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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Céu muçulmano é orgia eterna, ensina clérigo

Saudita diz que cada um terá virilidade de cem homens


Toda vez que atentados terroristas envolvem homens-bomba, o ocidente se questiona qual a motivação por trás desse ato extremo. Parte da mídia tem especulado que as mortes em Paris na última semana seriam uma espécie de ‘resposta’ ao comportamento xenófobo dos franceses. Há quem faça uma correlação com o longo período que países europeus colonizaram outras regiões do mundo.
São raras as vezes que o discurso politicamente correto dá vez à análise necessária de que a motivação na grande maioria dos casos não é política, mas religiosa.  O site JihadWatch [Vigiando o Islã] recentemente publicou uma análise sobre essa motivação ao martírio que se não é exaustiva, lança alguma luz sobre aqueles que não tem conhecimento dos ensinamentos do Alcorão e das tradições ensinadas pelos líderes religiosos muçulmanos.
Sim, existem casos de mulheres-bomba e até de crianças-bomba, mas esses são a exceção. Via de regra, quem se voluntaria para trocar sua vida terrena por uma recompensa no céu a título de martírio pela jihah (guerra santa), são homens.
O clérigo saudita Yahya Al-Jana explica em uma de suas preleções disponíveis na internet que todo muçulmano que chegar ao paraíso como mártir, terá o “prazer” de passar todo o tempo tendo relações sexuais com virgens.
A condição alcançada lhe daria a potência sexual equivalente a “cem homens”. Intercalando explicações com a citação de trechos do Alcorão, o céu que Al-Jana descreve parece mais com uma orgia do que com um local de descanso eterno.
“Você terá a virilidade necessária para ficar na cama com uma centena de virgens em uma única manhã”, apregoa. “O paraíso está cheio de mulheres jovens e de seios fartos”, ensina, para ressaltar que eles são “como romãs”.
Se na terra as mulheres muçulmanas não podem andar com o corpo a mostra, especialmente a cabeça, neste ‘céu’ islâmico, elas ficam nuas. A comparação de Al-Jana é que a virtude não pode ser comprometida por um fiel do Islã, caso ele prefira uma ‘prostituta descoberta’ da terra que as virgens do paraíso.
Segundo sua pregação, essas virgens que habitam o paraíso têm seus himens regenerado no dia seguinte. Ou seja, sua virgindade é restaurada para que possa ser deflorada constantemente. Ele só não explica quem são essas mulheres, que parecem ser uma criação celestial com o único propósito de dar prazer.
Essas mulheres, denominadas houris, são claramente jovens e “inocentes” (virgens) (Alcorão 55: 72-74). O bom muçulmano habitará “jardins circundados por vinhas e mulheres voluptuosas da mesma idade” (Alcorão, 78: 31-33).  O texto sagrado islâmico não diz quantas elas são, mas esse tipo de ensinamento provém das hadith, que são citações atribuídas a Maomé pelos seus discípulos.
Para aqueles que afirmam que judeus, cristãos e islâmicos servem ao mesmo Deus, é bom lembrar que o judeu Jesus ensinou sobre o além-vida: “nem se casam nem se dão em casamento, mas serão como anjos no céu” (Mateus 22:30).
Assista (em inglês):

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Ativistas gays espancam pastores que pregavam contra homossexualidade

Incidente vira caso de polícia em Seattle


Dois pastores não identificados foram brutalmente espancados – com socos e pontapés – por ativistas que saiam de um “festival do orgulho gay” em Seattle, EUA. Segundo o canal Fox, eles estavam segurando suas bíblias e clamando que os participantes se arrependessem de seus pecados.
Um dos pregadores segurava um cartaz dizendo “Arrependei-vos” e “Jesus salva do pecado.” O vídeo veiculado agora pela TV mostra um grupo de pessoas gritando e ameaçando os homens durante o Pridefest de Seattle. Eles foram identificados pela polícia como parte de um grupo ativista chamado NOH8 – trocadilho para a expressão “sem ódio”.
Mas ódio é o que se vê nas cenas. Um grupo de mulheres tentou tirar os sinais da mão dos pastores. Quando um grupo de homens derruba o pregador no chão, ele é chutado e agredido até alguém gritar que a polícia havia chegado.
Um dos pastores precisou levar pontos, pois teve sua cabeça cortada. O vídeo ajudou a polícia a prender dois suspeitos – um deles possui uma extensa ficha criminal.
Não é a primeira vez que cristãos são atacados por ativistas pró-LGBT nos EUA. Em agosto passado, um homem abriu fogo dentro da sede do Conselho de Pesquisa da Família, em Washington, DC. Quando foi preso, Floyd Lee Corkins, Jr. se declarou culpado de cometer um ato de terrorismo contra a organização pró-família.
No final de 2014, um grupo chamado “Angry Queers” [Homossexuais Furiosos, em tradução livre] causou milhares de dólares de danos ao depredar uma Igreja de Portland, Oregon, ligada ao ministério Mars Hill. Na época, divulgaram um comunicado na imprensa justificando o ataque por que a igreja teria uma postura “anti-gay”. Com informações de Charisma News


Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Lobby LGBT destruiu educação no Brasil, denuncia pedagoga

Damares Alves volta a alertar população sobre a desconstrução da família no Brasil


Em palestra realizada em dezembro de 2014 em Arujá , na Grande São Paulo, a advogada, pedagoga e pastora Damares Alves trouxe novas e impressionantes informações sobre o brutal aparelhamento da educação brasileira pelo movimento LGBT.

“Eu posso fazer nas escolas um grande trabalho de combate ao preconceito sem agredir a identidade biológica das nossas crianças e sem destruir a imagem da família. Mas isso não está acontecendo no Brasil. Aqui está havendo uma verdadeira guerra contra a família”, denunciou.

A pedagoga denunciou o conteúdo de cartilhas pedagógicas de todo o Brasil que abordam a temática sexual nas escolas de forma explícita até para alunos do ensino fundamental.

É um material recheado de notórios incentivos à masturbação, iniciação sexual precoce e experimentação de comportamento bissexual. Algumas cartilhas, de tão explícitas, se tornaram alvo de denúncias dos pais e ganharam reportagens na TV.

A pedagoga também relatou o caso de um pai de Bauru, em São Paulo, que foi olhar o material pedagógico da filha de 12 anos, cursando o sexto ano, e ficou abismado com dever de casa que o livro propunha para a sua filha.

O dever de casa era o seguinte: o aluno era orientado a passar o fim de semana beijando três meninos e três meninas. O tema da redação seria, então, a descrição das sensações vivenciadas durante essas experiências.

“Isso não é combate a homofobia. Não estão respeitando a identidade biológica das nossas crianças. Posso falar de preconceito contra homossexuais sem levar para as escolas, por exemplo, uma cartilha que mostra quatro homens transando. Posso combater o preconceito sem levar isso para crianças entre 10 e 13 anos de idade”, denunciou Damares.

Narrou ainda o episódio vivido por uma professora que – por razões profissionais – não pode ser identificada. Ela flagrou um aluno de apenas 03 anos fazendo sexo oral em um colega. A professora levou o caso à direção e, para sua surpresa, foi orientada a não intervir.

“A diretora daquela escola, seguindo o padrão imposto na educação brasileira, disse para a professora que aquilo era uma demonstração homoafetiva. E, se ela impedisse, poderia ser vista como homofóbica. Mas e se o caso envolvesse um menino e menina? Será que, neste caso, a diretoria não diria que é cedo demais pra isso?”, questionou Damares.

Menina esperta

Damares citou a existência do “Plano Nacional de Cidadania LGBT”, uma diretriz do governo federal, que traz no seu primeiro “eixo estratégico” o objetivo de “estimular materiais didáticos e paradidáticos sobre diversidade sexual”.

São muitos os caminhos que o movimento LGBT tem percorrido, sem alarde, para levar sua agenda ideológica para as escolas. E os resultados, muitas vezes, chocam os professores e demais profissionais que recebem esse material pedagógico.

“Sempre cito o caso da cartilha chamada ‘Meninas espertas vivem melhor’. Nela, ensina-se que meninas não precisam de homens porque podem se masturbar sozinhas. A cartilha vem com um espelhinho pra menina chegar em casa e olhar a própria vagina. E assim ela aprende a se masturbar. Isso foi feito com verba pública”, declarou Damares.

“Essa tem sido a tônica dos materiais que estão chegando nas escolas do Brasil. Não é combate a homofobia. Estão desrespeitando a identidade biológica das nossas crianças e usando verbas públicas para destruir essa geração”, completou.

Todas as informações constam no vídeo da palestra, obtido de forma exclusiva pelo Gospel Prime, “Educação: Missão da Família ou do Estado?”, que Damares Alves realizou em Arujá, para promover ali o projeto de lei do movimento Escola Sem Partido, que busca uma educação sem aparelhamento ideológico.

Assista:


Fonte: Gospel Prime

sábado, 1 de novembro de 2014

Ensino do islamismo no Brasil poderá ser obrigatório

Projeto de Lei leva a assinatura de Jean Willys

Entre os muitos projetos que tramitam no Congresso, um tem chamado atenção de parlamentares religiosos. O Projeto de Lei 1780/2011 propõe incluir no currículo oficial da rede de ensino “a obrigatoriedade da temática “cultura árabe e tradição islâmica”. Seu teor completo pode ser conhecido no site do Congresso (aqui).


Causa estranheza a presença da assinatura do deputado Jean Willys, que tantas vezes apregoou a manutenção do Estado laico e classificou os ensinos do cristianismo de “homofóbicos”. De modo especial, por que sendo um defensor da população LGBT, parece esquecer que na maioria dos Estados islâmicos os gays ainda são mortos em consonância com a sharia (lei religiosa islâmica). Alguns anos atrás, quando Mahmoud Ahmadinejad, então presidente do Irã esteve no Brasil, deixou isso bem claro.


Ensinar sobre o islamismo nas escolas de ensino primário e médio no Brasil parece fazer parte de uma tendência de pluralismo na sala de aula. O artigo 33 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, determina que o estudo religioso nas escolas públicas seja parte integrante da formação básica do cidadão, podendo ser disciplina regular nos horários normais do ensino fundamental.

Em 2003, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assinou a Lei nº 10.639 que alterava a LDB, introduzindo a obrigatoriedade de se ensinar “História e Cultura Afro-brasileira” no ensino básico público e privado.

Não está bem claro por que ao invés de procurarem o Ministério da Educação e proporem nova alteração na LDB, os deputados optaram pela elaboração de uma lei federal para introduzirem o ensino da “tradição islâmica” nas escolas. Em especial por que é impossível desassociá-la da religião islâmica. Afinal, a cultura árabe é bem extensa, mas aparentemente ignora-se que, embora minoria, existem milhares de árabes cristãos.

Em geral, o argumento por trás desse tipo de iniciativa é que o cristianismo é a única religião ensinada nas escolas, dentro de um país de pluralidade religiosa. Nesse momento é que ressurge o antigo debate sobre o que é, de fato, um Estado laico.

Ao se oferecer aos alunos uma disciplina que apresente aspectos históricos e religiosos do islamismo ou das religiões afro, acaba-se deixando de lado outras como o budismo e o judaísmo, que também são praticados no Brasil. O que seria melhor, ensinar todas ou não ensinar nenhuma? A Constituição prevê no seu artigo quinto: “A liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

Atualmente o Projeto de Lei 1780/2011 está parado na Câmara. Em 2015 assume um novo Congresso e muitos projetos podem ser retomados. Já que a chamada “Lei Geral das Religiões” (projeto de lei 160/2009) foi aprovada pela Câmara ano passado e apenas aguarda ser debatido pelo Senado Federal, pode ser que essa questão seja definitivamente “enterrada”.

Assim que for promulgada, a Lei Geral garantirá a todas as religiões os mesmos direitos dados à Igreja Católica pelo governo. Seu relator, o senador Eduardo Suplicy na época da votação fez uma alteração no projeto, tirando do texto as normas sobre o ensino religioso como parte da formação básica do cidadão. As disciplinas serão facultativas e terão que ser ministradas nos horários normais da escola.

Em diversas partes do mundo existem tentativas de grupos muçulmanos de ver o islamismo ser ensinado nas escolas. Na Inglaterra e na França, por exemplo, esse assunto é bastante polêmico e já gerou a criação de várias leis que de muitas maneiras servem para agradar a crescente população islâmica desses países. Estima-se que no Brasil existam apenas cerca de um milhão de muçulmanos.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Vídeo de soldados cantando “Dias de Elias” é sucesso na internet

Canção de adoração desafia regras das forças armadas

Um vídeo mostrando cerca de 500 fuzileiros navais dos EUA na Base Camp Pendleton, na Califórnia, é sucesso na internet. Merrie Pardee Baldwin, que publicou o vídeo original em sua página do Facebook, afirmou ao The Christian Post, que espera inspirar os soldados americanos. Muitos deles estão preocupados com o crescimento da violência do Estado Islâmico no Oriente Médio e as ameaças de guerra contra os EUA.

“Estou muito feliz que este vídeo se tornou um viral, mas a coisa que mais quero é que as pessoas orem por nossas tropas. Essa é a minha intenção. Quero ver mais pessoas orando por nossos soldados, pois há muitas más notícias nos meios de comunicação, desejamos ver algo positivo”, explica Baldwin.

Ela é membro da Igreja Fellowship Christian Arbor, em Lake Forest, Califórnia, e trabalha com o esposo Jim como capelã voluntária nos cultos realizados em Camp Pendleton cada segundo domingo do mês. Há dois anos eles fazem orações e cantam durante o que chamam de culto dos “Guerreiros da fé”.

Ao mesmo tempo, o sucesso do vídeo demonstra que a fé é algo importante para os soldados. Recentemente, o governo Obama tem emitido uma série de decretos “politicamente corretos” que dificultam e até impedem que funcionários federais demonstrem sua fé.

O vídeo passou de um milhão de exibições no Youtube e Facebook. Seu refrão afirma “Não há Deus como Jeová”. A versão em português ficou conhecida na voz da cantora Lauriete. A versão original "Days os Elijah" é cantada por Paul Wilbur.

Assista:

Assista a versão original cantada por Paul Wilbur

  

 Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Malafaia critica postura de Dilma na entrevista ao Jornal Nacional

O pastor evangélico acompanhou e comentou o programa discutindo nas redes sociais.

Malafaia critica postura de Dilma na entrevista ao Jornal Nacional
Nesta segunda-feira (18) os apresentadores do Jornal Nacional Patrícia Poeta e William Bonner entrevistaram a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT.

A entrevista foi bastante comentada pelas redes sociais, e o pastor Silas Malafaia acompanhou pela TV e emitiu diversos comentários contra o governo do PT em seu Twitter, se mostrando insatisfeito com a atual presidente.

William Bonner chegou a citar durante a entrevista sobre a condenação dos principais nomes do Partido dos Trabalhadores que foram condenados no Supremo Tribunal Federal por participarem do maior escândalo de corrupção da história do país.

Dilma preferiu não responder o que achava da condenação dizendo apenas que como presidente tem que respeitar as decisões tomadas pelos chefes dos demais poderes da república (Judiciário ou Legislativo).

Malafaia não gostou da resposta vaga da presidente e reclamou no Twitter. “Como Dilma pode ser reeleita sem condenar os ladrões do PT que participaram da maior roubalheira da história política do Brasil. Nunca!”, escreveu.

Recebendo diversas mensagens de apoio e de críticas, Malafaia voltou a citar sobre as investigações que a Receita Federal fez na Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) e na Associação Vitória em Cristo (AVEC) que são presididas por ele. O pastor assembleiano garante que as investigações foram realizadas a mando do PT que tem usado órgãos federais para pressionar seus inimigos.

“Não encontraram nada porque não sou ladrão como eles. Os heróis do PT são os maiores corruptos do Brasil. Grande parte da cúpula do PT está na cadeia pela maior roubalheira da história política do Brasil Dilma não condena esses bandidos”.

Essa não é a primeira vez que o pastor Silas Malafaia fala contra o PT e o governo de Dilma Rousseff. No programa Vitória em Cristo que ele exibiu os documentos sobre as investigações da Receita Federal ele fez declarações parecidas e ainda pediu que o órgão investigasse o filho do ex-presidente Lula.

“Eu não tenho ódio do PT, tenho convicção de que não serei enganado nunca mais. Eles são contra meus princípios. É só ver o programa do partido”, disse Malafaia nesta terça-feira (19) também pelo Twitter.

Assista:


Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Grupo judeu começa arrecadação para construção do Terceiro Templo

Instituto do Templo propõe campanha online para reconstruir o templo bíblico

Começa arrecadação para construção do Terceiro Templo
Mesmo em meio a guerra atual com o Hamas em Gaza, os membros do Instituto do Templo continuam com sua campanha mundial pela reconstrução do Beit HaMikdash (Templo Sagrado), também chamado de Terceiro Templo.

Ele recebe esse nome por que o original, edificado por Salomão, terminado em cerca de 950 a.C. foi destruído na invasão babilônica em 586 a.C., sendo substituído pelo Templo construído pelo governador Herodes, que estava em pé nos dias de Jesus, e foi demolido no ano 70 pelo exército romano.

No ano passado, o movimento pela reconstrução ganhou novo fôlego, quando foram retomados os sacrifícios rituais no local, depois novos sacerdotes levitas foram treinados pelos rabinos para recomeçar os rituais descritos no Antigo Testamento, incluindo os que exigem a novilha vermelha. Por fim, anunciou-se que todas as 102 peças do interior do templo estão prontas, incluindo o véu de separação do Santo dos Santos.

A única peça faltante é a arca da aliança, que os rabinos acreditam estar enterrada no monte do Templo e que poderia ser recuperada assim que Israel retomar controle do local.

Nos últimos 30 dias o mundo tem pedido paz para Israel e o Instituto do Templo lançou uma campanha de arrecadação online, onde qualquer pessoa pode contribuir com a solução definitiva para o conflito segundo eles. Mas a solução proposta não irá agradar os muçulmanos, pois se trata de mais uma etapa da reconstrução do Templo.

Na página do projeto no site IndieGoGo, o texto de apresentação diz que a partir de 18 dólares [cerca de R$ 40] é possível colaborar com o projeto de reconstrução do Templo, que irá inaugurar “uma nova era de harmonia e paz universal”. Usando a premissa de que o local mais sagrado para os judeus foi concebido pelo próprio Deus, afirma “Não é o suficiente esperar e orar pelo Terceiro Templo. É uma obrigação bíblica construí-lo”.

O projeto arquitetônico já existe e mescla a revelação dos textos sagrados com a tecnologia moderna. O novo Templo será totalmente informatizado, contando com estacionamento subterrâneo, controle de temperatura, elevadores, docas para transporte público, acesso para cadeirantes e outras comodidades.

O Instituto do Templo garante que seus arquitetos são estudiosos da Torá e “irão garantir que tudo seja construído com os mais altos padrões modernos, seguindo as leis judaicas”. O alvo da arrecadação do IndieGoGo é de 100 mil dólares, sendo que 30 mil irão para o Sinédrio (Lishkat HaGazit). Obviamente o custo total é muito maior, mas a intenção do Instituto do Templo é abrir a oportunidade para pessoas de todo mundo contribuírem.

Um vídeo em 3D mostrando os projetos arquitetônicos foi divulgado, o qual dá uma visão do aspecto do templo num cenário onde o Domo da Rocha, sagrado para os muçulmanos, já não existe mais.


Os criadores da campanha esclarecem que a construção do Templo não será realizada com o uso de violência e que seu acesso não será restrito apenas a grupos judaicos, mas seguirá o plano original, sendo uma casa de oração para todos os povos da Terra. Afirmam ainda que “Conforme foi previsto pelos profetas, o Templo Sagrado representa a santidade da vida humana e da paz e será o centro de uma peregrinação inspiradora para todas as pessoas”.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Jornalistas estrangeiros denunciam como o Hamas está enganando a mídia

Imprensa de vários países mostra que uso de “escudos humanos” é comum em Gaza

Jornalistas denunciam como o Hamas está enganando a mídia
Desde o início dos conflitos entre Israel e Gaza, há cerca de um mês, a mídia internacional vem fazendo cobertura dos ataques e quase sempre apresenta os palestinos como vítimas de um “genocídio”.

É verdade que mais de mil pessoas que vivem na Faixa de Gaza já morreram, incluindo pelo menos 300 crianças. Além de um número não especificado de feridos. Um dos incidentes com mais repercussão foi o ataque das Forças de Defesa ao hospital Al-Shifa, em 28 de julho.

Ali o Hamas escondia um lançador de foguetes e disparava contra Israel. Um míssil iraniano Fajr, de longo alcance, acabou explodindo na hora do disparo, destruindo boa parte do hospital e matando 10 crianças, além de deixar 30 pessoas feridas. Embora o Hamas atribua as mortes a um ataque de Israel, o jornalista italiano Gabriele Barbati conseguiu fotografar soldados palestinos limpando o local das evidências que poderiam mostrar ao mundo que é verdade o que Israel tem dito sobre a tática usadas pelos terroristas do Hamas diante da imprensa mundial.

O jornalista italiano cobriu a guerra diretamente de Gaza por alguns dias e decidiu denunciar o que viu no hospital e também nos escombros de um suposto ataque ao “campo de refugiados” Al-Shati. De maneira semelhante, um lançamento mal sucedido de um foguete escondido no local matou e feriu vários civis, incluindo nove crianças.

As denúncias de Barbati e de outros jornalistas estrangeiros são que o grupo palestino está usando escudos humanos e aumentando artificialmente o número de vítimas civis para ganhar a “guerra da propaganda”. Uma reportagem do jornal The Washington Post mostrava a parte subterrânea do Al-Shifa, que se tornou “o quartel general dos líderes do Hamas, que podem ser vistos nos corredores e escritórios”. O jornal francês Libération também publicou denúncias de seu colaborador Radjaa Abou Dagga, sobre como foi ameaçado pelo Hamas a não escrever sobre o foguete palestino que explodiu dentro do hospital Al-Shifa.

Israel vem fazendo uma série de denúncias nesse sentido, divulgando inclusive vídeos onde mostram que apesar de ligarem e soltarem panfletos para avisar para os palestinos saírem de casa antes dos ataques, eles são proibidos pelos soldados do Hamas. Dessa forma, todos esses civis acabam servindo como “escudos humanos”.

Logo no início da guerra, o jornal “Jerusalém Post” mostrou como Hamas usa hospitais, mesquitas e parques infantis para lançar seus foguetes. Além de fazer disparos desses locais, os militantes construíram sob eles túneis e centros de comando.


As Forças Armadas israelenses divulgaram dois vídeos importantes nos últimos dias. Um deles mostra imagens captadas por um drone que mostra 12 lançamentos de foguetes a partir de áreas civis na Faixa de Gaza. O outro é uma mesquita que foi destruída por Israel e servia como depósito de armas pesadas.


Além disso, a agência da ONU para os refugiados palestinos, divulgou a existência de foguetes em três de suas escolas, que estavam vazias. Foram divulgados vídeos mostrando o lançamento de três foguetes a partir de uma escola em Gaza.

Embora condene Israel, a Anistia Internacional já documentou em conflitos anteriores, o uso de instalações civis como depósito de armas e como eram usadas para o lançamento de foguetes palestinos contra alvos civis israelenses. Com informações Jewish Press, O Globo e Carta Capital.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Estado Islâmico explode túmulos de profetas bíblicos

Grupo tenta arrancar todas as raízes cristãs na Síria

Estado Islâmico explode túmulos de profetas bíblicos
O grupo extremista muçulmano Estado Islâmico (ex-ISIS) tomou conta da região na fronteira entre Iraque e Síria. Em Mosul, cidade que foi construída no local da Nínive bíblica, se encontram alguns locais que são considerados importantes por judeus e cristãos.

Ali se encontra o túmulo do profeta Jonas (Nabi Younis em árabe), que ficava em uma mesquita, pois muitos islâmicos também o consideravam profeta, pois é mencionado no Alcorão. Os militantes do Estado Islâmico tinham quebrado o local, alegando que era uma forma de idolatria. Agora, fecharam todas as portas da mesquita de Nabi Younis e impediram a entrada de fiéis para orar. Colocaram explosivos e destruíram totalmente o local.

Segundo testemunhas, demorou cerca de uma hora para que o local estivesse totalmente destruído. De acordo com a rede Al-Arabiya, o túmulo de Jonas foi edificado no século VIII a.C. As agências de notícias iraquianas relatam que o local foi totalmente renovado na década de 1990 pelo ditador Saddan Hussein. Também foi divulgado que outros santuários da cidade foram destruídos, uma mesquita que abrigaria o túmulo do profeta Daniel. Embora não seja mencionado no Alcorão, também é um profeta reverenciado pelos muçulmanos.

O terceiro túmulo explodido foi um que pertenceria a Sete, filho de Adão. Diferentemente dos outros, este era um local sem comprovação histórica, tendo histórias semelhantes em outros locais do Oriente Médio.

A questão principal é a demonstração de poder por parte do Estado Islâmico, que expulsou milhares de cristãos da região, praticamente acabando com o cristianismo no local. O IE já explicou que irá impor a sharia (lei islâmica).

Após terem decretado o ressurgimento do califado e sua cruzada para unir todos os muçulmanos do mundo, o ISIS tem crucificado cristãos rotineiramente, destruído suas igrejas e oferecido recompensas para quem entregar os pastores e missionários que vivem no norte do Iraque. A ONU denunciou que o grupo ordenou que todas as mulheres entre 11 e 46 anos sejam submetidas a mutilações genitais.

Além de destruir museus, mesquitas xiitas e túmulos no território sob seu domínio, o Estado Islâmico prometeu erradicar os sítios arqueológicos importantes. A área em torno de Mosul, sede atual do ISIS, abriga 1.791 sítios arqueológicos, incluindo ruínas de quatro capitais do império assírio. A cidade foi local de diversas batalhas bíblicas do Antigo Testamento e, de acordo com a tradição judaica e cristã, foi fundada pelo bisneto de Noé, Nimrode. Com informações The Guardian, Virtual Jerusalém e Huffington Post.

Assista: 


Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 29 de julho de 2014

Magno Malta pede que PT respeite os evangélicos

“Batalha” prevista por Gilberto Carvalho deve se acirrar em 2014

Magno Malta pede que PT respeite os evangélicos
Gilberto Carvalho é um dos principais articuladores da reeleição de Dilma e foi divulgado pela imprensa que ele tem a difícil missão de aproximar a candidata do PT dos evangélicos. Mas pesam contra ele suas declarações durante o Fórum Social de Porto Alegre, em 2012. Na ocasião, disse aos militantes do PT que precisavam travar uma “batalha ideológica” contra os evangélicos nas futuras eleições. Essa batalha, que iniciou em 2010, tende a se acirrar este ano.

Segundo Magali do Nascimento Cunha, professora de pós-graduação da Universidade Metodista de São Paulo e especialista em comunicação e religião, a criação da Frente Parlamentar Evangélica, em 2003, estimulou “o forte tradicionalismo moral que trouxe para si a defesa da família e da moral cristã contra a plataforma dos movimentos feministas e de homossexuais, valendo-se de alianças até mesmo com parlamentares católicos”.

Um dos principais líderes da Frente é o senador Magno Malta (PR/ES). Ele publicou um vídeo de quatro minutos, onde lembra o fato de o “comitê evangélico” de Dilma ser liderado pelo presidente do PRB, o pastor licenciado da IURD Marcos Pereira, Eurípedes Júnior do PROS (filho de pastora) e Gilberto Kassab, do PSD, que sequer é evangélico.

Malta foi incisivo, listando uma série de propostas do atual governo que enfrentaram resistência da Frente Parlamentar Evangélica, incluindo a legalização do aborto e a chamada “lei da palmada”. Também lembra aos evangélicos que Carvalho os chamou de “cabeças ocas comandados por pastores de televisão” que os militantes petistas precisariam “tomar” as classe “C” e “D” dos pastores. Por fim, o senador pediu respeito aos evangélicos, afirmando que eles não seriam enganados.

Aliado de Dilma em 2010, a exemplo do pastor Marco Feliciano, Magno Malta rompeu com o governo petista após este quebrar suas promessas e de forma extra-oficial tornar legal tanto a união civil de homossexuais quanto o aborto. O senador contrariou seu próprio partido e declarou apoio à candidatura do Pastor Everaldo (PSC).

Assista:


Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 22 de julho de 2014

“O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes”, lamenta terrorista

Guerra em Israel provoca debate de judeus e cristãos sobre intervenção divina

"O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes"
Circula nas redes sociais uma imagem do jornal Jewish Telegraph com uma entrevista surpreendente. A manchete diz “O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”.

Entre as centenas de compartilhamentos, muitos comentários mostram que existe ceticismo, afirmando que se trata de uma montagem e que o jornal sequer existe.

O Gospel Prime investigou e apresenta a tradução dessa matéria do jornal Jewish Telegraph, que embora de pequena circulação, existe sim. Trata-se de um periódico judeu produzido no Reino Unido. Alguns sites americanos e israelenses reproduziram a matéria, o que deu uma dimensão maior ao caso. A frase destacada na manchete teria vindo de um terrorista, mas ele não é identificado.
“O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”, lamenta terrorista
Veja abaixo a primeira parte da matéria.

“O Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”.

Por Barbara Ordman (nascida em Manchester, mas que vive em Ma’ale Adumim, na Cisjordânia)

Em outubro de 1956, o primeiro-ministro David Ben Gurion foi entrevistado pela rede CBS. Ele declarou: “Em Israel, para ser realista, você precisa acreditar em milagres.” Mas o Talmud Yerushalmi diz que, de modo algum devemos depender de milagres. Ensina ainda que não devemos fugir de nossas responsabilidades e apenas esperar por intervenção milagrosa do Sobrenatural.

Um dos terroristas de Gaza foi questionado por que não conseguiam usar seus foguetes de forma mais eficaz. “Nós apontamos para os alvos, mas o Deus deles altera a trajetória de nossos foguetes em pleno ar”

Amém! E quando o nosso Deus não está ocupado fazendo isso, nos deu o poder de criarmos alta tecnologia, para que nossa avançada tecnologicamente criasse o sistema de defesa Domo de Ferro, que ajuda a proteger nosso povo e nossas cidades.”

A jornalista que escreveu o artigo passa a narrar como ela escapou de um ataque de foguetes vindos de Gaza num abrigo construído no subsolo da casa onde ela mora com a família.

Chama a atenção o fato de o site das forças armadas de Israel trazer a afirmação que os ataques por terra do Hamas estão sendo impedidos através de uma “sucessão de milagres” e que “graças aos céus” um grande atentado terrorista perto do Kibbutz Sufa não pode acontecer por causa da “graça dos céus”.

Em diversos sites evangélicos de língua inglesa está sendo divulgado um vídeo do pastor Larry Randolph, com uma profecia trazida por ele dia 13 de março, meses antes do início do conflito. O pastor conta que estava orando por Israel quando viu uma nuvem de poeira sobre a nação tomar a forma de um guerreiro que ele entendeu ser o rei Davi. E uma voz vinda dos céus dizia que estava pronta para lutar e a segurança de Israel não seria comprometida.

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 5 de março de 2014

Igreja sorteia armas durante culto e gera polêmica

Pastor afirma que trata-se de “evangelismo por afinidade”

A Primeira Igreja Batista de Lone Oak , no Estado do Kentucky, criou uma grande polêmica ao anunciar um evento que serviria para atrair pessoas para os seus cultos. Além de um jantar gratuito, haverá sorteio de 25 armas.

Anunciado como uma “celebração da fé e das armas de fogo”, a igreja realizará o jantar dia 6 de março. O pastor Chuck McAlister, um ávido caçador será o pregador da noite. McAlister atualmente é o líder de evangelismo da Convenção Batista do Kentucky.

Para ele as igrejas precisam atrair os “sem igreja” que são apaixonados por caça e tem o direito de usá-las, segundo a lei do Estado. O jornal local, The Courier, afirma que essa não é a primeira vez que ocorre esse tipo de evento na cidade, que descreve como uma mistura entre comício e reunião de oração.

“Já descobrimos que o número de homens ‘sem igreja’ que estarão interessados em vir é proporcional ao número de armas que vamos sortear”, justifica McAlister. Afirma ainda que ocorreram 1678 “profissões de fé”, no final dos cerca de 50 eventos similares que participou no ano passado.

Nos Estados Unidos há uma disputa política entre o governo Obama, que deseja uma diminuição do número de armas circulando no país, e os governos de Estados onde historicamente as pessoas sempre tiveram liberdade para andar armados.

Obviamente, muitas igrejas são contra as armas e condenam a prática de misturar esse assunto com os momentos dedicados a se espalhar a palavra de Jesus. O pastor Joe Phelps, da Igreja Batista Independente de Highland, na cidade vizinha de Louisville, disparou: “É uma ironia usar armas para atrair homens para ouvir uma mensagem sobre Jesus, que disse para abandonarmos a espada”.

Já a pastora Nancy Jo Kemper, da Igreja Nova União denunciou esse tipo de eventos como “farsa”, acrescentando: “Seria terrível se uma dessas armas distribuídas em uma igreja causar a morte de uma vítima inocente.” Ela disse que essa prática é quase um suborno, sendo “uma paródia do que o evangelismo deveria ser.”

McAlister diz estar acostumado às críticas, defendendo sua estratégia como simplesmente, “evangelismo por afinidade”, que atrai os homens de Kentucky, acostumados a carregar armas. Para ele, embora o sermão inclua referências à caça esportiva, o objetivo é um só: “mostrar que há apenas um caminho para conhecer a Deus: através de seu filho, Jesus Cristo”.

Assista o vídeo de divulgação do evento:



Com informações de Huffington Post

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sandy diz que Feliciano tem cabeça “atrasada e retrógrada”, pastor responde

Pelo Twitter o parlamentar evangélico disse que um dia todos saberão da verdade

Sandy diz que Feliciano tem cabeça "atrasada e retrógrada"
A cantora Sandy esteve no programa da Eliana neste domingo (27) participando do quadro “Rede da Fama”. Ao ser questionada se ela aceitaria ter o deputado pastor Marco Feliciano como amigo nas redes sociais a cantora disse que não e criticou o parlamentar evangélico.

“Não aceito. Ele é um político. Ele deveria resolver coisas pelo Brasil. É um cara que pode colocar a mão na massa e resolver os problemas do povo. Mas, ele tem uma cabeça muito atrasada e retrógrada. Não tem nada a ver com o momento em que estamos vivendo. Ele está muito atrasado. O preconceito tem que ficar para trás. Fora Feliciano”, disse.

Sandy se refere ao posicionamento do pastor evangélico quanto ao homossexualismo. Desde que assumiu a Comissão de Direitos Humanos da Câmara o deputado tem sido alvo de críticas por parte da imprensa e movimentos homossexuais.

Pelo Twitter, Feliciano se manifestou sobre as declarações de Sandy dizendo que sempre orou e que vai continuar orando pela cantora e por sua família que, inclusive, tem muitos evangélicos.

“Com certeza ela é como a maioria, lê na internet e vê na mídia, e não busca conhecer a verdade”, escreveu o deputado. “@SandyLeah e @Eliana amo a todos, independente do que sejam ou como sejam. Sou cristão e pai de família. E não me importo com o que a mídia diz”.

Em outra postagem ele encerrou o assunto dizendo que um dia todos saberão a verdade. “Um dia a verdade virá a tona. Sucesso pra vocês sempre! E que Deus proteja Sandy e Eliana em nome de Jesus! Abraços”.


Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Expedição cristã quer encontrar vivo dinossauro descrito na Bíblia

O livro de Jó no capítulo 40 fala do Beemote.

Expedição cristã quer encontrar o "último
dinossauro vivo"
A possibilidade de provar que os dinossauros ainda podem estar entre nós está impulsionando uma expedição de um grupo de cristãos do Institute of Creation Research. Desde que o Museu da Criação foi inaugurado, uma exposição permanente mostra essa possibilidade. Contudo, é sempre ridicularizada pelos cientistas que defendem o evolucionismo.

William J. Gibbons acredita que se conseguir provar sua teoria, irá abalar os fundamentos teóricos da evolução e poderá provar que os capítulos 40 e 41 do Livro de Jó podem ser interpretados literalmente. Para ele, pode haver um animal como o Beemote bíblico ainda vivo.

Em outubro, Gibbons e sua equipe partirão para a quinta expedição às selvas do Congo em busca do Mokele-mbembe. Trata-se de uma criatura desconhecida do homem, mas descrita pelos nativos da região como um grande animal que vive na água. É cinza e grande como um elefante, mas possui um pescoço longo e uma cauda semelhante a do crocodilo. As pernas são curtas e as pernas traseiras possuem três garras. Sua alimentação é vegetariana, mas já virou embarcações.

O nome Mokele-mbembe significa no idioma local “aquele que interrompe o fluxo do rio”. Pouco se sabia sobre ele até 1776, com uma descrição detalhada da viagem de padres franceses ao centro-oeste da África. Seus registros falam de um animal “monstruoso, pois deixa marcas das patas no solo com 90 cm de circunferência”. Uma delas já foi mostrada num especial do canal americano NatGeo.

Suposta pegada.                                                                     
Um livro de 1909 intitulado “Feras e Homens” do zoólogo Carl Hagenbeck teve grande repercussão ao dizer que havia brontossauros vivos na África central. Em 1913, o governo alemão enviou o capitão Freiherr Von Stein para estudar no Camarões. Em seu relatório, ele registra relatos ouvidos por ele sobre um animal descrito como “meio elefante, meio dragão”.

Em 1976, o assunto foi retomado quando o biólogo James Powell viajou para Gabão para estudar os crocodilos da floresta. Powell registrou histórias do povo fang sobre um enorme monstro do rio chamado N’yamala. Powell conta que um dos nativos apontou para um Diplodoco desenhado em um livro sobre dinossauros e gritou “N’yamala”.

Powell relatou o ocorrido para o Dr. Roy P. Mackal, então vice-presidente da Sociedade Internacional de Criptozoologia. Em 1979, Mackal e Powell viajam para a República Popular do Congo para investigar o Mokele-mbembe, pois havia registros de um animal com as mesmas características em um pequeno lago.

Chegando às margens do rio Ubangi, Mackal e Powell se reuniram com Eugene Thomas, um missionário que servia no Congo desde 1955. Thomas disse que ouvira muitas histórias sobre o Mokele-mbembe e conhecia pessoas que afirmavam ter visto o monstro marinho. Mackal também tinha um livro sobre dinossauros e os nativos apontaram para as ilustrações do Apatasaurus e do Diplodoco chamando-os de Mokele-mbembe.

Aparentemente, só existem dois ou três deles e vivem nos rios e lagos pantanosos, sendo considerados perigosos. Mackal ficou intrigado e decidiu retornar ao Congo em 1981, com uma equipe maior, para uma nova tentativa. Ele tinha em mãos relatos de um desses animais sendo morto pelos pigmeus Bagombe em 1960. Infelizmente, a baixa do rio Bai dificultou a navegação, mas ele registrou o encontro de segundos com uma grande criatura que quase virou sua canoa. Crocodilos não são tão grandes e não existem hipopótamos naquela área. Infelizmente ele não fez nenhum registro fotográfico.

Existem outros registros parecidos de exploradores que visitaram a região em busca do animal misterioso. Em 1981, o americano Herman Regusters, disse tê-lo visto saindo da água a cerca de 30 metros de seu bote inflável. Dois anos depois, foi a vez do biólogo congolês, Marcelino Agnagna ter encontrado com esse gigantesco ser no Lago Tele. Embora tivesse levado uma câmera Super 8 as lentes encharcadas não possibilitam uma imagem bem definida.

William J. Gibbons foi para o Congo pela primeira vez em 1985. Em 1992 tentou encontrar algo no inexplorado rio Bai, mas novamente voltou apenas com relatos dos habitantes nativos. Dois anos depois, com a guerra civil ocorrendo no Congo, foi para o sul de Camarões, na região da fronteira com o Congo.

Repetiu a investida em 2000, onde entrou em contato com os pigmeus do povo Baka. Eles afirmam avistar com certa frequência um animal com as mesmas características. Os pigmeus acrescentam à descrição uma série de estruturas dérmicas ao longo do pescoço, costas e cauda. Esta é uma característica dos dinossauros saurópodes. Em fevereiro de 2002, Gibbons fez uma nova expedição, mas a estação das secas tornou quase impossível navegar naqueles rios e pântanos. Em sua 5ª expedição ele afirma estar mais confiante que nunca que conseguirá filmar o Mokele-mbembe.

Stephen McCullah afirma ser um adepto da criptozoologia, ramo da biologia que busca animais desconhecidos. Ele também está em busca do Mokele-mbembe este ano. Mas com uma ambição maior. Ele não pretende fotografar ou filmar, quer capturar vivo um desses animais para que possa ser examinado e, quem sabe, comprovado que se trata de um dinossauro.

Aos que podem ver nesses esforços uma tentativa de se provar que uma lenda é real, basta lembrar que o Mokele-mbembe já foi procurado por vários programas de TV que mostram pesquisas no mundo animal. Desde canais de menor expressão da França, do Japão e outros países, até os conceituados como National Geographic e o History Channel. Muitos deles podem ser encontrados na internet. Com informações de Creation e ICR.

Veja alguns deles:





Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Rachel Sheherazade defende Feliciano e condena beijo gay durante culto. Assista!

A apresentadora do SBT Brasil Rachel Sheherazade voltou a defender o pastor Marco Feliciano nesta quarta (18).

Rachel Sheherazade defende Feliciano e
 condena beijo gay
A apresentadora do SBT Brasil Rachel Sheherazade voltou a defender o pastor Marco Feliciano nesta quarta (18).

Em mais uma de suas análises sobre acontecimentos do momento, no quadro “Opinião”, ela falou sobre o protesto com beijo gay durante o Glorifica Litoral, no último domingo. O culto tinha como pregador o pastor Feliciano, que pediu a prisão das jovens.

“Isso aqui não é a casa da mãe joana, é a casa de Deus”, disse Feliciano. A polícia tirou as duas do meio da multidão de evangélicos que participava do evento. Joana Palhares e sua namorada, Yunka Mihura, não se conformaram. Alegam que foram agredidas pelos policias e anunciaram que pretendem processar o deputado.

O caso teve grande repercussão entre os evangélicos. O pastor Marco Feliciano desabafou no Twitter dizendo que só “fazem isso contra evangélicos porque somos pacatos, de paz…”. Silas Malafaia também criticou a atitude das ativistas e disse que as jovens mereciam ser presas.

A opinião de Shererazade foi muito comentada nas redes sociais na noite de hoje. Em outras ocasiões ela já deixou claro que não vê problemas em ser criticada por ter uma postura diferente da imprensa em geral. “Nem todo conservadorismo é ruim. É diferente de ser retrógrado.”

Em outras ocasiões, disse que os ateus “não sabem o que dizem” e chamou de “intolerantes” os defensores do Estado laico, mas também já denunciou falsos profetas que vendem prosperidade nas igrejas. A jornalista sempre defendeu a liberdade religiosa e de pensamento, como a própria Constituição Federal garante aos brasileiros.

Seu comentário no quadro de hoje foi:

“Há muita confusão ou desinformação quando se discute a liberdade de expressão. Como qualquer outra garantia constitucional, não é um direito ilimitado, nem, em nome dela, pode-se atropelar outros direitos como a liberdade religiosa e a proteção aos locais de culto e suas liturgias.

Liberdade de expressão não é salvo conduto para o desrespeito. Não garante o direito de afrontar, insultar, ofender…
Se nas ruas, o beijo entre duas mulheres (ou entre dois homens) já não ofende a moral pública, num culto religioso ainda é afronta, irreverência.

Há dois mil anos, Cristo não tolerou os vendilhões no templo, e os expulsou, ensinando que há hora e lugar para tudo. Inclusive para os protestos.

As meninas erraram o foro. Deveriam ter se manifestado na Câmara Federal, que é a casa dos deputados. O culto religioso é a casa de Deus”.

Assista:


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

EUA fornecem armamentos para soldados sírios que matam cristãos

Quem está por trás da Guerra na Síria, que massacra cristãos e ameaça Israel?

Quem está por trás da Guerra na Síria, que
massacra cristãos e ameaça Israel?
Quando a organização terrorista Al Qaeda, então liderada por Osama bin Laden, fez os ataques de 11 de setembro, uma questão política foi amplamente debatida. “Como os EUA perderam o controle de um grupo que eles mesmos treinaram e para quem forneceram armamentos durante mais de 20 anos?”

O ponto de partida foi a invasão soviética do Afeganistão (também conhecida como guerra afegã-soviética) que durou de 25 de dezembro de 1979 a 15 de maio de 1988. Durante esse tempo as tropas soviéticas apoiaram o governo do Afeganistão. Por sua vez, a CIA estava do lado de grupos extremistas como o Talibã e a Al Qaeda, que procuravam derrubar o regime comunista no país. O mundo ainda vivia o contexto da Guerra Fria. Estudiosos acreditam que o alto custo econômico e militar desta guerra contribuiu consideravelmente para o colapso da União Soviética em 1991. Durante esta guerra de 9 anos, morreram 1 milhão de afegãos e cerca de 5 milhões refugiaram-se nos países vizinhos.

O extremismo muçulmano foi estabelecido como norma no país. Após a invasão americana, em 2001, durante o governo de George Bush, justificada como represália ao 11 de setembro e a tentativa de capturar seu antigo aliado, Osama. Em 2003, forças internacionais, lideradas pelos Estados Unidos, invadiram o Iraque para depor Saddam Hussein, sob a acusação de o líder iraquiano possuir armas de destruição em massa e de ter ligações com a Al-Qaeda.

Barack Obama assumiu a presidência em 2009 e prometeu que retiraria as tropas americanas do Afeganistão e do Iraque. No mesmo ano recebeu o Premio Nobel da Paz “pelos seus extraordinários esforços para reforçar o papel da diplomacia internacional e a cooperação entre os povos”.

A CIA continuou seu trabalho no Oriente Médio, fornecendo armas e treinamento para líderes que defendessem seus interesses, na grande maioria muçulmanos. Sempre existiram informações de que os EUA atuaram como os maiores “arquitetos” das mudanças revolucionárias iniciadas em dezembro de 2010, na chamada Primavera Árabe. O movimento influenciou radicalmente a vida em países como Tunísia, Egito, Algéria, Líbia e Iêmen.

Em 2011, foi a vez da Síria testemunhar o início de uma guerra que visava derrubar o governo de Bashar Al-Assad. Apoiado pela Rússia, o exército sírio trava uma batalha sangrenta contra as forças rebeldes do Exército Livre da Síria, fortemente influenciado por organizações como a Al Qaeda. De modo geral, eles são chamados pela imprensa de “rebeldes sírios”, mas na verdade são uma frente que reúne diversos grupos jihadistas, muitos deles vindos de outros países.

Desde que o presidente Obama começou a falar em intervenção americana em solo sírio, jornais como o Wall Street Journal tem denunciado que agentes da CIA estão armando os rebeldes que combatem o regime de Al-Saad. Os americanos oferecem, via Jordânia, armamento, munições, equipamento militar e de comunicação, além de veículos e kits médicos.

Entretanto, a história mostra que o presidente Bashar herdou o poder de seu pai, Hafez al-Assad. Embora quando jovem tenha estudado na antiga União Soviética, Hafez só se tornou presidente quando foi apoiado pelos EUA no golpe de Estado em 1971. Só saiu do poder quando morreu, em 2000.

É na trajetória política de Hafez que se encontram muitas das respostas. Ele ingressou no Partido Baath em 1946 e foi nomeado chefe das Forças Aéreas em 1964. Enquanto ocupava este cargo, a Síria sofreu uma grande derrota, durante a Guerra dos Seis Dias, que uniu em 1967, Egito, Jordânia e Síria contra o vizinho “incômodo”, Israel. Mas no terceiro dia de luta, a Síria caiu sob o domínio de Israel e no final perdendo quase toda sua força aérea e inclusive parte de seu território (as Colinas de Golan).

A guerra enfraqueceu o poder do governo da Síria e abalou a economia, o que facilitou o golpe liderado por Hafez quatro anos depois. Buscando vingança, aliou-se com o Egito em 1973, para uma nova ofensiva militar contra Israel, na chamada Guerra do Yom Kippur, na tentativa de recuperar o território perdido. Foi novamente derrotado e suas relações com os EUA, aliados de Israel, foram seriamente abaladas. Como consequência, aproximou a política de seu governo à Rússia (na época ainda URSS), que permanece até hoje sendo o maior aliado da Síria.

Não é por acaso. A Rússia é hoje o segundo maior exportador de armas do mundo, atrás apenas dos EUA. Um de seus maiores clientes é a Síria, que antes do início da guerra civil, em 2011, comprou baterias antiaéreas Buk-M2E, sistemas de defesa antiaérea Pansir-S1, helicópteros de ataque e caças Mig-29, além de um número não revelado de armas e munição.

Como tem sido amplamente divulgado nos últimos meses, a Síria tem o terceiro maior arsenal de armas químicas do mundo (estimado em 1.000 toneladas de agentes químicos e biológicos). Só perde para os EUA e a Rússia. E foi justamente o uso de armas químicas pelo presidente Assad, matando mais de 1.000 adultos e cerca de 400 crianças. Fato que gerou comoção mundial e ofereceu ao governo americano a melhor justificativa de invasão.

A primeira resposta do governo sírio sobre essa possibilidade, no final de agosto, foi “Se a Síria for atacada, Israel pegará fogo, e nosso ataque envolverá nossos vizinhos [Irã, Turquia, Egito, Jordânia]. Os cidadãos americanos e os judeus de todo mundo sofrerão imediata retaliação”. Imediatamente, o Irã fez eco. “Se os EUA atacarem a Síria, as chamas da ira dos revolucionários se voltarão para o regime sionista”, assegurou Haqiqatpur Mansur, influente membro do parlamento iraniano. Estaria aceso o estopim na instável situação política do Oriente Médio, com consequências em todo o mundo.

Contudo, a opinião pública nos EUA é amplamente desfavorável a mais uma guerra. Se os EUA decidirem invadir, é inevitável que os soldados americanos terão de lutar ao lado dos soldados do Exército Livre da Síria, liderados pela Al-Qaeda. Essa possibilidade teve forte rejeição nos EUA, gerando inclusive uma campanha de soldados que se negaram publicamente a fazê-lo. Entre as denúncias levantadas por jornais como o Washington Times é que o Exército Livre na verdade é a junção de vários grupos de extremistas muçulmanos.

Ao mesmo tempo em que lutam conta o exército de Bashar, tem invadido, queimado casas e igrejas de cristãos, além de decapitar publicamente todos os que não se converterem ao Islã.


A denúncia mais recente é que eles estão usando “crianças-soldados”, que vão para a frente de batalha a partir dos 14 anos de idade.

A divulgação de imagens de cristãos sendo executados pelos rebeldes financiados com dinheiro americano tomou outra proporção, noticiou o Wall Street Journal esta semana. Uma das questões levantadas é como o dinheiro de um país cuja maioria da população se diz cristã, incluindo o presidente Obama, pode ser usado para manter extremistas muçulmanos que estão prometendo matar todos os cristãos sírios que não se converterem ao Islã.

Cristãos decapitados na Síria.

O mesmo vale para a Inglaterra e França, que continuam fornecendo armas e dinheiro aos rebeldes.

A denúncia mais recente é que um grupo do Exército da Síria, chamado de Unidade 450, que comanda o centro de pesquisa que gere as armas químicas do regime de Al-Saad está aproveitando a “trégua” proposta pela Rússia e pelos EUA. Enquanto as superpotências decidiram que a Síria não será invadida se entregar ou destruir suas armas químicas, a Unidade 450 trabalha incessantemente para espalhar o arsenal de armas “sujas” pelo país. Segundo agências de inteligência da Europa, elas estão sendo levadas para cerca de 50 localidades diferentes. O objetivo é impedir que sejam destruídas todas de uma vez por ataques americanos. Assim, poderiam ser usadas contra os soldados invasores e contra Israel. Seria o “plano B” de Assad e seu exército.


Não há inocentes em uma guerra, tanto o apoio da Rússia quanto dos EUA tem objetivos econômicos e políticos. Embora não seja um grande produtor de petróleo, a Síria faz parte da Liga Árabe, que controla a maior parte do petróleo produzido no planeta. Além disso, está situada perto de importantes oleodutos e rotas marítimas usadas para transportar uma fatia importante do petróleo mundial.

A imprensa mundial acompanha de perto a situação, mas a maior parte evita falar ou minimiza os relatos de massacre dos cristãos e ameaças a Israel. Obviamente, para não “influenciar” a opinião pública. Agências de notícias independentes constantemente divulgam informações sobre a guerra que envolve principalmente duas facções muçulmanas: alauitas (favoráveis ao governo) e sunitas (rebeldes). Enquanto isso, Israel diz não estar sendo ouvido, mesmo sabendo que será um dos primeiros a sofrer com as consequências. Com informações de BBC, Washington Times, Jerusalém Post Wikipedia e Story Leak.

Fonte: Gospel Prime

sábado, 7 de setembro de 2013

Marco Feliciano não descarta ser candidato a presidente do Brasil

O deputado tem estado no meio de muitas polêmicas por conta de seus posicionamentos considerados "conservadores"

Marco Feliciano não descarta ser candidato a presidente do Brasil
Em entrevista ao programa Tempo de Vitória, o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) falou sobre suas atividades na política, comentando também sobre os problemas que tem enfrentado por conta de seus posicionamentos contra leis que ferem os preceitos cristãos.

Feliciano estava nos Estados Unidos para tratar de alguns assuntos ligados a Comissão de Direitos Humanos e Minorias e não deixou de comentar os ataques que tem recebido desde que assumiu a presidência dessa comissão.

Mesmo diante de tantas perseguições, o parlamentar evangélico sabe que ganhou destaque e não descarta pleitear postos mais altos nas eleições de 2014 e quem sabe concorrer até como presidente da República. “Se algum partido me desse a legenda, eu entraria nesse barco, porque eu acredito que é possível. Eu creio”.

Na entrevista o deputado voltou a citar que sonha em ver um presidente evangélico no Brasil. “Eu me emociono, porque eu lancei essa frase com o pensamento de ver o país mudar. Eu comecei a acompanhar a política tarde demais, e eu vi como faz a diferença um homem de Deus. Eu não quero colocar um religioso, pra ser um religioso político, mas um homem justo”, disse.

Com a visão política ampliada, o deputado que está há pouco mais de dois anos no cargo sabe que o pior problema do país é a corrupção e vê que as manifestações que aconteceram no mês de junho pode ser repetida no próximo ano durante a campanha eleitoral e os jogos da Copa.

Assista:

Fonte: Gospel Prime

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