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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Saeed Abedini sofre com hemorragia interna por causa de espancamentos

Mantido em prisão do Irã, pastor diz que só será solto se negar a Cristo

Saeed Abedini sofre com hemorragia por causa de
espancamentos
O pastor Saeed Abedini foi enviado para uma cela solitária no presidio de Evin, em Teerã, Irã. Isso mostra que os rumores sobre a piora de sua saúde podem ser verdadeiros, confirmaram os familiares.

Abedini está sofrendo com hemorragias internas e os problemas com os rins após seguidas sessões de tortura. Ele e outros nove detentos foram colocados em confinamento solitário. Embora sabidamente necessite de ajuda médica, o pastor não recebe a atenção devida, divulgou o Centro Americano para Lei e Justiça.

Sua esposa, Naghmeh, declarou: “Saeed sofre com uma hemorragia interna por causa da tortura. Nós acreditamos que ele é espancado em confinamento solitário. Não temos como saber exatamente como está a saúde dele. Não haverá mais visitas e não poderemos saber como Saeed está. Anteriormente, ele disse a nós que ficar no confinamento solitário da outra vez foi o momento mais difícil de sua vida. Cada hora parecia um ano e ele sentia sua saúde se deteriorar rapidamente”.

De acordo com o Christian Post, Abedini e os demais prisioneiros foram punidos por terem reclamado da falta de atendimento médico recebido. A penitenciária de Evin, onde o pastor está desde sua prisão em setembro passado, é conhecida como uma das prisões mais violentas do mundo. Aqui no Brasil o caso foi comentado pelo pastor Marco Feliciano.

O Centro Americano para Lei e Justiça tem feito campanha em nome do pastor nas igrejas e junto aos políticos. Injustamente condenado, a oito anos de prisão, Abedini já foi avisado que, se não negar sua fé cristã e voltar ao islamismo, esse período de tempo pode ser prorrogado.

“Minha resposta a eles é Romanos 8: 35-39. A realidade da vida cristã é que as dificuldades ou problemas surgirão em nossas vidas. Perseguição e dificuldades não são novidades, mas são coisas muitas vezes corriqueiras na vida cristã. É passando por sofrimentos e tribulações que entramos no Reino de Deus “, disse o pastor em uma carta anterior endereçada à mulher e aos dois filhos.

Um ex-prisioneiro político iraniano, que também passou um tempo em Evin conta que os guardas da prisão usam de violência física e psicológica rotineiramente e que Saeed só continua vivo porque sua fé é forte”.

Pastor Abedini fará 33 anos dia 7 de maio, e existem campanhas que pedem aos cristãos de todo o mundo que orem para que mesmo isolado, o pastor lembre que não está sozinho em sua luta.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Como Isaías pôde usar termos tão específicos para referir-se a um rei que viveria cerca de 200 anos depois?

"Que digo de Ciro: É meu pastor, e cumprirá tudo o que me apraz, dizendo também a Jerusalém: Tu serás edificada; e ao templo: Tu serás fundado." (Is. 44:28)

"Assim diz o SENHOR ao seu ungido, a Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face, e descingir os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão." (Isaías 45:1)

Em Isaías 44:28 e 45:1, o profeta cita especificamente o nome de Ciro, ligando-o à futura restauração de Israel e ao assentamento das fundações do templo. Entretanto, Isaías desempenhou o seu ministério entre 739 e 681 a.C., ao passo que Ciro veio a ser rei da Pérsia em 539 a.C. Há entre eles um período de pelo menos 150 anos. Como Isaías pôde mencionar até mesmo o nome de Ciro, muito antes de sua existência?

Este é um exemplo de profecia sobrenatural. Embora Isaías não tivesse poder para olhar para o futuro, Deus certamente possui esse poder e declara: "desde o princípio anuncio o que há de acontecer" (Is 46:10). Deus não somente sabe quem assumirá o poder, mas "o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer" (Dn 4:32). É Deus quem estabelece reinos, e é ele quem os desfaz. Não é de se admirar, portanto, que o Senhor seja capaz de citar o nome de um rei quase 200 anos antes de ele subir ao seu trono. Outro fato não menos extraordinário foi o Senhor chamar Ciro de "meu pastor", pois foi assim, como um pastor que o Senhor usou a Ciro para juntar as ovelhas dispersas da casa de Israel, chamando-as de muitas terras distantes.

Flávio Josefo, historiador judeu, registra em suas "Antiguidades" que Ciro leu o que estava predito acerca dele no livro do profeta Isaías e que fora escrito cerca de 200 anos antes que ele tivesse nascido, que Deus o havia constituído soberano sobre muitas nações, e a partir disso se sentiu inspirado a fazer o povo de Deus voltar a Jerusalém para reconstruir o Templo. Ciro ficou tão perplexo com essa profecia, por que não apenas falava dele, mas lhe conferia o nome pelo qual era chamado, que mandou reunir na Babilônia os principais dos judeus e anunciou que lhes permitia voltar ao seu país e reconstruir a cidade de Jerusalém e o Templo.

O rei Ciro até mesmo teria encorajado os judeus a que não duvidassem de que o próprio Deus os auxiliaria nesse desígnio e que escreveria aos príncipes e governadores de suas províncias vizinhas da Judeia para que lhes fornecessem o ouro e a prata de que iriam precisar juntamente com os animais para o holocausto. Ciro, ainda mandou que fossem restituídos nesse mesmo tempo os vasos sagrados tomados do Templo por Nabucodonosor e que haviam sido levados para Babilônia. Tudo foi cumprido fielmente.

Concluímos, então, que tudo isso aconteceu por causa da presciência do Todo-Poderoso. Uma das afirmações muito frequentes no livro de Isaías é a de que o Senhor é o Único Deus e que somente ele anuncia as coisas futuras antes que estas aconteçam (Is. 41:22-29; 42:9; 43:9; 44:8; 45:5; 45:21; 46:9-10). Por isso, seja qual for a palavra proferida por Deus, ela jamais cairá por terra e se cumprirá cabalmente (Is. 40:8; Ez. 12:25-28; Is. 38:7; Núm. 23:19; Rom. 9:28).

Bibliografia:
GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
JOSEFO, Flávio. História dos Hebreus: De Abraão à queda de Jerusalém. Rio de Janeiro: CPAD. 8ª Ed., 2004.
DAVIDSON, F. O Novo Comentário da Bíblia. 3ª Ed. São Paulo: Ed. Vida Nova, 1990.

Evangélicos e católicos fazem campanha pela liberdade de expressão no Facebook: 'Gays não aceitam receber críticas', diz professor de direito

A liberdade de expressão vem sendo debatida entre ativistas gays e grupos cristãos de evangélicos e católicos, especialmente seguindo o caso de Marco Feliciano, que virou alvo de protestos de ativistas gays por suas opiniões e crenças contra o homossexualismo. Diversos líderes cristãos estão agora buscando defender sua liberdade de expressão e religião usando as redes sociais como meio de divulgação de campanhas.

                                                                                   (Foto:Reprodução/Facebook)
Imagem viral que circula no Facebook defendendo a 
liberdade de expressão dos cristãos.
Em prol da liberdade de expressão, uma imagem com a foto de uma Bíblia com a frase “Pregar o que a Bíblia fala – Homofobia”, começou a circular e ser compartilhada entre os cristãos. A frase refere-se ao fato de ativistas gays terem tentado tornar a opinião e crença contra o homossexualismo crime, com suas alegações de incentivo à homofobia. Há a comparação com um grupo de gays fantasiados de Jesus e a declaração “Blasfemar sobre os símbolos cristãos – Liberdade de Expressão”, referindo-se aos ataques contra símbolos cristãos, respaldados na 'liberdade de expressão'. O viral compartilhado pela fanpage Crentes Assembleianos tem mais de 12 mil compartilhamentos.

“E não entrando na questão de defesa religiosa, outra coisa que os gays não aceitam é receber crítica ao comportamento deles. Isso é direito, desde que eu não ofenda a pessoa posso criticar o comportamento dela. Homossexualismo é um comportamento, posso criticar esse comportamento à vontade segundo a nossa constituição. Mas não, eles não aceitam receber críticas, então dizem que é homofobia”, postou como comentário o usuário da rede social Samuel Thierry Menezes.

O pastor, professor de Direito e oficial de justiça Gesiel de Souza Oliveira falou ao 'The Christian Post' por e-mail sobre esse caso. “Chamar alguém de homofóbico por sua opinião contrária é desvirtuar e fazer um pré-julgamento superficial, simplório e tendencioso ao erro, sobre o sentido real desses termos. É desrespeitar a Constituição Federal, é ferir de morte a liberdade de expressão e crença religiosa”, explicou.

“Os ativistas gays acusam os evangélicos de violentos e intolerantes, mas os registros mostram que nunca houve uma única vez, onde um cristão, praticante e evangélico, atacou ou foi violento contra um gay ou contra um afrodescendente. Não há registro, e isso é fato!”, fala sobre a suposta homofobia cristã.

Ele critica a minoria homossexual e a polêmica da causa gay e seus ativistas.“Uma minoria impositiva, intolerante e sem diálogo e que agora essa discussão transborda dos limites do congresso e passa às ruas”, disse Gesiel.

“Recentemente vimos atos intolerantes que levaram um grupo a interromper um culto evangélico. Observe que isso caracteriza crime previsto no Código Penal. Eles se autoproclamam ‘tolerantes’, mas isso é uma máscara que caiu com as recentes manifestações mostrando um ativista gay que agrediu um repórter que tentava filmar um grupo de ativistas que faziam uma manifestação intolerante na porta da igreja do pastor Marco Feliciano, a ponto de impedir que o pastor e suas filhas tivessem segurança suficiente”, complementou.

Gesiel condena a ação citando o Artigo 208 do Código Penal Brasileiro, que fala sobre os casos de ‘Ultraje a Culto e Impedimento ou Perturbação de Ato a Ele Relativo’. “E a pergunta que fazemos: o que tem a ver o culto em sua igreja com as suas atividades como presidente da CDHM? Por que cometer o crime de 'Ultraje a Culto e Impedimento ou Perturbação de Ato a Ele Relativo'”, comenta.

O pastor faz uma comparação entre a Marcha pra Jesus e a Parada Gay. “Em São Paulo a ‘Marcha para Jesus’ que reuniu em 2012 mais de 5 milhões de evangélicos, não houve registro de nenhuma agressão, morte e até a própria polícia mobilizou um número de viaturas pequeno para esse evento, por historicamente ser pacífico. Agora vejamos a “’Parada Gay’só em São Paulo, que reuniu 270 mil pessoas, houveram inúmeras ocorrências de violência, agressões, atentado ao pudor, uso de drogas, lesões corporais, desacatos, furtos, roubos, atos obscenos e até um homicídio em 2009, dentre outros tantos ilícitos”, disse ao CP.

O pastor Gesiel de Souza Oliveira, 35 anos, é escritor e professor de faculdades de Ciências Jurídicas, nas áreas de Direito Penal, Direito Processual Penal e Legislação Penal Especial. Ele também ministra aulas na Escola de Educação Teológica das Assembleias de Deus do Brasil.

Na área de Direito ele atua como Oficial de Justiça no Amapá e é presidente da Associação dos Oficiais Justiça (AP-AOJAP). Ele também é pastor vice-presidente da segunda maior igreja evangélica do Amapá, a Assembleia de Deus Zona Norte de Macapá (ADZN), e presidente da Convenção Estadual da ADZN.

Fonte: The Christian Post

segunda-feira, 29 de abril de 2013

A Chamada de Paulo

"E os homens, que iam com ele, pararam espantados, ouvindo a voz, mas não vendo ninguém."
(Atos 9:7)
"E os que estavam comigo viram, em verdade, a luz, e se atemorizaram muito, mas não ouviram a voz daquele que falava comigo."
(Atos 22:9)

"Há alguma contradição entre os tex­tos de Atos 9:7 e 22:9?

No primeiro temos que os acompanhantes de Saulo 'ouviram a voz', enquanto no segundo, referindo-se ao mesmo fato, está registrado que eles 'não ouviram a voz'."

No momento em que Jesus apareceu a Saulo no caminho de Damasco, rodeando-o de uma luz e dizendo-lhe: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" os acompanhantes ouviram a voz mas não viram a pessoa de Jesus: At 9:7. O texto de Atos 22:9, segun­do as melhores traduções, afirma que eles ouviram a voz, porém sem entenderem o sentido das palavras, e que também viram a luz. Há, certamente, uma falha de tradu­ção na Almeida Simplificada, ao registrar em Atos 22:9: "... mas não ouviram a voz...".

As principais traduções, como a Revisada da SBB, a Versão da Imprensa Bíblica Brasileira e a edição em espanhol de Casiodoro de Reina (Reina-Valera - tradução direta e literal dos textos bíblicos em grego, hebraico e aramaico), 1569 (revisada em 1602, 1909 e 1960), registraram: "... mas não entenderam a voz..."; em vez de: "... não ouviram a voz...". Em 26:13,14 do mesmo livro temos ainda outras informações, a de que a luz envolveu também os companheiros de Saulo, que caíram por terra, e a língua usada por Jesus foi a hebraica. Como se vê, um texto completa o outro, não havendo qualquer contradição entre eles.

Fonte: A Bíblia Responde

Marco Feliciano é aclamado pelos fiéis no Gideões Missionários

Evangélicos receberam o parlamentar ao som do Hino Nacional gritando “Feliciano me representa”.

Marco Feliciano é aclamado por evangélicos no
Gideões
Milhares de evangélicos vindos de diversas partes do Brasil se reúnem todos os anos na cidade de Camboriú, Santa Cataria para acompanhar as reuniões do maior congresso de missões da atualidade, o Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora.

Pregando desde 2001 no evento, Marco Feliciano, pastor e deputado federal pelo Partido Social Cristão, é sempre um dos conferencistas mais aguardados no evento. Neste domingo (28) não foi diferente. Desta vez o motivo era outro.

Envolvido em polêmicas desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o parlamentar tornou-se principal notícia nas mídias do Brasil.

Ativistas chegaram a acusá-lo de racismo e homofobia por causa de declarações polêmicas do evangélico nas redes sociais. Feliciano havia dito que “africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé”.

Desde então, milhares de manifestantes haviam promovido campanhas pedindo a saída do deputado da liderança do colegiado. Uma das igrejas de seu ministério, Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, chegou a cancelar suas agendas com o líder por causa de manifestações na entrada do templo.

Nesta manhã centenas de jornalistas e sites de notícias esperavam a pregação de Feliciano, que ao assumir o altar informou: “Os jornalistas que quiserem ouvir minha declaração sobre a Comissão de Direitos Humanos terão que ficar até a noite, pois só falarei a noite”, passando o microfone para outro pregador.

Feliciano assumiu o altar à noite, por volta das 21 horas e foi aclamado pela multidão em Camboriú. Milhares de evangélicos receberam o parlamentar ao som do Hino Nacional gritando “Feliciano me representa”.

Marco Feliciano evitou falar sobre a CDHM, apenas agradeceu o apoio dos principais líderes evangélicos, entre eles: Abner Ferreira, Renê Terra Nova, Silas Malafaia, Samuel Ferreira, Bispo Manoel Ferreira, entre outros.

O parlamentar também criticou a mídia secular, lembrou o título da revista Istoé “O homem que afrontou o Brasil. Por que ele não cai?”, e respondeu: “Não caiu por causa das orações dos crentes”, disse antes de destacar: “Nunca houve tanta oração por uma única pessoa”.

“Pinçaram palavras polêmicas desenhando uma figura de um monstro. Se eu fosse um monstro não teríamos esta multidão me assistindo. Minhas pregações não despertam o ódio, despertam a convicção de seus pecados”, continuou.

Feliciano aproveitou a ocasião para incentivar os evangélicos a boicotarem as emissoras de televisão que tem se manifestado contra os evangélicos: “Não assistam mais suas novelas”

Fonte: Gospel Prime

quarta-feira, 24 de abril de 2013

O ímpio verá a glória de Deus?

Isaías declara que "a glória do Senhor se manifestará, e toda a carne a vera" (Is. 40:5). Entretanto, anteriormente ele mesmo declarou que o ímpio "não atenta para a majestade do Senhor". Como conciliar estas duas afirmações?

Primeiro, a resposta recai sobre o fato de que o ímpio voluntariamente não reconhece a glória de Deus, como os justos o fazem. Além disso, no tempo presente o ímpio não reconhece a majestade de Deus, mas um dia todo joelho - dos justos e dos ímpios - se dobrará perante ele (Is. 45:23; cf. Fp 2:10). Com esse entendimento, não há desarmonia alguma entre esses dois textos.

Bibliografia:GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

A luz do sol e da lua aumentará ou diminuirá no reino futuro?

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"A cidade não precisa nem do sol, nem da lua"
"E a luz da lua será como a luz do sol, e a luz do sol sete vezes maior, como a luz de sete dias, no dia em que o SENHOR ligar a quebradura do seu povo, e curar a chaga da sua ferida."
(Isaías 30:26)

Isaías faz duas previsões aparentemente contraditórias entre si. Uma é que a luz dos corpos celestes será sete vezes maior (Is 30:26). Outra é que sua luz "se envergonhará" diante da luz do Senhor (Is 24:23).

Alguns eruditos acreditam que essas são previsões poéticas mutuamente compatíveis, que dizem que, embora a luz do sol e da lua seja aumentada várias vezes (talvez de forma figurada), não obstante a luz do Senhor prevalecerá sobre ela.

Outros consideram essas previsões como referentes a dois eventos futuros diferentes. Sustentam que a luz natural dos corpos celestes será aumentada durante os "mil anos" (Ap 20:4-6) do reino de Cristo. Depois disso, quando "novo céu e nova terra" (Ap 21:1) tiverem sido criados, se cumprirá a palavra: "a cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou" (Ap 21:23).

Bibliografia:
GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Manifestantes contra o casamento gay na França realizam protesto em Paris

Mesmo com a aprovação praticamente certa, os opositores não desistem e realizam diversos protestos

O casamento homo-afetivo e a adoção por casais do mesmo sexo têm causado muita discussão na França e dividindo opiniões. Entre 30 e 50 mil pessoas contrárias ao casamento gay marcharam neste domingo (21) pelas ruas de Paris, com bandeiras nas cores rosa e azul, em protesto contra lei que permitirá a união homo-afetiva e a adoção de crianças por esses casais na França.

                                      REUTERS/Jacky Naegelen
Manifestantes realizam protesto em Paris contra
casamento gay
Segundo pesquisa do instituto BVA, 58% da população francesa se declaram favoráveis ao casamento gay. A manifestação foi organizada em última hora com intuito de se anteciparem a aprovação da lei que está prevista para esta terça-feira (22). Na ocasião do protesto, os manifestantes gritavam que não queriam aquela lei e seguravam uma faixa escrita “Tudo nasceu de uma mãe e um pai".

Segundo a Reuters Brasil, a aprovação da lei foi agilizada com o objetivo do governo evitar uma outra grande manifestação, que já estava programada para acontecer no final de abril. Mesmo com a aprovação praticamente garantida, os opositores do casamento gay não desistem e realizam diversos protestos.

A passeata deste domingo foi uma entre outros tantos protestos que estão sendo realizados em meses no País e que, segundo a Reuters, tem conseguido manchar a principal proposta de reforma social do presidente da França, François Hollande.

No último dia 24 de março, outra manifestação contra o casamento entre homossexuais reuniu cerca de 300 mil pessoas, segundo dados da polícia. Os organizadores prometem, que mesmo com a aprovação do casamento gay, já marcaram uma outra grande passeata para o dia 26 de maio em Paris.

"Nós avisamos o presidente em novembro que não desistiríamos e que faríamos de tudo para evitar que esta lei fosse aprovada, ou para revogá-la se for aprovada", contou um dos organizadores da manifestação, Alberic Dumon, à Reuters.

Dr. Rey se filia ao PSC e diz “nós não temos vergonha da Palavra de Deus”

Médico deseja ajudar saúde pública do Brasil e salário mínimo de R$3 mil

Dr. Rey se filia ao PSC e diz "nós não temos 
vergonha da Palavra de Deus"
Roberto Miguel Rey nasceu no Brasil, mas foi adotado por norte-americanos. Estudou em uma das melhores universidades do mundo e ficou conhecido como “Dr. Hollywood” por causa de um programa de TV onde mostra como é a vida de um cirurgião plástico. Famoso e milionário, ele agora se lança na política.

Como escreveu em sua página no Instagram, “chegou a hora de criar um Brasil melhor”. Para isso, filiou-se ao PSC, partido do Pastor Marco Feliciano, deputado federal e presidente da Comissão de Direitos Humanos. “Procurei esse partido porque, aqui, nós não temos vergonha da palavra de Deus. Entendo que o mundo está entrando no caos porque as pessoas não querem mais ouvir a palavra de Deus”, justificou Dr. Rey.

A cerimônia que marcou a filiação do médico foi na última sexta, em um coquetel com o vice-presidente da legenda, Everaldo Pereira, além do presidente do PSC paulista, Gilberto Nascimento, na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Em fevereiro, Rey declarou em entrevista à Veja São Paulo, que foi sondado por diversos partidos. Por já ser milionário, ele afirma que não precisa de dinheiro e, se eleito, devolverá seu salário. A legenda está confiante. “Os amigos querem que ele seja candidato a deputado federal. Se essa vontade se confirmar, ele receberá todo apoio do partido”, afirmou o presidente do partido.

Entre suas propostas, o médico acredita que o salário mínimo deveria ser aumentado para R$ 3 mil, e que as rodovias e o sistema de saúde do país precisam melhorar. Além disso, gostaria de pintar as casas brasileiras, para deixá-las “menos cinzas e mais vivas”. Questionado sobre a dificuldade de viabilizar suas propostas, respondeu: “Bonitão, minha vida é assim. Era da classe D, filho de faxineira e me formei em Harvard. Hoje faturo US$ 100 milhões com meus produtos. Eu faço o impossível”.

“Minha mãe era faxineira e vi a desigualdade contra as mulheres. Passei muito tempo nas filas do Posto de Saúde quando criança. Chegou a hora de criar um Brasil melhor! Aqui na Assembleia Legislativa entrando no PSC: Partido Socialista (sic) Cristão! Helping Brazil with healthcare policy! (ajudar o Brasil com políticas de saúde)”, escreveu ele no Instagram, mostrando não estar acostumado com o nome do partido, que é Social e não Socialista.

O vice-presidente da sigla discursou durante a cerimonia sobre o crescimento da legenda após a repercussão do deputado Feliciano. Aproveitou para reafirmar que o partido deve lançar candidatura própria à Presidência da República no ano que vem. Com informações Terra.

Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Este versículo é uma profecia do nascimento virginal de Jesus Cristo?

Este é um dos trechos mais grandiosos do livro de Isaías, em torno do qual, nestes últimos tempos, se tem desencadeado tempestades de controvérsia e polêmica. O problema aqui é se esta passagem se constitui uma referência específica e enfática à vinda do Messias e à maneira como se verificará o seu nascimento, ou se temos aqui apenas uma referência estritamente limitada ao fato da presença do Deus Todo-Poderoso nos revelar um "menino" que não vá além de um simples personagem humano e filho de Isaías.

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"Profetizado pelos profetas do A.T."
Ao considerarmos esse assunto, é necessário que façamos menção de que é muito frequente as profecias do A.T. terem um sentido duplo, apontando para uma realização imediata e outra mais tardia.

A profecia de Isaías 7:14 refere-se à concepção de uma virgem e ao nascimento de um filho cujo nome seria Emanuel. Entretanto, o versículo 16 parece colocar o nascimento de tal criança antes da invasão dos exércitos da Assíria e da queda de Samaria, que ocorreu em 722 a.C., e Isaías 8 parece ser o cumprimento dessa profecia. Como então pode ser essa uma profecia sobre o nascimento virginal de Jesus?

Esta profecia com certeza teve um duplo cumprimento. Devido ao estado desesperador em que se encontrava o povo de Israel, Deus prometeu dar-lhe um sinal de que ele libertaria por fim o seu povo da escravidão. O que podemos ver nos versículos 15-16 é que de fato haveria um livramento em um futuro breve e o nascimento daquela criança com o nome sagrado de Emanuel (Deus Conosco) é um penhor da certeza da libertação. Mas para um futuro distante, há a promessa firme, a realizar mais tarde, da salvação por Jeová do seu povo de Israel. Apenas com a vinda do filho de Deus e a realidade da encarnação é que se abriu o caminho para a realização deste livramento ulterior e mais absoluto.

Muitos eruditos acreditam que esse sinal veio sob duas formas:

Primeiro, como um sinal da libertação física de Israel da escravidão a que estariam se submetendo com a invasão dos assírios.

Segundo, como um sinal da libertação espiritual da escravidão a Satanás. O primeiro aspecto desse sinal foi cumprido com o nascimento de Rápido-Despojo-Presa-Segura (Maher-Shalal-Hash-Baz), como registrado em Isaías 8:3. O segundo aspecto desse sinal foi cumprido com o nascimento de Jesus Cristo em Belém, como registrado no Evangelho. Por isso, podemos dizer que permanece o fato de que a redenção de Israel e de toda a humanidade é realizada por alguém com o nome de Emanuel, e acerca do qual lemos, através do ensino explícito desse mesmo personagem, que os profetas descreveram e falaram (Luc. 24:27).

A palavra que corresponde a "virgem" (almah) refere-se a uma jovem que nunca manteve relação sexual com um homem. A esposa de Isaías que teve a criança em cumprimento do primeiro aspecto da profecia era virgem até ter concebido de Isaías. Entretanto, de acordo com Mateus 1:23-25, Maria, mãe de Jesus, era virgem mesmo quando concebeu e deu a luz Jesus. A concepção física e o nascimento do filho de Isaías foi um sinal a Israel de que Deus os libertaria da escravidão física em relação aos assírios. Mas a concepção sobrenatural e o nascimento do Filho de Deus foi um sinal a todo o povo de Deus de que o Senhor os libertaria da escravidão espiritual do pecado e da morte.

Bibliografia:
GEISLER, Norman; HOWE, Thomas. Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia. 1ª Ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1999.
DAVIDSON, F. O Novo Comentário da Bíblia. 3ª Ed. São Paulo: Ed. Vida Nova, 1990.

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