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terça-feira, 19 de maio de 2015

Como poderia este versículo mencionar um rei do Egito chamado "Sô", se não há registro algum de que tal rei tenha existido?

"Porém o rei da Assíria achou em Oseias conspiração; porque enviara mensageiros a Sô, rei do Egito, e não pagava tributos ao rei da Assíria cada ano, como dantes; então o rei da Assíria o encerrou e aprisionou na casa do cárcere."
(2 Reis 17:4)

Quando Salmaneser, rei da Assíria, foi enfrentar Oseias, rei de Israel, ele descobriu uma conspiração iniciada por Oseias porque este "enviara mensageiros a Sô, rei do Egito" (2 Rs 17:4).

Entretanto, além dessa menção na Bíblia, não há registro de um rei do Egito com este nome: "Sô". 

Trata-se de um erro?

O nome que é traduzido por "Sô" pode ser traduzido também por "Sais", que era o nome da cidade (capital) de Tefnakht, rei do Egito no tempo em que Oseias reinava em Israel. Assim, a redação correta desta passagem seria: "[Oseias] enviara mensageiros a Sais, ao rei do Egito". (A TLH apresenta a redação alternativa: "ao rei do Egito, em Sais"). A palavra "Sô" na Bíblia não é o nome do rei do Egito, mas da cidade que era a capital do reino do Egito. Portanto não há erro algum.

Imagem: Bepeli
Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.


terça-feira, 12 de maio de 2015

Eliseu não mentiu às tropas sírias que vinham para capturá-lo?

"Então Eliseu lhes disse: Não é este o caminho, nem é esta a cidade; segui-me, e guiar-vos-ei ao homem que buscais. E os guiou a Samaria."
(2 Reis 6:19)

Quando Eliseu saiu para encontrar-se com os seus inimigos, ele lhes disse: "Não é este o caminho, nem esta a cidade; segui-me, e guiar-vos-ei ao homem que buscais" (2 Rs 6:19). Como poderia ele, sendo um homem de Deus, mentir às tropas sírias? 

Não se trata propriamente de uma mentira. As tropas sírias tinham sido enviadas a Dotã para capturar Eliseu. O Senhor então os cegou, e Eliseu saiu da cidade para encontrar-se com eles. O que o profeta lhes disse foi: "Não é este o caminho, nem esta a cidade". Se Eliseu saiu da cidade, Dotã não seria mais o caminho que os soldados teriam de seguir para capturá-lo, e aquela não seria mais a cidade para onde deveriam ir.

O profeta também os instruiu: "segui-me, e guiar-vos-ei ao homem que buscais". Também isto era verdade. Eliseu os conduziu a Samaria e, quando chegaram, o Senhor abriu-lhes os olhos e eles viram Eliseu e que estavam em Samaria.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Por que Elias foi abençoado por ridicularizar os profetas de Baal, se a Bíblia nos compele a usar palavras amáveis para com os nossos inimigos?

"E sucedeu que ao meio-dia Elias zombava deles e dizia: Clamai em altas vozes, porque ele é um deus; pode ser que esteja falando, ou que tenha alguma coisa que fazer, ou que intente alguma viagem; talvez esteja dormindo, e despertará."
(1 Reis 18:27)

A Bíblia aqui diz que "Elias zombava deles", dizendo que possivelmente o deus deles estivesse "meditando, ou atendendo a necessidades, ou de viagem, ou a dormir...". Entretanto, as Escrituras nos ensinam também que amemos os nossos inimigos (Mt 5:44), que devemos abençoar e não amaldiçoar (Rm 12:14), e que a nossa "palavra seja sempre agradável" (Cl 4:6).

A conduta de Elias dificilmente se concilia com essas verdades.

Primeiro, é necessário destacar que o texto não aprova especificamente cada palavra que Elias proferiu. Apenas diz que Deus respondeu suas orações, de forma a sustentar a sua posição, enviando fogo para consumir o sacrifício e depois acabar com os profetas de Baal (v.38). Além disso, pode-se argumentar que Elias não violou nenhuma dessas exortações das Escrituras. Em parte alguma é dito na Bíblia que Elias odiou os profetas de Baal, ou que os tenha amaldiçoado.

Quanto à alegada zombaria que ele fez, isso foi sem dúvida algo sarcástico, mas não fora dos limites de um uso forçado, porém legítimo, de ironia. A mesma passagem que nos exorta a sempre falarmos uma palavra "agradável", acrescenta também que ela pode ser "temperada com sal". Esse talvez tenha sido um exemplo de uma observação bem salgada.

De qualquer modo, não há indicação de que Elias tenha agido com malícia. Por fim, o seu ato foi benevolente no sentido de que salvou a vida daqueles que foram testemunhas dessa maravilhosa intervenção de Deus.

Fonte: GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
Fonte da imagem: Jamais Desista

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Romanos 14:9

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