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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Projeto lança “Bíblia indestrutível”

Forever Bible pretende ser a única Bíblia que alguém precisa comprar na vida

Projeto lança "Bíblia indestrutível"
Toda Bíblia um dia chega ao fim. Existem cerca de seis bilhões de cópias em circulação no mundo e todas estão com os dias contados! Esse é o argumento principal dos criadores da Forever Bible [Bíblia que dura para sempre]. Seus criadores afirmam que ela é resistente à sujeira, desgastes, rasgões e à prova de água. Porém, não é à prova de fogo.

Conforme seus idealizadores, é uma “Bíblia para a vida toda” que “literalmente anda sobre as águas”. Usando uma tecnologia inovadora, é impressa em um tipo de papel que não vem das árvores. Elaborada com nanotecnologia, é cerca de 24 vezes mais resistente que o papel “comum”, pode se escrever nela, sendo tão leve quanto qualquer outra Bíblia do mesmo tamanho.

Lançada através do sistema de arrecadação crowdfounding, sua página no Kickstarter arrecadou milhares de dólares em poucos dias, mostrando que pode ser um sucesso de vendas. Infelizmente, a Sociedade Bíblica Americana está tentando impedir sua venda, alegando que eles não têm autorização para imprimir exemplares com o texto Sagrado.


Segundo a página oficial, a Bíblia pode ser encomendada com três projetos de capa diferentes. Por enquanto está disponível só em inglês, nas versões King James (KJV), New International Version (NIV) e English Standard Version (ESV). O maior argumento para vendas é que muitas vezes a Bíblia pessoal fica exposta a acidentes, como o derramar de refrigerante, suco, café, sorvete ou molhar por causa de uma chuva ou ao cair em piscina.


Os preços variam entre 40 e 60 dólares e uma nota oficial no site explica que o projeto tem uma proposta missionária. A cada exemplar vendido, uma Bíblia será doada a um campo missionário onde evangelistas estão expostos a dificuldades e precisam de uma Bíblia mais resistente. A nota diz ainda que o objetivo não é o lucro, “só queremos espalhar a Palavra de Deus”, finaliza o material assinado por The Forever Team. Com informações de The Blaze e Christian Today

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Equipes cristãs de socorro ajudam vítimas do maior tufão da história

Tufão atinge Filipinas e deixa mais de 1200 mortos.

Equipes cristãs de socorro ajudam vítimas do maior
tufão da história
Considerado o tufão mais forte da história, deixou ao menos 1200 pessoas mortas nas Filipinas neste final de semana. Chamado de “supertufão Haiyan”, seus ventos atingiram a terra a mais de 300 quilômetros por hora e gerou ondas de mais de 5 metros de altura.

O rastro de destruição pode ser visto no sudeste asiático, derrubando até os edifícios mais altos e arrasando a região central das Filipinas. São cerca de 1,2 milhão de pessoas afetadas nas ilhas centrais das Filipinas e mais 600 mil no Vietnã. A Cruz Vermelha estima que o número total de mortos pode passar de 10 mil, incluindo vítimas de afogamento, deslizamentos de terra e desmoronamentos de casas e edifícios.

Aos poucos as pessoas estão voltando para casa, mas muitas encontram apenas escombros onde ficavam os seus lares. A ONG cristã Visão Mundial enviou todos os voluntários disponíveis para a região formada pelas várias ilhas que formam a nação filipina.

Eles trabalharão ao lado da Cruz Vermelha, oferecendo além da Palavra de Deus, kits de higiene básica e abrigos de emergência para os sobreviventes. A chamada equipe de resposta a desastres é formada por estrangeiros e 37 filipinos que tiveram suas próprias casas atingidas pelo desastre natural.

Eles estão em Leyete, uma das ilhas mais afetadas. Erna Tupaz, membro da equipe da Visão Mundial, explica: “O tufão destruiu totalmente a nossa casa. Estamos vivendo com os vizinhos agora. Não posso fazer nada além de orar…”

Um dos especialistas em emergências da Visão Mundial, Aaron Aspi, relata: “Foi como acordar de um pesadelo. Fiquei a noite toda em um quarto com apenas uma vela ao meu lado, tudo estava escuro como breu. A esperança parece ter chegado apenas com os primeiros raios de sol da manhã”. Ela trabalha agora com Meldred Matol, uma das primeiras voluntárias da “força-tarefa de emergência” que chegou ao local para avaliar os danos. “Como trabalhadores humanitários precisamos realmente nos concentrar, mesmo sabendo que nossas famílias também foram afetadas. Espero que Deus nos dê forças para enfrentar o que vimos quando chegamos lá”.


A ONG britânica Christian Aid [Ajuda Cristã] também está na região, ajudando escolas e igrejas a se tornarem abrigos para os que ficaram sem casa “A escala e a magnitude desse desastre ultrapassa todas as medidas de contingência a que estamos acostumados”, explica Javier Alwynn.

Um dos líderes da Christian Aid no local, Javier conta que foram enviadas três equipes de socorro formadas por voluntários e missionários. A ONG está fazendo uma campanha de oração pelas Filipinas e coletando ofertas especiais em sua página na internet para oferecer cobertores e água potável às vítimas nos próximos dias. Também precisam levar geradores ao local, já que não há eletricidade na ilha. Com informações NY Times, Christian AID e Christian Today.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Pastor Saeed Abedini é transferido para pior prisão do Irã

Abedini está no mesmo pavilhão que os condenados por crimes como estupro e assassinato.

Saeed Abedini é transferido para pior prisão do Irã
O pastor iraniano de nascimento Saeed Abedini naturalizou-se americano, mas constantemente fazia viagens missionárias ao seu país natal. Desde setembro de 2012 ele está preso no Irã por causa de sua fé cristã. Inicialmente, sua pena é de oito anos.

É constantemente torturado e forçado a negar Jesus. Conforme as notícias mais recentes ele está muito doente. No início deste mês, foi transferido da prisão de Evin, em Teerã, para a prisão Rajai Shahr em Karaj, 20 km a oeste da capital.

A fama dessa prisão é de ser a pior do Irã. “Ir para Karaj é uma punição severa”, afirmou Loes Bijnen, um diplomata holandês que vive no país. “Lá dentro você não é mais um ser humano. Fica fora do alcance de todos, incluindo ativistas de direitos humanos e a imprensa. Assassinatos ou mortes inexplicáveis ​​ocorrem com frequência”.

Parentes do pastor tentaram visitá-lo nesta segunda-feira, mas foram informados que isso não é permitido na nova prisão. Abedini está no mesmo pavilhão que os condenados por crimes como estupro e assassinato.

Jordan Sekulow, diretor executivo do Centro Americano para Lei e Justiça, contesta: “A mudança para esta prisão é muito preocupante. Só pode ser visto como um movimento que coloca a vida do Pastor Saeed seriamente em risco”.

Em uma das cartas que conseguiu enviar da prisão, narrou o que estava vivendo em Evin, ressaltando que só sairá vivo da cadeia se negar a Cristo. Mas assevera: “eles nunca vão ouvir isso de mim”.

Embora haja um amplo apoio nos EUA para a libertação de Abedini, Sekulow diz que o presidente Barack Obama precisa se posicionar e dar passos claros para salvar sua vida. No Brasil, o deputado pastor Marco Feliciano pediu uma posição do governo brasileiro sobre o caso. Com informações de Religion Today.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Pastor da Igreja Mundial em Moçambique é atacado por muçulmanos

Ele está internado em um hospital na cidade de Beira

Pastor da Igreja Mundial em Moçambique é
atacado por muçulmanos
Homens armados atacaram um comboio de 20 carros de evangélicos na cidade de Muxungue, em Moçambique, no último dia 29. O atentado acabou atingindo um brasileiro pastor da Igreja Mundial do Poder de Deus.

O pastor Itamar Fernandes, brasileiro da Missão Internacional de Evangelização para o Interior da África está ajudando o missionário que foi baleado e precisou passar por duas operações para tirar os estilhaços da bala.

O ataque foi realizado pelo grupo opositor Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) que não aceita o tratado de paz assinado em 1992 com o governo, o que pode resultar em mais uma guerra civil.

“Estamos preocupados, mas sabemos que a população não quer uma guerra”, disse o pastor Fernandes para a Folha de São Paulo.

Os conflitos estão se espalhando pelas cidades e preocupado o governo e a população de Moçambique. Na última quinta-feira (30) milhares de moçambicanos protestaram em Maputo e em outras duas cidades contra a ameaça de um conflito armado.

O grupo de evangélicos estava seguindo para um evento religioso na capital Moçambique quando o grupo de homens fortemente armados atingiu um dos carros do comboio.

Os brasileiros que estão em missão no interior do país estão sendo orientados por Fernandes a se mudarem para as cidades. “Mas não é seguro fazer isso agora, há ataques, e muitas vezes não dá mais para sair”, disse.

O pastor atacado se chama Admilson e é casado com uma sul-africana. Com informações da Folha de SP.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Missionária brasileira comenta situação atual na Síria

Muitos não apoiam Bashar al-Assad e também não estão satisfeitos com a ação dos rebeldes

Missionária brasileira comenta situação atual na Síria
Raquel Elana, 40 anos, é uma missionária brasileira que está há seis meses na Jordânia ajudando refugiados que deixaram a Síria, país vizinho, tentando fugir da guerra civil que já deixou mais de 100 mil mortos.

Ela tem atuado no maior campo de refugiados, são 120 mil sírios que encontraram abrigo em Zaatari. “Eu atendia cerca de cem famílias por mês, fornecendo cestas básicas, remédios e conforto espiritual”, disse ela ao Portas Abertas.

Muitas ONGs e instituições assistencialistas prestam apoio aos campos de refugiados da Jordânia, mas a quantidade de pessoas acaba impedindo que todas sejam atendidas. “Dentro do campo há várias organizações não governamentais, mas, mesmo com a ajuda, muitos saem de lá porque vivem sem ter o que comer ou o que vestir”, disse a missionária.

A ONU (Organização das Nações Unidas) diz que pelo menos 30% dos mais de dois milhões de sírios estão se refugiando em campos, encontrando uma vida bem difícil nos países vizinhos.

A Jordânia, assim como a Síria, é um país predominantemente muçulmano, Raquel explica que ali ela está como voluntária e não como missionária. “Eles pensam que nosso objetivo é a conversão, o que não é verdade”, esclarece.

Sírios e jordanianos aprenderam a viver com o medo, mas nenhum deles querem a guerra, pelo contrário, boa parte não apoia Bashar al-Assad, porém evita receber ajuda dos rebeldes. A missionária brasileira diz que muitos dos refugiados estão depressivos. “O povo chora muito pela destruição da Síria. Estão revoltados com os dois lados”.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Guerra na Síria resulta na conversão de milhares de muçulmanos a Jesus

Em meio à tristeza pelos mortos, a esperança na vida eterna se fortalece

Guerra na Síria resulta na conversão de milhares
 de muçulmanos a Jesus
A guerra civil na Síria matou mais de cem mil pessoas desde seu início, em março de 2011. Também fez com que quase dois milhões fugissem do país, refugiando-se nos países vizinhos. Algumas agências humanitárias acreditam que o uso de armas químicas na semana passada pode ser um divisor de águas. Ou as Nações Unidas intervêm e põem um fim ao conflito ou o número de refugiados sairá de controle.

Em média, cerca de 3000 refugiados saem diariamente pelas fronteiras da Síria. Entre as agências de socorro, existem ministérios cristãos que estão trabalhando para aliviar o sofrimento dos sírios. A rede cristã CBN visitou o trabalho no Vale de Bekaa, no Líbano, onde se concentra a ONG evangélica “Coração pelo Líbano”. Ali existe uma liberdade religiosa impensável para os que fugiram para o também vizinho Iraque.

Embora o foco sempre foi a evangelização de libaneses muçulmanos, nos últimos 18 meses eles se voltaram inteiramente para anunciar a esperança cristã para os sírios. Citada na Bíblia como um dos inimigos de Israel, hoje os seguidores de Jesus são menos de 10% dos 22 milhões de habitantes da Síria. Ela figura entre os 10 países que mais perseguem os cristãos no Oriente Médio, segundo a avaliação anual do ministério Portas Abertas.

                                         

A ONU relata que 650 mil refugiados sírios vivem hoje no Líbano. Isso significa que uma em cada seis pessoas no país é um refugiado sírio. Obviamente, isso causa imensos problemas sociais. Se não fosse a intervenção de organizações como a “Coração pelo Líbano”, eles já teriam morrido de fome ou sede. Alguns chegaram lá apenas com a roupa do corpo. Na Jordânia eles são 515 mil, número que equivale a quase 10% da população.

Esta é a pior crise humanitária no mundo de hoje. Ninguém sabe quanto tempo a guerra ainda irá demorar e todos os refugiados querem voltar para casa e saber notícias dos seus familiares e amigos que ficaram para trás.

Em meio à tristeza pelos milhares de mortos e feridos, a esperança na vida eterna se fortalece. As agências cristãs têm oferecido ajuda material, emocional e, acima de tudo, espiritual. Os muçulmanos estão ouvindo o evangelho livremente, alguns pela primeira vez na vida. São muitos os testemunhos de conversões.

Fátima é uma menina tímida de dez anos de idade. Atualmente vive em uma barraca com as duas esposas de seu pai, e os 15 membros de sua família. Nawal, missionário da Coração pelo Líbano explica: “Fátima ganhou mais confiança. Ela fala com seus amigos e professores com mais facilidade e sabe que Deus a ama incondicionalmente. Sua fé em Deus ajudou-a a confiar em suas próprias habilidades e fez com que viesse a superar as adversidades”.

Mohssen, de seis anos, é um dos estudantes que recebem alimentos doados pelos missionários. Além de aprender a ler e escrever, também ouve diariamente histórias bíblicas. Sua mãe diz que ele mudou muito.

Esses são apenas alguns exemplos dentre as crianças sírias que têm aprendido músicas, jogos e ouvido lições bíblicas. As famílias atendidas pelos missionários são gratas pela alimentação recebida, mas os adultos são mais resistentes ao ouvir falar de outra religião além do islamismo.

Mesmo assim, mais de 25 mil Bíblias e 15 mil Novos Testamentos foram distribuídos aos interessados este ano, divulgou a Christian Aid, outra missão cristã que trabalha junto aos refugiados. Além disso, todos têm aceitado as orações feitas em nome de Jesus, que para os muçulmanos é um importante profeta. Esse tipo de trabalho seria impossível na Síria em outros tempos. Uma das maiores preocupações é discipular os milhares de novos convertidos para que eles se mantenham firmes após voltarem para casa com o fim da guerra.

Contudo, a longa duração do conflito tem deixado as missões preocupadas. Muitas delas estão no limite, já tendo investido todo o dinheiro que dispunham. Por outro lado, cada vez mais surgem refugiados cristãos, que contam como foram obrigados a deixar o país.

Conforme revela um pastor sírio: “Sendo cristãos ouvimos abertamente que não há mais lugar para nós, e somos atacados por ambos os lados (governo e rebeldes). Sentimos muito medo”.

Semelhantemente ao que ocorre no Egito, durante a guerra entre os que apoiam e os que se opõe ao governo, o país se tornou uma terra sem lei, o que motiva os extremistas islâmicos a perseguir e matar cristãos indiscriminadamente. Com informações de CBN, CS Monitor, JNS e Christian AID.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Evangelismo em Parintins (AM) alcança 300 almas para Jesus

O projeto missionário acontece desde 1998 e reúne voluntários de diversas partes do Brasil
Evangelismo em Parintins (AM) alcança 300 almas
para Jesus
A Primeira Igreja Batista de Parintins (AM) realizou uma campanha evangelística junto aos turistas que viajam para a cidade durante o Festival Folclórico de Parintins que acontece anualmente no mês de junho.

O nome do projeto de evangelismo é “Jesus Água da Vida” e é realizado desde 1998. Os voluntários da igreja saem distribuindo garrafas de água mineral e falando do amor de Deus para os parintinenses e visitantes.

A proposta é entregar a garrafa de água e conversar com a pessoa falando sobre o plano da salvação. Se o ouvinte aceitar entregar sua vida à Cristo, o voluntário preenche uma ficha com os dados para uma futura visita.

Este ano mais de 70 voluntários vindos de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e outras participaram do projeto e no final, mais de 300 pessoas decidiram aceitar Jesus como único salvador.

O pastor Jônatas Lira, responsável pela equipe de São Paulo, participou como voluntário em outras edições do projeto e percebeu que hoje as pessoas estão mais abertas para receber a Palavra. “Nos primeiros anos em que participei, as pessoas mal paravam, éramos ignorados. Hoje já se tornou num ponto de encontro, um ponto de oração. As pessoas estão mais receptivas à Palavra”, disse.

A PIB de Parintins precisou investir na compra do material que foi distribuído. De acordo com o pastor Davi Galúcio, vice-presidente da igreja, mais de 10.000 garrafas de água mineral foram distribuídas pelos voluntários que também entregaram 8.000 folhetos e aproximadamente 15.000 pulseiras.


terça-feira, 25 de junho de 2013

Conheça os trabalhos da Sepal com índios e pescadores

Voluntários enfrentam a escassez de verbas, mas realizam trabalhos pioneiros junto às comunidades.

Conheça os trabalhos da Sepal com índios e
pescadores
A Sepal (Servindo Pastores e Líderes) presta apoio a muitas ações missionárias no Brasil, entre elas a MEVA (Missão Evangélica da Amazônia) que promove atividades com tribos indígenas.
A equipe da MEVA é formada exclusivamente por médicos e dentistas que saem pelas tribos indígenas para prestar atendimento de saúde e levar o Evangelho de Jesus Cristo.

Os voluntários são recrutados pelo Ministério de Daniel Schimenes, em São Paulo, que aceitam ficar de uma semana a quinze dias em cada tribo, sendo que em muitas delas o português não é uma língua falada.

O custo desse trabalho é bem alto, principalmente pela estrutura que é necessária para os atendimentos médicos e odontológicos. Fora isso as diferenças culturais também dificultam as ações, mas não intimidam os missionários, como o próprio Daniel comenta.

“A mudança não é radical e nosso objetivo não é mudar a cultura das tribos. Mas é bom ver, por exemplo, que homens indígenas, antes com comportamento agressivo, passaram a tratar melhor as suas mulheres e filhos”, afirmou o dentista.

Schimenes realiza há 11 anos um trabalho semelhante que atende a seis vilas de pescadores que moram em Cananeia, divisa entre os Estados de São Paulo e Paraná. “Fazemos trabalhos com crianças, evangelismo pessoal, atendimento médico e dental, construção de casas e quadras multifuncionais, além de projetos de auto sustentabilidade. Também reformamos escolas, visitamos casas e compartilhamos o amor de Deus num lugar muito bonito, porém carente”, disse.

Esses trabalhos possuem um alto custo e contam com apoio da Sepal para serem realizados. “Os recursos são limitados para a realização de nossas ações, mas ainda assim, não nos desanimamos de seguir com nosso trabalho e de transmitir o evangelho de maneira clara”.

Ao longo desses anos mais de 72 equipes foram enviadas para Cananeia, somando mais de 1000 voluntários que, amparados pela MEAP (Missão Evangélica de Assistência aos Pescadores) tiveram acesso à região e puderam cumprir com a missão de evangelizar e cuidar da saúde da população.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Pastor cristão iraniano preso durante reunião de oração; igreja ameaçada de fechamento

Um pastor cristão na Igreja Assembleia de Deus Central em Teerã foi preso durante uma reunião de oração na igreja, a qual pode ser forçada a encerrar em junho, devido à pressão das autoridades iranianas.

                                                           (Foto: Reuters)
Um guarda prisional está em um corredor na prisão
de Evin, em Teerã, 13 de junho de 2006.
"Há muitas igrejas clandestinas no Irã, mas as Assembleias de Deus, a qual a Igreja em Teerã pertence, estão autorizadas a funcionar, mas com muitas restrições. Nunca foi fácil, mas agora eles estão considerando o fechamento", Kiri Kankhwende, assessor de imprensa da Christian Solidarity Worldwide (CSW), disse ao The Christian Post, em um e-mail na quarta-feira.

Embora os detalhes sejam escassos sobre a prisão do Rev. Robert Asserian, CSW, que trabalha pela liberdade religiosa através da advocacia e dos direitos humanos, disse que ele foi preso na terça-feira de manhã durante a realização de uma reunião de oração na igreja. Forças iranianas aparentemente invadiram sua casa e confiscaram muitos dos seus pertences, incluindo o seu computador e livros. Asserian foi levado para um local desconhecido.

"Estamos profundamente preocupados com o bem-estar do Rev. Asserian e instar as autoridades a fazer o seu paradeiro conhecido", disse o diretor de Advocacia da CSW Andrew Johnston. "A pressão contínua e sustentada pelo regime iraniano em igrejas em Teerã tem se tornado insuportável, a tal ponto que já não pode funcionar."

As Assembleias de Deus estão enfrentando uma decisão importante sobre o futuro da igreja, o Artigo 18 da organização de direitos humanos iraniana observou, com uma fonte local, revelando: "A pressão tornou-se insuportável, eles (as autoridades) ameaçam constantemente os líderes da igreja e suas famílias com a prisão, acidentes inexplicáveis, sequestros e até mesmo com a execução. Nós não podemos continuar assim."

De acordo com a CSW, os cristãos iranianos enfrentam intensa perseguição em seu próprio país, que tem uma maioria muçulmana. A Igreja AoG em Teerã é uma das poucas que oferece serviços em Farsi, apesar de restrições rígidas permitidas para usar a linguagem somente aos domingos. Agora, no entanto, as autoridades alertaram os líderes da igreja que eles devem realizar cultos em armênio ou caso contrário, enfrentariam o fechamento.

"A importância dos cultos em Farsi é porque convertidos iriam assistir a estes cultos também, e é por isso que as autoridades têm restringido esses cultos, em particular ao longo dos anos", explicou Kankhwende.

A CSW está renovando o seu apelo para que "o governo iraniano honre suas obrigações nacionais e internacionais, nomeadamente o artigo 18 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, que garante a liberdade de religião ou crença, bem como o direito, seja sozinho ou em comunidade com outros e em público ou privado, de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos", disse Johnston.

O pastor americano Saeed Abedini também está preso em Teerã, depois de ter sido condenado a oito anos de prisão, supostamente por pôr em perigo a segurança nacional. Centenas de milhares de cristãos em todo o mundo reuniram-se em seu apoio.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Missionário brasileiro é vítima de emboscada armada na Ásia

Um missionário brasileiro mais outros dois missionários na região da Ásia Central foram vítimas de uma armadilha na manhã da última segunda-feira, 13 de maio, o que levou à morte de um deles. O crime aconteceu em uma região montanhosa.

                                                       (Portas Abertas)
A organização Portas Abertas Internacional lançou
hoje a classificação dos 50 países mais intolerantes
ao Cristianismo, e explicou como ela é produzida.
Segundo a Agência Presbiteriana de Missões Transculturais da Igreja Presbiteriana do Brasil (APMT), da qual o missionário é membro da equipe, dois atiradores cercaram o carro em que eles se encontravam e o alvejaram.

O brasileiro estava acompanhado de um hondurenho e um nacional, que atuava em um dos projetos da APMT na região. Por questão de segurança, a APMT não divulgou o nome dos missionários envolvidos e nem o país onde eles estão.

O membro da equipe da organização missionária brasileira foi atingido no braço e encaminhado para atendimento médico no hospital de uma Base Militar Europeia na região. Ele passou por uma cirurgia para a retirada dos estilhaços da bala.

Ele não corre risco de morte e já recebeu alta. A APMT informou que ele já está com a família.

O homem natural de Honduras está bem e em segurança, já recebendo o apoio de sua equipe. Porém, o morador local recebeu um tiro fatal, o levando a óbito instantes depois.

“Conclamamos a todos que orem pela sustentabilidade emocional e espiritual do nosso amado irmão, de sua esposa e filhos, e pela outra família que está de luto”, ressaltou o reverendo Marcos Agripino de Mesquita.

A APMT já está trabalhando para a retirada imediata da família da área de risco. Eles devem ser transferidos para outro país, com o intuito de que recebam cuidados nas áreas de saúde física, emocional e psicológica.

Uma equipe da instituição já foi acionada e aguarda para recebê-los em outro país. Todo o suporte e acompanhamento necessário devem ser dados.

A organização missionária trabalha atualmente em mais de 30 países e sua equipe é formada por mais de 130 missionários espalhados em todos os continentes. Possui bases na Espanha, na África do Sul e uma Base Indígena, em Manaus.

A entidade é a responsável pelos missionários José Dilson e Zeneide, que foram presos no Senegal e aguardam a decisão sobre sua liberdade provisória.

Informações: The Christian Post

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Marco Feliciano é aclamado pelos fiéis no Gideões Missionários

Evangélicos receberam o parlamentar ao som do Hino Nacional gritando “Feliciano me representa”.

Marco Feliciano é aclamado por evangélicos no
Gideões
Milhares de evangélicos vindos de diversas partes do Brasil se reúnem todos os anos na cidade de Camboriú, Santa Cataria para acompanhar as reuniões do maior congresso de missões da atualidade, o Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora.

Pregando desde 2001 no evento, Marco Feliciano, pastor e deputado federal pelo Partido Social Cristão, é sempre um dos conferencistas mais aguardados no evento. Neste domingo (28) não foi diferente. Desta vez o motivo era outro.

Envolvido em polêmicas desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o parlamentar tornou-se principal notícia nas mídias do Brasil.

Ativistas chegaram a acusá-lo de racismo e homofobia por causa de declarações polêmicas do evangélico nas redes sociais. Feliciano havia dito que “africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé”.

Desde então, milhares de manifestantes haviam promovido campanhas pedindo a saída do deputado da liderança do colegiado. Uma das igrejas de seu ministério, Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, chegou a cancelar suas agendas com o líder por causa de manifestações na entrada do templo.

Nesta manhã centenas de jornalistas e sites de notícias esperavam a pregação de Feliciano, que ao assumir o altar informou: “Os jornalistas que quiserem ouvir minha declaração sobre a Comissão de Direitos Humanos terão que ficar até a noite, pois só falarei a noite”, passando o microfone para outro pregador.

Feliciano assumiu o altar à noite, por volta das 21 horas e foi aclamado pela multidão em Camboriú. Milhares de evangélicos receberam o parlamentar ao som do Hino Nacional gritando “Feliciano me representa”.

Marco Feliciano evitou falar sobre a CDHM, apenas agradeceu o apoio dos principais líderes evangélicos, entre eles: Abner Ferreira, Renê Terra Nova, Silas Malafaia, Samuel Ferreira, Bispo Manoel Ferreira, entre outros.

O parlamentar também criticou a mídia secular, lembrou o título da revista Istoé “O homem que afrontou o Brasil. Por que ele não cai?”, e respondeu: “Não caiu por causa das orações dos crentes”, disse antes de destacar: “Nunca houve tanta oração por uma única pessoa”.

“Pinçaram palavras polêmicas desenhando uma figura de um monstro. Se eu fosse um monstro não teríamos esta multidão me assistindo. Minhas pregações não despertam o ódio, despertam a convicção de seus pecados”, continuou.

Feliciano aproveitou a ocasião para incentivar os evangélicos a boicotarem as emissoras de televisão que tem se manifestado contra os evangélicos: “Não assistam mais suas novelas”

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Filme produzido por igreja evangélica ganha 5 prêmios

Not Today é uma produção que foge do clichê de filmes religiosos

Filme produzido por igreja evangélica ganha 5 prêmios
Não é comum que os créditos no final de um filme indique quem foi o “coordenador de oração”. Mas Not Today [Hoje não], que estreou nos cinemas de 20 cidades norte-americanas no final de semana passado é uma produção incomum. Seu custo de US$ 1,6 milhão foi totalmente pago pela Friends Church em Yorba Linda, na Califórnia.

A ideia para o filme começou durante uma viagem missionária à Índia em 2002, onde a igreja ajudou na construção de escolas para os dalit, indianos pertencentes à casta mais baixa no sistema do país. O pastor do Ministério de Artes da igreja, Brent Martz, conta que foi algo que mexeu com a igreja que já tem um século de história.

“Nossos corações foram totalmente mexidos pelo povo dalit”, explica Martz. A extrema pobreza e o tráfico a que muitos deles estão vulneráveis, incluindo as meninas que são vendidas para a prostituição acabou fazendo com que a igreja decidisse mostrar essa realidade para o mundo.

Ao invés de um curto filme contando as necessidades missionárias, como é típico das igrejas, eles decidiram levar uma equipe de cristãos, profissionais do cinema para divulgar esse alerta sobre o comércio de escravos, que rende cerca de 32 bilhões de dólares por ano no mundo.

O pastor Martz explica “A mídia é a linguagem da nossa cultura, por isso cremos que a melhor forma de comunicar a história de uma grande tragédia global como tráfico de seres humanos é um filme. Que melhor maneira de motivar as pessoas que não conhecem como funciona o tráfico de seres humanos, que contar uma boa história, que todos consigam entender e que os desafia a se envolverem?”.

O roteiro foge da opção tradicional de filmes religiosos, nem tudo se resolve imediatamente com a oração e Deus por vezes parece não se importar com o que acontece com os humanos. Não há “pregações” sobre Jesus ou o céu disfarçadas no enredo. Mas a mensagem final é, sem dúvida, de amor e de esperança.

O elenco inclui atores conhecidos em Hollywood como John Schneider, Cody Longo e Cassie Scerbo. Mas quem rouba a cena é a pequena Persis Karen, intérprete de Annika, uma menina de 7 anos de idade vendida como escrava sexual em Hyderabad, na Índia.

Aluna de uma das escolas mantidas pela igreja, a jovem atriz jamais havia visto um filme no cinema. Ela acabou ganhando o prêmio de melhor performance no Festival Charity Film, realizado em Mônaco, em 2012. Foram cinco prêmios entre 2012 e 2013.

Basicamente, o roteiro do longa fala de como Annika e seu pai vivem nas ruas de Hyderabad até conhecerem Cade Welles, um típico jovem americano que decide viajar com amigos para participar de festas na Índia. Seus pais, cristãos comprometidos, oram para que Deus fale com o filho nessa viagem. Welles acaba conhecendo a realidade da miséria e se aproxima do pai de Annika, que acaba vendendo a filha como escrava sexual, por não ter como sustenta-la.

Decidido a mudar o destino na menina, o jovem acaba voltando-se para Deus na tentativa de resgatar a menina enquanto vai adentrando o obscuro mundo da prostituição infantil e do tráfico humano em Mumbai.

“O que torna este filme tão especial é que há muita verdade nele”, disse o ator Cody Longo, que interpreta o pai de Cade. ”O fato de termos filmado em favelas reais e bordéis reais, nunca mostradas antes criou esta dura realidade.”

Foram 21 dias de filmagem in loco na Índia, já que a igreja não possuía recursos para construir favelas e bordeis cenográficos em algum estúdio em solo americano. O filme todo foi rodado entre agosto e setembro de 2010. Conseguiu ser exibido em pequenos festivais de cinema e ganhou vários prêmios, mas não conseguia alguma distribuidora que o levasse para os cinemas até o inicio deste ano. Agora tudo mudou e as expectativas são grandes.

“Em nossa igreja tínhamos pessoas orando desde o início deste projeto e até hoje ainda o fazem. Isso tem sido um fator decisivo para o sucesso do filme”, disse Martz. ”Nós acreditamos que Deus nos levou a fazer este filme, e ele é o responsável por cada pedacinho desta jornada, que foi coberta por esta equipe de oração”.

A igreja explica que os lucros do filme servirão para cobrir os US $ 20 milhões necessários para a construção de 200 escolas para as crianças Dalit, dentro do projeto missionário original. Com informações CNN.

Assista ao trailer:



Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Pastor Saeed Adedini deve receber ‘pilhas’ de cartas de Aniversário na Prisão de Evin, em campanha da ACLJ

O Centro Americano para Lei e Justiça não está desistindo de sua campanha pelo pastor Saeed Abedini, o cidadão dos EUA preso em Teerã, no Irã, e está começando uma iniciativa para escrever cartas para o seu aniversário.

                                                             (Foto: aclj.org)
Pastor Saeed Abedini e seus dois filhos.
"Nós obtivemos o endereço da Prisão de Evin, e nosso objetivo é inundar aquela prisão com milhares de mensagens de encorajamento para o Pastor Saeed. Você escreve a carta, e nós vamos entregá-la", disse o Diretor Executivo do ACLJ Jordan Sekulow.

Abedini está na Prisão de Evin desde setembro de 2012, quando foi preso e mais tarde condenado a oito anos por "pôr em perigo a segurança nacional", no Irã. O que ele realmente estava fazendo, o grupo de lei diz, era ajudando igrejas cristãs clandestinas e construir um orfanato para crianças no país do Oriente Médio.

O ACLJ, que representa a mulher de Abedini e os dois filhos de volta para casa nos EUA, apresentou uma petição com sucesso na obtenção do Departamento de Estado dos EUA e secretário de Estado John Kerry para falar sobre a situação do pastor e apelar às autoridades iranianas para que o libertem.

O ACLJ criticou o julgamento "fantoche" de Abedini dado em tribunal iraniano em janeiro. Em uma audiência perante o Congresso, o grupo de direito aproveitou a oportunidade para falar não só sobre a situação de Abedini, mas também sobre a perseguição que os cristãos enfrentam em muitos países de maioria muçulmana.

O pastor nascido no Irã disse que está ficando forte em sua fé cristã, mas durante correspondência limitada com a sua família, a qual lhe havia sido permitido, ele deixou claro que está sendo maltratado na prisão.

"Meu cabelo foi raspado, a parte inferior dos meus olhos estavam inchados mais de três vezes o que deveria estar, meu rosto estava inchado, e minha barba tinha crescido", Abedini escreveu em uma carta, em março. "A enfermeira também vinha tomar conta de nós e nos fornecer o tratamento, mas ela disse na frente dos outros ‘em nossa religião não deveríamos tocar em você, você está imundo. Bahá'i (religião) e os cristãos são impuros! Ela não me tratou e naquela noite eu não conseguia dormir por causa da dor intensa que eu tinha".

Uma petição iniciada para Adedini pelo ACLJ foi assinada por mais de 550 mil pessoas de mais de 180 países. Os advogados esperam que a nova campanha de cartas ajude a incentivar e dar força para o pastor, cujo aniversário é 7 de maio.

"Essas mensagens vão deixar Pastor Saeed saber que estamos orando por ele e trabalhando para a sua libertação, e essas mensagens enviarão um sinal para o Irã que os americanos nunca irão deixá-lo para trás", Sekulow acrescentou.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Yousef Nadarkhani está vivo, garante Missão Portas Abertas

As imagens sobre a morte do pastor iraniano são falsas

Yousef Nadarkhani está vivo, garante Missão
Portas Abertas
Nas últimas semanas tem circulado pelo Facebook informações de que o pastor Yousef Nadarkhani teria sido enforcado no Irã. A fotografia usada nas mensagens mostra um homem na forca e o texto afirmava que a intolerância religiosa teria condenado à morte o homem que ficou preso por mais de três anos por ter se convertido ao cristianismo.

Diante da quantidade de compartilhamentos a Missão Portas Abertas resolveu responder e esclarecer que tais informações sobre a morte de Nadarkhani são falsas. O pastor iraniano não está mais na prisão e está vivo.

Contudo a entidade pede orações, pois no Irã a pregação do evangelho não é livre e Nadarkhani, assim como outros pastores, não estão seguros e podem sofrer pressões por parte do governo.

“Em busca de informações mais precisas, demoramos a nos pronunciar, entretanto, chegamos com boas novas: a notícia que tem percorrido sites e redes sociais de que o Pr. Yousef Nadarkhani foi assassinado é FALSA. Um colaborador da Portas Abertas, em contato direto com uma fonte próxima ao pastor afirmou que Nadarkhani está vivo!”, diz trecho da nota da Portas Abertas.

“Agora é muito simples: compartilhe essa mensagem com o máximo de pessoas possível, para que tais rumores terminem. Ao invés de lamentar a morte de Yousef, ore para que o Senhor o fortaleça e o sustente. A luta ainda não terminou.”

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

SBB distribui mais de 7 milhões de Bíblias em 2012

O Centro de Distribuição serviu para agilizar o processo de entrega de Bíblias e outros materiais produzidos pela organização.

SBB distribui mais de 7 milhões de Bíblias em 2012
Em 2012 a Sociedade Bíblica do Brasil alcançou a marca de mais de 7 milhões de Bíblias distribuídas, 9% a mais do que o número de exemplares comercializados no ano anterior.

No total de livros distribuídos foram 244.716.807 exemplares da Bíblia, Novos Testamentos, livretos e outras porções bíblicas ou seleções bíblicas que são folhetos com textos selecionados.

“Estamos cada dia mais motivados em cumprir nossa a missão, de tornar a Palavra de Deus acessível a todas as pessoas, especialmente àquelas em situação de vulnerabilidade social”, diz Rudi Zimmer, diretor executivo da SBB.

O ano de 2012 foi importante para a instituição por diversos motivos, incluindo os 50 anos do programa Luz na Amazônia e os 10 anos da Bíblia em Braile projetos que refletem esse sentimento que a SBB tem em levar a Palavra de Deus para os que mais necessitam.

“A nossa expectativa é que essas vidas possam ser transformadas pela mensagem de fé e de esperança contidas no Livro Sagrado”, afirma Zimmer.

Dos 7.389.040 exemplares da Bíblia que foram distribuídos, 26 mil foram doações já que a SBB está envolvida com diversas ações sociais como Luz na Amazônia, Luz no Nordeste, Luz no Sul do Brasil e Luz no Sudeste. Representantes e voluntários da organização também fazem trabalhos junto a hospitais e presídios.

O aumento da produção só é possível graças ao parque gráfico localizado em Barueri (SP). “Em 2012 demos outro passo para tornar ainda mais efetiva nossa atuação, com a inauguração de um Centro de Distribuição. Ao reduzir custos e prazos de entregas, este novo espaço tem o mérito de facilitar a disseminação da Palavra de Deus em todo o Brasil”, relato o diretor.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Saeed Abedini é condenado a 8 anos de prisão por evangelizar crianças

Missionário ficará preso e deverá enfrentar longa batalha judicial

Saeed Abedini é condenado a 8 anos de prisão
por evangelizar crianças
Um juiz iraniano sentenciou o pastor Saeed Abedini, 32, a oito anos de prisão, informa um grupo cristão que trabalha no Irã. Abedini nasceu no Irã, mas tinha cidadania americana e estava preso no Irã desde setembro.

Segundo o Centro Americano de Lei e Justiça, organização fundada pelo televangelista Pat Robertson, o juiz era membro da Corte Revolucionária da República Islâmica. Jordan Sekulow, diretor-executivo do CALJ, emitiu um comunicado: ”Desde o início, as autoridades iranianas vem mentindo sobre todos os aspectos deste caso… O Irã não só abusou de suas próprias leis, mas também pisoteou os fundamentos dos direitos humanos. Apelamos aos cidadãos do mundo que se levantem e protestem . Apelamos aos governos de todo o mundo para se posicionar e defender o pastor Saeed. ”

Os problemas do pastor começaram quando ele se converteu ao cristianismo há 13 anos e se envolveu com uma igreja doméstica no Irã. Depois de se casar com uma cidadã americana, ele se mudou para os EUA. Mesmo assim, estava constantemente visitando o Irã, onde evangelizava seus parentes e queria implantar um orfanato.

Naghmeh Abedini, esposa do pastor, disse na semana passada que o advogado de seu marido ficou fora de várias fazes do processo. O julgamento começou dia 21 de janeiro e há provas que o pastor foi espancado e torturado na penitenciária. Também disse que quando falou pela última vez com seu marido, em 9 de janeiro, ele estava resignado a passar um tempo na prisão.

Na segunda-feira, a estatal agência de notícias iraniana 'Isna' informou que o pastor seria libertado após pagar fiança, o que acabou não acontecendo. A sentença de prisão foi referendada pelo líder muçulmano supremo do país, o aiatolá Khamenei.

Saeed Abedini já fora preso cerca de 10 vezes pelas autoridades iranianas, disse a esposa. Mesmo assim, continuava envolvido no esforço de criar um ambiente onde crianças poderiam crescer sem ter a fé islâmica imposta a elas. O temor das agências cristãs é que se repita o que aconteceu com o pastor Youcef Nadarkhani, que passou quase três anos na prisão por causa de sua fé e enfrentou uma longa batalha judicial.

Embora os EUA não tenha relações diplomáticas com o Irã, o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional Tommy Vietor, disse que o governo estava preocupado com a prisão de Abedini. ”Continuamos preocupados com o caso do cidadão dos EUA, Saeed Abedini, que foi preso por autoridades iranianas mais de três meses atrás cujas únicas acusações estão relacionadas com sua crenças religiosas”, disse Vietor.”Pedimos às autoridades iranianas para que libertem imediatamente.”

Fonte: Gospel Prime

sábado, 26 de janeiro de 2013

Pastor Saeed é removido da prisão iraniana e tem paradeiro desconhecido

Notícias alarmantes sobre o julgamento do pastor americano Saeed Abedini no Irã emergiram, com a sua família dizendo que ele foi removido da prisão de Evin sem autoridades iranianas revelarem o seu paradeiro.

PorStoyan Zaimov | Repórter do The Christian Post tradutor Rodrigo L. Albuquerque

                                                             (Foto: aclj.org)
Pastor Saeed Abedini e seus dois filhos.
Após dois dias de julgamento, o juiz Pir-Abassi, um notório "juiz do enforcamento” no Irã, aparentemente disse ao advogado do pastor Abedini, Dr. Naser Sarbazi, que o pastor seria movido de sua ala atual na prisão de Evin, em Teerã, para outra ala, onde ele iria receber melhor tratamento médico.

Quando sua família tentou visitá-lo na quinta-feira na prisão, no entanto, os guardas iranianos disseram a eles que ele não estava lá. Sua localização atual permanece desconhecida, disse Jordan Sekulow, diretor executivo do ACLJ, em um comunicado. O grupo de lei está atualmente representando os dois filhos de Abedini e a esposa, Naghmeh Abedini, com quem se casou após se converter ao Cristianismo em 2000.

"Apesar de o pastor Saeed poder sempre ligar para a sua família em Teerã às quartas-feiras, eles não receberam nenhuma comunicação dele nesta quarta-feira passada. E quando eles foram visitá-lo esta manhã, eles foram informados de que ele não estava lá", Sekulow explicou. "O guarda que monitora a visitação não sabia onde ele estava, mas disse à família para voltar no sábado, quando o escritório principal para Evin é aberto (é o equivalente ao fim de semana no Irã agora) e solicitar as informações."

O pastor Abedini está enfrentando uma longa sentença de prisão ou mesmo a pena de morte se for condenado por levar jovens muçulmanos no Irã a se converterem ao Cristianismo. O pastor se declarou inocente, e o ACLJ explicou que ele passou os últimos anos indo e voltando entre o Irã e os EUA ajudando igrejas cristãs clandestinas e estabelecendo um orfanato não-denominacional para crianças carentes. Ele foi preso em setembro de 2012, após essa visita.

"Nós sabemos que pastor Saeed sofreu dores intensas após espancamentos em interrogatórios, enquanto em sua ala prisional atual, e uma transferência lhe permitiria receber melhores cuidados médicos", disse Sekulow na versão mais recente de imprensa.

"E enquanto nós e a família do pastor Saeed estamos esperançosos de que o pastor Saeed foi transferido para a enfermaria 305, o fato de que seu paradeiro é desconhecido para sua família e advogado é motivo de preocupação."

O pastor também havia compartilhado com sua esposa sobre os temores de que ele poderia ser executado por sua fé cristã, à medida que as acusações contra ele são supostamente usadas no Irã como uma cortina de fumaça para atingir os crentes que são vistos como uma ameaça ao Islã.

Chamadas continuam ao Departamento de Estado dos EUA para olhar para o caso e exigir a libertação imediata do pastor Abedini. O ACLJ está incitando o público a assinar uma petição em apoio à sua libertação.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

No Laos, dois casos refletem perseguição religiosa contra famílias cristãs

18º colocado na Classificação de Países por Perseguição (WWL) 2013, o Laos é um Estado comunista de maioria budista. Todos os cristãos vivem sob vigilância e as atividades da Igreja são limitadas. A comunidade local reage agressivamente contra convertidos que renunciam o culto aos espíritos.

Família cristã perde tudo 

O ex-budista Kapono* e sua família foram obrigados a fugir de casa, em 9 de janeiro de 2013, devido à perseguição vivida nas mãos de parentes e moradores. Os cristãos haviam aceitado e professado sua nova fé há apenas duas semanas quando tiveram de abandonar seu lar, localizado em uma aldeia não revelada, no sul do Laos.


Segundo uma fonte local, "quando voltaram para sua residência, vindos de uma igreja que ficava em uma aldeia próxima, primos e vizinhos perseguiram severamente os cristãos". E não parou por aí: "No último domingo (6), a vaca de Kapono foi tomada à força e, em seguida, ele e sua família foram empurrados para fora da aldeia. Eles perderam tudo o que possuíam, inclusive suas terras, que equivaliam a cerca de quatro hectares."

Kapono e sua família estão agora hospedados na casa de um amigo cristão em uma aldeia vizinha.

CSW escreve carta aberta ao presidente do Laos sobre desaparecimento de família cristã

Na semana passada, a organização Christian Solidarity Worldwide (CSW) redigiu uma carta aberta ao presidente Choummaly Sayasone, da República Democrática Popular do Laos, solicitando informações urgentes sobre a família do Sr. Boontheong, da província de Luang Namtha.

Boontheong desapareceu em 3 de julho de 2004, juntamente com sua esposa e filho que, na época, tinha 7 anos de idade. Antes de seu desaparecimento, Boontheong havia sido ameaçado e preso pela polícia local por causa de sua fé cristã. Ao longo dos últimos oito anos, a CSW e seus parceiros têm tentado, sem sucesso, saber o paradeiro da família.

A carta exorta o governo do Laos a investigar o desaparecimento dos cristãos e fornecer informações sobre o seu estado e localização. A CSW reforça "a necessidade latente de o governo liderar o país [...] mediante as leis previstas na Constituição do Laos" e cita o artigo que "diz respeito ao direito fundamental de todo cidadão de acreditar ou não acreditar em religiões".

Apesar dos casos apresentados, o Laos tem visto melhorias na liberdade religiosa nos últimos anos, inclusive uma redução significativa no número de prisioneiros de consciência cristãos e da duração média da pena. No entanto, ainda existem significativas restrições sobre os seguidores do cristianismo. Além disso, a disposições legais do Estado de Direito muitas vezes não são devidamente aplicadas, o que significa que os crentes ainda estão sujeitos à prisão e assédio por conta de sua crença.

O diretor da organização Andrew Johnston disse: "A CSW está profundamente preocupada com o paradeiro e segurança do Sr. Boontheong e sua família e insta as autoridades a lançarem uma investigação sobre este caso imediatamente. Lembramos o governo de sua obrigação em respeitar a liberdade de religião ou crença, de acordo com a Constituição e o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos (PIDCP), ratificados pelo Laos em 2009."

Pedidos de oração
  • Ore em favor dos cristãos e suas famílias no Laos, que mesmo tão novos na fé, permanecem em Cristo, apesar da perseguição. 
  • Peça ao Senhor para que restitua tudo o que eles perderam por causa de seu amor a Deus.
  • Interceda pela família do cristão Boontheong, que permanece desaparecida.
*Nome trocado para a segurança do cristão
Confira aqui a lista de classificação de países que mais perseguem cristãos ao redor do mundo.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Pastor dos EUA preso no Irã diz à família sobre ameaça de morte

O pastor Saeed Abedini, um cidadão dos EUA preso por sua fé cristã em sua terra natal, Irã, disse a sua esposa em uma carta que ele está sendo torturado e pode ser e condenado à morte por enforcamento.

             (Foto: Centro Americano de Direito e Justiça)
Pastor Saeed Abedini e sua família.
Em sua carta, escrita a partir da prisão de Evin, em Teerã, e dirigida à sua esposa Naghmeh, o pastor de 32 anos de idade, disse que estava incerto sobre o seu destino.

"Este é o processo na minha vida hoje: um dia me disseram que eu ia ser liberado e autorizado a ver os meus filhos no Natal (o que era mentira) e no dia seguinte me disseram que eu seria pendurado por minha fé em Jesus", escreveu Abedini. "Um dia, há dores intensas após espancamentos em interrogatórios, no dia seguinte eles são bons com você e lhe oferecem doces."

No entanto, o ministro vê a mão de Deus no meio da perseguição. "Eu sempre quis que Deus me fizesse tornar um homem temente a Deus. Eu não sabia que para se tornar um homem de Deus, precisaríamos nos tornar como o aço sob pressão. É um processo difícil de quente e frio para fazer aço", disse ele, referindo-se às respostas mistas que ele está recebendo na prisão. "Esses frios e quentes apenas o torna um homem de aço para avançar na expansão de Seu Reino."

A carta de Abedini, que foi publicada no site da Assembléia de Deus dos EUA, também fala sobre a tortura.

"Quando por 120 dias você está dormindo em um quarto com uma grande luz que está constantemente acesa e não separa o dia da noite e quando você só pode ver a luz solar verdadeira por algumas horas por semana, é quando você está tornando a sua obra e você pode ser um vaso para trazer Seu Reino em um lugar escuro e você é capaz de compartilhar o Evangelho da Paz e Vida ao mundo que está morrendo", escreveu o pastor em correntes pelo nosso Senhor Jesus Cristo. "E este é o lugar onde você aprende que você pode amar os seus inimigos com todo o seu coração."

O Centro Americano de Lei e Justiça, que está representando a família de Abedini nos EUA, também disse que a vida do pastor está "em grande perigo", enquanto ele está enfrentando um dos notórios "juízes de enforcamento" do Irã, Pir-Abassi, conhecido por fazer sentenças de morte.

"E agora, diante de um dos juízes mais notórios do Irã, o pastor Saeed é, em um sentido real, um americano abandonado no Irã. O Departamento de Estado dos EUA tem feito muito pouco para ajudar este cidadão dos EUA", disse o diretor executivo da ACLJ, Jordan Sekulow, em um relatório compartilhado com o The Christian Post. "Quando você lê as próprias palavras do pastor Saeed, você entende que o Irã não tem absolutamente nenhum respeito aos direitos humanos e liberdade religiosa."

O caso Abedini foi transferido para o ramo 26 do Tribunal Revolucionário de Teerã, e ele está agora nas mãos do juiz Pir-Abassi, que foi nomeado em 2011 pela União Europeia como um indivíduo sujeito a sanções por violações de direitos humanos. O juiz teria presidido um número de casos contra ativistas dos direitos humanos, entregando para prisão de longo tempo e mesmo diversas penas de morte.

Apesar das dificuldades que está enfrentando, Abedini continua forte em sua fé.

"A Carta de Saeed é nada menos que uma epístola Paulina moderna", disse o Superintendente Geral da AB, George O. Wood no site da igreja. "Ao ler a carta várias vezes, eu só podia me maravilhar com a forma como a fidelidade de Deus transcende o tempo ao que o mesmo Espírito Santo que estava com Paulo em seus momentos de desespero é totalmente evidente nas palavras de nosso irmão Saeed."

Madeira disse que está surpreso ao descobrir como uma carta de um pastor preso "inspira e ministra para mim quando ele - parece – é o único que precisa de nossas orações".

"Eu encorajo os crentes a permitir que esta carta os inspire a coisas maiores, que passe aos amigos e continue a elevar Saeed, Naghmeh e seus dois filhos para Deus em oração", Wood acrescentou.

Abedini cresceu no Irã, antes de converter-se ao Cristianismo, com a idade de 20, e se casou com uma mulher americana, em 2002, que o ajudou a obter a cidadania dos EUA. A família Shepherd viajou com sua ida e volta entre o Irã e os EUA várias vezes nos últimos anos, para encontrar a sua família e para o trabalho cristão.

Durante uma viagem, em 2009, Abedini foi detido por autoridades iranianas e interrogado por sua conversão. Enquanto ele estava liberado com uma advertência contra se engajar em qualquer igreja clandestina, ele mais uma vez foi preso em julho passado, enquanto trabalhava em um projeto não-sectário de orfanato.

Abedini foi preso por "seu trabalho anterior como líder cristão no Irã", de acordo com a ACLJ.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Pastor Youssef Nadarkhani é novamente libertado

CSW envia comunicado à ANAJURE informando sobre a libertação do líder religioso.

Pastor Youssef Nadarkhani é novamente libertado
O pastor Youssef Nadarkhani foi libertado nesta segunda-feira (7) depois de passar cerca de duas semanas na prisão de Lakan, em Rasht, onde foi novamente encaminhado por ordens de autoridades prisionais iranianas.

Depois de absolvido das acusações de apostasia, Nadarkhani foi preso de novo de forma totalmente irregular, informou a Christian Solidarity Worldwide (CSW), que comunicou sobre a libertação do líder religioso no Brasil por meio de e-mail enviado à Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (ANAJURE).

Para o dr. Uziel Santana, presidente da ANAJURE, a libertação do líder religioso iraniano foi o resultado da firme atuação de entidades de juristas cristãos de todo o mundo e chama a atenção para fatos semelhantes que ainda ocorrem em todo o mundo.

“Nossa parceira, a CSW, tem lutado com intrepidez pela defesa das liberdades civis fundamentais dos cristãos. Aqui no Brasil a Anajure tem atuado na mesma direção, com a graça de Deus. Devemos orar e trabalhar em outras situações, pois como o caso do pastor Youssef, existem outras centenas em todo o mundo”, comentou Santana.

Na carta, o Dr. Mervyn Thomas, presidente da CSW, comemora a libertação, mas lembra que seu advogado, dr. Mohammed Ali Dadkhah, se encontra ainda preso e passando por grave violação em seus direitos civis.

“Estamos satisfeitos em saber da liberação do Pastor Nadarkhani. (…) Nós também nos preocupamos ao saber da condição do Dr. Dadkhah, da deterioração da sua saúde. Além disso, as tentativas oficiais para justificar a sua prisão agora tentando coagi-lo a fazer uma declaração de culpa ‘ao vivo’ não só é condenável, mas também são indicações claras de que as acusações contra ele eram falsas”.

No comunicado, a CSW voltou a pedir a libertação imediata do dr. Dadkhah e que “se ponha um fim à campanha de perseguição da sociedade civil”.

“Continuamos a apelar ao governo iraniano para defender o Estado de direito e permitir às minorias religiosas do país que desfrutem da liberdade religiosa”, declara. Thomas ainda lembra que o Irã é signatário do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, adotado pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1966 e que tem amplitude mundial.

Relembre o caso

Após mais de três anos detido em Rasht, o Pastor Nadarkhani foi absolvido da acusação de apostasia, mas recebeu uma sentença de três anos por evangelizar muçulmanos.

Como já havia cumprido cerca de três anos na prisão, o líder religioso foi liberado com o pagamento de fiança. Porém em pouco tempo foi levado, justamente no dia de Natal, sob o comando de autoridades do sistema prisional iraniano. Tais autoridades alegaram que ele havia sido liberado cedo demais devido à insistência de seu advogado, o Dr. Mohammed Ali Dadkhah.

Youssef Nadarkhani nasceu muçulmano e converteu-se ao cristianismo aos 19 anos. Três anos depois passou a praticar evangelismo na cidade de Rasht, noroeste de Teerã e chegou a liderar um grupo de cerca de 400 cristãos no Irã.

Em 2009 chegou a protestar quanto ao que chamou de doutrinação islâmica nas escolas onde seus filhos estudavam. Ele se posicionou contra o costume de ensino compulsório às crianças das doutrinas islâmicas.

Inicialmente sentenciado à execução por enforcamento, o veredicto foi adiado após pressão internacional sobre o sistema judicial iraniano. O caso então passou para o aiatolá Ali Khamenei, autoridade suprema da nação, para revisão.

Outros casos

O caso do pastor Youssef Nadarkhani não é o único a respeito de graves violações às liberdades civis fundamentais no Irã. Recentemente o Centro Americano de Direito e Justiça (ACLJ) iniciou uma campanha pela libertação de outro líder religioso cristão, pastor Saeed Abedini, 32, que está preso no Irã.

Ele foi chamado a interrogatório por diversas vezes por autoridades iranianas, sob a acusação de ter abandonado o islamismo e se tornado um cristão.

Como Abedini possui também cidadania americana, inicialmente não chegou a ficar preso. Mas em julho, Saeed, a esposa e os filhos retornaram ao Irã para trabalhar na construção de um orfanato cristão e então ele foi preso, enquanto que sua família foi deportada para os EUA.

Fonte: Gospel Prime

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