria natural e ao mesmo tempo, oração, jejum e ação para poder agir no mundo natural”.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Lanna Holder diz que tentou tudo para deixar de ser lésbica e não conseguiu

Hoje ela lidera uma igreja inclusiva e prega que a homossexualidade não é condenada por Deus.

Lanna Holder diz que tentou tudo para deixar de ser lésbica
Em entrevista ao site Vírgula Lifestyle, Lanna Holder e Rosania Rocha contaram como se conheceram, se apaixonaram e como foi que criaram a Comunidade Cidade Refúgio, uma igreja inclusiva, que aceita a homossexualidade.

Lanna se tornou uma missionária muito conhecida no Brasil por pregar testemunhando a “cura” da homossexualidade, mas no fundo, segundo ela, sabia que ainda tinha desejo por mulheres. “Eu nunca vivenciei nenhum processo de cura, mesmo assim segui numa busca constante para deixar de ser lésbica”, disse.

“Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica: quebra de maldição, cura interior, desligamento de alma, quebra de vínculo. Depois de tudo, minha orientação sexual não mudou e então cheguei à conclusão de que fazia parte da minha natureza”.

Rosania também falou com a reportagem comentando que Lanna foi sua primeira experiência homossexual. Hoje elas vivem casadas e acreditam que a orientação sexual não é algo condenado por Deus.

Sobre a diferença entre a Cidade Refúgio e outras igrejas evangélicas, Lanna explica que elas não interpretam os versículos bíblicos que condenam a homossexualidade da forma como as outras igrejas, incluindo a Católica, interpretam.

“A Bíblia do gay é a mesma do hétero, a única diferença é que interpretamos diferente a questão da homossexualidade”, disse.

Silas Malafaia e Marco Feliciano


A repórter do site Vírgula, aproveitou o momento para questionar o que Lanna Holder e Rosania Rocha pensam a respeito de dois pastores polêmicos quando o assunto é homossexualidade: Silas Malafaia e Marco Feliciano.

Sobre o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo Lanna Holder diz que lamenta a forma como ele fala a respeito da homossexualidade, pois isso tem afastado os homossexuais das igrejas. “Ele tem um discurso prepotente de dono da verdade e usa de muita ira para se referir aos gays. Lamentamos muito isso, porque o Silas Malafaia afasta todos os gays da igreja, pois eles acabam achando que todos os pastores pensam dessa forma”.

Ela que se declara pastora também diz que grande parte das igrejas não concorda com o posicionamento de Malafaia e ainda envia um recado para ele: “Pregue a palavra de Deus, Malafaia! Pare de fazer polêmica!”

Sobre o deputado Feliciano quem comenta é Rosania, que critica as atitudes do pastor. “A única coisa que temos a dizer ao Feliciano é: “cresça”! Ele é uma pessoa narcisista e tudo o que ele faz é para ganhar holofotes. Infelizmente ele está conseguindo isso da pior maneira possível”.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 30 de abril de 2013

Evangélicos e católicos fazem campanha pela liberdade de expressão no Facebook: 'Gays não aceitam receber críticas', diz professor de direito

A liberdade de expressão vem sendo debatida entre ativistas gays e grupos cristãos de evangélicos e católicos, especialmente seguindo o caso de Marco Feliciano, que virou alvo de protestos de ativistas gays por suas opiniões e crenças contra o homossexualismo. Diversos líderes cristãos estão agora buscando defender sua liberdade de expressão e religião usando as redes sociais como meio de divulgação de campanhas.

                                                                                   (Foto:Reprodução/Facebook)
Imagem viral que circula no Facebook defendendo a 
liberdade de expressão dos cristãos.
Em prol da liberdade de expressão, uma imagem com a foto de uma Bíblia com a frase “Pregar o que a Bíblia fala – Homofobia”, começou a circular e ser compartilhada entre os cristãos. A frase refere-se ao fato de ativistas gays terem tentado tornar a opinião e crença contra o homossexualismo crime, com suas alegações de incentivo à homofobia. Há a comparação com um grupo de gays fantasiados de Jesus e a declaração “Blasfemar sobre os símbolos cristãos – Liberdade de Expressão”, referindo-se aos ataques contra símbolos cristãos, respaldados na 'liberdade de expressão'. O viral compartilhado pela fanpage Crentes Assembleianos tem mais de 12 mil compartilhamentos.

“E não entrando na questão de defesa religiosa, outra coisa que os gays não aceitam é receber crítica ao comportamento deles. Isso é direito, desde que eu não ofenda a pessoa posso criticar o comportamento dela. Homossexualismo é um comportamento, posso criticar esse comportamento à vontade segundo a nossa constituição. Mas não, eles não aceitam receber críticas, então dizem que é homofobia”, postou como comentário o usuário da rede social Samuel Thierry Menezes.

O pastor, professor de Direito e oficial de justiça Gesiel de Souza Oliveira falou ao 'The Christian Post' por e-mail sobre esse caso. “Chamar alguém de homofóbico por sua opinião contrária é desvirtuar e fazer um pré-julgamento superficial, simplório e tendencioso ao erro, sobre o sentido real desses termos. É desrespeitar a Constituição Federal, é ferir de morte a liberdade de expressão e crença religiosa”, explicou.

“Os ativistas gays acusam os evangélicos de violentos e intolerantes, mas os registros mostram que nunca houve uma única vez, onde um cristão, praticante e evangélico, atacou ou foi violento contra um gay ou contra um afrodescendente. Não há registro, e isso é fato!”, fala sobre a suposta homofobia cristã.

Ele critica a minoria homossexual e a polêmica da causa gay e seus ativistas.“Uma minoria impositiva, intolerante e sem diálogo e que agora essa discussão transborda dos limites do congresso e passa às ruas”, disse Gesiel.

“Recentemente vimos atos intolerantes que levaram um grupo a interromper um culto evangélico. Observe que isso caracteriza crime previsto no Código Penal. Eles se autoproclamam ‘tolerantes’, mas isso é uma máscara que caiu com as recentes manifestações mostrando um ativista gay que agrediu um repórter que tentava filmar um grupo de ativistas que faziam uma manifestação intolerante na porta da igreja do pastor Marco Feliciano, a ponto de impedir que o pastor e suas filhas tivessem segurança suficiente”, complementou.

Gesiel condena a ação citando o Artigo 208 do Código Penal Brasileiro, que fala sobre os casos de ‘Ultraje a Culto e Impedimento ou Perturbação de Ato a Ele Relativo’. “E a pergunta que fazemos: o que tem a ver o culto em sua igreja com as suas atividades como presidente da CDHM? Por que cometer o crime de 'Ultraje a Culto e Impedimento ou Perturbação de Ato a Ele Relativo'”, comenta.

O pastor faz uma comparação entre a Marcha pra Jesus e a Parada Gay. “Em São Paulo a ‘Marcha para Jesus’ que reuniu em 2012 mais de 5 milhões de evangélicos, não houve registro de nenhuma agressão, morte e até a própria polícia mobilizou um número de viaturas pequeno para esse evento, por historicamente ser pacífico. Agora vejamos a “’Parada Gay’só em São Paulo, que reuniu 270 mil pessoas, houveram inúmeras ocorrências de violência, agressões, atentado ao pudor, uso de drogas, lesões corporais, desacatos, furtos, roubos, atos obscenos e até um homicídio em 2009, dentre outros tantos ilícitos”, disse ao CP.

O pastor Gesiel de Souza Oliveira, 35 anos, é escritor e professor de faculdades de Ciências Jurídicas, nas áreas de Direito Penal, Direito Processual Penal e Legislação Penal Especial. Ele também ministra aulas na Escola de Educação Teológica das Assembleias de Deus do Brasil.

Na área de Direito ele atua como Oficial de Justiça no Amapá e é presidente da Associação dos Oficiais Justiça (AP-AOJAP). Ele também é pastor vice-presidente da segunda maior igreja evangélica do Amapá, a Assembleia de Deus Zona Norte de Macapá (ADZN), e presidente da Convenção Estadual da ADZN.

Fonte: The Christian Post

terça-feira, 23 de abril de 2013

Manifestantes contra o casamento gay na França realizam protesto em Paris

Mesmo com a aprovação praticamente certa, os opositores não desistem e realizam diversos protestos

O casamento homo-afetivo e a adoção por casais do mesmo sexo têm causado muita discussão na França e dividindo opiniões. Entre 30 e 50 mil pessoas contrárias ao casamento gay marcharam neste domingo (21) pelas ruas de Paris, com bandeiras nas cores rosa e azul, em protesto contra lei que permitirá a união homo-afetiva e a adoção de crianças por esses casais na França.

                                      REUTERS/Jacky Naegelen
Manifestantes realizam protesto em Paris contra
casamento gay
Segundo pesquisa do instituto BVA, 58% da população francesa se declaram favoráveis ao casamento gay. A manifestação foi organizada em última hora com intuito de se anteciparem a aprovação da lei que está prevista para esta terça-feira (22). Na ocasião do protesto, os manifestantes gritavam que não queriam aquela lei e seguravam uma faixa escrita “Tudo nasceu de uma mãe e um pai".

Segundo a Reuters Brasil, a aprovação da lei foi agilizada com o objetivo do governo evitar uma outra grande manifestação, que já estava programada para acontecer no final de abril. Mesmo com a aprovação praticamente garantida, os opositores do casamento gay não desistem e realizam diversos protestos.

A passeata deste domingo foi uma entre outros tantos protestos que estão sendo realizados em meses no País e que, segundo a Reuters, tem conseguido manchar a principal proposta de reforma social do presidente da França, François Hollande.

No último dia 24 de março, outra manifestação contra o casamento entre homossexuais reuniu cerca de 300 mil pessoas, segundo dados da polícia. Os organizadores prometem, que mesmo com a aprovação do casamento gay, já marcaram uma outra grande passeata para o dia 26 de maio em Paris.

"Nós avisamos o presidente em novembro que não desistiríamos e que faríamos de tudo para evitar que esta lei fosse aprovada, ou para revogá-la se for aprovada", contou um dos organizadores da manifestação, Alberic Dumon, à Reuters.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Cristã, mãe de Daniela Mercury é contra casamento gay

Relacionamento gay de cantora foi um dos assuntos da semana

Cristã, mãe de Daniela Mercury é contra casamento gay
Dona Liana Mercury, mãe de Daniela Mercury, é uma pessoa comprometida com sua igreja e vice-reitora da Universidade Católica de Salvador. Ano passado, ela e o esposo, Antônio Abreu, celebraram seus 50 anos de união com uma cerimônia religiosa.

Ela não está muito feliz com a união da filha com a jornalista Malu Verçosa, assumida publicamente na semana passada, assunto que rendeu capa da revista Veja e reportagem especial no Fantástico. A cantora se separou do empresário italiano Marco Scabia no fim do ano passado. Liana não fala com a imprensa, mas teria ficado mais chateada ainda com a exposição que a cantora fez ao revelar seu relacionamento nas redes sociais.

Embora o Vaticano condene o casamento gay, Daniela Mercury diz que ela e a companheira são muito católicas e resolveram fazer orações na igreja Sacré-Coeur. “Colocamos as alianças e fomos à Sacré-Coeur, já que somos as duas católicas. Fomos fazer nossas orações e pedir proteção.”

De acordo com um jornal carioca, Malu não é a primeira namorada de Daniela. Embora Liana não aprove a relação, seu pai, Antônio Abreu, está se mantendo neutro: “Por favor, infelizmente não posso dizer absolutamente nada, não posso dar declarações”. Os filhos da cantora, no entanto, estariam apoiando a mãe.

Ao decidir assumir o relacionamento, Daniela fez criticas ao deputado Marco Feliciano “Claro que esse contexto político, a inadequação desse deputado ao posto, tudo isso me deu força. Mas eu acho que, quanto mais se falar das relações homossexuais, mais elas vão se tornar naturais para as outras pessoas”. Com informações de O Povo e Folha de São Paulo.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 2 de abril de 2013

Cidade do Ceará realiza malhação do Judas com boneco de Silas Malafaia

O pastor recebeu mais votos que o senador Renan Calheiros por ser considerado

(Foto: Michel Dantas/Agência Miséria)
Um boneco de 3 metros foi confeccionado na cidade de Crato, no Ceará, com a imagem do pastor Silas Malafaia para ser malhado como Judas diante da população.

O pastor assembleiano foi o “vencedor” da eleição que decidiu qual personalidade merecia ser usada na tradicional malhação do Judas de Crato.

Silas Malafaia teve 4.300, o senador Renan Calheiros ficou em segundo lugar com 3.817 votos e as drogas com 1.804 votos. A votação serve, de acordo com a tradição da cidade, como uma forma educativa de ensinar sobre a democracia.

O evento recebe o nome de Festa Popular da Malhação do Judas e é realizado há 13 anos pela Sociedade Cariri de Artes que coloca o boneco a ser malhado em uma carroça passando pelos principais pontos do município.

(Foto: Michel Dantas/Agência Miséria)

Malafaia foi votado por ser considerado como “pastor homofóbico” já que faz declarações contrárias a união entre pessoas do mesmo sexo.

O boneco foi malhado diante de 8 mil pessoas neste domingo de Páscoa, 31 de março, e logo após a explosão do boneco representando o pastor aconteceu apresentações de bandas locais. Com informações de Miséria.
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 22 de março de 2013

Rachel Sheherazade comenta manifestações contra Marco Feliciano

Rachel Sheherazade defendeu que as opiniões pessoais do deputado evangélico não podem ser confundidas com suas ações de parlamentar

Rachel Sheherazade comenta manifestações contra Marco Feliciano
Ao comentar a notícia sobre os protestos que aconteceram nesta quarta-feira (20) durante a segunda sessão da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), a jornalista Rachel Sheherazade defendeu a liberdade religiosa e de pensamento, como a própria Constituição Federal garante aos brasileiros.

A apresentadora do SBT Brasil lembrou que a democracia garante tais direitos e que mesmo sendo o Brasil um estado laico, a liberdade de crença é dada ao cidadão e por isso deve ser respeitada.

“Por mais polêmicas que sejam suas opiniões pessoais, não se pode confundir pastor com o parlamentar. Aliás, para ser um parlamentar é preciso primeiro respeitar o voto e aceitar seus resultados que nem sempre agradam a todos”, disse.

Ao finalizar sua opinião sobre a polêmica, a jornalista ainda afirma: “Quem não estiver preparado para a democracia, que renuncie a ela”, encerra Raquel.

No mesmo dia que manifestantes lotaram a sala da Câmara onde acontecia a sessão presidida por Marco Feliciano, os deputados que não concordaram com sua eleição apresentaram a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos como forma de protesto contra a eleição do deputado evangélico.

Assista:

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 11 de março de 2013

Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano

“Repudio qualquer ato de violência e rogo a oração das igrejas para que tenhamos paz”, disse o pastor.

Ativistas gays tumultuam culto e tentam agredir Marco Feliciano
Neste domingo (10) o Pastor Marco Feliciano, deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) que tem enfrentado duras críticas de movimentos gays por assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) denunciou através de seu site pessoal uma tentativa de agressão durante um evento na igreja Catedral do Avivamento em Franca, interior de São Paulo.

Movimentos LGBT organizaram uma manifestação na igreja ao qual Feliciano preside e tentaram invadir o local para constranger o parlamentar a desistir de sua vaga como presidente da CDHM. De acordo com relatos os ativistas tentaram agredir o pastor e pronunciavam palavras de baixo calão.

“Não se contentando o movimento começou a ofender com palavras de baixo calão, ameaças de violência e depredação. Feliciano estava acompanhado de sua família, inclusive com suas filhas pequenas que choraram muito quando os manifestantes atacaram o carro onde estavam”, relatou a assessoria.

Após o tumulto o pastor teve que ser escoltado até seu carro, devido às tentativas de agressões por parte dos ativistas que são contra sua liderança no colegiado. Feliciano disse que denunciará as ameaças a Polícia Federal e solicitará proteção policial ao Governo.

“Já estou com um dossiê pra entregar a policia Federal com dezenas de páginas impressas com ameaças de morte. Me ajudem em oração!”, publicou o parlamentar em sua conta no Twitter.

Hackers tentam invadir site e redes sociais

Feliciano também denunciou as diversas tentativas de invadir seu site e suas contas nas redes sociais. O parlamentar afirmou que apresentará um dossiê a PF pedindo investigação, além de denunciar as tentativas de retirar sua fanpage do Facebook do ar. O deputado quer saber quem esta por trás desta mobilização e de onde saíram os recursos financeiros.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 1 de março de 2013

Ativista católico afirma que papa renunciou por ser gay

Acusações de blogueiro foram reproduzidas por vários veículos de imprensa.

Ativista católico afirma que papa renunciou 
por ser gay
Um conhecido ativista gay católico causou furor ao afirmar que o papa Bento 16 pode ter renunciado por ser gay.

O motivo da especulação é o anúncio de que Bento XVI continuará vivendo no Vaticano com seu secretário de confiança, Dom Georg Gaenswein. O ativista e blogueiro Andrew Sullivan escreveu um post intitulado “Dois Papas, um secretário”, onde especula que Ratzinger, 85, pode ter uma relação “estranha” com Gaenswein, de 56.

Apelidado de “Georg lindo” pela imprensa italiana, o secretário recentemente foi destaque na capa da Vogue italiana e a revista Vanity Fair, publicou uma matéria sobre ele com o “Padre Georg – Não é pecado ser bonito”.

Para Sullivan, “parece bastante óbvio” que “o atual papa é gay”, ainda que um que não tem “explorado a sua sexualidade, ou violado suas próprias críticas sobre o assunto.” O ativista pelos direitos LGBTS dentro da Igreja Católica cita ainda parte do material presente no livro “The Pope Is Not Gay” [O Papa não é gay], escrito por Angelo Quattrocchi, em 2010, que já rebatia esse tipo de insinuação.

Usando trechos de entrevistas antigas de Gänswein, o blogueiro faz várias afirmações fortes, ligando a renúncia do papa a este “segredo” do Vaticano. Aparentemente, o secretário passa mais de 12 horas por dia ao lado do papa e confessa que seu coração ainda “bate mais forte” quando vê o pontífice. Sullivan ainda questiona porque Bento 16 embora se pronuncie contra o casamento gay não tomou as medidas prometidas para punir os sacerdotes envolvidos em escândalos de pedofilia.

O material de Sullivan foi reproduzido em diferentes sites da internet e jornais de grande circulação, incluindo o Huffington Post, considerado o blog mais influente do mundo. Seu argumento mais forte é a matéria do influente jornal italiano La Repubblica, que liga a renúncia do papa a um documento incriminador que fala da força de um “lobby gay” junto ao Vaticano. Também denunciou uma “rede subterrânea gay que organiza encontros sexuais de sacerdotes católicos em vários pontos de Roma e da Cidade do Vaticano”.

As acusações foram publicamente negadas pelo Vaticano, mas a história mostra que esse tipo de acusação contra os papas não é nova. Segundo alguns livros sobre a vida dos papas, Paulo II (1464-1471), Sisto IV (1471-1484), Leão X (1513-1521) e Júlio III (1550-1555) também viveram sob esse tipo de suspeita. Com informações de Huffington Post e Andrew Sullivan.

Fonte: Gospel Prime

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