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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Você é filho de Deus?

Um dos maiores presentes de Deus para mim a para você é fazer de nós Seus filhos, porém, muitos mesmo depois de ter aceitado Jesus como Salvador de suas vidas ainda permanecem na dúvida se realmente são ou não filhos de Deus. A dúvida é comum, no entanto não pode ser a constante em nossa vida, por que "o justo viverá pela fé" (Rom. 1:17), quando esta vier, devemos combatê-la através da Palavra de Deus, eu e você não vivemos pelo que pensamos ou por meio de dúvidas, mas pelo que Deus disse a nosso respeito, Ele disse: "o meu justo viverá pela fé" (Heb. 10:38), então tudo o que precisamos fazer é viver conforme está escrito, pela fé.

Meu amado irmão, não deixe que a dúvida a respeito de sua filiação tenha acesso à sua vida, o Deus que não pode mentir (Tito 1:2) nos deu uma firme promessa dizendo que todos aqueles que receberam Jesus Cristo crendo, receberam de Deus poder de serem feitos filhos de Deus (Jo. 1:12), seja qual for a nossa nacionalidade, isso para o nosso Pai não fará diferença, seremos pela fé em Cristo Jesus chamados de filhos de Deus (Gál. 3:26). Veja que promessa mais maravilhosa Deus nos deu!!! E se somos filhos, também seremos herdeiros das promessas e co-herdeiros com Cristo, Senhor nosso (Rom. 8:17).

É certo que o inimigo de nossas almas, o diabo, não deixará de tentar colocar a dúvida em nossos corações, pois foi assim desde o princípio, e assim será (Gen.3:1), a astúcia e o engano são as armas favoritas do maligno, sua finalidade é gerar a dúvida, e quando o assunto é filiação, ele investe tudo contra nós para que não creiamos que fomos feitos filhos de Deus e que também fomos salvos por Ele.

Um dos alvos da Graça de Deus é a nossa filiação (Rom. 8:14-17), é o fim glorioso da vitória da Graça de Deus. Quando nos tornamos filhos de Deus, passamos a ser guiados pelo Seu Espírito Santo, assim é a vida daqueles que se tornaram filhos de Deus, dirigida pelo Seu Espírito e são pessoas dispostas a se desviar do pecado, por que receberam espírito de adoção, sua vontade é dirigida pelo Espírito Santo, guiando este filho para longe da vida do passado. A relação filial de intimidade agora é uma vida de dependência do Pai, não de nossas próprias vontades, não mais de nossos pensamentos, e aceitando voluntariamente a direção do Espírito Santo intimamente em nossa conversão, somos levados a evitar a antiga vida de escravidão e do medo (Rom. 8:15), se alguém vive a vida longe de Deus realmente tem o que temer; mas se está em Cristo, é nova criatura, tudo é novo e o que é da "velha vida" já passou (II Cor. 5:17), é filho e não há o que temer do passado pecaminoso que foi esquecido pelo nosso Deus e Pai (Heb. 10:17).

Na antiga vida temíamos a maldição da lei e vivíamos debaixo de escravidão, sendo filhos, somos livres em Cristo Jesus (Rom. 6:22/ Rom. 7:6). A partir de nossa adoção como filhos do Todo-Poderoso Deus, passamos a ter o direito aos privilégios nunca imaginados por nós antes, por exemplo:
  • Passamos a ter acesso a presença de Deus, algo impensável antes de nos tornarmos filhos (Ef. 2:15-18);
  • Nos tornamos geração eleita, nação santa, sacerdócio real, propriedade exclusiva de Deus (I Pe. 2:9);
  • Somos guiados pela justiça de Deus (Sal. 5:8);
  • Passamos a ser guiados pelo Espírito de Deus (Gál. 5:18);
  • Passamos a andar na vereda dos mandamentos de Deus (Sal. 119:35);
  • Passamos a andar na vereda verdadeira (Sal. 27:11);
  • Passamos a andar pelas veredas da justiça (Sal. 23:3);
  • Passamos a anda pelo caminho eterno (Sal. 139:24).

Já não estamos vivendo de qualquer forma, por que estamos nos caminhos que os filhos de Deus receberam de Seu Pai para trilhar, sendo assim, Ele que é Bom, nos guiará pelos caminhos da justiça e da verdade, não por caminhos contrários aos que Ele quer que andemos. Ser filho de Deus é uma posição conferida a nós pelo nosso Deus e Pai, não é uma posição qualquer ou natural, porém espiritual, é um ato de Graça da parte de Deus.

Não há nas Escrituras Sagradas qualquer menção de uma paternidade universal, ou seja, que todos os homens são filhos de Deus, e sim nos é mostrada uma filiação cristã, onde temos uma relação com Deus como nosso Pai em Jesus Cristo e mediante o Espírito Santo. Essa condição é real e temos o direito de dizer Aba, Pai (Rom. 8:15), em termos mais técnicos, é o mesmo que dizer: "Papaizinho". Meu irmão, Deus é nosso Pai em Cristo Jesus, nós podemos ter esta certeza, chorar aos pés d'Ele, rir com Ele, viver com Ele. Aquele que tiveram a experiência da adoção, herdam juntamente com Cristo, se de fato participam de seus sofrimentos, a fim de participar de sua glória (II Tm. 2:11-13).

A vida de cada cristão é semelhante a vida de Cristo, pois sofremos (Rom. 8:17), e isso quer dizer que com Cristo também levamos nossa cruz (Lc. 9:23), e esse sofrimento não nos abate, e sim, nos fortalece n'Ele (Rom. 8:18). E quem é filho tem esperança para o futuro e não está sozinho neste jornada, tem o Espírito Santo testificando com o seu espírito que é filho de Deus (Rom. 8:16), testificar é dar testemunho, é fazer uma palavra se tornar válida e confiável, e é isso que o Espírito de Deus faz em nós, torna a nossa confiança na filiação confiável, digna de nosso crédito.

O Espírito Santo é testemunha da plena realização da nossa adoção como filhos, Ele nos assiste me nossas fraquezas (Rom. 8:26), por isso somos fortalecidos e encorajados a confiar na promessa da filiação. O nosso fim não é uma utopia, pois quem está interessado em nossa vitória como filhos é o nosso Pai, que é Deus, Ele irá nos sustentar nos momentos mais difíceis. Temos muitas fraquezas e debilidades às quais somente o Senhor poderá nos ajudar por meio do auxílio do seu Espírito que nós habita (caso sejamos filhos). A filiação que o homem recebeu de Deus, em virtude de ter sido criado à imagem de Deus (Gen. 1:26), necessita de uma renovação de vida por causa da queda, e tal renovação foi realizada em Cristo Jesus, e segundo "O Novo Comentário da Bíblia": A filiação se verifica através da regeneração e da adoção: Enquanto o novo nascimento altera a nossa natureza (pecaminosa), a adoção altera nossa relação com Deus (intimidade de filho com o Pai). Sabemos que tudo isso somente é possível por meio de Jesus Cristo, ou seja, por sua obra redentora (Ef. 1:5).

A Redenção Ef. 1:7-12.

Nós que cremos que somos filhos de Deus, sabemos que em Jesus há uma grande Redenção, a Redenção descrita na palavra de Deus é uma sublime conquista que encontra sua principal ilustração histórica no Êxodo do Egito, episódio que conta a história do povo hebreu como nação. Esta história mostra todo o cuidado de nosso Deus e Pai em proteger, guiar e libertar o seu tão amado povo. A Redenção operada por Cristo também criou um novo povo, e foi ao preço de sua morte, do seu sangue derramado que fomos redimidos (Ef. 1:7), e se fomos redimidos isso implica que antes havia um estado de escravidão: no A.T. houve a escravidão pelas mãos dos egípcios; no N.T. vemos que todos os homens sem distinção são cativos do pecado e de satanás.

A Redenção significa libertação do cativeiro , e foi isso que o Senhor Jesus fez na cruz do Calvário para nos dar libertação e perdão de nossas ofensas (Heb. 912). Deus passa então a nos revelar, quando nos tornamos filhos, aquilo que era incompreensível para o nosso entendimento humano sobre sua vontade (v. 9). Jesus executou os propósitos do Pai, quando o tempo era oportuno, no tempo do Evangelho. Cada homem, cada mulher sobre a face da terra tem um lugar no propósito de Deus, que realiza tudo segundo a sua soberana vontade (v. 11), o desenrolar da história humana não está nas mãos dos "poderosos" da terra e sim nas mãos de Deus.

Se alguma pessoa é redimida por Deus e salva desta era, se tornando filho, deverá entender que todo filho não vive como quer, mas como o seu pai ensina, e às vezes é necessário que nosso pai nos repreenda por nossos erros, e em alguns casos nos açoite; em nosso relacionamento com o nosso Pai celestial não é diferente, se andarmos segundo nossa vontade e errarmos, seremos repreendidos e disciplinados (Prov. 3:12), por isso, se você já aceitou a oferta de Deus em se tornar filho d'Ele através de sua fé em Jesus e está sendo disciplinado, não fique triste, isso é um bom sinal de que você é filho, pois quem é filho não fica sem a disciplina do pai, e nós também não ficamos sem a disciplina do nosso Deus e Pai (Heb. 12:8), pois é assim que se dá conosco. Errar não vai ser algo impossível para os filhos de Deus, por isso Ele irá usar a "vara da correção" em nós quando for necessário.


O Relacionamento.

Ser filho de Deus implica ter relacionamento com Ele, é viver na contramão do que fazem os homens sem Deus, que "adotam deuses estranhos" para si e vivem alienados de Deus, vivendo como estranhos para com o Deus Único e Verdadeiro. Quando pensamos em Israel no A.T., Deus escolheu e adotou-o como filho e povo de uma forma muito particular. Já no N.T., a adoção com referência a Israel é usada apenas uma vez e está em Rom. 9:4; em outras ocasiões este termo está intimamente ligado àqueles que Deus para junto de si para manter um relacionamento com Ele de salvação permanente.

Jesus, antes de morrer e ressuscitar, disse que não deixaria os seus discípulos órfãos e que voltaria para eles (Jo. 14:18), e voltando faria neles morada (Jo. 14:23). Jesus é o Filho de Deus, nosso irmão mais velho, e fazendo de nós sua morada, nos coloca na condição de filhos. Ele faz morada em nós através do Seu Espírito o qual Deus enviou para fazer morada em nossos corações, abrindo para nós a possibilidade de clamarmos pelo Espírito de Cristo: Aba, Pai (Gál. 4:5-7).

Quem pertence a Cristo é descendente de Abraão (Gál. 3:29), seja judeu ou gentio, fazemos parte de uma mesma família que é composta por filhos de Deus, pessoas que podem ter relacionamento com Deus, o Pai. Deus tem inúmeras promessas para nós, e como fez de Seu Filho Jesus Cristo Senhor sobre tudo, os crentes em Cristo serão co-herdeiros na glória de Deus. Você poderá em Cristo acesso a presença de Deus todos os dias e o quanto desejar. Por isso precisamos sempre estar cônscios de que somos filhos de Deus pela fé em seu Filho Jesus, nunca duvidando por que aquele que "duvida é semelhante a onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte" (Tg. 1:6).

Talvez você ainda não seja filho de Deus por um simples motivo, não confessou a Jesus Cristo como seu Único e Suficiente Salvador, eu te convido para fazer esta oração: Senhor Jesus, eu sou um pecador que precisa de arrependimento, reconheço que somente o Senhor pode me salvar e me livrar da ira que há de vir sobre os desobedientes e incrédulos, por isso, eu te peço perdão pelos meus pecados e te peço para que faças morada em meu coração pelo teu Maravilhoso Espírito Santo, por que quero ser filho de Deus e compartilhar contigo a Verdadeira vida que o Senhor pode me dar. Amém.

Se você fez esta oração, procure uma igreja onde o Evangelho é pregado em sua totalidade e aprenda sempre mais sobre esse Jesus, o Filho do Deus Vivo (Mt. 16:16).
       
Bibliografia:
O Novo Comentário da Bíblia.
Manual Bíblico Vida Nova.
www.bibliaonline.com.br
www.oucaapalavradosenhor.com

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Seitas, cuidado!!!



Você já foi enganado alguma vez? Talvez isso tenha acontecido à porta de sua casa, quando algum vendedor treinado para persuadir e usando de artimanhas o fez comprar algo inútil. O engano é geral! Há engano em todas as áreas da vida, e especialmente no setor religioso! Vivemos numa época em que muitas seitas se propagam em velocidade inacreditável. Os representantes das seitas sabem muito bem como podem vender suas heresias a pessoas de boa-fé por meio de palavras convincentes. Muitas vezes as seitas apelam para a Palavra de Deus e usam o nome de Jesus Cristo. Em um primeiro momento, freqüentemente, suas palavras parecem convincentes e verdadeiras. Mas: Cuidado – é engano! A Bíblia nos adverte seriamente a respeito: "Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes, provai os espíritos se procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo fora" (1 João 4.1).


De que consiste a diferença entre uma seita e a verdadeira fé bíblica em Jesus Cristo? Como se reconhece uma seita? Faça a prova com três perguntas:

1. Quem é Jesus Cristo?


As seitas negam a pessoa do Senhor Jesus – elas falam de um "Cristo cósmico" ou negam a Sua soberania divina. Nelas não é Jesus que está no centro, mas a pessoa do seu "guia", "profeta", "apóstolo"ou "guru". Entretanto, a Bíblia declara que Jesus Cristo é o único Deus verdadeiro. Ele se tornou homem para morrer na cruz por todos os homens. Ele ressuscitou corporalmente e vive por toda a eternidade (1 João 5.20; Colossenses 2.9; Marcos 10.45 e 1 Coríntios 15.3ss).

2. O que é a Bíblia?

Muitas vezes as seitas usam, de fato, partes da Bíblia, mas além dela ainda têm as suas doutrinas especiais, "novas revelações" e "visões", que colocam no mesmo nível da Palavra de Deus, a Bíblia. Porém, a própria Bíblia legitima-se como a Palavra de Deus inspirada. Tudo o que precisamos saber sobre Deus, sobre Jesus Cristo e Seu grandioso plano com este mundo e com nossa vida é revelado exclusivamente pela Sagrada Escritura (2 Timóteo 3.16). Deus nos adverte para não irmos além do que está escrito na Bíblia (Apocalipse 22.18-19; 1 Coríntios 4.6).

3. Como posso encontrar a Deus? Como alcanço a vida eterna?

As seitas condicionam a salvação à filiação a sua organização. Seus membros devem treinar certas práticas de meditação ou cumprir outras normas de conduta. A Bíblia, pelo contrário, ensina: você é salvo e recebe a vida eterna de Deus única e exclusivamente pela fé pessoal em Jesus Cristo e por Sua graça (João 3.16; 14.6; 1 Timóteo 2.5; Atos 4.12).

Cuidado para não cair nas armadilhas de qualquer seita. Por isso, informe-se. Leia a Bíblia. Conheça a Jesus Cristo e confie nEle! O Seu amor vale também para você. Ele quer trazer luz às trevas de sua vida. Jesus Cristo diz: "Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário, terá a luz da vida" (João 8.12).

Você pode vir a Ele em oração e pedir-Lhe que assuma a direção de sua vida. Ter a Jesus significa ter vida verdadeira, vida com significado, vida eterna com Deus. (Peter Bronclik - http://www.chamada.com.br)

Fonte: www.chamada.com.br

Cuidado com essa bússola!!!


A Bússola de Ouro – adivinhação e demônios para crianças?
Baseado no best seller de Philip Pullman, A Bússola de Ouro conta a primeira história da trilogia Fronteiras do Universo.

A adaptação para o cinema da controvertida trilogia de um autor ateu causa alvoroço ecumênico; mas será que “matar Deus” é o verdadeiro perigo?
Para os que ainda não conhecem esse filme e todo o evento de mídia relacionado a ele, um comunicado distribuído à imprensa esclarece: “Baseado no best seller de Philip Pullman, A Bússola de Ouro conta a primeira história de sua trilogia Fronteiras do Universo (FDU). Esta excitante aventura de fantasia se passa num mundo alternativo povoado por ursos falantes vestidos com armaduras, feiticeiras, gípcios e dimons. No centro da história está Lyra, uma garota de 12 anos que começa tentando salvar um amigo e termina numa busca épica para tentar salvar não só o seu próprio mundo, mas o nosso também”.
Um dos principais instrumentos usados por Lyra, a heroína da trilogia, é o “Aletiômetro” (a “Bússola de Ouro”). Da mesma forma que um rabdoscópio – ou varinha mágica – ou uma tábua Ouija, o mecanismo usa símbolos, indicadores e a “força do pensamento” para adivinhar a verdade (em grego, Alethéia) sobre uma determinada questão. Na foto: Lyra tentando ler o “Aletiômetro”.
Parece familiar? Crianças iluminadas (desprezadas ou excluídas pela família ou pela sociedade) tropeçam num segredo por acaso, e são escolhidas para salvar o mundo usando quaisquer meios permitidos por sua imaginação e sendo auxiliadas por alguma forma de poder ancestral ou sobrenatural ou entidade espiritual. Essa idéia está tão disseminada, que muitos a chamam de “ mito universal”. Entretanto, não importa qual seja a época ou o local, o tema do jovem herói continua a fascinar o público e a vender mais produtos que qualquer outra trama jamais concebida.
Então, por que tanto alvoroço por causa desse filme? Bem, para começo de conversa, como a página oficial na internet informa, “no mundo da Bússola de Ouro, a alma de uma pessoa vive fora do corpo, sob a forma de um dimon, um espírito animal que acompanha a pessoa por toda a vida”. Embora espíritos-guias na forma de animais sejam tão universais e antigos quanto o próprio xamanismo, os livros de Pullman são talvez os primeiros a popularizarem uma criatura como uma manifestação do espírito pessoal de alguém, e não como uma entidade “auxiliadora” independente ( como uma fada, um elfo, um anjo ou um “mestre iluminado”). Também é notável o atrevimento de chamar esses espíritos de “dimons”* (que é exatamente o que eles são, de acordo com o entendimento bíblico a respeito do nosso mundo real). Fica claro que esse “dispositivo literário” cheira a ocultismo.
Por essas e muitas outras razões, fica difícil engolir o alegado ateísmo de Pullman como genuíno naturalismo humanista. Embora afirme que “esta vida é tudo o que temos”, ele criou um “universo paralelo” pseudocientífico, baseado na teoria quântica e na metafísica. Esses princípios idênticos formam a base do “conhecimento secreto” das religiões esotéricas, refletidas em outras histórias pós-modernas, como a trilogia Matrix e O Show de Truman, onde a “verdadeira realidade” é encontrada através de um processo de rebelião contra a “autoridade”, renascimento e autodescoberta.
O extremo desprezo que Pullman tem pelo Catolicismo não é nem disfarçado: a hierarquia do mal estabelecida pela “Autoridade” da trilogia FDU (o eufemismo que a trilogia usa para se referir a Deus) não é outra senão o “Magistério”. Não admira que a perversão do Evangelho bíblico perpetrada por Roma e sua perseguição aos verdadeiros crentes tenham destruído a fé de muitos ao longo dos séculos – inclusive, aparentemente, a esperança de Pullman de obter a redenção. Os evangélicos bem informados conhecem muito bem todo o mal perpetrado pelo Catolicismo em nome de Deus. Além disso, a perspectiva de Pullman também foi distorcida pelas torturas e assassinatos cometidos em nome do Calvinismo. Por essa razão, não admira que ele não consiga distinguir o Cristianismo bíblico das formas falsificadas que o mundo vem adotando há muito tempo. É esse preconceito que forma o alicerce da FDU, no que talvez seja o mais poderoso ataque para arrasar a percepção da próxima geração a respeito do Cristianismo.
A editora de Pullman é a Scholastic, um vasto império da mídia que se descreve como “o maior publicador e divulgador de livros infantis do mundo”. Na foto: o prédio da Scholastic.
Sem dúvida, as crianças ficarão encantadas com o filme e suas engenhocas fascinantes, e assim serão atraídas para os romances de Pullman, exatamente como aconteceu com as crianças do Flautista de Hammelin. Um dos principais instrumentos usados por Lyra, a heroína da trilogia, é o “Aletiômetro” (a “Bússola de Ouro”). Da mesma forma que um rabdoscópio – ou varinha mágica – ou uma tábua Ouija, o mecanismo usa símbolos, indicadores e a “força do pensamento” para adivinhar a verdade (em grego, Alethéia) sobre uma determinada questão. Uma extraordinária versão digital desse instrumento diverte os visitantes que acessam a página oficial do filme na internet. Lá também existe um perfil de personalidade composto de 20 perguntas que, depois de preenchido, anuncia dramaticamente: “Seu dimon foi encontrado”. As crianças e outros visitantes são convidados a se inscreverem numa comunidade online especial de onde podem baixar ícones (avatares) representando seu dimon pessoal.
Parece que Pullman fez um grande esforço para inverter a Palavra de Deus, torcendo paralelos bíblicos até transformá-los na verdadeira antítese do relato bíblico. Como comenta um crítico: “A Luneta Âmbar (último livro da trilogia FDU) reformula o relato da Tentação e do Pecado Original, mostrando-os como o início da verdadeira liberdade humana”. Mais uma vez, isso é xamanismo revivido; muitas religiões ainda reverenciam a Serpente como o ser que “traz a luz”, como fazem as seitas e sociedades esotéricas modernas.
A editora de Pullman é a Scholastic, um vasto império da mídia que se descreve como “o maior publicador e divulgador de livros infantis do mundo, incluindo o estrondoso sucesso Harry Potter®, Animorphs®, Goosebumps® e Clifford, o Gigante Cão Vermelho® [...]. A Scholastic alcança 32 milhões de crianças, 45 milhões de pais, e praticamente todas as escolas dos Estados Unidos. A Scholastic é uma empresa de multimídia, com um capital de 2 bilhões de dólares e 10.000 empregados, que opera globalmente nos segmentos de educação, entretenimento e publicidade [...] vendendo para crianças, pais e professores”. Isso é um autêntico exército das trevas.
É compreensível que muitos cristãos estejam alarmados com o modo como Pullman caracteriza Deus: um ser finito, débil, frágil, assustado e impostor (muito parecido com o homem por trás da cortina em O Mágico de Oz). Contudo, muitos desses mesmos crentes dão apoio a uma espiritualidade ecumênica, mística e baseada no ocultismo em suas próprias igrejas – incluindo ioga, oração centrante e outras “disciplinas espirituais” enganosas. É o Cavalo de Tróia de Satanás dentro da igreja, perseguindo o mesmo objetivo que Fronteiras do Universo procura alcançar no mundo: questionar a autoridade e a suficiência da Palavra de Deus, ao mesmo tempo em que olha para dentro, em busca do Eu.
Philip Pullman autografando seu livro.
Pullman revelou um pouco do que está em seu coração quando um repórter perguntou qual seria o seu dimon pessoal, se ele tivesse um: “Provavelmente, seria uma gralha ou outra ave da família dos corvos, porque esses são os pássaros que normalmente se interessam por coisinhas brilhantes e vão pegá-las. Eles realmente não sabem distinguir entre um anel de diamante e um pedaço de papel dourado, desses de embrulhar bombons” (Pv 16.16).
Infelizmente, Pullman se traiu ao reconhecer sua incapacidade de distinguir entre a inestimável sabedoria da Escritura e o “ouro de tolo” (1 Co 2.14). Sua abordagem “Frankenstein” da espiritualidade (costurando partes mortas da religião com outras da “falsa ciência”) deu o sopro de vida a um Demônio de proporções infernais. Ao criar um Deus magro e exaurido, que sofre uma “misericordiosa” eutanásia em seu romance, Pullman mudou “a verdade de Deus em mentira” (Rm 1.25) e mudou “a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis” (Rm 1.23).
Rejeitando comparações com a trilogia épica de J. R. R. Tolkien, Pullman insiste em afirmar: “O que estou fazendo é completamente diferente. Tolkien teria odiado”. Embora os evangélicos estejam divididos a respeito dos méritos de As Crônicas de Nárnia, a ira de muitos deles se acende ainda mais diante do franco desprezo que Pullman tem por C. S. Lewis, a quem ele agride juntamente com todos os cristãos: “Estou tentando minar as bases da fé cristã. – diz Pullman – O senhor Lewis diria que estou fazendo o trabalho do Diabo”. (Mark Dinsmore, The Berean Call - http://www.chamada.com.br)
*. No original inglês, “daemons”, outra grafia para “demons”, demônios. (N. da T.)

Fonte: www.chamada.com.br

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O Arrebatamento

Um dos assuntos mais difíceis de falar e que mexe com o íntimo de muitos cristãos é o Arrebatamento, pois é, de certo modo, muito complexo falar a respeito do Arrebatamento com poucas palavras, mas é claro que, como o nosso objetivo é ajudar e informar, tentaremos falar de forma clara e simples (dentro de nosso parco conhecimento) sobre um dos fatos mais importantes e esperados por aqueles que fazem parte da Igreja de Jesus na terra. Gostaríamos de salientar que não pretendemos abordar todos os aspectos que envolvem o Arrebatamento neste pequeno artigo, e sim esclarecer alguns pontos.

O arrebatamento é um evento iminente e muito importante para a Igreja. Desde os tempos dos apóstolos eles falavam sobre a brevidade da vinda do Senhor Jesus. Em I Tess. 4:14-17, o apóstolo Paulo fala de pelo menos 5 personagens que estarão envolvidos neste acontecimento: O Senhor Jesus; Deus, o Pai; os que dormem em Cristo; os fiéis que estiverem vivos naquele instante e que serão arrebatados; a presença dos anjos ou do arcanjo, a trombeta e as nuvens. Vejamos o que alguns bons dicionários bíblicos falam sobro o Arrebatamento: Reunião, nas nuvens, de todos os salvos, tanto dos que tiveram morrido como dos que estiverem vivos por ocasião da segunda vinda de Cristo (I Tess. 4:17). [Dic. da Bíblia de Almeida, 2ª ed. SBB]; Tirar com violência. [Peq. Encic. Bíblica, Orlando Boyer]. Na Igreja primitiva não houve dúvidas sobre a iminente volta do Senhor Jesus, inclusive parece que o próprio apóstolo Paulo esperou este grande dia acontecer durante sua vida (I Cor. 15:51 / I Tes. 4:15), e por causa deste dia, toda a Igreja era advertida a estar pronta para este fato (I Cor. 1:7-8 / 7:29-31 / Fil. 1:9-10).

No versículo 17 de I Tess. 4 a palavra "arrebatados" vem do grego "harpazo" (dominar pela força, capturar), e aparece pelo menos outras catorze vezes no texto grego. No que diz respeito a Igreja, é o Espírito Santo levando alguém de um lugar para o outro, como podemos ver em (At. 8:39, Episódio de Filipe e o eunuco / II Cor. 12:2-4, o apóstolo Paulo quando arrebatado ao terceiro céu / I Tess. 4:17, o Arrebatamento da Igreja), em cada um desses episódios os seus protagonistas foram arrebatados de um lugar para outro. Filipe foi levado do deserto para Azoto, uma cidade costeira; Paulo foi arrebatado até o terceiro céu; e na última referência, a Igreja foi tirada da terra para se encontrar com Jesus nos ares.

Está bastante explícito o fato de que todo servo deve ser vigilante, paciente e fiel (Mc. 13:33-37 / Luc. 12:35-36 /  Mc. 18:8), e poderá acontecer a qualquer momento (Lc. 12:45-46), como não sabemos a hora em que o nosso Senhor virá, isso implica vigilância.

Muitos não acreditam no Arrebatamento como sendo uma trasladação literal, porém o cumprimento desta promessa será a literal trasladação da Igreja Gloriosa de Jesus Cristo da terra para se encontrar com o Senhor nos ares (I Tess. 4:17), Ele descerá do céu e virá entre nuvens para buscar a sua Igreja, e os santos que dormiram no Senhor e que se encontravam no Paraíso estarão com Ele neste evento sem precedentes na história humana e da Igreja (pausa para glorificar o Senhor), então os que estavam com Ele receberão corpos ressurretos, e os que forem arrebatados serão transformados e juntos irão ao encontro de Jesus Cristo. Os corpos de ambos serão imortais e incorruptíveis (I Cor. 15:51-54).

O Arrebatamento surpreenderá o mundo, dado o fato que muitos desacreditam e até zombam do mesmo afirmando não existir como uma verdade aceitável. Porém é verdadeiro e será repentino e simultâneo. Ao que parece, quando a trombeta soar, esse ressoar será apenas para a Igreja, por ser o seu chamamento, e não se destinará  ao povo em geral, sendo este Arrebatamento como o ladrão de noite (I Tess. 5:2-4). "O ladrão" vem sem avisar e leva o que mais lhe agrada ou o que for de maior valor, e antes que alguém o veja vai embora, para somente então, ser percebida a falta do que foi levado. Com certeza será um dia de muita angústia para os que ficarem e perderem os seus entes queridos neste acontecimento, muitos procurarão desesperadamente os seus amados e não encontrarão, simplesmente por que estes estarão para sempre com o Senhor.

Pessoas desaparecerão em todas as partes do mundo e isso gerará grandes transtornos, e entendemos que, por ocasião de fusos horários uns estarão trabalhando, outros dormindo, outros no campo, outros descansando (Lc. 17:34-36), em alguns lugares será dia, em outros noite, simplesmente. Infelizmente, satanás irá criar inúmeras mentiras para enganar os que ficarem, como é o caso de falsas teorias que adeptos de inúmeras seitas estão espalhando por aí afirmando que estes que foram arrebatados teriam sido levados por "discos voadores" -leia os artigos sobre esse assunto em nosso blog-, e por serem pessoas que impediam o progresso da humanidade, tiveram que ser levados da terra.

Um elemento que servirá de sinal para o Arrebatamento será o som da trombeta: "Porquanto o Senhor mesmo... ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus...", após este acontecimento os nossos corpos estarão livres do pecado, não sendo mais possível pecar, e o amor triunfará,que glória!!! Enquanto vivermos no corpo carnal precisamos buscar a constante Graça de Deus para sermos cheios de sua presença, para que venhamos nos desviar de uma vida pecaminosa que nos privará deste momento tão sublime que é o Arrebatamento, precisamos buscar andar em Espírito (Gl. 5:16), na contramão do mundo, pois este vai de mal a pior e anda em caminhos opostos à vontade de Deus.

Por estarmos "morando" neste corpo carnal, estamos sempre sujeitos às corrupções da vida: pecado, doenças, a morte e todo tipo de corrupção. Mas quando formos arrebatados e... isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. (I Coríntios 15:53-54), já não estaremos mais sujeitos às corrupções da vida ou a morte.

Uma pergunta feita por muitos é: O Arrebatamento será antes ou depois da Grande Tribulação ?

Com muita certeza, antes da Grande Tribulação. Por motivos óbvios e bíblicos, podemos ver na história de Noé, uma alegoria desse acontecimento: Em Gn. 7:1 Deus fala para Noé entrar na Arca com toda a sua família, e em Gn. 7:4 Deus avisa a Noé que o dilúvio viria dentro de 7 (sete) dias, ou seja, Deus salva Noé antes do dilúvio, e não no meio ou no fim dele, o dilúvio só veio depois que Noé entrou na Arca (Gn. 7:7 e 10). Também é isto que podemos deduzir do que está escrito em Apoc. 3:10, ...eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo... (Apoc. 3:10), Ele quer nos salvar da hora da -não na hora- da provação. Detalhe, segundo o pr. messiânico Meno Kalisher (judeu), no Hebraico o versículo 1 está assim no original: "Disse o Senhor a Noé: Venha, você e toda a sua casa e entra na Arca", e quando Deus fala dessa maneira é por que Ele estava dentro da Arca convidando Noé e sua família para entrar na Arca, para que Noé entrasse nela e pudesse estar com Ele. Sabe porquê ? Por que em Deus não há "dilúvio" que possa te destruir, estar n'Ele significa que não há juízo para mim e para você, os que cremos.

Na presença de Deus não há condenação, se você está em Cristo boa notícia para você:"...nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus..." (Rom. 8:1). Meu irmão, somente depois que o justo Noé entrou é que as águas do dilúvio vieram, está lá, tudinho lá (Gn. 7:10). Então, se você ainda não tem JESUS em sua vida, eu te digo, vá para JESUS, a vida está n'Ele, a morte está lá fora, fora da Arca.

Em contrapartida, Deus executará juízo na Grande Tribulação, onde os homens ímpios e incrédulos sofrerão por causa de suas impiedades. Veja o que diz Apoc. 6;15-17:
E os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas; E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?

A Igreja será prontamente preservada deste dia da ira de Deus, por que a ira de Deus sobre aqueles que aceitaram a Jesus foi executada na Cruz do Calvário, onde Jesus a recebeu em nosso lugar. Estamos livres da ira conforme lemos em I Tess. 5:9-10.

Quais pessoas serão arrebatadas ?

A salvação é uma situação presente e constante na vida daquele que crê no Senhor, portanto não é uma esperança futura. Para afirmar com veracidade citamos o que o Senhor disse no Ev. de João 3:36;
Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece. Esta ira só incide sobre aqueles que não creem. Se você estiver em comunhão com Cristo, você estará salvo e seguro n'Ele, por que foi comprado pelo precioso sangue do Cordeiro de Deus (I Pe. 1:18-19). Aqueles que tem a Cristo como Único Senhor e Salvador, foram selados pelo seu precioso Espírito Santo para o dia da Redenção (Ef. 4:30), redenção de nossa carne quando se der a ocasião de nossa transformação no Arrebatamento.

A nossa salvação é garantida pela fé em Jesus (Ef. 2:8), ninguém alcança a salvação por meios próprios. Se nós vivermos em Cristo, seremos participantes deste evento, pois faz parte das promessas para aqueles que fazem parte do corpo espiritual do Senhor. Quem viveu ou vive no Senhor participará do Arrebatamento.

Quais pessoas não serão arrebatadas?

Na Palavra de Deus vemos uma série de classes de práticas que poderão privar o homem do Arrebatamento e também da salvação eterna. "Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus". (I Cor. 6:10)
"Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus". (Gál. 5:21)

"Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?" (I Cor. 6:9) "Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira". (Apoc. 22:15) Só para citar algumas das práticas que o dono do céu disse que impedirá aos homens de lá entrar.

Falar sobre o Arrebatamento gera constrangimento e medo na vida de algumas pessoas, por que gostariam de não ouvir sobre ele por medo de ficar de fora, mas falar dele deve servir de consolo para nós como está escrito em I Tess. 4:18: "Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras". É importante que nos despojemos de todo o medo e da covardia acerca da volta de Jesus, quem deve ter medo desse dia são os incrédulos, por que é sobre eles que virá a ira de Deus (Jo. 3:36). Devemos olhar firmemente para o Autor e Consumador de nossa fé que é Jesus e não para nós mesmos (Heb. 12:1-2). Se vivermos com medo é por que estamos pensando apenas no castigo e não no prêmio da vitória.

Os filhos de Deus devem viver de modo digno da vocação a que foram chamados (Ef. 4:1 / I Tess. 2:12), fomos chamados para sermos de Jesus Cristo (Rom. 1:6), não para sermos do mundo para a condenação.

O que devemos fazer para nos prepararmos para este dia?

Devemos andar na presença do Senhor com vestes brancas, lavadas pelo sangue precioso de Jesus (Apoc. 3:4), buscar uma vida reta que esteja conforme a Palavra de Deus. Jesus nos disse que a Palavra nos santifica (Jo. 17:17), por isso devemos meditar sempre no que diz a Palavra. Se estamos sujos o que devemos fazer? Tomar um bom banho, nos lavar com água limpa e esta água limpa é a Palavra de Deus (Ef. 5:26), se algo que fazemos uso estiver sujo, não fazemos uso enquanto não o lavamos, se assim fazemos acerca das coisas naturais, quanto mais das espirituais. Minha filha mais nova quando deixava o seu bico (chupeta) cair no chão sempre vinha com ele na mão e mais do que rápido me entregava pedindo para lavá-lo antes de retorná-lo à boca, agora se uma criança não não faz uso do que está sujo, quanto mais nosso Pai celestial. Para andar conforme a Palavra de Deus somente será possível quando nos tornarmos filhos de Deus recebendo a Cristo Jesus em nossas vidas (Jo. 1:12), pois assim como o filho vive conforme aprende do pai, nós também viveremos conforme a Palavra do nosso Deus e Senhor nos ensina.

Não podemos negligenciar o que a Palavra diz sobre oração, jejuns, a leitura constante da Palavra para não cairmos nos enganos e ciladas do diabo. Ler a Bíblia é fundamental, ainda que não sintamos fisicamente seu efeito purificador, o nosso homem interior é lavado pela Palavra que deve habitar em nós (Col. 3:16). Deixaremos para trás tudo que é natural, mas a Palavra estará em nós e a levaremos conosco. Portanto, podemos concluir que o que devemos fazer para não errarmos o caminho é fazermos como o salmista que diz: "Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra. Com todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti". Salmos 119:9-11.  Desta forma estaremos seguindo pelas veredas da justiça e não erraremos.

Graça e paz.

Bibliografia:
Novo Comentário da Bíblia.
Pequena Enciclopédia Bíblica.
Dicionário Bíblico Universal.
Dicionário da Bíblia de Almeida.
www.chamada.com.br

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A marca da besta.




Dentre todos os tópicos da Bíblia, talvez a marca da besta seja o que mais tem suscitado especulações e argumentações ridículas e bombásticas. Cristãos e não-cristãos debatem o significado de seu valor numérico. Mas o que diz, realmente, o texto bíblico?

O Número 666: Marca Registrada da Tribulação?

A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás? Deus vai provar que é Ele quem tem esse direito. Pela primeira e única vez na história, as pessoas terão uma data limite para aceitarem o Evangelho. Por enquanto, todos podem aceitar ou rejeitar essa mensagem em diferentes momentos da vida; alguns o fazem na infância, outros no início da fase adulta, outros na meia-idade, e alguns até na velhice. Mas, quando vier a Tribulação, as pessoas terão que tomar essa decisão de forma imediata ou compulsória por causa da marca da besta, de modo que toda a humanidade será deliberadamente dividida em dois segmentos. O elemento polarizador será precisamente a marca da besta.


A Bíblia ensina que o líder da campanha em defesa da marca da besta será o falso profeta, que está ligado à falsa religião (Ap 13.11-18). Apocalipse 13.15 deixa claro que o ponto-chave em tudo isso é adorar "a imagem da besta". A marca da besta é simplesmente um meio de forçar as pessoas a declararem do lado de quem estão: do Anticristo ou de Jesus Cristo. Todos terão que escolher um dos lados. Será impossível manter uma posição neutra ou ficar indeciso com relação a esse assunto. A Escritura é muito clara ao afirmar que os que não aceitarem a marca serão mortos.

O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).
Toda a humanidade será forçada a escolher um dos lados:"...todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos" (Ap 13.16). O Dr. Robert Thomas comenta que essa construção retórica "abrange todas as pessoas, de todas as classes sociais, [...] ordenadas segundo sua condição financeira, [...] abrangendo todas as categorias culturais [...]. As três expressões são um recurso estilístico que traduz universalidade".[1] A Escritura é muito específica. O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).

A palavra "marca" aparece em muitas passagens da Bíblia. Por exemplo, ela é usada várias vezes em Levítico, referindo-se a um sinal que torna o indivíduo cerimonialmente impuro, e está geralmente relacionada à lepra. É interessante notar que o modo como Ezequiel 9.4 usa a idéia de "marca" é semelhante ao de Apocalipse: "E lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela". Nessa passagem, o sinal serve para preservação, assim como o sangue espalhado nas ombreiras das portas livrou os hebreus durante a passagem do anjo da morte, como relata o Livro do Êxodo. Em Ezequiel, a marca é colocada na fronte, semelhantemente à do Apocalipse. Todas as sete ocorrências da palavra "marca" ou "sinal" (gr. charagma) no Novo Testamento em grego, encontram-se no Livro do Apocalipse, e todas se referem à "marca da besta" (Ap 13.16,17; 14.9,11; 16.2; 19.20; 20.4). O Dr. Thomas explica o significado desse termo na Antiguidade:

A marca deve ser algum tipo de tatuagem ou estigma, semelhante às que recebiam os soldados, escravos e devotos dos templos na época de João. Na Ásia Menor, os seguidores das religiões pagãs tinham prazer em exibir essas tatuagens para mostrar que serviam a um determinado deus. No Egito, Ptolomeu IV Filopátor (221-203 a.C.) marcava com o desenho de uma folha de trevo os judeus que se submetiam ao cadastramento, simbolizando a servidão ao deus Dionísio (cf. 3 Macabeus 2.29). Esse significado lembra a antiga prática de usar marcas para tornar pública a fé religiosa do seu portador (cf. Isaías 44.5), e também a prática de marcar os escravos a fogo com o nome ou símbolo de seu proprietário (cf. Gl 6.17). O termo charagma ("marca") também era usado para designar as imagens ou nomes dos imperadores, cunhadas nas moedas romanas e, portanto, poderia muito bem aplicar-se ao emblema da besta colocado sobre as pessoas.[2]

Alguns se perguntam por que foi usado um termo tão específico para designar a marca do Anticristo. Essa marca parece ser uma paródia do plano de Deus, principalmente no que se refere aos 144.000 "selados" de Apocalipse 7. O selo de Deus sobre Suas testemunhas muito provavelmente é invisível e tem o propósito de protegê-las do Anticristo. Por outro lado, o Anticristo oferece proteção contra a ira de Deus – uma promessa que ele não tem condições de cumprir – e sua marca é visível e externa. Como os que receberem a marca da besta o farão voluntariamente, é de supor que as pessoas sentirão um certo orgulho de terem, em essência, a Satanás como seu dono. O Dr. Thomas afirma: "A marca será visível e identificará todos os que se sujeitarem à besta".[3]

Uma Identificação Traiçoeira

Verificação da identidade pela leitura da íris. O Anticristo fará uso da moderna tecnologia.
Além de servir como indicador visível da devoção ao Anticristo, a marca será a identificação obrigatória em qualquer transação comercial na última metade da Tribulação (Ap 13.17). Este sempre foi o sonho de todos os tiranos da história – exercer um controle tão absoluto sobre seus vassalos a ponto de decidir quem pode comprar e quem pode vender. O historiador Sir William Ramsay comenta que Domiciano, imperador romano no primeiro século, "levou a teoria da divindade Imperial ao extremo e encorajou ao máximo a ‘delação’; [...] de modo que, de uma forma ou de outra, cada habitante das províncias da Ásia precisava demonstrar sua lealdade de modo claro e visível, ou então era imediatamente denunciado e ficava impossibilitado de participar da vida social e de exercer seu ofício".[4] No futuro, o Anticristo aperfeiçoará esse sistema com o auxílio da moderna tecnologia.

Ao longo da história, muitos têm tentado marcar certos grupos de pessoas para o extermínio, mas sempre houve alguns que conseguiram achar um meio de escapar. Porém, à medida que a tecnologia avança, parece haver uma possibilidade cada vez maior de bloquear praticamente todas as saídas. Essa hipótese é reforçada pelo emprego da palavra grega dunétai – "possa" (Ap 13.17), que é usada para transmitir a idéia do que "pode" ou "não pode" ser feito. O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca. O controle da economia, ao nível individual, através da marca, encaixa-se perfeitamente no que a Bíblia diz a respeito do controle do comércio global pelo Anticristo, delineado em Apocalipse 17 e 18.

A segunda metade de Apocalipse 13.17 descreve a marca como "o nome da besta ou o número do seu nome". Isso significa que "o número do nome da besta é absolutamente equivalente ao nome, [...]. Essa equivalência indica que, como nome, ele é escrito com letras; mas, como número, é o análogo do nome escrito com algarismos".[5] O nome do Anticristo será expresso numericamente como "666".

Calculando o Número

O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca.
Nesse ponto da profecia (Ap 13.18), o apóstolo João interrompe momentaneamente a narrativa da visão profética e passa a ensinar a seus leitores a maneira correta de interpretar o que havia dito. Uma leitura do Apocalipse demonstra claramente que os maus não entenderão o significado, porque rejeitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Por outro lado, os demais que estiverem atravessando a Tribulação receberão sabedoria e entendimento para que possam discernir quem é o Anticristo e recusar a sua marca. A Bíblia deixa claro que aqueles que receberem a marca da besta não poderão ser salvos (Ap 14.9-11; 16.2; 19.20; 20.4) e passarão a eternidade no lago de fogo. O fato de João usar essa passagem crucial para transmitir sabedoria e entendimento aos crentes, com relação a um assunto de conseqüências eternas, mostra que Deus proverá o conhecimento necessário para que o Seu povo possa segui-lO fielmente.

Mas o que essa sabedoria e esse conhecimento permitem que os crentes façam? A passagem diz que podemos "calcular". Calcular o quê? Podemos calcular o número da besta.

O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o "nome" da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada.

Portanto, não há motivo para os cristãos de hoje encararem o número 666 de forma supersticiosa. Se o nosso endereço, número de telefone ou código postal incluem esse número, não precisamos ter medo de que algum poder satânico ou místico nos atingirá. Por outro lado, temos que reconhecer que muitos ocultistas e satanistas são atraídos por esse número por sua conexão com a futura manifestação do mal. Porém, o número em si não tem poderes sobrenaturais. Quando um crente acredita nisso, já caiu na armadilha da superstição. A Bíblia ensina que não há nenhum motivo para atribuir poderes místicos ao número 666.

A Carroça na Frente dos Bois

Muitos têm tentado descobrir a identidade do Anticristo através de cálculos numéricos. Isso é pura perda de tempo. A lista telefônica está cheia de nomes que poderiam ser a solução do enigma, mas a sabedoria para "calcular" o nome não é para ser aplicada agora, pois isso seria colocar a carroça adiante dos bois. Esse conhecimento é para ser usado pelos crentes durante a Tribulação.

Em 2 Tessalonicenses 2, Paulo ensina que, durante a presente era da Igreja, o Anticristo está sendo detido. Ele será "revelado somente em ocasião própria" (v.6). Ao escolher a palavra "revelado", o Espírito Santo quis indicar que a identidade do Anticristo estará oculta até a hora de sua revelação, que ocorrerá em algum momento após o Arrebatamento da Igreja. Portanto, não é possível saber quem é o Anticristo antes da "ocasião própria". O Apocalipse deixa bem claro que os crentes saberão na hora certa quem é o Anticristo.

Como apontamos acima, o Apocalipse não deixa dúvida de que durante a Tribulação todos os crentes saberão que receber a marca da besta será o mesmo que rejeitar a Cristo. Durante a Tribulação, todos os cristãos terão plena consciência disso onde quer que estejam. Nenhuma das hipóteses levantadas no passado, ou que venham a ser propostas antes da Tribulação, merece crédito.

Apocalipse 13.17-18 diz claramente que o número 666 será a marca que as pessoas terão que usar na fronte ou na mão direita. Em toda a história, ninguém jamais propôs a utilização desse número em condições semelhantes às da Tribulação, de modo que todas as hipóteses já levantadas a respeito da identidade do Anticristo podem ser descartadas.

O mais importante nessa passagem é que podemos nos alegrar em saber que a identificação do futuro falso Cristo ainda não é possível, mas o será quando ele ascender ao trono. Com certeza, aquele a quem o número 666 se aplica é alguém que pertence a uma época posterior ao período em que João viveu, pois ele deixa claro que alguém iria reconhecer esse número. Se nem a geração de João nem a seguinte foi capaz de discerni-lo, isso significa que a geração que poderá identificar o Anticristo forçosamente estava (e ainda está) no futuro. No passado, houve várias figuras políticas que tipificaram características e ações desse futuro personagem, mas nenhum dos anticristos anteriores se encaixa perfeitamente no retrato e no contexto do Anticristo do final dos tempos.[6]

A Relação entre Tecnologia e a Marca da Besta

Muitos têm feito as mais variadas hipóteses sobre a marca da besta. Alguns dizem que ela será como o código de barras utilizado para identificação universal de produtos. Outros imaginam que seja um chip implantado sob a pele, ou uma marca invisível que possa ser lida por um scanner. Contudo, essas conjeturas não estão de acordo com o que a Bíblia diz.

A marca da besta – 666 – não é a tecnologia do dinheiro virtual nem um dispositivo de biometria. A Bíblia afirma de forma precisa que ela será:
a marca do Anticristo, identificada com sua pessoa
o número 666, não uma representação
uma marca, como uma tatuagem
visível a olho nu
sobre a pele, e não dentro da pele
facilmente reconhecível, e não duvidosa
recebida de forma voluntária; portanto, as pessoas não serão ludibriadas para recebê-la involuntariamente
usada após o Arrebatamento, e não antes
usada na segunda metade da Tribulação
necessária para comprar e vender
recebida universalmente por todos os não-cristãos, mas rejeitada pelos cristãos
uma demonstração de adoração e lealdade ao Anticristo
promovida pelo falso profeta
uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.
A marca da besta é uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.
Talvez na história ou na Bíblia nenhum outro número tenha atraído tanto a atenção de cristãos e não-cristãos quanto o "666". Até mesmo os que ignoram totalmente os planos de Deus para o futuro, conforme a revelação bíblica, sabem que esse número tem um significado importante. Escritores religiosos ou seculares, cineastas, artistas e críticos de arte fazem menção, exibem ou discorrem a respeito dele. Ele tem sido usado e abusado por evangélicos e por membros de todos os credos, tendo sido objeto de muita especulação inútil. Freqüentemente, pessoas que se dedicam com sinceridade ao estudo da profecia bíblica associam esse número à tecnologia disponível em sua época, com o intuito de demonstrar a relevância de sua interpretação. Mas, fazer isso é colocar "a carroça na frente dos bois", pois a profecia e a Bíblia não ganham credibilidade ou legitimidade em função da cultura ou da tecnologia.

Conclusão

O fato da sociedade do futuro não utilizar mais o dinheiro vivo será usado pelo Anticristo. Entretanto, seja qual for o meio de troca substituto, ele não será a marca do 666. A tecnologia disponível na época da ascensão do Anticristo será aplicada com propósitos malignos. Ela será empregada, juntamente com a marca, para controlar o comércio (como afirma Apocalipse 13.17). Sendo assim, é possível que se usem implantes de chips, tecnologias de escaneamento de imagens e biometria para implementar a sociedade monetária do Anticristo, como um meio de implantar a política que impedirá qualquer pessoa de comprar ou vender se não tiver a marca da besta. O avanço da tecnologia é mais um dos aspectos que mostram que o cenário para a ascensão do Anticristo está sendo preparado. Maranata! (Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)

Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80.
Thomas, Revelation 8-22, p. 181.
Thomas, Revelation 8-22, p. 181.
Sir William Ramsay, The Letters to the Seven Churches (New York: A. C. Armstrong & Son, 1904), p. 107.
Thomas, Revelation 8-22, p. 182.
Thomas, Revelation 8-22, p. 185
Fonte: www.chamada.com.br

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A revelação em Gênesis

GÊNESIS 1:1 - Como o autor de Gênesis podia saber o que aconteceu na criação, antes mesmo de ele haver sido criado?

PROBLEMA: A erudição tradicional cristã tem sustentado que os cinco primeiros livros da Bíblia foram escritos por Moisés. Os primeiros dois capítulos do livro de Gênesis descrevem os eventos da criação sob o enfoque de uma testemunha ocular. Entretanto, como poderia Moisés, ou qualquer outro ser humano, ter escrito esses capítulos, como observador desses fatos se ele não havia sido criado ainda?

SOLUÇÃO:  É claro que houve uma testemunha ocular da criação - Deus, o Criador. Estes capítulos, obviamente, são um registro da criação, que foi especificamente relatada por Deus a Moisés, por meio de uma revelação especial. A tendência para se fazer perguntas tais como: "Como o cronista poderia saber que os minerais precederam as plantas ou estas, os animais?", denuncia um preconceito contra o sobrenatural e uma recusa a considerar explicações alternativas e bíblicas, que não as propostas pela ciência naturalística.

Fonte: Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e Contradições da Bíblia.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Happy Halloween? Saia dessa!!!


Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes" (Efésios 6.12).

Meus filhos teens estudam no melhor curso de inglês da cidade e todo ano é a mesma história: ao término da última aula do mês de outubro, os professores relembram a todos os alunos para participarem da festa de Halloween a ser realizada na noite de 31 de outubro. "Happy Halloween, class!" ("Feliz Halloween, turma!"), conclui o entusiasmado professor.

Anteriormente a festividade era realizada no auditório, mas no ano passado foi no prédio anexo. Uma semana antes do Halloween o mesmo transformou-se em uma casa mal-assombrada, que ficou coberta de plásticos e tecidos pretos e por vários desenhos escabrosos que lhe davam um aspecto de terror.

Será que Halloween é realmente uma festa feliz ("happy")? Ou será que há ocultismo da pesada nas suas origens? Será que essa festa envolve celebrações fúnebres, consultas aos mortos, louvor à "divindade" da morte e negociatas com entidades do mundo tenebroso? Será que é um evento tão ingênuo como se diz?

A origem do Halloween

O calendário da bruxaria resume-se no relacionamento da "Grande Deusa" (representada pela Lua e que nunca morre) com seu filho, o "Deus Chifrudo" (representado pelo Sol e que a cada ano nasce no dia 22 de dezembro e morre no dia 31 de outubro).[1]

Na roda do ano wicca (bruxaria moderna), o dia 31 de outubro é o grande sabá (festa) de Samhain (pronuncia-se "sou-en"). Nessa época tudo já floresceu e está perecendo ou adormecendo (no Hemisfério Norte): "O sol se debilita e o deus está à morte. Oportunamente, chega o ano novo da wicca, corporificando a fé de que toda morte traz o renascimento através da deusa."[2]

O que é Samhain? É uma palavra de origem celta para designar "O Senhor da Morte". Os celtas dedicavam esse último dia de outubro para celebrar a "Festa dos Mortos".

Alto lá! Então, os professores de inglês, ao desejarem um "Happy Halloween!", estão, na verdade, desejando um "feliz" Samhain? Ou seja, uma "feliz" festa dos mortos? Um "feliz" ano novo da bruxaria? Um "feliz" dia da morte do "deus Chifrudo"?

Se todo esse pacote é oriundo da religião celta e foi incorporado às doutrinas da bruxaria moderna, então precisamos conhecer mais sobre os celtas.

Os celtas e o culto aos mortos


O que hoje chamamos de Halloween era o festival celta de Samhain, o "Deus dos Mortos".

É possível rastrear as origens das tribos celtas até a cultura de Túmulos da Idade do Bronze, que atingiu o seu apogeu por volta de 1200 a.C. Contudo, os celtas não figuram como povo distinto e identificável até a época do período de Hallstatt (dos séculos VII a VI a.C.).[3]

Durante o período de Hallstatt, os celtas espalharam-se pela Grã-Bretanha, Espanha e França. O ano novo deles começava no dia 1º de novembro. O festival iniciado na noite anterior homenageava Samhain, "O Senhor da Morte". Essa celebração marcava o início da estação de frio (no Hemisfério Norte), com menos períodos de sol e mais períodos de escuridão.

Os celtas acreditavam que durante as festividades de Samhain, os espíritos dos seus ancestrais sairiam dos campos gelados e dos túmulos para visitar suas casas e cabanas aquecidas. Os celtas criam que teriam de ser muito receptivos e agradáveis para com os espíritos, pois os bons espíritos supostamente protegeriam suas casas contra os maus espíritos durante aqueles meses de inverno.

Os celtas tinham medo do Samhain. Para agradar-lhe, os druidas, que eram os sacerdotes celtas, realizavam rituais macabros. Fogueiras (feitas de carvalhos por acreditarem ser essa uma árvore sagrada) eram acessas e sacrifícios eram feitos em homenagem aos deuses.[4] Criminosos, prisioneiros e animais eram queimados vivos em oferenda às divindades.

Os druidas criam que essa era a noite mais propícia para fazer previsões e adivinhações sobre o futuro. Essa era a única noite do ano onde a ajuda do "Senhor da Morte" era invocada para tais propósitos.

Um dos rituais para desvendar o futuro consistia da observação dos restos mortais dos animais e das pessoas sacrificadas. O formato do fígado do morto, em especial, era estudado para se fazer prognósticos acerca do novo ano que se iniciava. Essa prática ocultista aparece no Antigo Testamento sendo realizada pelo rei da Babilônia: "Porque o rei da Babilônia pára na encruzilhada, na entrada dos dois caminhos, para consultar os oráculos: sacode as flechas, interroga os ídolos do lar, examina o fígado" (Ezequiel 21.21).

Oh! Então, quando os professores de inglês desejam "Happy Halloween!" à classe, estão indiretamente desejando que seus educandos façam negociatas com espíritos do mundo sobrenatural que supostamente controlam os processos da natureza. E mais: que seus pupilos apaziguem e acalmem os espíritos maus, pedindo proteção aos espíritos bons durante aquele novo ano.

Os principais símbolos do Halloween

Com a migração dos ingleses, e especialmente dos irlandeses, para os Estados Unidos, no século XIX, Halloween foi pouco a pouco tornando-se popular na América.

"The Jack O’Lantern"
(A Lanterna de Jack)

Esse é o nome daquela abóbora (jerimum, no Norte e Nordeste) esculpida com uma face demoníaca e iluminada por dentro.

Conta-se uma história de que Jack era um irlandês todo errado, que gostava de aprontar com todo mundo e chegou a enganar até o próprio Satanás. Quando Jack morreu, não foi permitida sua entrada no céu, nem no inferno. Satanás jogou para ele uma vela para iluminar seu caminho pela terra. Jack acendeu a vela e a colocou dentro de um nabo, fazendo uma lanterna para si.

Quando os irlandeses chegaram aos Estados Unidos, encontram uma carência de nabos e uma abundância de abóboras. Para manter a tradição durante o Halloween, passaram a utilizar abóboras no lugar de nabos.

b) "Apple-ducking [bobbing for apples]" (maçãs boiando)

Esse é o nome de um ritual que foi incorporado às celebrações de Halloween depois que os celtas foram dominados pelos romanos. É uma homenagem a Pomona, a deusa dos frutos e das árvores, que era louvada na época da colheita (novembro). Os antigos geralmente a desenhavam sentada em uma cesta com frutos e flores. A maçã era uma fruta sagrada para a deusa.

Maçãs ficavam boiando em um barril com água, enquanto as pessoas mergulhavam seu rosto nela tentando segurá-las com os dentes. Depois faziam adivinhações sobre o futuro, com base no formato da mordida.

c) "Trick or Treat" (Travessura ou Trato)

Dos 15 aos 19 anos de idade vivi nos estados de Indiana e do Tennessee vendo a mesma cena se repetir várias vezes na noite de 31 de outubro. Crianças da vizinhança, fantasiadas de vários monstros, batiam à porta e, ao abrirmos, elas nos indagavam: – "Trick or Treat?".

Se respondêssemos "trick!", elas iniciavam uma série de travessuras como sujar a grama em frente da casa com papéis e lixo, jogar ovos no terraço, além de saírem gritando ofensas ingênuas. Respondendo "treat!", nós lhes dávamos alguns confeitos e elas saíam contentes e felizes em direção à próxima casa.

O que não sabíamos naquela ocasião, mas sei agora, é que aquelas criancinhas simbolizavam os espíritos dos mortos que supostamente vagueavam naquela noite procurando realizar maldades (travessuras) ou em busca de bom acolhimento (bons tratos). Os celtas deixavam comidas do lado de fora das casas para agradar os espíritos que passavam. Ao recebermos aquelas criancinhas ingênuas nas nossas casas, estávamos simbolicamente realizando negociatas com principados e potestades do mundo tenebroso, da mesma forma que os celtas faziam na Antiguidade.

Algumas pessoas afirmam que a tradição de "trick or treat" não retrocede aos celtas, sendo mais recente, introduzida pela Igreja Católica europeia no século IX. Na noite anterior ao "Dia de Todos os Santos" (1º de novembro) alguns mendigos iam de porta em porta solicitando "soul cakes" (bolos das almas) em troca de rezas pelas almas dos finados daquela família. Quanto mais bolos recebiam, mais rezas faziam.

A Igreja Católica passa a chamar a festa de Hallowe’en

Como uma festividade pagã em honra ao "Senhor da Morte" e celebrada em memória à morte do "Deus Chifrudo" foi se infiltrar na Igreja Católica Romana?

Em 43 d.C., os romanos dominaram os celtas e governaram sobre a Grã-Bretanha por cerca de 400 anos. Assim, os conquistadores passaram a conviver com os rituais dos celtas.

Durante séculos, a Igreja Católica Romana celebrava "O Dia de Todos os Mártires" em 13 de maio. O papa Gregório III (papado de 731-741), porém, dedicou a Capela de São Pedro, em Roma, a "todos os santos" no dia 1º de novembro. Assim, em 837, o papa Gregório IV introduziu a festa de "Todos os Santos" no calendário romano, tornando universal a sua celebração em 1º de novembro. A partir de então deixou-se de celebrar o "Dia dos Mártires" em maio.

Na Inglaterra medieval esse festival católico ficou conhecido como "All Hallows Day" ("Dia de Todos os Santos"). A noite anterior ao 1º de novembro era chamada "Hallows Evening", abreviada "Hallows’ Eve" e, posteriormente, "Hallowe’en".

Mais de um século após instituir o "Dia de Todos os Santos", a Igreja Católica, através da sua Abadia de Cluny, na França, determinou que o melhor dia para se comemorar o "Dia dos Mortos" era logo após o "Dia de Todos os Santos". Assim, ficou estabelecido o "Dia de Finados" no dia 2 de novembro.

Para a Igreja Católica, a noite de "Hallowe’en", o "Dia de Todos os Santos" e o "Dia de Finados" são uma só sequência e celebram coisas parecidas – a honra e a alma dos mortos! O catolicismo tenta fazer o "cristianismo" e o paganismo andarem de mãos dadas!

Conclusão

Meus queridos professores de inglês, o que há de tão "happy" no Halloween? Onde está a suposta felicidade transmitida pela festa de Samhain? Pessoalmente, não consigo enxergar nada além de trevas espirituais.

Para quem não sente prazer com o sofrimento, "divertida" é uma palavra pouco apropriada para descrever a festa de Samhain, marcada pela angústia, pelo medo, pela depressão, além das piores crueldades e contatos com um mundo espiritualmente tenebroso. Nem os celtas simpatizavam com a festa de Samhain.

O Halloween é uma algolagnia* que leva as crianças a se familiarizarem com o sadismo cândido da infância e desperta o que existe de pior dentro de cada adolescente. É o avesso das relações sociais equilibradas! É a fusão com a distorção de valores do mundo cão, onde seus participantes tornam-se vítimas espiritualmente impotentes!

O profeta Isaías nos adverte: "Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva" (Isaías 8.19-20).

Meu querido leitor, a opção é sua: consultar aqueles que tagarelam e consultam mortos e adivinhos ou confiar no que diz a Lei do Senhor.

A Bíblia é clara na opção que devemos seguir: "Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR, teu Deus, os lança de diante de ti. Perfeito serás para com o SENHOR, teu Deus" (Deuteronômio 18.10-13).
Estamos vivendo em tempos de perversão coletiva, onde a face enganosa de Satanás se manifesta algumas vezes de forma descarada, mas muitas vezes sutilmente e camuflada por trás de um ingênuo "Happy Halloween!". Que Deus nos livre do mal. Amém. (Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa - http://www.chamada.com.br)
Artigo retirado de: www.chamada.com.br

Bibliografia:

  1. Mistérios do Desconhecido: Bruxas e Bruxarias. Time-Life Books Inc. Edição em língua portuguesa publicada pela Abril Livros Ltda, Rio de Janeiro, RJ, 1994, página 123.
  2. Idem.
  3. Grimassi, Raven, Os Mistérios Wiccanos (Antigas Origens e Ensinamentos). Editora Gaia Ltda. São Paulo, SP, 2000, página 24.
  4. Id., página 170.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Batalha Espiritual

Efésios 6:10-18.


"No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.
Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.

Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça;

E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.

Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;
Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos..."

Antes de entrar neste assunto, o escritor aos efésios (ap. Paulo) estava admoestando cada classe de cristãos individualmente; às esposas (Ef.5:22), aos esposos (5:25),ele fala aos filhos (6:1), aos pais (6:4), aos servos (6:5), os senhores (6:9), exortando-os acerca de suas obrigações particulares dentro do corpo de acordo com suas situações, para somente então se voltar para toda a comunidade cristã de um modo geral. Ele deixa bem claro que existe um inimigo externo, cujos ataques podem ser esperados, sem contudo deixar de ensinar que há um forte armamento fornecido por Deus para que possamos nos defender e atacar contra as investidas do inimigo. Segundo o ap. Paulo, cada cristão individualmente tem que enfrentar essa luta: esposas, esposos, filhos, pais, escravos e senhores, todos estão travando uma luta em comum, com um inimigo potencial comum, o diabo e seus anjos caídos. E como todo bom soldado, cada um tem o seu papel importante nessa luta, que apesar de não ser sangrenta, poderá custar a vida daqueles que não estiverem arregimentados no exército do Senhor e vestidos da armadura de Deus.

Paulo começa usando um forte argumento com o verbo no presente, ou seja, "sede fortalecidos" (v.10), mostrando que o cristão deve usar o poder e autoridade que possui através de sua união com o Senhor Jesus Cristo, O qual se entregou por nós (Ef. 5:2 / Gál. 1:4), para nos livrar do tempo mau. Aparentemente, Paulo tinha em vista a armadura do exército romano, o qual tinha como divisão fundamental  a "legião romana" que em algumas épocas era composta por um número de 1.000 a 8.000 soldados, e em ocasiões posteriores composta de até 6.000 soldados. Podia ser composta também por servos, escravos e seguidores. Em outras épocas chegou a ser formada por 3.000 soldados, e em seu início teve pessoas de diferentes profissões e lugares. Com o surgimento do Império Romano no 1º século antes de Cristo ouve a necessidade de se criar um exército fixo e profissional que estivesse pronto para a batalha a qualquer hora do dia ou da noite. E da mesma forma eu e você precisamos estar preparados para essa batalha que travamos contra o nosso inimigo 24 horas por dia, revestidos das armas espirituais e providos delas para as lutas que travamos contra as hostes da maldade.

Ninguém poderá entrar nesta luta que travamos espiritualmente, fazendo uso de sabedoria ou força humana, pois desta maneira perderá a batalha instantaneamente. Qualquer que queira vencer a batalha no nível espiritual deverá "revestir-se de toda a armadura de Deus" (v.11). No original essa armadura se chama "panóplia", que tem em si mesma o sentido de uma armadura completa, contendo: cinto, couraça, calçados, escudo, capacete e espada; porém sem deixar dúvidas que deve ser de Deus. Por quê se faz necessária ser de Deus? Por que lutamos contra o diabo e seus anjos e suas astutas ciladas, e seus métodos são maus e de cunho espiritual, os quais só podemos vencer através da armadura apropriada e espiritual, dada por Deus.

Em certa ocasião, ouvi um senhor (o qual vamos chamar de José) dizendo que se enfrentasse o diabo cara a cara, ele (José) daria uma boa surra no adversário e lhe ensinaria uma boa lição. Coitado!!! mal sabia ele que isso poderia lhe custar a própria a vida caso fizesse com suas forças e desprovido da armadura de Deus. Paulo deixa bem claro que o conflito que enfrentamos é distinto de força e violência física, a vida cristã é cheia de conflitos espirituais, os inimigos de nossas almas não são terrenos, não são iguais a nós, mas são forças espirituais do mal que atuam nas regiões celestiais. Por isso precisamos conhecer e saber com quem temos de lidar nesta batalha, saber quem é o nosso inimigo, quais são suas artimanhas, armas, etc., pois isso é de fundamental importância para nós cristãos para que não venhamos olhar para ele como se ele fosse tão grande que ninguém pudesse derrotá-lo (Núm. 13:17-33), isso geraria em nós medo, como foi o caso dos espias quando foram espiar a terra de Canaã; também não podemos olhar para o nosso inimigo com desprezo, ignorando os seus desígnios (II Cor. 2:11), os planos e intenções que ele arma contra nós. Se acharmos que ele é grande demais, é ruim e ficamos com medo e vulneráveis; se o desprezamos, poderemos ser surpreendidos por ele, achando que é fácil demais.

O inimigo é o diabo (lúcifer), que um dia já foi um "querubim ungido" (não se vê em nenhum outro lugar da Bíblia esta expressão) que antes de sua queda já foi modelo e andava em retidão (Ez. 28:12-17), e arrastou um terço dos anjos do céu com ele após a sua queda. Tinha formosura e esplendor (V. 17) os quais perdeu ao ser precipitado, porém continua tendo poder para escravizar e quando tem oportunidade, matar pessoas (Ef. 2:2 / Jo 10:10). Ele tem ao seu dispor um reino, e tem sob sua autoridade principados e potestades das trevas (Ef. 6:12) que trabalham intensamente contra os filhos de Deus. Seu exército é organizado, pois ele tem "hostes espirituais da maldade" (v.12), tropas de demônios dispostos a entrar em uma luta espiritual para resistir tanto a igreja de Cristo quando esta entra em oração, como também cada crente individualmente. O objetivo desse exército da maldade é criar antíteses para os que creem e cegar cada homem para afastá-lo de Deus.

O caráter desse inimigo é mal, totalmente mal, ele não tem intensão alguma de ajudar ninguém, até mesmo os seus servos são enganados e maltratados por ele, sem que eles saibam, é claro. Ele é chamado de Belial em algumas passagens das Sagradas Escrituras (II Cor. 6:15-quer dizer indigno, perverso, mal-ele é cheio de maldade, sua essência é má), por isso não há nele luz ou bondade alguma, só usa de artimanhas e engano, sedução maligna. Em seu caráter perverso, ele só intenta cegar as pessoas para impedir que creiam no Deus verdadeiro (II Cor. 4:4), e aí é chamado de "deus deste século", aquele a quem as pessoas que não conhecem a Cristo prestam culto, ainda que de forma equivocada. Gostaria de chamar atenção para um detalhe, a palavra grega para demônios é "daemon", que traduz a palavra "divindade, deidade, espírito maligno", e é uma das formas de engano que o nosso inimigo usa para escravizar as pessoas através do poder do engano, fazendo com que sejam adorados como divindades, as quais eles não são.

O inimigo com o qual lutamos tem muitos nomes que também revelam o seu caráter:
  1. homicida, por que seu prazer é matar (Jo. 8:44);
  2. pai da mentira, por que só sabe enganar (Jo. 8:44);
  3. acusador, nos acusa diante de Deus (Ap. 12:10);
  4. adversário, nesta luta é ele quem se opõe a nós (I Pe. 5:8);
  5. antiga serpente, por que engana desde o início (Ap. 12:9);
  6. dragão, por que é ágil, sagaz e forte (Ap. 12:9);
  7. o enganador (II Cor. 11:3);
  8. sedutor de todo o mundo, usa a mentira para isso (Ap. 12:9);
  9. o tentador (Mar. 1:13).
Algumas de suas obras:
  1. poder para operar a mentira, a injustiça, impedindo a salvação do homem (II Tes. 2:9-10);
  2. sua intenção é impedir o avanço do Evangelho (Mar. 4:15 / Jo. 13:2);
  3. muda e usa as Escrituras para o mal (Mt. 4:6 / Luc. 4:9-11);
  4. semeia o joio no meio do trigo (Mt. 13:25);
  5. ladrão, assassino e mentiroso (Jo. 10:10).
Nesta luta ele faz uma guerra constante contra a alma do homem (I Pe. 2:11), é claro porém que não temos a intenção de "exaltar" o poder do inimigo, também temos total consciência de que aqueles que estão no Senhor Jesus tem condições de enfrentar esse inimigo quando estão debaixo da autoridade deste e fazem uso da armadura a qual ele nos disponibiliza. Muitos poucos são os que estão preparados para resistir aos assaltos do diabo, temos visto isso pessoalmente e também na mídia alguns bons exemplos do que estou falando. Recentemente (dia 20/10/2011) vimos o fim trágico de um homem que começou uma guerra por poder na Líbia, seu nome, Muammar Abu Minyar al-Gaddafi, ou como era conhecido, Muammar Kadafi; sua guerra foi uma luta onde não houve vencedores, pois como sabemos mortes e percas houveram de ambos os lados onde muitos grandes e pequenos tombaram atingidos por projéteis de guerra ou foram mortos assassinados; na luta que travamos em prol do Reino de Deus, travamos para libertar vidas e salvar vidas, nunca para tirá-las. O nosso Deus não tem prazer na morte de ninguém (Ez. 18:23), antes deseja que o homem abandone o seu mal caminho e viva (Ez. 33:11).

O diabo age sempre se baseando em pelo menos duas coisas básicas para arrebentar com qualquer indivíduo: 1º usa sempre de astúcia e 2º arma ciladas para derrubar os servos de Deus (v.11), ele arma sua rede e espera o quanto for preciso, e conhece nossas fraquezas. Vejamos um exemplo de uma cilada que ele tentou armar, fracassou é claro, mas armou. Em Mt. 4:1-11, Jesus Cristo é conduzido pelo Espírito Santo até o deserto para ser tentado, e durante quarenta dias o Senhor Jesus jejuou, e durante os quarenta dias ele ficou apenas espreitando o Senhor, esperando a oportunidade para lançar sua cilada, no fim dos quarenta dias quando Jesus já estava fraco ele então foi e lançou suas artimanhas, fazendo uso da Palavra de Deus para o mal (v.3), é claro que o desfecho dessa história todos nós já sabemos, Jesus não cedeu e venceu em tudo, e no Ev. de Lucas está escrito que o diabo depois de tentar Jesus e ter fracassado o "deixou até ocasião oportuna" (Luc. 4:13), ou seja, ele não vai desistir jamais, por isso estar equipado com a Verdade de Deus é fundamental para que a cada investida do diabo eu e você possamos vencer toda cilada e astúcia do inimigo.

Meu irmão, em uma luta desse porte, usar as armas certas é essencial para o nosso êxito, não podemos brincar com algo tão sério, e sem as armas de Deus não podemos resistir às forças do mal. Uma bazuca, uma granada ou uma simples pedra não farão sequer diferença contra as forças que enfrentamos, mas o Nome de Jesus, a Palavra da Verdade, e tudo aquilo que Deus nos deu, fará grande diferença. O ap. Paulo encoraja cada irmão a tomar a armadura de Deus, sendo esta, como já dissemos completa, para que nossa resistência seja efetiva:
  • Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça. (Efésios 6:14)
Cingir os lombos com a verdade...o cinto era uma peça fundamental para a sustentação de toda a armadura, e também era sobre ele que vinha a bainha para a espada, nós sabemos que a Verdade em questão é a Palavra de Deus, foi ela que o Senhor Jesus usou quando foi tentado (fazendo uso do está escrito) e é ela que devemos usar para destruir os sofismas do inimigo (Jo. 17:17), lembre-se, seja qual for a situação de guerra espiritual que você estiver enfrentando, nunca recorra a outra fonte senão a Palavra de Deus, este cinto da Verdade impede que toda a armadura se desfaça.

Vestir a couraça da justiça...as couraças da antiguidade eram feitas de de malha escamada e cobria o corpo pela frente e pelas costas, e protegia a parte superior do corpo do soldado, semelhante aos coletes a prova de balas de hoje. Somos protegidos pela justiça de Deus que foi feita em Cristo Jesus e realizada na cruz do Calvário quando Jesus foi entregue por nós, nessa justiça devemos nos firmar, nunca na nossa própria, a nossa é chamada de "trapo de imundícia" (Is. 64:6). A justiça de Deus é chamada de couraça por que nos protege no dia da aflição (Is. 59:17), Jesus foi feito por Deus justiça (I Cor. 1:30). Quando Jesus foi crucificado, lhe tiraram as vestes (Jo. 19:23), ficando Ele nú, porém Ele mesmo é a verdadeira roupa da qual precisamos nos revestir (Rom. 13:14). O sangue de Cristo é como couraça para todo aquele que crê e nos lava de nossos pecados (Ap. 1:5).
  • E calçados os pés na preparação do evangelho da paz. (Efésios 6:15)
Calçar os pés com a preparação do evangelho da Paz...é a prontidão do Evangelho, é estar equipado com as ferramentas certas de uma embarcação para ser direcionada ao rumo certo, é estar calçado para não se ferir em terrenos perigosos, segundo o profeta Isaías quem anuncia as Boas Novas tem os seus pés formosos sobre os montes (Is. 52:7), imagine ter os pés formosos sobre os montes, lugar cheio de pedregulhos, cheio de altos e baixos e perigos, somente tem essa formosura os que se calçam com o Evangelho da paz, por que só levam boas notícias de salvação.
  • Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. (Efésios 6:16)
O escudo da fé...nas guerras contra a carne, havia a presença de pelo menos dois tipos de escudos: os zinnah, que era um tipo de escudo que encobria todo o corpo da pessoa e que em nossa Bíblia é chamado de pavês e os magen que eram escudos pequenos que os soldados usavam para os combates corpo a corpo, muitas vezes devia ser ungido com óleo para minimizar os golpes desferidos pelo opositor, e isso fala do Espírito Santo em nossas vidas. Nas Sagradas Escrituras encontramos várias referências que nos afirmam que o Senhor é o nosso pavê e escudo, Ele é a nossa proteção em todas as situações e embates (Sal. 5:12 / Sal. 33:3 / Sal. 89:18 / Sal. 84:11 / Sal. 59:11). Aquele que faz do Senhor o seu escudo estará protegido contra todos os dardos inflamados do maligno, que é uma referência às flechas as quais os soldados colocavam fogo em suas pontas para caso não acertasse em algum inimigo incendiasse suas defesas.
  • Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.(Efésios6:17)
O capacete da salvação...é a esperança que todo crente tem no Senhor (I Tes. 5:8 / Is. 59:17), a própria Palavra é como um adorno para nossa cabeça, a qual nos protege das astuciosas mentiras do maligno (Mt. 4:4).
A espada do Espírito...todas as outras armas das quais já falamos são armas de defesa, a espada porém é tanto uma arma de defesa como de ataque, quando o inimigo desfere qualquer golpe contra nós, além do escudo da fé, também nos defendemos com a espada, foi assim que Jesus fez em seu ministério terreno, sempre se defendeu usando a Palavra. A espada ficava dentro de uma bainha presa ao cinto e sempre foi o instrumento de guerra mais usual nos tempos antigos, quem manejava bem a sua espada podia realizar grandes feitos, foi o caso de um dos valentes de Davi chamado Eleazar que brandiu a sua espada contra os filisteus até que sua mão lhe ficasse pegada à espada (II Sam. 23:9-10). Não há arma mais eficaz contra toda e qualquer investida do inimigo do que a Palavra de Deus, é através dela que podemos conhecer tudo que Deus nos prometeu e saber que temos segurança verdadeira em Deus. Vejamos o que a Palavra de Deus é ou pode fazer por nós quando cremos:
  • Pela Palavra de Deus somos limpos (Jo. 15:3);
  • A Palavra é como uma semente de Deus dentro de nós (Mc. 4:3 / Lc. 8:11);
  • A Palavra de Deus permanece para sempre (I Pe. 1:25);
  • A Palavra santifica e purifica (Ef. 5:26);
  • Pela nossa permanência na Palavra, nos tornamos discípulos de Cristo (Jo. 8:31);
  • A Palavra é a verdade (Jo. 17:17);
  • A Palavra de Deus é boa (Heb. 6:5);
  • A Palavra de Deus é viva e eficaz (Heb. 4:12).

É claro que esses são só exemplos, não traduz tudo o que a Palavra de Deus pode ser para nós. Ela é uma espada tão cortante que os demônios sabem que todo crente que a conhece bem e faz uso dela, é como um soldado bem preparado e que está apto não só para atacá-lo como também para se defender dos contra-ataques. O nosso inimigo nos ataca em vários níveis, ele nos ataca de forma (1)individual tentando nos fazer cair em suas ciladas (v.11), adultérios, roubos, fornicações; ele nos ataca de forma (2)coletiva tentando atingir nossos familiares, nossa igreja, nosso casamento; ele ataca o (3)local onde moramos, nossa rua, nosso trabalho; ele ataca uma (4)nação tentando agir por meio de injustiças, genocídios, intolerância religiosa matando servos de Deus; ele também ataca nas (5)regiões celestiais, tentando impedir todos em todos os lugares de receber a resposta de Deus.

Em uma guerra terrena, todo exército disputa interesses de pelo menos dois grupos distintos e organizados, e fazem uso de armas para derrotar o adversário: na nossa luta temos também dois interesses, o Deus que é salvar o maior número de pessoas das mãos de diabo (I Tim. 2:4); e o interesse do diabo, que é matar, enganar e destruir o maior número de pessoas possível (Jo. 10:10 / Jo. 8:44). Cada um faz uso de meios e recursos de que dispõe, Deus usa as armas da Verdade e da Justiça (II Cor. 6:7), armas espirituais  para destruir as fortalezas, conselhos e altivez do inimigo para libertar vidas (II Cor. 10:4-6); o inimigo por sua vez, usa suas armas que são o engano, a mentira (II Tess. 2:9 / Mc. 13:22 / Mt. 24:24 / Ap. 13:10-14).

Todo exército que sai para a guerra precisa saber como atacar o inimigo, como se proteger dos contra-ataques para não ser surpreendido e tem que ter suas reservas como munição, comida, água, meios para fazer os seus veículos irem e virem. Lembremos de um episódio bíblico conhecido de muitos que foi o desafio de Golias: I Samuel 17:1-53, conta a história do embate entre o jovem Davi e o experiente guerreiro filisteu chamado Golias, todos os dois exércitos estavam reunidos tendo apenas um vale entre os dois. Use a Palavra de Deus, seja homem ou mulher de oração e você terá condições de permanecer de pé, jejue e nunca se esqueça, sem a Palavra de Deus nós jamais teremos sustento ou vitória, ela é como uma direção para nós (Sal. 119:105). Leia a Bíblia!!! É disso que o diabo tem medo e é isso que ele não quer que façamos.

Os dois exércitos estava ordenados em ordem de batalha, sabiam como atacar, mas nenhum estava preocupado com a retaguarda, pois naquela época o embate era frente a frente, corpo a corpo, esse problema foi decisivo na batalha pois depois de ter o seu campeão morto por uma "pedrinha", os filisteus tiveram que correr de volta para suas cidades fortificadas, e muitos morreram pelo caminho por que não haviam homens na retaguarda, confiaram em um gigante que era pequeno aos olhos de Deus. Assim somos nós, nunca devemos deixar nossa retaguarda desprotegida, temos que ter o Senhor como nossa proteção pela frente e por detrás (Sal. 139:5).

Davi havia ido para o campo de batalha apenas para levar suprimentos e ver como estavam os seus três irmãos que tinham ido para a guerra (I Sam. 17:17-18), que precisavam também de comida para estarem fortes para a batalha, a história que se segue já sabemos, com cinco pedrinhas, uma funda e seu cajado de pastor Davi venceu a gigante filisteu. Sem suprimentos o exército até pode ter armas, mas não tem forças para usá-las, então preste atenção meu irmão, o nosso suprimento é o Pão da Vida que desceu do céu que é Jesus(Jo. 6:35,48,51), Ele é a Palavra Viva de Deus (Jo. 1:1-4); Ele é a Água viva que todo soldado de Cristo precisa para ter forças na batalha (Jo. 7:38 / Jo. 4:10 / Ap. 21:6) e se hidratar espiritualmente.

Precisamos também de combustível para nossos carros de guerra, e esse combustível é o óleo do Espírito Santo (Is. 61:1 / Êx. 25:6 / Mt. 25:4 / At. 9:17) sem o qual não poderemos travar batalhas espirituais.

Se quisermos prosperar temos que ter a Palavra (Sal. 1:1-3), temos que orar (Mt. 26:41) e jejuar. Se nós orarmos estaremos protegidos, protegeremos os outros e derrubaremos os nossos inimigos. Veja bem, depois de termos aprendido que precisamos da armadura, saber atacar o inimigo, estar preparados para os contra-ataques, ter de nos alimentar na guerra, também precisamos saber onde nos reunir para aprender as estratégias de guerra, para sermos instruídos por um general, alguém que saiba como guerrear. O lugar para aprender é na igreja, pois é lá que recebemos as instruções para a luta, não deixar de congregar faz parte de nossa luta (Heb. 10:25 / At. 5:20 / Lc. 21:38), e infelizmente o diabo tem conseguido levar vantagem na vida de muitos que se dizem crentes e que preferem levar suas vidas de forma errada, longe de suas congregações.

O Senhor é o nosso General, é Ele chamado de homem de guerra em Êxodo 15:3, Ele sabe instruir o seu povo com amor e verdade, quando Ele sai na frente de uma batalha a vitória é certa (Prov. 21:31).

O inimigo pode ser escravizador de muita coisa, mas tem um lugar que quando ele olha, ele fica triste por que não consegue prevalecer contra este lugar por que o Senhor Jesus disse que nem as portas do inferno prevaleceriam contra este lugar, é a igreja de Jesus Cristo (Mt. 16:18), da qual devemos fazer parte, é o seu corpo espiritual que será levado para o céu. Também diante do nosso Deus, o inimigo de nossas almas (diabo) é nada, Deus é tão poderoso que nos últimos dias irá enviar apenas um anjo para prender o diabo em cadeias por mil anos e lançá-lo no abismo (Ap. 20:1-3). Ele não terá nem mesmo o trabalho de deixar o seu trono lá no céu, Ele é incomparavelmente maior do que o inimigo (Sal. 11:4 / 115:3).

Ele domina e governa todas as coisas sem perder o controle de nada como está escrito:"O SENHOR tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo" (Sal. 103:19). Ele domina sobre a nossa vida QUANDO a Ele nos entregamos, sobre nossos filhos, sobre as circunstâncias, tem controle sobre as lutas que travamos, Ele domina sobre tudo. Lembre-se, para conhecer quem é o nosso Deus, é necessário ler a Palavra. Se você serve a Deus tem anjos agora ao seu lado para te guardar na batalha (Sal. 34:7), é promessa, promessa, não se esqueça. Isso me faz lembrar de um episódio que aconteceu comigo quando voltava com alguns irmãos de uma serra em nossa cidade após um tempo de oração juntos, todos descíamos muito rápido e descontraídos, repente eu não consegui fazer a curva que havia no local e cai em um local que tinha uns 50 metros de altura (mais ou menos), eu caí de frente e só Deus pode explicar, eu me virei e parei em cima de uma raiz que saía para fora como um semi-círculo para eu pisar e outro para me segurar, exatamente da minha altura, naquele lugar. Todos vieram correndo gritando e pensando que me encontrariam lá em baixo, mas o Senhor me guardou e hoje posso contar isso pra você, foi tudo muito rápido.


  • Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos. (Efésios 6:18)
A Palavra de Deus em conjunto com a oração nos leva mais próximos dos propósitos de Deus, a oração deve ser feita tanto para nos fortalecer como para trazer libertação para outras pessoas, deve ser feita em todo o tempo, ou seja, em cada ocasião; a respeito de tudo precisamos de orientação de Deus. A nossa oração consiste em oração pessoal e de intercessão pelos nossos irmãos, familiares, amigos, pela igreja, pelos nossos líderes, etc...

Depois de vencer tudo, não devemos pensar que será tudo bonança, o inimigo vai dar um tempo para se reorganizar para tentar nos surpreender em outra ocasião, por isso devemos ficar vigilantes para que não venhamos cair em suas garras. Mas uma coisa digo, temos o poder e a autoridade para pisarmos "serpentes e escorpiões" e sobre todo o poder do maligno e nada absolutamente nos causará dano (Lc. 10:19) se formos verdadeiros discípulos de Cristo. Toda e qualquer obra do diabo poderá ser desfeita no Nome de Jesus Cristo, pois foi para isto que Ele se manifestou (I Jo. 3:8). Fique firme e a vitória virá!

Bibliografia:
www.bibliaonline.com.br
O Novo Comentário da Bíblia
Pequena Enciclopédia Bíblica, Orlando Boyer
Dicionário Bíblico Universal, Orlando Boyer

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Romanos 14:9

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