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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Jesus, o Messias Divino

John Ankerberg & John Weldon
"E sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o espírito de graça e de súplicas; olharão para mim, a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito, e chorarão por ele, como se chora amargamente pelo primogênito" (Zc 12.10, 500 a. C.).

O Contexto Dessa Passagem

Esse texto diz que em algum dia futuro Deus irá derramar o Seu Espírito sobre Israel e levar a nação a compreender e lamentar um evento crucial ocorrido no passado. O que irão compreender? Esta é uma das declarações mais surpreendentes feitas por Deus nas Escrituras. Ele diz: "Olharão para mim, a quem traspassaram, e chorarão por ele, como se chora amargamente pelo primogênito..." A pergunta é: quem é este a quem Israel vai olhar e, por causa do que virem, começarão a chorar?

A explicação desse texto

Zacarias é um livro-chave messiânico, oferecendo evidências adicionais de que o Messias judeu não era apenas um homem, mas a encarnação do próprio Deus. "Talvez em nenhum outro livro das Escrituras do Antigo Testamento a divindade do Messias seja tão claramente ensinada como em Zacarias."[1] Em Zacarias 2.10, o profeta já enfatizou a surpreendente revelação de que Deus iria viver entre o povo judeu: "Canta e exulta, ó filha de Sião, porque eis que venho, e habitarei no meio de ti, diz o Senhor".
Zacarias relata aqui as palavras de Deus Jeová, que diz: "Olharão para mim, a quem traspassaram". O próprio Jeová afirma ser aquele a quem Israel traspassou. Mas, quando Israel traspassou Jeová?
Note que no meio da declaração: "Olharão para mim, a quem traspassaram, e chorarão por Ele", os pronomes são significativamente mudados. Eles se referem a pessoas diferentes. O que era a princípio uma referência a Jeová torna-se agora uma referência a um "Ele" não identificado, por quem toda a nação de Israel irá chorar. Novamente, duas pessoas específicas são mencionadas: (1) o Senhor que é traspassado e (2) um Ele desconhecido que será pranteado como Filho unigênito. Delitzsch e Gloag comentam:
Alguns tentam escapar da aplicação messiânica da predição, supondo que a palavra "traspassado" deva ser considerada em um sentido metafórico... Mas é duvidoso que possa ser tomada nesse... sentido; ela significa "atravessar", "perfurar como com uma lança". Além disso, o pranto aqui é aquele expresso pelos mortos: "como quem pranteia por um unigênito, e chorarão por ele, como se chora amargamente pelo primogênito."[2]
Essa passagem faz certamente surgir perguntas importantes. Se o termo hebraico para "traspassar" é "atravessar, matar",[3] então quando Israel matou Jeová? E como o Criador do céu e da terra poderia ser morto por homens? Ao que parece, essa passagem, como Isaías 9.6, Miquéias 5.2, e outras, só pode ser explicada mediante a encarnação do próprio Deus: o Messias seria tanto Deus como homem.
Zacarias diz então que Israel irá compreender algum dia que na verdade mataram o seu Deus Jeová, e a nação começará a chorar amargamente por Ele, assim como uma família iria chorar a morte de seu único filho muito amado.
Essa profecia só se ajusta a Jesus Cristo. Por quê? Jesus Cristo é o único em toda a história israelita que (1) afirmou ser Deus, (2) afirmou ser o Messias, e (3) foi realmente crucificado e morto pelos habitantes de Jerusalém.
Assim sendo, os judeus do Novo Testamento reconheceram que só Jesus cumpre as palavras dessa profecia. O apóstolo João escreveu: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai" (Jo 1.1,14). Jesus Cristo era a própria encarnação de Deus.
O apóstolo Paulo cria que Jesus era Deus e que Ele se propôs a morrer pelos nossos pecados. Paulo ensinou que Jesus era aquele que "subsistindo em forma de Deus... a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens... a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz" (Fp 2.6-8).
Finalmente, a profecia diz que toda a nação irá prantear e chorar amargamente pela morte deste que foi traspassado, "como se chora amargamente pelo primogênito". O povo judeu iria chorar por Ele como pela morte de um filho único se Ele não fosse realmente um de seus filhos judeus – como Jesus Cristo era?
E se o povo judeu viesse a reconhecer algum dia que Jesus era na verdade o seu Messias? E se eles compreendessem quem Ele realmente é? E se olhassem algum dia para Ele como Deus, "aquele a quem traspassaram"? Então a profecia de Zacarias não seria cumprida? Não haveria terrível choro em Jerusalém?
Lembre-se, Deus derrama o Seu Espírito sobre o Seu povo, a fim de que as pessoas venham a conhecer o Seu verdadeiro Messias, que as amou tanto que deu a Sua vida (traspassada) por elas. Nas palavras de Isaías: "o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos" (Is 53.6).

Zacarias 12.10 foi reconhecido como messiânico pelos judeus?

O fato dessa profecia se referir ao Messias foi admitido pelos rabinos.[4] Por exemplo, essa profecia, "...como também o versículo 12, foi aplicada ao Messias Filho de José, no Talmude (Sukk. 52a)..."[5] Vemos aqui que alguns intérpretes, procurando evitar a clara implicação das palavras, tentaram aplicar essa passagem ao "outro" Messias que iria sofrer, o Messias Ben Joseph.
...os intérpretes posteriores aplicaram-na ao Messias Ben Joseph, ou ao Messias sofredor, a quem inventaram para satisfazer as passagens da Escritura que falam tão claramente dessa característica do Redentor prometido. Mas, como criam que esse Messias, filho de José, era um simples homem, viram-se frente à dificuldade de Jeová ter declarado "olharão para MIM, a quem traspassaram"; portanto, se ela se refere ao Messias, ele não pode ser um simples homem, mas deve ser divino.[6]
Enfatizamos novamente que, quando Jeová diz: "olharão para mim, a quem traspassaram", essa profecia se ajusta singularmente apenas a Jesus Cristo em toda a História humana.
A evidência nas Escrituras hebraicas prova que Jesus é o Messias. Deus deu essa evidência com centenas de anos de antecipação, a fim de podermos identificar o Seu Messias. As Escrituras ensinam que o Messias deu a Sua vida pagando o preço que a justiça divina exigia pelos nossos pecados. Jesus, o Messias, disse: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.16). Para receber Jesus como seu Messias, seu Senhor e Salvador neste momento, você pode orar a Ele, entregando-Lhe sua vida. (John Ankerberg & John Weldon - http://www.ajesus.com.br)
Notas:
  1. Baron, Rays, 77.
  2. Delitzsch e Gloag, The Messiahship, Livro 2, 121.
  3. Keil e Delitzsch, The Minor Prophets, 388.
  4. T. V. Moore, (Zechariah, Haggai and Malachi (Carlisle, PA: Banner of Truth Trust, 1974), 199.
  5. Edersheim, The Life and Times of Jesus the Messiah (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1972), 737.
  6. Moore, Zechariah, 199-200.
Fonte: www.ajesus.com.br

Jesus: único, incomparável, maravilhoso – em Seu perdão

Norbert Lieth

O que precisamos saber sobre o pecado

Pecado significa "errar o alvo". Isso que dizer que as pessoas vivem longe do caráter santo de Deus. Pecado é tudo o que não está de acordo com o ser de Deus: todo ato, toda tendência, toda situação. Quando o pecado entrou na raça humana através de Adão, este tornou-se uma pessoa completamente diferente, corrompida e decadente. E todos os seus descendentes herdaram essas características negativas de sua personalidade. A perfeição original do homem foi totalmente destruída. Precisamos apenas dar uma olhada nas notícias diárias para ver quanto a humanidade está degenerada.
O pecado se infiltrou em todas as categorias sociais da humanidade. Nas famílias e nos matrimônios, na sociedade e entre os povos reina – de maneira crescente – a infidelidade, a mentira, o ódio, a guerra e a morte. A solidariedade e o altruísmo vão dando lugar ao individualismo e ao egoísmo. Por toda parte existem discórdias, conflitos e guerras. A Bíblia ensina que o caráter da humanidade está corrompido, incapaz de produzir o bem (Romanos 3.10-12).
Além disso, a Bíblia ensina que o ser humano está corrompido em sua disposição mental (Romanos 1.28), no seu entendimento (2 Coríntios 4.4), tem cauterizada sua própria consciência (1 Timóteo 4.2) e está obscurecido e cego em seu entendimento (Efésios 4.18; 2 Coríntios 4.3-4). Na verdade, somos tão profundamente corrompidos em nosso ser, que não nos tornamos pecadores pelos pecados que cometemos; cometemos pecados porque somos pecadores por natureza. Além disso, todo pecado que cometemos (em pensamentos, palavras ou ações) é acrescentado em nossa lista de culpa diante de Deus. E assim como é inútil tentar lavar o carvão para torná-lo branco, tampouco o homem pode livrar-se do pecado através de seus próprios esforços.
É errado pensar que somente pessoas "boas" chegam ao céu e que as "más" vão para o inferno. Nem bons nem maus vão para o céu, mas somente aqueles que receberam a justiça de Deus pela graça e tomaram posse dela pela fé. A Palavra de Deus não deixa a menor dúvida: "Não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque" (Eclesiastes 7.20, veja também Romanos 3;10-12).
Talvez agora seja possível entender que existe uma única justificação para o homem: não a própria, mas exclusivamente a obtida através de Jesus Cristo, o Justo. Existe perdão em Jesus. A Bíblia diz: "Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã" (Isaías 1.18). Realmente, o perdão de Jesus é único, incomparável e maravilhoso!
August Winning, ex-presidente na Prússia Oriental e ardoroso líder dos trabalhadores, confessou: "Eu andava longe, fugindo de Jesus, mas aos poucos fui me aproximando dEle. Reconheci que o ser humano é profundamente mau, sem exceção. Nem todos são criminosos, mas cada um de nós tem pensamentos, desejos e anseios tão pecaminosos que são comparáveis a um homicídio. É absolutamente impossível tentar voltar a Deus com tamanha carga de maldade, sem que antes aconteça algo conosco. Entendo que Deus tem que condenar-me pelo meu pecado. Mas vejo Seu amor, do qual toda a vida dá testemunho, e percebo que Ele não quer condenar. Ele nos estende Sua mão. Essa mão de Deus é Jesus Cristo!"
"Quem é como Jesus?" Esse era o título de um artigo que li e transcrevo: "Jamais cansaremos a Jesus; podemos lançar todos os nossos fardos e anseios sobre Ele. Jesus está sempre disposto a nos ajudar; Ele fala conosco com o mesmo amor de sempre e ouve o que temos a Lhe dizer. Não existe nome superior ao nome "Jesus". Ele é mais glorioso que o nome de César, mais sonoro que o de Beethoven, mais vitorioso que o nome de Napoleão, mais eloqüente que o de Demóstenes e mais paciente que o de Lincoln. O nome de Jesus representa vida e amor. Seu nome é como um perfume maravilhoso. Quem consegue solidarizar-se com uma pessoa sem pátria como Jesus o faz? Quem, como Jesus, consegue dar as boas-vindas a um filho pródigo que volta ao lar? Quem, além de Jesus, consegue libertar um alcoólatra de seu vício? Quem consegue encher de luz e esperança um cemitério repleto de túmulos? Quem, além de Jesus, consegue fazer de uma prostituta das ruas uma rainha diante de Deus? Quem consegue juntar as sofridas lágrimas humanas em Seu odre? Quem consegue nos consolar em nossa tristeza, como Jesus o faz?"
Muitas pessoas tentam compensar seus erros fazendo boas obras, mas isso não as ajuda em nada. Outras tentam lavar suas almas através de exercícios espirituais, mas isso também não funciona. Outras se suicidam impelidas por uma consciência desesperada. Mas isso também não as liberta, pois a alma continua vivendo.
Sobre a terra, somente o Filho do Homem, Jesus Cristo, tem o poder de perdoar pecados (Mateus 9.6). Só Ele pode tirar nossa culpa e tomar sobre Si os pecados de todos os homens porque só Ele é o Filho de Deus, só Ele é sem pecado, só Ele é justo e não nasceu da semente de Adão, pois tornou-se homem pelo Espírito Santo.
Assim como todas as pessoas nasceram em pecado e tornaram-se pecadoras através do primeiro Adão, todos os que crêem em Jesus, o "segundo Adão", como o chama a Sagrada Escritura, tornam-se justificadas diante de Deus (Romanos 5; 1 Coríntios 15.45-48). Assim como em Adão os pecados nos são imputados, em Jesus eles deixam de nos ser atribuídos – recebemos Sua justificação dos pecados! Assim, Jesus preparou o caminho para nós, tornando-se a porta para o reino de Deus.
Pedro anunciou triunfalmente às autoridades judaicas aquilo que posteriormente seria válido para todos os homens: "Deus, porém, com a sua destra, o exaltou a Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão de pecados" (Atos 5.31). E em Atos 10.43 está escrito: "Dele todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo aquele que nele crê recebe remissão de pecados".
Miquéias foi um desses profetas. Ele exclamou cheio de temor: "Quem, ó Deus, é semelhante a ti, que perdoas a iniqüidade e te esqueces da transgressão do restante da tua herança? O Senhor não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia" (Miquéias 7.18). Quem se entrega a Jesus experimenta toda a graça do Seu perdão!

Jesus, Tu és diferente
Tu ficaste ao lado da mulher adúltera,quando todos se afastavam dela.
Tu entraste na casa do publicano,quando todos se revoltavam contra ele.
Tu chamaste as crianças para junto de Ti,quando todos queriam mandá-las embora.
Tu perdoaste a Pedro,quando ele próprio se condenava.
Tu elogiaste a viúva pobre,quando todos a ignoravam.
Tu resististe ao diabo,quando todos teriam sucumbido à sua tentação.
Tu prometeste o paraíso ao malfeitor,quando todos desejavam-lhe o inferno.
Tu chamaste Paulo para Te seguir,quando todos temiam-no como perseguidor.
Tu fugiste do sucesso,quando todos queriam fazer-te rei.
Tu amaste os pobres,quando todos buscavam riquezas.
Tu curaste enfermos,quando foram abandonados pelos outros.
Tu calaste,quando todos Te acusavam, batiam em Ti e zombavam de Ti.
Tu morreste na cruz,quando todos festejavam a páscoa.
Tu assumiste a culpa,quando todos lavavam suas mãos na inocência.
Tu ressuscitaste da morte,quando todos pensavam que estavas derrotado.
Jesus, eu te agradeço porque Tu és único!
(autor desconhecido)
As diferentes religiões dão conselhos, recomendam princípios de vida e estabelecem regras de conduta, mas ninguém pode oferecer uma salvação que se compare à Salvação plena e completa de Jesus!


Fonte: www.ajesus.com.br


Jesus: único, incomparável, maravilhoso – em Seu amor

Norbert Lieth

Lemos em 1 João 3.16 sobre Jesus Cristo: "Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós..." A morte de Jesus na cruz do Calvário é a prova do eterno, imutável e inescrutável amor de Deus por um mundo perdido – por cada um de nós! O sangue derramado de Jesus é a garantia do amor de Deus para com as pessoas sobrecarregadas de culpa e distantes dEle: "Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5.8).
Jesus, como Filho de Deus, era o único que podia morrer pelos pecados da humanidade. Ele o fez também por você! Em todas as outras religiões procuramos em vão por algo que seja comparável à morte de Jesus por nós. O Senhor é amor em Si mesmo; amor é uma característica do Seu ser. Por isso Ele não pode separar-se do Seu amor. Esse amor começou quando Deus começou – e Ele não tem começo nem fim. Alguém o formulou desta maneira: "Deus é o que é, principalmente por Seu amor." E Friedrich Bodelschwingh cunhou a frase: "Por esta terra não passa ninguém que não seja amado por Deus." O próprio Senhor diz: "Com amor eterno eu te amei" (Jeremias 31.3). Portanto, não há uma só pessoa vivendo sobre a face da terra que não seja amada por Deus.
Deus ama a cada pessoa da mesma maneira. Isso significa que Ele não ama a ninguém mais do que a outro. Agostinho definiu esse amor de Deus de maneira muito apropriada: "Deus ama tanto a cada um de nós como se não existisse ninguém mais a quem Ele pudesse dar Seu amor."
Jamais alguém poderá apresentar-se diante de Deus e afirmar que não foi amado por Ele. Estou profundamente convicto de que, quando os perdidos chegarem diante do trono de Deus e virem o Cordeiro de Deus, ficarão perplexos por não terem aceitado o amor que Jesus lhes ofereceu. Se existisse apenas um único pecador perdido nesta terra, Deus em Seu amor ilimitado teria feito por ele o que fez por todas as pessoas do mundo, através de Jesus Cristo.
É justamente isso que o Senhor Jesus quer expressar com a parábola da ovelha perdida:"Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que, assim haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento" (Lucas 15.4-7).
Martim Lutero, com sua linguagem forte, descreveu certa vez o amor de Deus com as seguintes palavras: "Deus é um forno ardente, tão cheio de amor que todo o céu e toda a terra estão envolvidos pelo seu calor."

"Nunca se esqueça! Deus ama você, em toda e qualquer circunstância, nada vai mudar o amor d'Ele por você".

Fonte: www.ajesus.com.br

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Jesus: único, incomparável, maravilhoso – em Sua Personalidade

Norbert Lieth


Sua grandeza



Uma edição da "Enciclopédia Britânica" usa 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Essa descrição ocupa mais espaço que a de Aristóteles, Cícero, Alexandre, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte.
Eis o que disseram sobre Jesus algumas personalidades conhecidas:
Rousseau: "Conseguir inventar ou criar a história de uma vida como a de Jesus seria um milagre maior do que foi Sua existência real."
Napoleão, que cobriu de guerra a metade da Europa, escreveu em seu diário ao final de sua vida: "Com todos os meus exércitos e generais, por um quarto de século não consegui subjugar nem um único continente. E esse Jesus, sem a força das armas, vence povos e culturas por dois mil anos."
Ao conhecido historiador H. G. Wells foi perguntado: quem mais influenciou e marcou a história? Ele respondeu que, considerando a grandeza de uma personalidade conforme os aspectos históricos, a pessoa de Jesus Cristo está em primeiro lugar.
E o historiador Kenneth Scott Latourette afirmou: "Quanto mais o tempo passa, mais óbvio se torna que Jesus, por Sua influência na história, viveu neste planeta a vida de maior significado para a humanidade. E Sua influência parece aumentar mais e mais".
Ernst Renan fez a seguinte observação: "Na área religiosa, Jesus é a figura mais genial que jamais viveu. Seu brilho é de natureza eterna e Seu reinado jamais acaba. Ele é único em qualquer sentido e não pode ser comparado a ninguém. Sem Cristo não se entende a história."
Bíblia nos ensina que Jesus Cristo é maior que tudo. Só na Epístola aos Hebreus encontramos as seguintes afirmações:
  • Jesus é maior que os anjos (Hebreus 1.1 a 3.19).
  • Jesus é maior que o sacerdócio de Arão (Hebreus 4.1 a 6.20).
  • Jesus é maior que as revelações do Antigo Testamento (Hebreus 7.1 a 8.13).
  • Jesus é maior que todos os santuários e sacrifícios do Antigo Testamento (Hebreus 9.1 a 10.39).
  • Jesus é o Autor e Consumador de toda a fé (Hebreus 11.1 a 12.3).

Sua vida sem pecado

Você conhece a oração que o próprio Jesus nunca orou? Trata-se da oração do Pai Nosso. Jesus a ensinou, mas Ele próprio não a orava porque não havia necessidade, principalmente o pedido: "...perdoa-nos as nossas dívidas..." Jesus era sem culpa, sem pecado, completamente puro. Por isso Ele nunca teve de arrepender-se de alguma coisa que tivesse feito; por essa razão Ele nunca precisou pedir perdão pelos Seus próprios pecados, nem pedir desculpas aos outros. Ele sempre se humilhava em lugar dos outros, Ele levou nossos pecados sobre Si. E Ele orou: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem". Jesus não tinha pecado, por isso era Santo e Justo:
  • A mulher de Pilatos mandou dizer ao marido: "Não te envolvas com esse justo."
  • O próprio Pilatos teve de admitir: "Não vejo neste homem crime algum."
  • O malfeitor na cruz exclamou: "...este nenhum mal fez."
  • O centurião romano junto à cruz teve de concordar: "Verdadeiramente, este homem era justo."
  • Até os demônios reconheceram: "Bem sei quem és: o Santo de Deus!"
Resumindo: Jesus Cristo não teve pecado – ao contrário de todas as outras pessoas e dos fundadores de religiões que já viveram.
H. Bender escreveu sobre Jesus: "Em meio à história do mundo encontra-se uma figura, inserida nessa história em todos os seus aspectos, mas que a tudo sobrepuja. É Jesus Cristo. Ele é completamente diferente, Ele é singular. Ele é o único que podia ousar colocar-se diante de uma multidão hostil e fazer-lhe a pergunta: "Quem dentre vós me convence de pecado"? A única resposta foi o silêncio da platéia, uma resposta eloqüente. Sua vontade estava plenamente inserida na vontade de Deus. Sua postura era completamente dirigida por Deus e direcionada para Deus. Nele não havia discrepância, não havia imperfeição alguma."
Em Romanos 8.3 está escrito: "...Deus pôs em ação um plano diferente a fim de nos salvar. Enviou seu próprio Filho, em corpo humano como o nosso – com a exceção de que o nosso é pecador – e destruiu o controle do pecado sobre nós, dando-Se a Si mesmo como sacrifício por nossos pecados" (A Bíblia Viva, veja também 1 Pedro 2.22 e Hebreus 4.14).

Sua divindade

Pasteur, importante médico e cientista francês, formulou assim sua opinião acerca da divindade de Jesus: "Em nome da ciência eu proclamo a Jesus Cristo como Filho de Deus. Meu senso científico, que valoriza muito a relação entre causa e efeito, compromete-me a aceitá-lo como fato. Minha necessidade de adorar encontra nEle a mais plena satisfação."
Que Jesus Cristo é o Filho de Deus, é testemunhado em inúmeras passagens do Antigo e do Novo Testamento.
A Bíblia apresenta Jesus como sendo ao mesmo tempo perfeitamente humano (embora sem pecado) e perfeitamente divino (veja também Isaías 9.5-6; João 1.1-2; 3.16; 8.58; Colossenses 1.15-19; 1 Timóteo 3.16; Hebreus 13.8; 1 João 5.20). A carta aos Filipenses diz de Jesus: "pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens" (Filipenses 2.6-7). Em outras palavras: Ele não agarrou-se à Sua divindade, mas humilhou-se por amor a nós. Em outro lugar o próprio Jesus disse: "Eu e o Pai somos um" (João 10.30).
Em Colossenses 1.19-20 está escrito: "Porque aprouve a Deus que, nele, residisse toda a plenitude e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus." A Bíblia Viva diz:"Porque Deus queria que tudo dEle mesmo estivesse em seu Filho. Foi por meio daquilo que seu Filho fez que Deus abriu um caminho para que tudo viesse a ele, todas as coisas no céu e na terra, pois a morte de Cristo na cruz trouxe para todos a paz com Deus através de seu sangue." Jesus é o único em quem Deus realmente habitou plenamente (portanto, Ele não é apenas mais um dentre os muitos fundadores de religiões!). Jesus é Aquele que resgatou todo o Universo e, portanto, também chegará ao objetivo com ele..." Por isso, em profunda adoração, só podemos citar a passagem de Isaías 46.5: "A quem me comparareis para que eu lhe seja igual? E que coisa semelhante confrontareis comigo?"
Se você, prezado leitor, prezada leitora, concordou com o testemunho que a Escritura dá acerca de Jesus Cristo, se você reconheceu a singularidade de Jesus, o mais sensato não seria decidir-se por uma vida com Jesus? Se Jesus é tudo aquilo que Ele afirma ser, isso é razão mais do que suficiente para tornar-se cristão! Faça isso agora, se ainda não o fez! Tome a decisão consciente de entregar a Ele toda a Sua vida e de seguir Seus passos! Pois, se Jesus é o que diz de Si mesmo, se é o que a Bíblia diz dEle e se é o que muitas pessoas experimentaram, então todos precisam dEle para receber o perdão dos pecados e para entrar no reino de Deus. Com Ele ganhamos tudo, sem Ele tudo perdemos, para todo o sempre!
Hamlet, de William Shakespeare, diz: "Perderei, quer viva, quer morra." O apóstolo Paulotinha a mais absoluta certeza: "para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro" (Filipenses 1.21). Ele sabia que ganharia em qualquer circunstância! Por isso você deveria impreterivelmente tornar-se cristão, pois sem Jesus você perderá tudo!
Aos 16 anos, Friedrich Nietzsche, chamado "o grande filósofo do ateísmo", escreveu a um amigo sobre a pessoa de Jesus Cristo: "Eu sei que, se não O encontrar, não terei repostas para minha vida." E no final de sua vida, durante a qual rejeitou a Cristo, ele escreveu: "Ai daquele que não tem lar!"
O dramaturgo suíço Friedrich Dürrenmatt reconhece em sua obra "Os Físicos": "Quando deixei de temê-lO, minha sabedoria destruiu minha riqueza." Mas quem tem a Jesus é rico em tudo: "Porque, em tudo, fostes enriquecidos nele" (1 Coríntios 1.5).

Fonte: www.chamada.com.br


sábado, 28 de janeiro de 2012

Jesus: único, incomparável, maravilhoso – em Seu testemunho




Norbert Lieth
No Evangelho de João encontramos uma série de testemunhos de Jesus sobre Si mesmo, por exemplo:
  • "Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede" (João 6.35).
  • "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida" (João 8.12).
  • "Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem" (João 10.9).
  • "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (João 10.11).
  • "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá" (João 11.25).
  • "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14.6).
  • "Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor" (João 15.1).
Quando a samaritana disse a Jesus: "Eu sei... que há de vir o Messias, chamado Cristo; quando ele vier, nos anunciará todas as coisas" (João 4.25-26), o Senhor lhe respondeu:"Eu o sou, eu que falo contigo" (versículos 25-26).
Quando Pilatos perguntou: "Logo, tu és rei?", Jesus respondeu: "Tu dizes que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz" (João 18.37).
Os discípulos ouviram todos esses testemunhos de Jesus sobre si mesmo e viram Suas obras e Seus milagres. Imaginemos estar frente a frente com alguns dos primeiros cristãos, tendo a oportunidade de entrevistá-los acerca de sua fé em Jesus Cristo. Talvez acontecessem os seguintes diálogos:

Pedro

Pedro, afinal de contas, por que você tornou-se cristão? Você era um homem que sabia se impor. Você tinha profissão e sustento próprios. Você era bem casado e sua sogra era muito querida. Você era um líder nato e um judeu legítimo, consciente da realidade. Você sabia o que queria na vida. Você não parava para pensar por muito tempo, desembainhando a espada com rapidez. Por que você tornou-se cristão? Por favor, responda-nos em poucas palavras!
– Sim, posso fazê-lo de maneira breve e concisa: "Nós temos crido e conhecido que tu és o santo de Deus" (João 6.69). "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mateus 16.16). Em outras palavras: Eu e os outros apóstolos convivemos com Jesus, ouvimos o que Ele pregava, conhecemos Sua maneira de viver, pois estivemos com Ele quase diariamente por três anos. Por isso, agora estou bem certo: Jesus é realmente o Cristo prometido! E por essa razão, como judeu, tornei-me crente em Jesus.

Paulo

Paulo, por que você tornou-se cristão? Você era fariseu* e se empenhava com todas as forças para defender a lei de Deus. Você era um homem intelectual e culto. Mas você odiava a Jesus e Sua Igreja, perseguindo os crentes até a morte. Você queria obrigar os Seus seguidores a negar o Nome de Jesus. Por que hoje tudo é tão diferente em sua vida?
– Sou um seguidor de Jesus porque uma coisa extraordinária aconteceu comigo quando me encontrava a caminho de Damasco, para perseguir os crentes de lá: "... indo eu caminho fora, vi uma luz no céu, mais resplandecente que o sol, que brilhou ao redor de mim e dos que iam comigo. E, caindo todos nós por terra, ouvi uma voz que me falava em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra os aguilhões. Então, eu perguntei: Quem és tu, Senhor? Ao que o Senhor respondeu: Eu sou Jesus, a quem tu persegues" (Atos 26.13-15).
– E isso produziu uma grande mudança em sua vida, não foi?
– Sem dúvida!
– Antes do episódio de Damasco você estava empenhado com todo o seu zelo em sufocar a fé das pessoas em Jesus Cristo, que estava se alastrando cada vez mais. Você certamente poderia ter tido uma carreira brilhante pois era um fariseu muito conceituado. Mas hoje, alguns anos depois, o que você pensa sobre Jesus?
– "Uma coisa tornou-se bem clara para mim: todas as outras coisas perdem o valor quando comparadas com o ganho inestimável de conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor. Deixei de lado todas as outras coisas, achando que tudo valia menos do que nada, a fim de ter a Cristo (Filipenses 3.8, A Bíblia Viva). "...em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus" (Atos 20.24).

João

João, porque você e seu irmão Tiago tornaram-se cristãos, abandonando o barco de pesca do seu pai? Vocês eram homens de personalidade tão marcante, que chegaram a ser chamados de "filhos do trovão"! A expressão "com eles não se brinca", poderia muito bem ser aplicada a vocês. Mas de repente, João, você passa a ser chamado de "apóstolo do amor". Como se explica isso?
– Explico com prazer: "O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da vida (e a vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a vida eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada)" (1 João 1.1-2).
A Bíblia Viva diz: "Cristo estava vivo quando o mundo começou, entretanto eu mesmo O vi com os meus próprios olhos e O ouvi falar. Eu toquei nEle com as minhas próprias mãos. Ele é a mensagem da Vida enviada por Deus. Este que é Vida que vem de Deus foi revelado a nós e nós asseguramos que O vimos; eu estou falando de Cristo, Aquele que é a Vida eterna. Ele estava com o Pai e depois foi revelado a nós."
– Você está afirmando que a vida de Jesus e a vida que Ele dá aos que O seguem é eterna?
– De fato, pois: "o que temos visto e ouvido anunciamos também a vós outros, para que vós, igualmente, mantenhais comunhão conosco. Ora, a nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo" (1 João 1.3).
– João, por favor, desculpe-me, mas você tem certeza que está perfeitamente sóbrio? Você sabe o que está dizendo? Com essa declaração você está colocando Jesus Cristo acima de todas as pessoas que viveram até hoje! Você está consciente de estar concedendo a Jesus uma grandeza que excede de longe a todos os outros "grandes" deste mundo?!
– Claro! "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai" (João 1.14).
– Mas João, será que você não está exagerando cada vez mais? Você percebe que, com o que acabou de dizer, está afirmando que em Jesus vemos o Pai? Obviamente você está aludindo ao Tabernáculo.* Lá a glória de Deus se manifestava, e você afirma que Jesus é essa glória? Você já imaginou os israelitas ouvirem o que você está dizendo...!?
– Não se preocupe, sei muito bem o que digo. Pois, "ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito (Jesus), que está no seio do Pai, é quem o revelou" (João 1.18).
– João, por favor, permita-me citar um comentário escrito sobre o que você acabou de dizer: "Para os judeus não havia nada maior que a Lei. O maior anseio de todos os homens, no fundo, é ver a Deus. E aqui está quem é maior que a Lei. Aqui está a satisfação de todos os anseios: através de Jesus, que é inteiramente um com o Pai e busca exclusivamente o que é de Deus, ficamos conhecendo tudo o que é essencial sobre Deus. Por Seu intermédio obtemos tanto a graça como a sabedoria." Não é verdade? Você certamente concorda com isso?!
– Sim, esse comentário reflete muito bem o que estou dizendo.

A samaritana de Sicar

Os samaritanos de Sicar eram homens, mulheres e crianças, jovens e velhos. Pergunto-lhes: porque vocês tornaram-se cristãos? Por acaso, vocês deram ouvidos às palavras de uma mulher?
– Não, não foi o que fizemos. Deixamos bem claro para a mulher que não estávamos apenas acreditando no que ela nos contava: "Já agora não é pelo que disseste que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo" (João 4.42).

O centurião ao pé da cruz

Como centurião romano você certamente viu muitas pessoas morrendo na cruz e provavelmente também comandou a crucificação de Jesus. Além disso você era devotado de corpo e alma ao imperador romano, que reivindicava ser deus. Sua profissão, seu salário, seu futuro e até sua vida estavam em jogo nessa execução. Imagino que sua posição como centurião exigia maturidade e visão, e que você já tinha sido aprovado em situações difíceis anteriormente...
– Sim, eu estava acostumado com tudo. Conheci muitas pessoas, conheci soldados heróicos e oficiais nobres, dignos de admiração. Vi muita gente morrendo. Vivenciei seus últimos momentos e ouvi seus gritos, suas blasfêmias e seus lamentos. Mas ninguém morreu como Jesus! Eu O ouvi orando pelas pessoas que O crucificavam. Observei-O falando com Sua mãe e com um dos Seus discípulos, mesmo em meio ao maior sofrimento. Presenciei o diálogo que Ele teve com um malfeitor crucificado ao Seu lado, a quem prometeu o reino dos céus. Também ouvi quando Ele clamou: "Está consumado!" Quem de nós poderia falar algo semelhante no final de sua vida? A vida de Jesus demonstra que Ele fez tudo de maneira correta e concluíu com absoluta perfeição tudo o que começou. Isso tudo não me permitiria outra conclusão do que dizer: "Verdadeiramente, este homem era o filho de Deus" (Marcos 15.39).

Pessoas do presente

Pessoas que vivem em nossos dias também testemunham como conheceram o Senhor Jesus e que efeitos isso produziu em suas vidas. A seguir, alguns trechos de cartas que recebemos:
• Em minha mocidade não ouvi falar muito de cristãos autênticos, nem fiquei sabendo de pessoas que seguiam a Jesus de todo o coração. Estudei teologia e tornei-me pastor, mas por longos anos o fui sem conhecer a Cristo. Estive muito envolvido com questões sociais e tentei ajudar onde havia necessidades, mas só agora sei que em meio a todas as minhas atividades faltava o mais importante: conhecer a Jesus. Agora Ele tornou-se meu Senhor. Agora eu O encontrei, ou melhor, Ele me encontrou! Hoje realizo minha tarefa de pastor de uma maneira completamente diferente: tento falar de Jesus às pessoas e procuro levá-las a Cristo. O interesse por todas as outras questões não diminuiu, pelo contrário, tornou-se ainda mais profundo. Meu alvo principal, agora, é ajudar a edificar a Igreja de Jesus, contribuindo de maneira decisiva, através da transformação interior de vidas, para auxiliar também na solução das outras questões.
• Fui infiel à minha esposa por 23 anos, mas ela me ama mais do que nunca, mesmo que atualmente eu esteja na prisão. Nos primeiros dias em que fiquei preso, quando não via saída para minha situação, nem perspectivas para minha vida, pensei em acabar com tudo. Mas as coisas aconteceram de uma forma bem diferente. O Senhor não permitiu que eu me suicidasse e encontrei a fé inabalável em Jesus, o Senhor. Logo escrevi uma carta à minha esposa e pedi que ela me enviasse uma Bíblia. Ela fez isso imediatamente e me escreveu o seguinte: "Esta é a Bíblia que ganhamos no dia do nosso casamento. Da outra eu mesma preciso". Jamais em toda a minha vida chorei tanto como na época em que comecei a ler na "nossa" Bíblia de casamento. Tive que ser preso para dar valor à Palavra de Deus! Pois antes eu sempre dizia: "Não tenho tempo", que é o título de um folheto que li. Mas agora eu sei o que é mais importante na vida: seguir a Jesus!
• Já fazem mais de quarenta anos desde que reconheci que havia pecado contra Deus e contra os homens, e que o meu pecado me separava de Deus, porque Deus, sendo justo, julga e condena o pecado. Tornou-se claro para mim que esse julgamento significava condenação eterna. Mas ao mesmo tempo passei a ouvir as boas-novas de salvação: quem reconhece seus pecados e os confessa ao Senhor Jesus Cristo, pedindo perdão, pela fé, recebe perdão e vida eterna. Essa maravilhosa oferta de Deus me tocou profundamente, e de coração agradecido eu a aceitei.
Quando volto ao passado em pensamentos, só posso me admirar, agradecer a Deus e exultar interiormente! Passei por altos e baixos, infelizmente também em minha vida de fé, entristecendo ao Senhor e a mim mesmo, mas Ele continuou sendo o mesmo bom e fiel Pastor que sempre tem sido em minha vida! Ele Se preocupa com os Seus filhos! Só quem já o experimentou sabe o que significa ter a certeza de que Ele jamais abandona os Seus em meio aos problemas e aflições da vida e que Sua ajuda nunca chega tarde demais! Jamais me arrependi de minha decisão de ser cristão e de entregar meu coração a Jesus, que tomei há tantos anos atrás. Ao contrário: hoje não consigo entender como é possível viver sem Jesus nestes dias difíceis, quando todos os valores são invertidos e onde a injustiça literalmente se alastra. Mas tudo isso não é tão importante, é apenas o momento presente. O que realmente importa é nosso futuro, que, conforme as palavras das Sagradas Escrituras, será maravilhoso!
• Fui batizado ainda bebê na igreja católica e cresci seguindo os seus ensinamentos. Mais tarde, pela graça de Deus, encontrei a Cristo e aceitei-O como meu Salvador e Senhor. Fui a uma reunião caseira de cristãos que estudam a Bíblia e louvam ao Senhor, que eu aprecio e onde me sinto muito bem. A Palavra de Deus tem se tornado cada vez mais importante para minha vida. A Bíblia é meu livro preferido! O que eu mais quero é entender a Palavra e viver fazendo a vontade do Senhor.
• Fui assistir a uma pregação sua porque uma conhecida, que não dirige, pediu-me que eu a levasse até lá. No final do culto você convidou os presentes a se entregarem a Jesus. Tornou-se claro em meu coração que esse convite era também para mim, e eu o aceitei. Realmente, nesse dia o Senhor Jesus me chamou e agora estou cheia de alegria e de gratidão! Sou médica, e minha profissão exige muito esforço, mas agora eu sei que Deus é quem me dá a força de que eu preciso a cada dia. Ele sabe o que pode exigir de mim. Justamente agora tenho duas semanas de férias, duas semanas de paz e tranqüilidade para admirar as coisas maravilhosas da natureza que o Senhor criou, e tenho tempo para conversar com Ele e de pedir-Lhe que me ajude a cuidar dos meus pacientes com carinho e dedicação.
Todos estes testemunhos combinam com o que alguém disse certa vez, baseado em Filipenses 2.9 – "Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome": "Para muitos, Jesus é apenas uma figura apropriada para uma pintura, o herói de um romance, um belo modelo para uma escultura ou o tema para uma canção. Mas para os que ouviram Sua voz, experimentaram Seu perdão e sentiram Suas bênçãos, Ele é aconchego, luz, alegria, esperança e salvação, um amigo que não nos abandona jamais, que nos levanta quando estamos prostrados".

Norbert Lieth em: www.chamada.com.br



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A origem dos calendários

          "Quando teve início a Era Cristã? E qual a origem dos calendários, mormente do nosso?"
"Era" é um acontecimento marcante, que serve de partida de um sistema cronológico. No que tange à Era Cristã, ela teve início no nascimento de Jesus Cristo. É comumente escrita de forma abreviada "AD" do latim "Anno Domini" que significa Ano do Senhor. Para as datas antes do nascimento de Jesus, usa-se a abreviatura "AC" que se refere às palavras Antes de Cristo. A contagem do tempo que vai de Adão a Cristo é feita no sentido regressivo, isto é, o cômputo de Cristo para Adão. Noutras palavras, partindo de Adão para Cristo, os anos diminuem até chegar à Era Cristã, portanto de Cristo para Adão (o normal), os anos aumentam. É que Jesus é o centro de tudo, e também do marco divisório e central do tempo.
          Quando Jesus nasceu, o Império Romano dominava o mundo. Os romanos datavam seus acontecimentos tomando por base o ano da fundação de Roma: o ano 753 antes de Cristo. Para os romanos, esse ano era o "1 AUC". As iniciais "AUC" são três palavras latinas "Anno Urbis Conditae" que significam: "O ano em que a cidade foi fundada". A alusão é à cidade de Roma. A era romana começa em 1 AUC.
          A palavra calendário vem do latim "calenda" primeiro dia de cada mês entre os romanos. Seu uso é tão antigo quanto a própria humanidade. Ao que se sabe, os primeiros povos a usarem o calendário foram os egípcios. Há calendários diversos.

          Calendário Romano
Calendário Romano.

          Foi organizado por Rômulo, que, segundo a história, foi o primeiro rei de Roma, então cidade-reino. Reinou entre 753-715 a.C. Esse calendário tinha dez meses de trinta dias. Numa Pompílio, o sucessor de Rômulo, reformou-o, acrescentando-lhe dois meses, passando o ano então a ter 355 dias.

Calendário Juliano
Ilustração.
          Júlio César reformou o calendário romano em 46 a.C. através do seu astrônomo, Sosignes de Alexandria. Júlio César, percebendo que as festas das estações mais floridas do ano que caíam em março (primeiro mês naquela época), caíam em pleno inverno, determinou então que Sosígenes corrigisse o calendário. A partir de então, esse calendário passou a chamar-se juliano. César cometeu um pequeno erro, ao considerar o ano solar como tendo 365 dias e 6 horas, quando ele tem 365 dias, 5 horas e 45 minutos. Esses minutos acumulados anualmente, somaram 10 dias em 1.852, o que motivou o papa Gregório XII a reformar outra vez o calendário.

Calendário de Dionísio

Ilustração.
          Em 526 d.C., o imperador romano do Oriente, Justiano I, decidiu organizar um calendário original partindo do ano do nascimento de Jesus. A tarefa foi entregue ao abade dominicano Dionysius Exiguus, que fixou o ano 1 d.C., isto é, o ano 1 da Era Cristã. Como mais tarde ficou comprovado, ele devia ter fixado o ano 1 d.C. 5 anos antes, isto é, em 749 AUC, e não 753. Seu erro foi um atraso de 5 anos na fixação do ano 1 da Era Cristã. Uma vez concluído, esse calendário passou a ser adotado em todo o mundo onde quer que o cristianismo se pregava.
          Tempos depois, os doutos na matéria encontraram erros no calendário de Dionísio. Davis, citando o historiador judeu Flávio Josefo, mostra que Herodes morreu depois do nascimento de Jesus, logo o calendário de Dionísio está errado quando afirma que Jesus nasceu em 753 AUC. Se Herodes morreu em 750, então Jesus nasceu em 749 AUC, isto é, 4 anos antes do ano 1 da Era Cristã (?). Notemos que de 753 a 749 AUC há 4 anos, e não 5 como aparece à primeira vista, por causa dos meses que ultrapassaram de 4 anos. Conforme os estudos dos eruditos, arredonda-se o número de anos para 5, para facilidade de cálculo.
          Eis aí a razão por que os livros e publicações em geral afirmam que Jesus nasceu em "5 a.C.", isto é, 5 anos antes da Era Cristã, o que é um contra-senso se não houver uma explicação. Como poderia Jesus nascer 5 anos antes do seu nascimento? A explicação já foi dada. E, por qual razão perpetuou-se o erro em vez de corrigi-lo? É que uma vez descoberto o erro (este atraso de 5 anos), sua correção no calendário acarretaria problemas seríssimos nas atividades humanas. Portanto, as datas atuais estão atrasadas quase 5 anos.

Calendário Gregoriano

Ilustração.
          Em 1.852 o papa Gregório XIII aconselhado pelo astrônomo Calabrês Líbio, alterou num ponto o calendário de Dionísio. Gregório tirou 10 dias do ano de 1.582 afim de corrigir a diferença de dias devido ao acúmulo de minutos a partir de 46 a.C. quando César reformulou o calendário. Por causa dessa pequena alteração o calendário atual é denominado gregoriano. A Grécia e a Turquia ainda observam o calendário juliano, o qual está 13 dias adiante em relação ao nosso.
          As datas exatas do nascimento e morte de Jesus não se sabe com precisão. O que se tem é apenas uma ideia aproximada. A primeira comemoração da data do Natal em 25 de dezembro deu-se em 325, em Roma, mediante o imperador Constantino. Até hoje a Igreja Ortodoxa observa esta data em 6 de janeiro, e os armenianos em 19 de janeiro.
          As divisões do tempo:
  1. O dia. Entre os judeus, o dia ia de um pôr-do-sol a outro. Entre os romanos, ia de uma meia-noite a outra. As horas do dia e da noite eram computadas separadamente, isto é, doze e doze, isto entre os romanos: Jo. 11:9; At. 23:23. Entre os judeus, no entanto, a hora primeira do dia era às 6 da manhã. O mesmo ocorria em relação à noite.
  2. A semana. Entre os hebreus, os dias da semana não tinham nomes e sim números, com exceção do 6º e 7º dias, que também tinham nomes: Luc. 23:54. (Trad. Bras.)
  3. Os meses. Eram lunares. A lua nova marcava o início de cada mês, sendo este dia festivo e santificado: Núm. 28:11-15; I Cron. 23:31. Tinham 29 e 30 dias, alternadamente. Antes do exílio babilônico eram designados por números. Depois disso, passaram a ter nomes e números.
  4. Os anos. Tinham 12 meses de 29 e 30 dias. Os judeus observavam  dois diferentes anos: o religioso, que começava em Abibe (mais ou menos o nosso abril), e o civil, que começava em Tishri (mais ou menos nosso outubro).
  5. Os séculos. Sua computação: Século I. Compreende os anos 1 a 100 d.C.

         Século II. Compreende os anos 101 a 200 d.C.
         Século III. Compreende os anos 201 a 300 d.C., e assim por diante.

Curiosidades sobre os nomes dos meses:
  • alguns nomes dos meses de nosso calendário foram batizados com nomes de "deuses" romanos:
  1. Janeiro, teve sua origem no nome de Jano (Ianuarius, do latim), deus romano com duas faces, o significado do nome quer dizer "porta", representando a entrada de um ano novo.
  2. Fevererio, vem de Februmm, palavra latina que quer dizer "purificar", de februa que era uma festa romana com rituais de purificação que acontecia a cada 15º dia do referido mês no antigo calendário romano.
  3. Março, deriva de Marte -deus da guerra- isso porque se dava em um período bom para se sair para guerra.
  4. Abril, há pelo menos duas versões ligadas ao nome deste mês; uma é que seria derivado de aperire, "abrir" em latim, relacionado ao desabrochar das flores; outra versão seria ligação com a festa sagrada chamada aprilis, em honra a Vênus, a "deusa" romana do amor.
  5. Maio, estava relacionado ao nome de duas "deusas" roamanas, Maia e Flora, suas festas eram comemoradas no primeiro dia do mês.
  6. Junho, o nome teria sua origem no nome da "deusa" romana Juno, relacionada à família e aos partos.
  7. Julho, no primeiro calendário romano era chamado de quintilis, na época era o quinto mês do ano. Já no ano 44 a.C. foi rebatizado com o nome do líder Júlio César (Julius Caesar, latim).
  8. Agosto, era o sexto mês no antigo calendário e por isso era chamado de sextilis, vindo a ser chamado pelo nome atual por causa de outro líder, o imperador Augustus.
          A partir de setembro, os nomes se derivam de septem (sete); outubro, october (oito); novembro, november (nove) e dezembro, december (dez).


A Bíblia Responde, vários autores


quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Porque vale a pena ser cristão - Introdução

Céu, lindo Céu!!!
Norbert Lieth

Vamos perguntar-nos concretamente se vale a pena ser cristão, apesar de vivermos em um país considerado cristão, com raízes e tradições cristãs. Que valor tem para nós o cristianismo, o verdadeiro cristianismo, nos dias de hoje?

Voltaire, ateu convicto, foi convidado certa vez por Frederico o Grande, rei da Prússia. Na hora dos brindes, ele ergueu sua taça e disse, zombando: "Troco meu lugar no céu por um marco prussiano". Um silêncio constrangedor dominou o ambiente por alguns instantes, até que outro convidado à mesa do rei voltou-se para Voltaire e respondeu: "Meu senhor, na Prússia temos uma lei: quem tem algo para vender deve provar que o objeto à venda realmente lhe pertence. O senhor pode comprovar que possui um lugar no céu?"

Possuir um lugar no céu – é isso que realmente importa! A Bíblia nos mostra a condição para recebê-lo: ter genuína unidade de vida com Jesus! Isso acontece através do novo nascimento (veja João 3.1-8). Nascemos de novo espiritualmente pela fé pessoal em Jesus Cristo, e assim nos tornamos filhos de Deus: "Mas, a todos quantos o receberam (a Jesus),deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus (renascerem espiritualmente), a saber, aos que crêem no seu nome" (João 1.12). Freqüentemente se ouve: "Afinal, todos são filhos de Deus!" Mas, conforme a Bíblia, isso não é verdade! Trata-se realmente de um grande engano, que leva muitas pessoas a se acomodarem e tranqüilizarem numa falsa segurança com relação ao seu destino eterno. Todos os homens são criaturas de Deus, mas filhos de Deus – os únicos que terão um lugar no céu – são somente aqueles que nasceram de novo através do Espírito Santo, como Jesus disse: "Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito Santo não pode entrar no reino de Deus" (João 3.5).


Quem nasceu de novo, como Jesus explicou, tem a confirmação e o testemunho do Espírito Santo em seu coração: "Agora sou um filho de Deus!" Isso não é sinal de orgulho, e sim de humildade, pois a pessoa salva não se baseia mais em suas próprias obras, mas unicamente no Senhor Jesus Cristo. Tal pessoa reconheceu que era pecadora e que não podia ser salva por boas obras, nem por qualquer outra coisa. Foi por isso que ela chegou-se a Jesus com o pedido: "Meu Salvador, por favor, salve-me!" O Senhor não apenas ouve essa oração, Ele também a atende: Jesus regenera – faz renascer espiritualmente – quem O aceita como Salvador em seu coração. Em Apocalipse 3.20 Ele diz: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo." Se você abrir a porta da sua vida para Jesus, Ele entrará e a transformará. Como conseqüência, o Espírito Santo lhe dará a certeza: "Agora sou propriedade de Jesus, agora estou salvo, agora vou para o céu!"
Jesus não pode ser comparado a nada, nem a ninguém! Ele é o Cristo, o Filho do Deus vivo – e por isso vale a pena segui-lO e ser cristão!
Vamos ler apenas alguns dos muitos textos da Bíblia sobre Jesus Cristo:
  • Jesus "é a imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; pois, nele, foram criadas todas as coisas, nos céus e sobre a terra, as visíveis e as invisíveis... Tudo foi criado por meio dele e para ele. Ele é antes de todas as coisas. Nele tudo subsiste" (Colossenses 1.15-17).
  • "Pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai" (Filipenses 2.6-11).
Fonte: www.chamada.com.br

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A Bíblia – atual, autêntica, confiável


Norbert Lieth
Um jovem solicitou ao seu pastor que escrevesse uma dedicatória em sua Bíblia. Um bom versículo já constava na página em branco: "Eu sou o pão da vida." O pastor apenas acrescentou: "Não o deixe mofar". O jovem jamais esqueceu esse conselho. Ele o pôs em prática lendo a Bíblia como sendo o pão da vida, fazendo dela seu alimento espiritual diário. Durante toda a sua vida ele foi grato por isso.

Singular em sua divulgação

A Bíblia é de longe o livro mais traduzido do mundo. Partes da Bíblia podem ser lidas atualmente em mais de 2.212 línguas diferentes e todo ano a lista é acrescida de 40 novas traduções. Nenhum outro livro também se aproxima da sua tiragem: o número de exemplares impressos sobe a cada ano, apesar da Bíblia ter sido o livro mais atacado em todos os tempos. Soberanos de todas as épocas, políticos, reis e ditadores, até líderes religiosos e seus cúmplices tentaram privar o povo de sua leitura. Combateram-na, despojaram-na de seu conteúdo, tentaram destruí-la. Pode-se dizer que jamais outro livro foi tão amado e ao mesmo tempo tão odiado quanto a Bíblia!

Singular em sua formação

Na verdade, a Bíblia é uma pequena biblioteca formada por 66 volumes. Ela foi escrita por aproximadamente 40 autores diferentes, durante um período de mais ou menos 1500 anos. Com toda a certeza ela não foi escrita por iniciativa coletiva. Ela também não foi planejada por alguém. Um dos autores escreveu na Arábia, outro na Síria, um terceiro em Israel, e ainda outro na Grécia ou na Itália. Um dos autores atuou mais como historiador ou repórter, outro escreveu como biógrafo, outro escreveu tratados teológicos, ainda outro compôs poemas e escreveu provérbios, enquanto outro registrou profecias. Eles escreveram sobre famílias, povos, reis, soberanos e impérios do mundo. O escritor das primeiras páginas jamais poderia saber o que outro escreveria 1400 anos mais tarde. Os escritores de séculos futuros nunca poderiam saber, por si mesmos, o sentido profético de um texto escrito centenas de anos antes. Mesmo assim, a Bíblia é um livro de uma unidade impressionante, com coerência do início ao fim, tendo um tema comum e falando de uma pessoa central: Jesus Cristo. A Bíblia é o único livro no qual milhares de profecias se cumpriram literalmente. Suas predições realizaram-se nos mínimos detalhes durante a história. Locais e datas mencionados nos relatos bíblicos foram confirmados pela ciência. Quando nos perguntamos como foi possível aos autores alcançarem uma unidade e uniformidade tão grandes no que escreveram, concluímos que só nos resta a resposta de 2 Pedro 1.21: "Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo." Em outra passagem, a Bíblia diz: "Toda a Escritura é inspirada por Deus..." (2 Tm 3.16). Um filósofo francês expressou-se da seguinte maneira sobre a maravilha que é a Bíblia: "Quão miseráveis e desprezíveis são as palavras dos filósofos quando comparadas com as da Bíblia! É possível um livro tão simples, mas ao mesmo tempo tão perfeito, ser palavra humana?"

Singular em seus efeitos

Um ateu enviou a um jovem cristão grande número de artigos selecionados para convencê-lo de que a Bíblia era atrasada em muitas de suas afirmações e ultrapassada pelos conhecimentos dos tempos atuais. O jovem respondeu:
Se você tiver algo melhor que o Sermão do Monte, alguma coisa mais bela que a história do filho pródigo ou do bom samaritano, alguma norma ou lei de nível superior aos Dez Mandamentos, se você puder apresentar algo mais consolador que o Salmo 23, ou algum texto que me revele melhor o amor de Deus e esclareça mais o meu futuro do que a Bíblia, então – por favor, envie-o para mim com urgência!
Nenhum outro livro além da Bíblia transformou a vida de tantas pessoas para melhor. Ela é um livro honesto e mostra o ser humano como ele é. A Bíblia expõe o pecado e aponta o caminho para o perdão, ela exorta e consola, faz-nos ser humildes e nos edifica. A Bíblia nos mostra a razão de viver, coloca-nos diante de um alvo que faz sentido, e com ela entendemos a origem e o futuro da criação e da humanidade. A Bíblia lança luz sobre nossas dúvidas. Ela coloca a esperança diante de nossos olhos e fala de Deus e da eternidade como nenhum outro livro jamais o poderia fazer. Até Friedrich Nietzsche, inimigo do cristianismo, disse sobre a Bíblia:
Ela é o livro da justiça de Deus. Ela descreve coisas e pessoas em um estilo tão perfeito, que os escritos gregos e hindus não podem ser comparados a ela. O estilo do Antigo Testamento é uma parâmetro de avaliação tanto de escritores famosos como de iniciantes.
Infelizmente, Nietzsche nunca seguiu pessoalmente o que a Bíblia diz.
O escritor Ernst Wiechert escreveu sobre a Bíblia:
Tudo me encantava, muitas coisas me comoviam, outras me abalavam. Mas nada formou e moldou tanto minha alma naqueles anos como o Livro dos Livros. Não me envergonho das lágrimas que derramei sobre as páginas da Bíblia.
Marc Chagall, o gande pintor judeu, disse: "Desde minha infância a Bíblia me orientou com sua visão sobre o rumo do mundo e me inspirou em meu trabalho."

Singular em sua confiabilidade

Alexander Schick escreve:
Nenhum livro de toda a literatura universal pode ser documentado de maneira tão impressionante no que diz respeito ao seu texto original. E nenhum outro livro apresenta uma tão farta profusão de provas de sua autenticidade. Achados de antigos escritos nos dão a certeza de que temos em mãos a Bíblia com a mesma mensagem que os cristãos da igreja primitiva.

A Bíblia – ela funciona!

Em uma revista alemã encontramos o texto abaixo, que transcrevemos por ser muito precioso:
A Bíblia mostra a vontade de Deus, a situação do ser humano, o caminho da salvação, o destino dos pecadores e a bem-aventurança dos crentes.
  • Seus ensinos são sagrados, seus preceitos exigem comprometimento, seus relatos são verdadeiros e suas decisões, imutáveis.
  • Leia-a para tornar-se sábio e viva de acordo com ela para ser santo.
  • A Bíblia lhe ilumina o caminho, fornece alimento para seu sustento, dá refrigério e alegria ao seu coração.
  • Ela é o mapa dos viajantes, o cajado dos peregrinos, a bússola dos pilotos, a espada dos soldados e o manual de vida dos cristãos.
  • Nela o paraíso foi restabelecido, o céu se abriu e as portas do inferno foram subjugadas.
  • Cristo é seu grandioso tema, nosso bem é seu propósito, e a glorificação de Deus é seu objetivo.
  • Ela deve encher nossos pensamentos, guiar nosso coração e dirigir nossos passos.
  • Leia-a devagar, com freqüência, em oração. Ela é fonte de riqueza, um paraíso de glórias e uma torrente de alegrias.
  • Ela lhe foi dada nesta vida, será aberta no juízo e lembrada para sempre.
  • Ela nos impõe a maior responsabilidade, compensará os maiores esforços e condenará todos os que brincarem com seu conteúdo sagrado.
Um mecânico foi chamado para consertar o mecanismo de um gigantesco telescópio. Na hora do almoço o astrônomo-chefe encontrou-o lendo a Bíblia. "O que você espera de bom desse livro?", perguntou ele. "A Bíblia é ultrapassada, e nem se sabe quem a escreveu!"
O mecânico hesitou por um momento, levantou seus olhos e disse: "O senhor não usa com freqüência surpreendente a tabuada em seus cálculos?"
"Sim, naturalmente", respondeu o astrônomo.
"O senhor sabe quem a escreveu?"
"Por quê? Não, bem, eu suponho... Eu não sei!"
"Por que, então", disse o mecânico, "o senhor confia na tabuada?"
"Confiamos porque – bem, porque ela funciona", concluiu o astrônomo, irritado.
"Bem, e eu confio na Bíblia pela mesma razão – ela funciona!"
A Bíblia – atual, autêntica, confiável! Quem lê a Bíblia tem uma vida plena

Norbet Lieth em: www.chamada.com.br




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Romanos 14:9

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